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	<title>AgroCeleiro &#187; culturas de inverno</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agricultores gaúchos planejam safra de inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 13:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto as lavouras da safra de grãos de verão são colhidas, os agricultores gaúchos começam a planejar a safra de inverno. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (4/4), os agricultores procuram crédito para financiamento de custeio das lavouras de trigo, em especial na parte Norte do Estado, e encaminham amostras [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050;">Enquanto as lavouras da safra de grãos de verão são colhidas, os agricultores gaúchos começam a planejar a safra de inverno. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (4/4), os agricultores procuram crédito para financiamento de custeio das lavouras de trigo, em especial na parte Norte do Estado, e encaminham amostras de solo para análise e correção de nutrientes. Nas regiões Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, os altos custos dos insumos interferem na definição da área a ser cultivada. Já nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, foram liberados os primeiros recursos de custeio de insumos para lavouras de trigo.</p>
<p style="color: #505050;">Para implantação de lavouras de canola, os produtores buscam crédito para custeio junto aos agentes financeiros, mas a expectativa é de diminuição da área nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, ao contrário das regiões Fronteira Noroeste e Missões, onde empresas agrícolas estão fazendo pré-contratos de compra com fornecimento de insumos, o que tem motivado a ampliação da área de canola, até mesmo como alternativa ao cultivo do trigo.</p>
<p style="color: #505050;"><strong style="font-weight: bold;">Culturas de verão</strong></p>
<p style="color: #505050;">No Estado, colheita da soja avançou muito, chegando aos 52% das lavouras implantadas, sendo que outras 33% estão maduras e 15%, em enchimento de grãos. A produtividade em geral é boa e dentro da expectativa, chegando, por exemplo, à média de 3.800 kg/ha na região da Produção. Na região Sul, a produtividade das lavouras de soja é distinta: nas coxilhas, tem sido de 75 sacas por hectare; na fronteira, a produtividade não deve ultrapassar 40 sacas por hectare; e na região da Encosta da Serra do Sudeste, a expectativa é de produtividade acima de 60 sacas por hectare. Se o tempo favorecer, a colheita da soja finaliza até meados de abril.</p>
<p style="color: #505050;">No milho, o clima seco dos últimos dias favoreceu o avanço da maturação e a colheita das lavouras, atingindo 70% da área, estando com 19% maduro e 10% em enchimento de grãos, com apenas 1% em floração. Na região Central, 43% da área foi colhida, com média de produtividade de 90 sacas de milho por hectare. Em específico no município de Tupanciretã, onde a maior parte da lavoura é irrigada com pivô central, a área está 95% colhida, com produtividade de 210 sacas por hectare.</p>
<p style="color: #505050;">Resta apenas 5% das lavouras de feijão para serem colhidas, todas nos Campos de Cima da Serra. As produtividades estão próximas do esperado inicialmente, que é de 2,5 toneladas por hectare. Já a safrinha gaúcha está quase toda implantada. Como a segunda safra de feijão é basicamente cultivada pela agricultura familiar e para autoconsumo ou reserva de sementes, ela se estende por um período maior. Atualmente, 9% da 2ª safra de feijão foram colhidas, 11% estão maduras e por colher, 35% estão em enchimento de grãos, 30% em floração e 15% das áreas estão em germinação e desenvolvimento vegetativo.</p>
<p style="color: #505050;">A safra de arroz teve sua colheita acelerada na última semana, atingindo 60% da área. As lavouras da Campanha e Fronteira Oeste, regiões de grande importância da cultura no Estado, estão com bom ritmo de colheita, avançando em todos os municípios. Na Zona Sul, outra região de grande expressão da cultura no RS, também prossegue a colheita, atingindo 51% da área. Até o momento, a produtividade de referência é de 8,2 toneladas por hectare.</p>
<p style="color: #505050;"><strong style="font-weight: bold;">Olerícolas e frutícolas</strong></p>
<p style="color: #505050;">Pepino &#8211; Apesar de ter crescido o consumo, o pepino Japonês ainda é bem menos comercializado do que o pepino salada convencional. No RS, há um movimento crescente de olericultores que estão substituindo o plantio do pepino salada pelo Japonês. Contudo, como o mercado olerícola responde forte e rapidamente às oscilações entre oferta e demanda, a partir do momento que o mercado estiver sobrecarregado de pepino Japonês, o preço tende a cair.</p>
<p style="color: #505050;">Quivi &#8211; O produto está em plena colheita das variedades glabras (peladas) e de polpa amarela, da espécie Actinidia chinensis, com frutos de bom calibre e altos teores de açúcar. Em breve terá início a colheita das variedades mais cultivadas na Serra gaúcha, da espécie Actinidia deliciosa. De maneira geral, as plantas apresentam bom vigor e sanidade.</p>
<p style="color: #505050;"><strong style="font-weight: bold;">Pastagens e criações</strong></p>
<p style="color: #505050;">Na pecuária de corte, o campo nativo, as espécies de pastagens perenes de verão (tíftons, panicuns e braquiárias) e as gramíneas anuais de verão (sorgo forrageiro, capim sudão e milheto) em geral apresentam-se fibrosas, com menor taxa de crescimento e baixa qualidade, devido aos baixos índices de umidade no solo.</p>
<p style="color: #505050;">Os pecuaristas dos Campos de Cima da Serra iniciaram a implantação das pastagens cultivadas de inverno, procurando antecipar o pastoreio e evitar que o gado reduza em demasia a condição corporal, que ocorre quando os animais são mantidos em pastagens naturais durante o inverno.</p>
<p style="color: #505050;">Em propriedades com integração lavoura-pecuária, após a colheita de soja e arroz são implantadas as pastagens de inverno (aveia e azevém). Assim, é necessária chuva nos próximos dias, para não prejudicar a germinação. Alguns produtores estão acessando crédito de custeio para implantação de pastagens de inverno.</p>
<p style="color: #505050;">Na pecuária de leite, as pastagens anuais de verão começam a ficar mais fibrosas, diminuindo assim a qualidade da forragem e o potencial produtivo, caracterizando o início do vazio forrageiro de outono. Para implantação das pastagens de inverno, são recomendados especialmente centeio, trigo forrageiro, aveia melhorada e azevém tetraploide. Na região de Caxias do Sul, alguns produtores fizeram a semeadura de milheto em fevereiro, visando enfrentar o vazio forrageiro outonal.</p>
<p style="color: #505050;">Fonte: Emater/Ascar</p>
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		<title>Emater/RS-Ascar atualiza estimativas da safra de inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 18:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Estimativa das Principais Culturas de Grãos de Inverno do Rio Grande do Sul foram atualizadas pelo Núcleo de Informações e Análises (NIA) da Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar. O segundo levantamento, a compilação e a análise dos dados ocorreram entre 1º de setembro e 15 de outubro, junto aos escritórios regionais e unidades operativas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #545454;">As<span style="color: #000000;"> Estimativa das Principais Culturas de Grãos de Inverno do Rio Grande do Sul foram atualizadas pelo Núcleo de Informações e Análises (NIA) da Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar. O segundo levantamento, a compilação e a análise dos dados ocorreram entre 1º de setembro e 15 de outubro, junto aos escritórios regionais e unidades operativas municipais da Instituição nas principais regiões produtoras de cada cultura.</span></span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">No trigo, a colheita evoluiu de forma acelerada e alcança 30% do total plantado numa área de 693.538 ha. Estimativas indicam que o RS terá uma produção de 2.060.114 toneladas, porém à medida que a colheita avança, se consolidam os indícios de que a qualidade deixará a desejar. Em regiões produtoras, como Santa Rosa, Frederico Westphalen e Erechim, as primeiras cargas têm apresentado pH abaixo de 78, o que inviabiliza o produto para a indústria. Em consequência das intercorrências climáticas durante o ciclo desta safra, as produtividades obtidas em algumas lavouras de trigo situam-se abaixo da média estimada, que é de 2.970 kg/ha.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cevada se encontra em fases de enchimento de grãos e de forma majoritária em maturação final. Já foi colhido cerca de 30% da área estimada em 44.173 ha, com produção prejudicada na qualidade pelo excesso de chuva, que causou a entrada de doenças fúngicas e acamamento das plantas. Nas regiões onde a colheita evolui, a produtividade média está abaixo das últimas estimativas, entre 2.700 e 2.850 quilos por hectare, de qualidade ruim, com poder germinativo abaixo do exigido para as indústrias, fato que está gerando comunicação de ocorrência de perdas ao Proagro nas áreas financiadas. Nesses casos, os grãos serão destinados para ração animal.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A colheita da canola evoluiu no Norte do RS, sendo que na região Noroeste, a primeira a implantar as lavouras de canola no Estado, não há mais áreas em enchimento do grão, ao passo que 7% das lavouras estão em maturação dos grãos e 93%, colhidas. Conforme as condições de tempo do fim de semana, há possibilidade de a colheita ser finalizada. Até aqui, o rendimento das lavouras em geral é satisfatório, apesar da expectativa de atingir a média de 1.495 kg/ha. A produtividade das lavouras onde não houve danos por eventos climáticos está próxima a 40 sacas por hectare (2,4 toneladas por hectare), estimulando os produtores a planejarem novas áreas para o próximo ano.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Aveia branca  Foi encerrada a colheita no Noroeste do RS, com bom avanço no Centro-Norte. Boa parte das áreas está com baixo rendimento e qualidade, devendo ser destinadas para outros fins, como ração para animais, pois a cultura não está atingindo o pH ideal; em consequência, o preço pago por quilo será reduzido.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">LAVOURAS DE VERÃO</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os produtores de soja intensificam os trabalhos de plantio da safra 2018-2019. Estima-se que cerca de 200 mil hectares estejam plantados, pouco mais de 3% do total previsto (5,8 milhões de hectares). O ritmo deverá se acelerar ainda mais se o tempo permitir, uma vez que a colheita da safra de trigo também segue veloz, liberando área para a soja.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura do milho segue com bom desenvolvimento devido ao clima favorável nos últimos dias. Poucos são os casos relatados de pragas ou moléstias, como incidência de lagarta do cartucho em lavouras na fase de floração, que alcança 4% do total já semeado. Nesse sentido o percentual de área plantada atinge 62% do previsto para esta safra, que é 740 mil hectares.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A lavoura do feijão 1ª safra está em final de implantação no RS, sendo que as áreas destinadas a lavouras comerciais já foram semeadas e apresentam boa germinação e emergência, com bom estande de plantas. O aspecto geral das lavouras é bom. No momento, os agricultores monitoram doenças e fazem aplicações preventivas de fungicidas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A condição meteorológica ocorrida durante o período foi propícia à evolução do plantio do arroz. A pouca chuva registrada em todas as regiões produtoras fez com que os orizicultores acelerassem os trabalhos de implantação da safra. Ao contrário da safra passada, quando a cultura atravessava problemas de excesso de chuva, nesta o plantio atinge 45% contra os 33% registrados no ano passado nesta mesma época. Sem maiores problemas relatados, a germinação ocorre dentro do desejado e sem falhas, dando às lavouras bom aspecto nesse início de safra. A situação também é tranquila quanto ao quesito irrigação, pois barragens e cursos dágua estão com cotas normais de volume acumulado para esta época.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">CRIAÇÕES</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os campos nativos apresentam bom desenvolvimento, propiciado pelo aumento das horas de sol, próprio do período de primavera em direção ao verão. O clima colabora para a diminuição do excesso de umidade, mantendo temperaturas favoráveis para rebrote e aumento da massa verde, favorecendo ainda as pastagens cultivadas perenes de verão e os campos nativos melhorados.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assim, as condições físicas e sanitárias do rebanho leiteiro, no geral, são boas. Com a melhoria climática, melhoram a disponibilidade e a qualidade das pastagens, reduzindo a necessidade de suplementação alimentar, o que favorece a redução dos custos. O período é de muito boa produção leiteira.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na Apicultura, a florada de primavera apresenta-se boa e promissora. Os enxames estão fortes, trazendo boa expectativa para a safra de primavera/verão. A expectativa é de muito boa produção nesta safra. Ocorre alta incidência de enxameação, captura de enxames e boa atividade de campo das abelhas. Os produtores estão realizando a divisão de enxames e a captura de novos. Apicultores estão fazendo a troca de quadros velhos, a fim de possibilitar favos novos para indução de maior postura da rainha. Em alguns locais, enxames mais fortes e bem manejados já apresentam produção de mel.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Avicultura industrial &#8211; Após 12 anos, o RS retoma a exportação de carne de frango para o Chile. A documentação que oficializa a decisão deve ser enviada ao Brasil até o fim do mês. O comércio será restabelecido, pois o Chile reconheceu o Estado como livre da Doença de Newcastle. A documentação do serviço sanitário chileno (Servício Agrícola y Ganadero &#8211; SAG), que vai oficializar a decisão, será enviada ao Brasil até o final deste mês, informou o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques. A retomada dos embarques de carne de frango ao Chile é um pleito antigo do setor avícola, tendo em vista a importância socioeconômica deste segmento para os criadores gaúchos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul responde por 14% da produção de carne de frango brasileira. Em relação ao mercado internacional, 18% das exportações são procedentes do Estado, direcionadas para mais de 150 países. Pelas estimativas da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), nos últimos 12 anos o Estado deixou de exportar para aquele país cerca de 385 mil toneladas de carne de frango. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS-Ascar</span></p>
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