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	<title>AgroCeleiro &#187; culturas de verão</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Chuvas beneficiam culturas de verão no RS</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 13:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, nesse período, as lavouras encontravam-se com percentuais muito semelhantes aos observados na safra atual. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em importantes regiões produtoras de soja no Estado, como no Noroeste Colonial, Celeiro e Alto Jacuí, a ocorrência de chuvas e as altas temperaturas proporcionaram um crescimento mais rápido das plantas, preenchendo espaços em áreas que ficaram com baixa densidade pelo problema anterior do damping-off ou tombamento. No geral, o desenvolvimento da cultura nas regiões é considerado normal, e a presença, com ataques, do tamanduá da soja e de lagartas diminuiu em relação à semana anterior, embora com algumas aplicações de inseticidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, a soja está em fase de tratos culturais, com áreas em desenvolvimento vegetativo e outras já em formação de vagens. Devido à necessidade de replantio em algumas áreas, as lavouras estão bastante desuniformes, porém a expectativa inicial de produtividade ainda se mantém em pouco mais de 3 t/ha na região. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura do milho no RS foi favorecida pelas chuvas que ocorreram na semana passada, o que permitiu, em parte das lavouras do Estado, a recuperação das plantas em desenvolvimento vegetativo, floração e formação da espiga. Na média estadual, a cultura encontra-se com 23% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 53% nas fases de floração e enchimento de grãos, 18% estão maduras e por colher e 6% das áreas já foram colhidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na Zona Sul, 85% das lavouras de milho estão na fase de desenvolvimento vegetativo, e nas regiões do Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação das condições climáticas de altas temperaturas, radiação solar intensa e boa umidade do solo, em virtude das chuvas da semana, favorecem o crescimento e o desenvolvimento da cultura, especialmente lavouras em floração e enchimento de grãos. Prossegue, nessas regiões, a semeadura da cultura em restevas de fumo. Já na Fronteira Noroeste e Missões, as lavouras estão com bom desenvolvimento das espigas devido ao clima favorável. Com as chuvas ocorridas na última semana, os produtores intensificaram o segundo plantio do milho nas áreas já colhidas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A lavoura do feijão 1ª safra segue avançando e apresenta bom desenvolvimento no Estado. Na semana, a colheita atingiu 35% da área, estimada em pouco mais de 41 mil hectares para a primeira safra. Atualmente, 13% das áreas estão maduras e por colher, 28% em floração e enchimento de grãos e 24% em desenvolvimento vegetativo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em regiões como no Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação de tempo chuvoso com altas temperaturas, clima ocorrido na semana, é favorável à incidência de doenças, como a ferrugem, necessitando a realização de controle com aplicações de fungicidas. Na Fronteira Noroeste e Missões, a primeira safra de feijão está em finalização de colheita, com produtividades consideradas boas. No geral, a produção nessas regiões se destina para consumo da própria família, mas muitos estão vendendo o excedente nas feiras dos produtores.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As lavouras de arroz no Estado desenvolvem-se de forma satisfatória. Nas regiões da Fronteira Oeste e Campanha, a cultura tem demonstrado bom desenvolvimento vegetativo, favorecida pela umidade do solo e dias com ótima luminosidade e calor. Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, onde são cultivados aproximadamente 137 mil hectares com arroz, espera-se uma produtividade próxima de 7.500 kg/ha. Atualmente, as lavouras estão sendo manejadas para controle de plantas daninhas, com adubação em cobertura e irrigação. Na semana, a lavoura de arroz no Estado apresentou-se com aproximadamente 79% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 15% em floração e 6% em enchimento de grãos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">OLERÍCOLAS</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Cebola &#8211; Na região da Serra, com a colheita finalizada, a olerícola condimentar se encontra armazenada nos galpões para que ocorra o processo de cura dos bulbos. Na segunda quinzena de janeiro, a prática da toalete deverá ter considerável incremento. De modo geral, a produção mostra boa qualidade, com bulbos firmes e secagem da parte aérea dentro do esperado.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Tomate &#8211; Na Região Metropolitana, a produção de tomate a campo está com ótimo desenvolvimento e algumas áreas, já colhidas, apresentam produtividade média de 7kg por planta. Os produtores estão manejando as lavouras em desenvolvimento vegetativo, frutificação e início de colheita. Alguns produtores utilizaram mudas enxertadas, com excelentes resultados para controle das bacterioses. O tomate está sendo comercializado por aproximadamente R$ 35,00 a caixa com 20 kg do tipo extra do produto. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Mandioca &#8211; Na Fronteira Noroeste e Missões, a cultura está em colheita, seja para comercialização, consumo próprio ou para beneficiamento nas agroindústrias. Vem aumentando na região o número de agroindústrias familiares que beneficiam a mandioca, descascada e embalada a vácuo, para comercializar nos programas governamentais, como o de Alimentação Escolar (Pnae), e nos supermercados. O preço recebido pelos produtores está entre R$ 2,50 a R$ 3,00/kg.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Milho Verde &#8211; O milho verde cultivado para venda na região do Litoral já está em comercialização, mesmo com algumas áreas ainda em floração e formação de espigas e, outras, em desenvolvimento vegetativo. Os produtores estão otimistas, uma vez que comercializam o produto a R$ 1,00 a espiga. Esse valor representa um aumento de 50% em relação ao preço de comercialização no mesmo período do ano passado. As vendas são realizadas nas tendas e quiosques e o movimento dos turistas é considerado acima do esperado. Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, os produtores que produzem milho verde para abastecimento em feiras e mercados da região estão intensificando a colheita, aumentando a oferta e com isso reduzindo o preço recebido. O produto está sendo vendido por R$ 3,00 o pacote de 1Kg que contém cinco espigas descascadas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">PASTAGENS E CRIAÇÕES</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O comportamento do clima, na semana, especialmente quanto à temperatura e umidade, foi benéfico para as pastagens nativas e cultivadas. Com isso, a produção de massa verde se mantém em bom nível, propiciando boas condições alimentares e nutricionais às diferentes espécies de ruminantes criadas no RS.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A boa disponibilidade de massa verde nos campos vem garantindo uma boa condição alimentar e nutricional aos rebanhos de ovinos. No aspecto sanitário, o calor intenso e a umidade, especialmente em áreas mais baixas, exigem atenção e cuidados, especialmente no controle de verminoses, além de outras parasitoses, como sarna, piolho e miíases. No manejo dos animais, os destaques são o final do período de esquila e o desmame de cordeiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS</span></p>
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		<title>Colheita das principais culturas de verão está praticamente concluída no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2018 12:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As principais culturas de verão estão praticamente todas colhidas no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (10/05), o milho e a soja já estão com 96% da área total semeada colhida e o arroz com 95%. Com o encerramento da safra de soja na maioria das lavouras e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">As principais culturas de verão estão praticamente todas colhidas no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (10/05), o milho e a soja já estão com 96% da área total semeada colhida e o arroz com 95%.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com o encerramento da safra de soja na maioria das lavouras e regiões, a tendência é que seja acelerada a colheita das lavouras maduras de milho grão e de milho silagem, contando com as condições meteorológicas atuais de tempo seco. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com a colheita do milho em finalização, as atenções se voltam especialmente à comercialização, que atinge mais de dois terços da produção colhida. Os preços esboçam leves aumentos, fundamentados nas dificuldades climáticas que a safrinha vem enfrentando, estoques pequenos e importação quase que proibitiva em razão das altas nas cotações do dólar. Os produtores detentores de estoques estão cautelosos aguardando melhores oportunidades para ofertar. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Restando no Estado apenas 4% da área de mais de 5,7 milhões de hectares de soja a ser colhida, ela deverá avançar rapidamente ao seu término, com os produtores e suas máquinas aproveitando as condições de clima seco que vem ocorrendo nesses últimos períodos. Grande parte das lavouras colhidas foi com solo seco e umidade dos grãos abaixo de 13%. Basicamente não necessitando secagem nos locais de recebimento. A qualidade geral dos grãos é muito boa e a produtividade está na casa das três toneladas por hectare na média do Estado. O produto colhido apresentou baixa impureza, mas com alguma quebra de grãos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O mercado continua extremamente volátil, influenciado pelas fortes exportações de aproximadamente 30 milhões de toneladas, entre janeiro a abril, e também pela demanda interna pelo grão, principalmente pelas indústrias de biodiesel. Alguns produtores estão se beneficiando do bom preço atual, para faturar parte da produção. Outros estão usando a produção como poupança &#8211; preferindo vender outros grãos &#8211; esperando o melhor momento para realizar seus negócios com a soja.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A comercialização do arroz continua com menores volumes de negócios e com preços abaixo do esperado pelos produtores. Dificulta as vendas internas a contínua importação de arroz do Paraguai, pressionando os preços para baixo. A preocupação maior é a impossibilidade de os agricultores poderem realizar investimentos nas lavouras em decorrência dessa situação. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Plantio da cultura de inverno</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Já a grande maioria dos produtores gaúchos da principal cultura de inverno, o trigo, continuam mobilizados em busca de crédito de custeio, reserva de sementes e no planejamento para então definir o tamanho da área que irão cultivar com o trigo. A tendência, que era de redução de áreas de cultivo no Estado, poderá ser revertida em razão do aquecimento dos preços, ora sustentados pelos baixos estoques, altos valores de importações e demanda aquecida. Fatores esses que poderão alterar o rumo anterior da implantação dessa principal cultura de inverno no Estado. Alguns produtores já iniciando os preparativos para a implantação da cultura, com início do manejo químico das lavouras para a semeadura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Informativo Conjuntural da EMATER </em>para esta semana:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;"><a style="color: #2d2d2d;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/conjuntural/conj_10052018.pdf"><span style="color: #000000;">http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/conjuntural/conj_10052018.pdf</span></a></strong></span></p>
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		<title>Chuvas beneficiam desenvolvimento das culturas de verão</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2017 10:30:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As lavouras de soja encontram-se nas fases de desenvolvimento vegetativo e floração, com bom stand, beneficiadas ultimamente pelas chuvas ocorridas nos últimos dias, possibilitando a retomada do desenvolvimento das plantas. Produtores já iniciaram o plantio da safrinha, nas áreas ocupadas com milho silagem. A cultura do milho também foi beneficiada com o retorno da umidade no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">As lavouras de soja encontram-se nas fases de desenvolvimento vegetativo e floração, com bom stand, beneficiadas ultimamente pelas chuvas ocorridas nos últimos dias, possibilitando a retomada do desenvolvimento das plantas. Produtores já iniciaram o plantio da safrinha, nas áreas ocupadas com milho silagem.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A cultura do milho também foi beneficiada com o retorno da umidade no solo, em razão das precipitações do último final de semana, recuperando assim os sintomas de déficit hídrico. A cultura encontra-se majoritariamente nas fases de floração, enchimento dos grãos, maturação e iniciando a colheita.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Nas áreas em desenvolvimento, ela vem mantendo ainda bom padrão fitossanitário. Mesmo com a restrição de chuvas da primeira quinzena de dezembro e com altas temperaturas ocorridas, grande parte das lavouras ainda tem condições de recuperação e de expressar boas produtividades, desde que as condições meteorológicas sejam adequadas para os próximos dias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ministério da Agricultura publica preços mínimos para culturas de verão</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 19:58:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (18), a Portaria nº 1.577, com os preços mínimos para as culturas de verão e sementes, válidos para a safra 2017/18. Um dos destaques é o aumento do valor para a soja em 22,11%, que passou de R$ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #777777;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (18), a Portaria nº 1.577, com os preços mínimos para as culturas de verão e sementes, válidos para a safra 2017/18.</p>
<p style="color: #777777;">Um dos destaques é o aumento do valor para a soja em 22,11%, que passou de R$ 30,17, no ciclo passado, para R$ 36,84 por saca, nesta temporada, válido para todo o Brasil. Já o preço mínimo do milho subiu 1,35% para a região Sul, variando de R$ 19,21 para R$ 19,47 por saca.</p>
<p style="color: #777777;">O feijão preto teve o preço mínimo reduzido em 19,30%, no Sul do País, saindo de R$ 94,80 para R$ 76,50 e o feijão de cores passou de R$ 84,60 para R$ 82,95, ou seja, queda de 1,94%.</p>
<p style="color: #777777;">Uagro</p>
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