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	<title>AgroCeleiro &#187; cultivo de morango</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Mudas sadias é o início do sucesso no cultivo de morango</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 00:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultivo de morango]]></category>
		<category><![CDATA[produção de mudas]]></category>

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		<description><![CDATA[A utilização de mudas com comprovada origem genética e com estado fisiológico e fitossanitário adequado (certificadas) é fundamental para a obtenção de frutas de qualidade. É importante salientar, entretanto, que a utilização de mudas de qualidade não é garantia de elevadas produtividades e qualidade da fruta, sendo necessários alguns pré-requisitos, como: escolha de cultivares adaptadas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A utilização de mudas com comprovada origem genética e com estado fisiológico e fitossanitário adequado (certificadas) é fundamental para a obtenção de frutas de qualidade.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">É importante salientar, entretanto, que a utilização de mudas de qualidade não é garantia de elevadas produtividades e qualidade da fruta, sendo necessários alguns pré-requisitos, como: escolha de cultivares adaptadas à região de cultivo, manejo adequado do sistema adotado, assim como plantio em local de baixa potencialidade de inóculo de fungos e bactérias que sejam agressivos ao morangueiro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mudas pequenas, com idade fisiológica avançada e sistema radicular suberizado terão seu desempenho prejudicado durante o período produtivo, com impacto negativo na produtividade. Mudas grandes e vigorosas se estabelecem mais facilmente e exigem cuidados menos intensivos em relação à irrigação e ao manejo de doenças.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A qualidade da muda está diretamente relacionada com a concentração de carboidratos em seus órgãos de reserva (coroa e raízes), sendo o diâmetro da coroa o principal indicador de qualidade da muda, este influenciado principalmente pelo local de produção e a época de plantio das matrizes.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Critérios para a produção de mudas</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os seguintes passos podem garantir a produção de mudas:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao escolher o local adequado para a instalação do viveiro, dando preferência para regiões de elevada altitude que apresentem temperaturas amenas durante o outono;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao utilizar terrenos que não foram cultivados anteriormente com morangueiro e solanáceas, devido ao acúmulo de doenças no solo;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na utilização de plantas matrizes de qualidade comprovada, com adequada caracterização quanto à fidelidade genética e ausência de patógenos;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao utilizar sistemas de irrigação eficientes devido à alta probabilidade de ocorrência de déficit hídrico nos períodos de produção das mudas, aliado ao pequeno tamanho do sistema radicular das novas plantas;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao Realizar um efetivo controle de plantas invasoras da área de produção de mudas, evitando-se a concorrência por nutrientes e posteriores dificuldades na retirada das mudas;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para Garantir que as mudas não apresentem problemas fitossanitários motivados por imperícias durante o processo produtivo, independente do sistema de produção de mudas adotado;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao Realizar o arranquio das mudas no viveiro (muda de raiz nua) ou a comercialização (mudas com torrão) no momento adequado, ou seja, quando as mudas atingirem a maturação, esta obtida geralmente com a exposição de 150 a 200 horas de frio (&lt; 7 °C), exigência mínima das principais cultivares de morangueiro exploradas no País;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao Realizar o transporte das mudas entre o viveiro e o produtor o mais rápido possível e sempre utilizar veículos adequados que minimizem a desidratação das mudas durante este transporte, principalmente quando se tratar de mudas frescas de raízes nuas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Entre um e outro</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">A escolha da cultivar a ser propagada em um viveiro deve ser baseada no mercado que o viveirista pretende atender. Regiões onde os agricultores cultivam o morangueiro no sistema de túneis baixos utilizam predominantemente cultivares sensíveis ao fotoperíodo (dias curtos), como ‘Camarosa’ e ‘Oso Grande’, enquanto produtores que cultivam morangueiro fora do solo utilizam predominantemente cultivares sensíveis ao fotoperíodo (dias neutros), como ‘Albion’ e ‘San Andreas’, entre outras.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Cultivares classificadas como de dias neutros normalmente apresentam rendimento de viveiro inferior, quando comparadas com cultivares classificadas como de dias curtos, sendo este um ponto importante para o cálculo de custo de produção de cada material.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Propagação das mudas</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">A propagação do morangueiro pode ocorrer nas formas sexuada e assexuada, sendo a propagação sexuada (sementes) utilizada por programas de melhoramento genético visando à obtenção de variabilidade genética dos materiais em estudo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Já a propagação comercial do morangueiro se dá de maneira assexuada, por meio de estolões emitidos pela planta, podendo os mesmos ser enraizados no solo ou em substratos e comercializados como muda de raiz nua ou com torrão.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A muda de raiz nua produzida diretamente no solo é denominada de sistema convencional. As mudas assim produzidas são amplamente utilizadas em todas as regiões produtoras de morango do País. O cultivo é feito diretamente no solo, onde as plantas-matrizes são cultivadas normalmente em canteiros, onde se desenvolvem e emitem os estolhos que, ao entrarem em contato com o solo, enraízam, produzindo novas mudas.</span></p>
<p><strong><em>Michél Aldrighi Gonçalves</em></strong></p>
<p><em>Engenheiro agrônomo, doutor e bolsista Capes/Embrapa</em></p>
<p><strong><em>Luis Eduardo Corrêa Antunes</em></strong></p>
<p><em>Engenheiro agrônomo, doutor e pesquisador da Embrapa Clima Temperado</em></p>
<p><em><a href="mailto:luis.antunes@embrapa.br">luis.antunes@embrapa.br</a></em></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Revista Campo e negócios</span></p>
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