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	<title>AgroCeleiro &#187; embutidos</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Selo Arte Ira Espandir a Possibilidade da Comercialização de Alimentos Artesanais</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 13:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda. A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938; text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000000;">A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, foram assinadas a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte. As instruções normativas devem ficar em consulta pública por 30 dias.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Com essas mudanças legais, fica permitida, portanto, a comercialização interestadual de alimentos produzidos de forma artesanal. As mercadorias serão fiscalizadas pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias&#8221;, explicou a Tereza Cristina. </span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lei</span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/Lei/L13680.htm" target="_blank">A Lei do Selo Arte (13.680/2018)</a>,<span style="color: #000000;"> publicada em junho do ano passado, modifica uma legislação de 1950, que trata da inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal. Com a mudança, fica permitida a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, com características e métodos tradicionais ou regionais próprios, empregadas boas práticas agropecuárias e de fabricação, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública dos estados e do Distrito Federal<i>. </i>A lei é<i> </i>de autoria do Deputado Federal Evair de Melo (PP-ES) e a elaboração do modelo do Selo contou com a parceria do Sebrae.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Atualmente, a comercialização de produtos artesanais é limitada ao município ou estado em que o alimento é feito e inspecionado. Com a regulamentação, os produtos poderão ser vendidos em diferentes estados, desde que tenham o Selo Arte.</em></span></strong> A mudança irá beneficiar milhares de produtores artesanais, garantindo acesso ao mercado formal e a agregação de valor dos produtos agropecuários.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estimativa é que 170 mil produtores de queijos artesanais no Brasil sejam beneficiários diretos da regulamentação neste primeiro momento.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Consumidores</b></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com o Selo Arte, o consumidor terá a segurança de que a produção é artesanal, e respeita as características e métodos tradicionais. Os produtos serão fiscalizados pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor do departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas do Ministério da Agricultura, Orlando Melo de Castro, explica que o Selo Arte vai beneficiar os produtores, que terão acesso a mais mercados, e também os consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Antes, não havia uma regulamentação que previa o comércio fora do estado. Tendo o selo arte, ele poderá comercializar em todo o território nacional. Isso é um ganho para o produtor e para o consumidor, que vai comprar um produto sabidamente fiscalizado, que tem controles na legislação, tanto na questão da produção do leite como no processo de fabricação. Isso é uma garantia e uma segurança para o consumidor, que vai encontrar esses produtos em diferentes praças do país”, diz Castro.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Características</b></span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os produtos alimentícios identificados com o Selo Arte deverão ser feitos com matérias-primas de origem animal produzidas na propriedade ou com origem determinada e os procedimentos de fabricação devem ser predominantemente manuais. Além disso, deverão ser adotadas boas práticas de fabricação, para garantir a produção de alimento seguro ao consumidor, e boas práticas agropecuárias, contemplando sistemas de produção sustentáveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por ser caracterizado pela fabricação individualizada e genuína, o produto artesanal poderá ter variabilidade sensorial entre os lotes. Na produção artesanal, a composição e o processamento seguem receitas e técnicas tradicionais de domínio dos manipuladores e o uso de ingredientes industrializados deve ser restrito ao mínimo indispensável por razão de segurança, não sendo permitida a adição de corantes e aromatizantes artificiais.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além da comercialização interestadual de produtos, a regulamentação do Selo Arte vai diminuir a burocracia para o registro e comercialização de produtos artesanais e facilitar a identificação e o reconhecimento dos produtos através do selo.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Inspeção</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura vai estabelecer os critérios para a comercialização interestadual desses produtos, garantindo o cumprimento das exigências sanitárias e dos requisitos de excelência de produção artesanal, que evidenciam o vínculo cultural e territorial.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os estados e o Distrito Federal ficarão responsáveis pela concessão do Selo Arte e pela fiscalização desses produtos, cabendo ao Ministério da Agricultura coordenar a implementação da política e realizar a gestão do sistema de concessão e controle do Selo. Cada selo terá um número de rastreabilidade que permitirá ao consumidor identificar o nome do produtor, data e local de fabricação do produto.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O Mapa vai orquestrar toda a engrenagem, realizando o fomento de boas práticas, incentivando a produção artesanal. Também vai aconselhar e dar capacitação por meio da Embrapa e de parceiros como o Sistema S e as escolas. O Mapa tem todo o interesse de favorecer a produção artesanal no Brasil”, diz Fernando Camargo.</span></p>
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