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	<title>AgroCeleiro &#187; desafio para o trigo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Fatores climáticos são apontados como principal desafio para o trigo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 17:34:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">Superar as adversidades do clima, como seca, geadas e chuva na colheita, é o maior desafio à produção de trigo. Essa é a percepção da maioria dos entrevistados em levantamento realizado em 24 cooperativas que movimentam 34% do trigo produzido no País. Em 2017, a produção brasileira de trigo foi de 4,5 milhões toneladas, volume 32% menor em relação ao ano anterior em função de problemas com o clima que afetou os resultados na região Sul.</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">A pesquisa “Avaliação de cenários para a produção de trigo nas cooperativas brasileiras” foi desenvolvida pela <a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #44a13d;" href="http://www.embrapa.br/trigo" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000000;">Embrapa Trigo</span></a> e <a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #44a13d;" href="https://www.embrapa.br/gestao-territorial" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000000;">Embrapa Gestão Territorial</span></a>, em parceria com a Organização das Cooperativas do Brasil (<a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #44a13d;" href="http://www.somoscooperativismo.coop.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000000;">OCB</span></a>), e contou com uma série de levantamentos com 25 gestores e 181 técnicos que atuam na dinâmica da triticultura nacional. Participaram 24 cooperativas, distribuídas em sete estados, que prestam assistência técnica a quase 170 mil associados. O objetivo foi compreender os desafios atuais e as inovações desejadas pelo setor cooperativista.</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">As limitações impostas pelos fatores climáticos ao cultivo do trigo foram apontadas pela maioria dos entrevistados como um importante gargalo do setor. As doenças mais temidas são a giberela (87%) e a brusone (51%), cuja incidência está diretamente relacionada ao clima quente e úmido e para as quais ainda não existe resistência genética e os defensivos não apresentam controle satisfatório. “As adversidades do clima são riscos inerentes à triticultura, causando prejuízos que nem sempre encontram fontes de resistência no melhoramento genético das plantas”, argumenta o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski.</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300;">“Nosso grande adversário é o clima”, concorda o presidente da Federação das Cooperativas do Rio Grande do Sul (</span><a style="font-weight: 300; color: #6ca7e7;" href="https://www.fecoagrors.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Fecoagro</span></a><a style="font-weight: 300; color: #6ca7e7;" href="https://www.fecoagrors.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">/RS</span></a><span style="font-weight: 300;">), Paulo Pires. Segundo ele, apesar de a segregação representar liquidez no trigo, é muito difícil de operacionalizar: “Hoje, no Rio Grande do Sul, estão em cultivo mais de 40 variedades de trigo. Seriam necessários diversos pequenos silos na cooperativa para separar por características comerciais, tornando impossível segregar todo o volume produzido”. Além disso, na avaliação de Pires, a estrutura de armazenagem existente no País está direcionada à cultura da soja. A aposta da Fecoagro é orientar o trigo para a exportação, com volume em escala para demandas do mercado, com alimentação animal ou baixa força de glúten.</span></span></p>
<p style="color: #282828;">Embrapa</p>
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