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	<title>AgroCeleiro &#187; efensivos agrícolas</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Dez defensivos agrícolas biológicos e orgânicos têm registro publicado</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 01:35:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Produtos biológicos oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura O Ministério da Agricultura publicou nesta quinta-feira (3) no Diário Oficial da União o ato nº 70, com o registro de 10 defensivos agrícolas biológicos e orgânicos, que podem ser usados tanto na agricultura orgânica quanto na tradicional.  Com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Produtos biológicos oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura publicou nesta quinta-feira (3) no <a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/ato-n-70-de-2-de-outubro-de-2019-219658433" target="_blank"><span style="color: #000000;">Diário Oficial da União o ato nº 70</span></a>, com o registro de 10 defensivos agrícolas biológicos e orgânicos, que podem ser usados tanto na agricultura orgânica quanto na tradicional.  Com isso, chega a 24 o número de produtos biológicos e orgânicos registrados em 2019.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dois destaques na lista publicada são os defensivos biológicos à base dos organismos <em>Heterorhabditis bacteriophora</em> e <em>Hirsutella thompsonii</em>, inéditos no Brasil. O primeiro será usado para o combate à larva-alfinete, uma praga que causa grandes prejuízos para a cultura de batata. Já o produto à base de <em>Hirsutella thompsonii</em> terá uso no controle do ácaro rajado, uma praga que ataca diversas culturas, como soja, feijão, milho e algodão, além de frutas como morango, maçã, pera, uva, maracujá, melancia, abacaxi e cacau.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também estão entre os defensivos biológicos registrados dois produtos à base de uma mistura de quatro baculovirus, que são vírus que atacam o sistema digestivo de lagartas, e um à base de uma mistura de três organismos microbiológicos para controle de nematoides.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Os produtos biológicos registrados hoje oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura, como o ácaro-rajado e a larva-alfinete. São importantes ferramentas para um melhor controle de pragas no campo, e também para o manejo da resistência de pragas inseticidas”, diz o coordenador-geral de Agrotóxico e Afins do Ministério, Carlos Venâncio.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estes produtos são recomendados apenas para pragas, podendo ser utilizados em qualquer cultivo agrícola, para substituir outros de origem química.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 2018, a produção de produtos biológicos para controle de pragas e doenças agrícolas<a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/feffmercado-de-biodefensivos-cresce-em-mais-de-50-no-brasil" target="_blank"><span style="color: #000000;"> cresceu mais de 70% no Brasil.</span></a></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Genéricos</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além dos defensivos biológicos e orgânicos, foram publicadas hoje as concessões de registros de 41 produtos genéricos. O objetivo da aprovação de produtos genéricos é aumentar a concorrência no mercado e diminuir o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção. Do total de produtos registrados em 2019, 359 são produtos genéricos e 23 são à base de ingredientes ativos novos de origem químico ou biológica.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pela legislação, quando o período de patente expira, outras empresas podem registrar produtos à base de uma determinada substância que antes tinha o seu fornecimento monopolizado. Os produtos equivalentes são similares a produtos de referência que foram registrados no passado, de uso seguro e comprovado não apenas pelos estudos apresentados aos órgãos envolvidos, como pela comprovação empírica de anos de utilização.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os genéricos constituem importante política para a quebra dos monopólios e oligopólios no mercado de determinados ingredientes ativos. Uma dinâmica que beneficia a livre concorrência e a competitividade da agricultura nacional.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Registros</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outros seis defensivos que tiveram as concessões de registro publicadas hoje são produtos formulados com base em ingredientes ativos novos. Entre eles, os produtos formulados à base do ingrediente ativo Dinotefuram, que poderão ser usados nas lavouras para combate a insetos sugadores como percevejos e mosca branca. Os produtos formulados à base deste ingrediente ativo terão restrições quanto a dose máxima permitida e proibição de uso no período de floração dos cultivos, restrições estabelecidas pelo Ibama para a proteção de insetos polinizadores.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com a publicação de hoje, chega a 382 o número de registros concedidos em 2019, sendo 214 produtos técnicos, ou seja, destinados exclusivamente para o uso industrial.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outros 168 são produtos formulados, ou seja, aqueles que já estão prontos para serem adquiridos pelos produtores rurais mediante a recomendação de um engenheiro agrônomo. Destes, 24 são produtos biológicos e/ou orgânicos. Cerca de 48% de produtos formulados autorizados não são efetivamente comercializados, por uma decisão das empresas detentoras dos registros</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos últimos anos, diversas medidas desburocratizantes foram adotadas para que a fila de registros de defensivos ande mais rápido no Brasil. O objetivo é aprovar novas moléculas, menos tóxicas e mais ambientalmente corretas, e assim substituir os produtos antigos, além da liberação de produtos genéricos. Pela lei, nenhum produto atual pode ser registrado com toxicidade maior do que os existentes no mercado.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tanto no Ministério da Agricultura, como no Ibama, e na Anvisa, os setores responsáveis pela análise de registros de defensivos foram reorganizados e tiveram servidores realocados, o que ocasionou um aumento de produtividade da análise técnica.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ato publicado hoje contém diversos produtos de origem microbiológica que também contribuíram para o aumento no número de agrotóxicos registrados nos últimos anos. Estes produtos têm um trâmite de registro priorizado, tendo demandado algumas vezes menos de um ano desde o pedido de registro até o deferimento das avaliações técnicas de eficiência.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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