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	<title>AgroCeleiro &#187; conservação do solo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agricultor de Tenente Portela mostra como conservar água no solo em tempos de estiagem</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2020 13:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Tenente Portela, um dos 340 municípios gaúchos que enfrentam problemas por conta da estiagem, o produtor Valdemar da Motta, tem enfrentado o problema da falta de água na safra de grãos com medidas simples e baratas.Acreditando que o solo é um de seus principais patrimônios, Motta decidiu protegê-lo do sol forte e, ao mesmo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Tenente Portela, um dos 340 municípios gaúchos que enfrentam problemas por conta da estiagem, o produtor Valdemar da Motta, tem enfrentado o problema da falta de água na safra de grãos com medidas simples e baratas.</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Acreditando que o solo é um de seus principais patrimônios, Motta decidiu protegê-lo do sol forte e, ao mesmo tempo, torná-lo mais fofo e poroso, a fim de que possa acolher e reter a escassa água da chuva. No fim de janeiro, após ter colhido a safra de milho, Motta plantou, novamente, milho, na mesma área de 15 hectares. Sem gastar muito dinheiro, o agricultor semeou 60 kg/ha do próprio milho, que havia acabado de colher. Recentemente, no final de abril, Motta deitou as plantas, com ajuda de uma grade e trator, e, sobre a cama feita de palha de milho, ele planeja semear trigo, em junho.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;Não gastei mais do que 55 reais por hectare, contando o diesel&#8221;, explica o agricultor. &#8220;E se eu não tivesse plantado milho, agora eu estaria gastando uns 70 reais por hectare com veneno para matar o inço que teria nascido na lavoura, então, na verdade, eu zerei a conta&#8221;, comparou Motta. &#8220;O benefício é muito alto, até porque a pesquisa diz que as raízes de milho ficam por uns 18 meses na terra&#8221;, completou o agricultor de Tenente Portela.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;Uma operação com custo baixíssimo e um retorno grandioso&#8221;, disse o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Dejair Burtet. &#8220;O agricultor devolveu ao solo uma bela cobertura e uma grande quantidade de raízes, que, junto com os seres vivos do solo, irão devolver a capacidade de infiltração de água, fertilidade e descompactação das camadas adensadas, aproximadamente, até 10 cm de profundidade&#8221;, continuou o extensionista rural da Emater/RS-Ascar. &#8220;Esta prática barata permite melhorar a estrutura do solo e garantir mais água para as culturas que virão depois&#8221;, finalizou Burtet.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Motivação</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Foram decisivas para a tomada de decisão do agricultor, a participação dele em um seminário sobre conservação do solo e água, promovido pela Emater/RS-Ascar, parceira da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), bem como uma excursão, que o levou até a sede da Embrapa Trigo e da Fazenda Falcão, em Passo Fundo. Durante essas visitas, Motta conversou com pesquisadores e técnicos sobre manejo e conservação do solo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;Se não investirmos na terra, os filhos não vão ficar, mas se fizermos bem feito, a gente vê o resultado e dá pra fazer&#8221;, resumiu o agricultor Motta, que tem dois filhos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar  Regional de Ijuí</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Jornalista Cleuza Noal Brutt</span></p>
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		<title>Especialização em Manejo Sustentável do Solo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 01:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Uergs Três Passos]]></category>

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		<description><![CDATA[UERGS Três Passos recebe inscrições para o curso de especialização em Manejo Sustentável do Solo. A especialização  tem como objetivo: Aplicar conhecimentos técnicos que contribuam para a melhoria das condições de uso do solo, em suas diferentes funções; Capacitar os profissionais para o desenvolvimento de atividades técnicas relacionadas ao uso, manejo e conservação do solo; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="color: #000000;">UERGS Três Passos recebe inscrições para o curso de especialização em Manejo Sustentável do Solo.</span></strong></em></p>
<h4 style="color: #4a493f; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A especialização  tem como objetivo:</span></strong></h4>
<p style="color: #4a493f; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Aplicar conhecimentos técnicos que contribuam para a melhoria das condições de uso do solo, em suas diferentes funções;</span></strong></p>
<p style="color: #4a493f; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Capacitar os profissionais para o desenvolvimento de atividades técnicas relacionadas ao uso, manejo e conservação do solo;</span></strong></p>
<p style="color: #4a493f; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Promover a melhoria da qualidade física, química e biológica do solo, além de contribuir para a promoção do desenvolvimento agropecuário sustentável.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">As inscrições acontecem de 17 de junho a 12 de julho de 2019.</span></strong></p>
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		<title>Baixa % dos produtores rurais brasileiros dá atenção ao manejo físico e biológico do solo</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2019 01:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apenas 10% dos produtores rurais brasileiros têm dado atenção ao manejo da parte física e biológica do solo. É o que alerta o engenheiro agrônomo e membro fundador do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), Orlando Carlos Martins, de acordo com os dados coletados ao longo de dez anos de existência do CESB. Esse índice foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apenas 10% dos produtores rurais brasileiros têm dado atenção ao manejo da parte física e biológica do solo. É o que alerta o engenheiro agrônomo e membro fundador do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), Orlando Carlos Martins, de acordo com os dados coletados ao longo de dez anos de existência do CESB.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esse índice foi percebido durante as mais de 3 mil auditorias realizadas pelo Comitê nas áreas inscritas para o Desafio de Máxima Produtividade de Soja, desde a primeira edição em 2008. O Desafio busca incentivar os sojicultores a adotarem, ano a ano, as melhores técnicas de manejo para atingir picos de produtividade em uma mesma área.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Martins, os investimentos dos produtores têm se voltado muito para a parte química do solo, a genética das sementes e a proteção. O agrônomo indica que 80% dos agricultores recorrem a esses meios para buscar bons índices de produtividades. Assim, as partes física e biológica do solo, que de acordo com ele deveriam ser primordiais, estão sendo deixadas de lado. “São duas áreas muito importantes que estão sendo esquecidas. O problema da física e da biologia do solo é que não dá para comprar, tem que construir com o tempo. Por isso, o produtor tem que ir atrás de conhecimento”, afirma.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje existem diversas tecnologias e máquinas que deixam os produtores bem equipados para promoverem uma boa safra. “Os dados coletados com os campeões de produtividade do CESB demonstram que os seus solos têm condições físicas e biológicas muito boas. Por mais que existam sementes com genéticas melhores, máquinas mais tecnológicas, nada fará efeito se o perfil de solo não tiver sido bem construído”, declara.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;"><span class="x_-2105304056font"><span class="x_-2105304056size">Solo descompactado</span></span></b></span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Martins, a descompactação do solo antes e durante o plantio deve ser ponto de atenção dos produtores. “Para crescerem, as raízes precisam de oxigênio e do encontram lá embaixo da terra. Se o solo está compactado e entra pouco oxigênio, a planta não vai conseguir crescer. Então precisamos criar poros no solo e a melhor maneira de fazer isso é com raízes de plantas”, relata.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para isso, ele defende a rotação de culturas, que deve ser atendida conforme as necessidades do solo e levando em consideração também o clima. “Onde não dá para fazer soja e milho no verão e outras culturas no inverno, podemos fazer soja no verão e milho e gramíneas no inverno. Elas contribuem na parte química, mas ajudam ainda mais na parte física, na aeração do solo, porque a cultura aprofunda mais e busca mais água.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;"><i><span class="x_-2105304056font"><span class="x_-2105304056size">Sobre o CESB: </span></span></i></b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2 009.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atualmente, o CESB é composto por 23 membros e 25 entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, Jacto, Timac, Mosaic, Kuhlmann, Stoller, FMC, Monsanto, ATTO Adriana Sementes, Agrichem, UPL do Brasil, Aprosoja MT, Compass Minerals, Instituto Phytus, Corteva, Brasmax, Albaugh, Datafarm, Brandt, Orion, Somar SuperBAC, Calcário Itaú – Votorantim Cimentos e SOMAR Serviços Agro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Fonte: </strong>Assessoria de imprensa CESB</span></p>
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		<title>PronaSolos inicia estratégia de 30 anos para levantamento e uso do solo no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 15:46:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Programa vai subsidiar políticas públicas, gestão territorial, agricultura de precisão e decisões sobre crédito agrícola. Em 10 anos, vai gerar ganhos estimados em R$ 40 bilhões. A partir da assinatura do decreto 9.414, que inicia as atividades do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos), o maior programa de investigação do solo da história. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--><span style="color: #000000;"><strong>Programa vai subsidiar políticas públicas, gestão territorial, agricultura de precisão e decisões sobre crédito agrícola. Em 10 anos, vai gerar ganhos estimados em R$ 40 bilhões.</strong><!--EndFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir da assinatura do decreto 9.414, que inicia as atividades do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos), o maior programa de investigação do solo da história. O trabalho, liderado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, tem apoio da Embrapa, universidades, institutos e empresas de pesquisa e agências especializadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Esse é um passo para o futuro, estamos tratando água e solo com a dignidade necessária. Com a assinatura do presidente da república, o Brasil passa a ter uma estratégia de 30 anos para levantamento do uso dos solos”, explica o coordenador do Pronasolos, o chefe geral da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro. &#8220;Num futuro próximo, teremos a erosão controlada no Brasil, evitando um prejuízo anual de cinco milhões de dólares por ano”, declara o pesquisador frisando que o programa vai colocar o Brasil em um patamar diferenciado entre as nações, ampliando sua capacidade de conservar e usar melhor solo e água. “Garantiremos a segurança hídrica e, principalmente, cuidaremos do solo e da água, os dois capitais naturais mais importantes para a sociedade”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Pronasolos pretende mapear o território brasileiro e gerar dados com diferentes graus de detalhamento para subsidiar políticas públicas, auxiliar gestão territorial, embasar agricultura de precisão e apoiar decisões de concessão do crédito agrícola, entre muitas outras aplicações. O Programa deve gerar ganhos de R$ 40 bilhões ao País dentro de uma década, de acordo com especialistas. Esse valor é dez vezes mais do que o investimento necessário para todo o Programa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">20 instituições participarão do trabalho</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Definido pelo presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, como uma das maiores iniciativas do Brasil para proteger seu solo, o PronaSolos está orçado em R$ 1.3 bilhão, nos dez primeiros anos, e envolverá atividades de investigação, documentação, inventário e interpretação de dados de solos brasileiros para gestão desse recurso e sua conservação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os maiores resultados esperados está a criação de um sistema nacional de informação sobre solos do Brasil e a retomada de um programa nacional de levantamento de solo. “Esses dois pontos a serem atendidos estão listados no acordão 1942/2015 redigido pelo Tribunal de Contas da União, que deu origem ao programa,” diz Polidoro. “O programa irá obter informações importantes no nível de detalhamento necessário para que o País consiga usar esse recurso natural tão importante”, disse o cientista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O presidente da Embrapa ressaltou a importância do trabalho coletivo para a realização da empreitada. “Não se faz um trabalho dessa magnitude sem uma parceria muito consolidada, por isso envolve atores de extrema importância,” frisou. “Exploramos outros planetas e conhecemos pouco o nosso próprio solo”, disse o presidente da Embrapa, ressaltando que o solo é um recurso com o qual se deve ter cuidado. “A produção de alimentos cada vez mais sofisticados e a desertificação observada em diversas partes do planeta são exemplos de questões relacionadas a esse valioso recurso”, comentou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A concretização do Pronasolos contou também com o apoio das técnicas Fabiana Martins e Tatiana Vasconcelos, da Subchefia de Análises e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Presidência da Republica, que lideraram o grupo de trabalho que apoiou a equipe do PronaSolos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Efeitos ambientais</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo dados da FAO, o Brasil possui 140 milhões de hectares com diferentes níveis de erosão (o equivalente a mais de nove milhões e 500 mil Maracanãs) e precisa reverter esse quadro o quanto antes. Com o Pronasolos será possível evitar que novas degradações aconteçam e facilitará na recuperação de áreas degradadas. &#8220;A erosão faz o solo perder seus atributos químicos, físicos e biológicos. Também provoca a perda de qualidade e disponibilidade de água especialmente para consumo humano&#8221;, enumera Aluísio Granato de Andrade, pesquisador da Embrapa Solos com trabalhos voltados para uso, manejo, conservação e recuperação do solo. Sem cobertura florestal, a água não consegue penetrar corretamente nos lençóis freáticos, causando diminuição na quantidade de água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma área de terras degradadas faz com que as populações sejam forçadas a tentar produzir em terras marginais, não aptas para lavouras ou pastagens, ou avancem em direção a terras mais frágeis (Amazônia e Pantanal, por exemplo), multiplicando desesperadoramente a degradação</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A atividade humana sem conhecimento dos recursos naturais – solo, água e biodiversidade -, a falta de planejamento em diferentes escalas, o uso de sistemas não adequados de manejo, o desmatamento incorreto, a exploração do solo acima de sua capacidade (superpastoreio, agricultura extensiva), além do crescimento urbano e industrial desordenados dão origem a uma sequência de ações que influem sobre as propriedades e a natureza do solo, tornando-o mais susceptível às forças naturais de degradação e afetando consideravelmente a quantidade e qualidade da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com um terço de suas terras degradadas, nos Estados Unidos a erosão causa prejuízos anuais na ordem de 10 bilhões de dólares ao ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com a implementação do PronaSolos, estamos mais próximos de mudar essa realidade no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><!--StartFragment-->Fonte: Embrapa Solos</span><!--EndFragment--></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Plano de recuperação e conservação do solo</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 17:54:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Decreto cria programa nacional de investigação dos solos. Foi Assinado decreto que institui o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos). O trabalho será coordenado pela pasta da Agricultura, com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a participação de vários outros órgãos dos governos federal, estaduais e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<h3 class="entry-title fusion-post-title" data-fontsize="34" data-lineheight="38">Decreto cria programa nacional de investigação dos solos.</h3>
<p><span style="color: #000000;">Foi Assinado decreto que institui o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos). O trabalho será coordenado pela pasta da Agricultura, com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a participação de vários outros órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, incluindo setores acadêmicos e científicos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Os estudos elaborados e disponibilizados pelo PronaSolos servirão de orientação para os planos e os programas governamentais de recuperação, de conservação, de uso e de manejo sustentável do solo e dos recursos naturais correlatos”, cita o decreto, publicado no Diário Oficial da União (DOU).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo a norma, os levantamentos irão considerar potencialidades e limitações de recursos naturais para atender às necessidades de uso e ocupação sustentável do solo e da água; mudanças na qualidade do solo; estudos prospectivos e outros aspectos relacionados com o uso, conservação, recuperação e manejo do solo; planos de uso e ocupação da terra, de manejo, de recuperação e de conservação de solos; ordenamento territorial; e zoneamentos realizados para diversos fins. O decreto publicado nesta quarta-feira, 20, também cria os comitês que irão coordenar e executar as ações do programa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.</span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Conheça as três melhores técnicas de conservação do solo</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 00:44:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A saúde do solo tem sido um termo muito utilizado na literatura científica para se referir ao seu nível de conservação. A preocupação com a conservação do meio ambiente, mudanças climáticas, aumento da população mundial e a constante necessidade de se produzir mais fez com que a produção de alimentos sustentável se tornasse uma das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A saúde do solo tem sido um termo muito utilizado na literatura científica para se referir ao seu nível de conservação. A preocupação com a conservação do meio ambiente, mudanças climáticas, aumento da população mundial e a constante necessidade de se produzir mais fez com que a produção de alimentos sustentável se tornasse uma das maiores necessidades da humanidade atualmente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A agricultura de conservação vem se destacando como uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para melhorar os índices de produtividade além de proporcionar a conservação do solo e do meio ambiente. No Brasil, o sistema plantio direto tem despontando como o principal sistema sustentável de produção de alimentos. A seguir falaremos brevemente sobre as três principais técnicas do sistema para se aumentar e conservar a saúde do seu solo.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Manutenção de cobertura permanente</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A manutenção da cobertura do solo de forma permanente na área é um dos aspectos mais importantes de uma agricultura conservacionista em sistema plantio direto. A palha sobre a superfície do solo o protege contra o impacto das gotas de chuva, preserva a atividade biológica, diminui as amplitudes térmicas,<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/fertilidade-do-solo-e-manejo-de-nutrientes/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> </span></a>promove a ciclagem de nutrientes, entre muitos outros benefícios. A escolha do sistema de rotação de culturas de forma a manter o solo coberto durante o ano todo, sem deixar “janelas”, consiste em uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para se prover uma melhor qualidade para o seu solo.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Rotação de culturas diversificada</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A rotação de culturas é também uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para se manter a qualidade do solo, proporcionar um<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/utilizacao-de-agrotoxicos/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> </span></a>controle mais efetivo de pragas e doenças, além de se evitar o aparecimento de resistências contra pesticidas na área. Uma rotação de culturas ideal deve conter o cultivo de pelo menos três espécies na mesma área, de preferência rotacionando espécies com alta e baixa relação C/N.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As plantas com alta relação C/N como o milho, sorgo e gramíneas em geral, promove uma cobertura mais duradoura no solo, pois a composição da palhada (contendo mais lignina) demora mais para se decompor. Já as plantas com baixa relação C/N, destacando-se as espécies leguminosas, proporcionam uma maior adição de nitrogênio no sistema, promovendo a mineralização da matéria orgânica e estimulando a atividade microbiana.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Ausência de revolvimento do solo</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">O revolvimento ocasional do solo, seja por aração, gradagem ou escarificação é um dos<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/sistema-plantio-direto/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> erros mais cometidos em áreas sob sistema plantio direto</span></a>. Em regiões de clima tropical, onde as condições climáticas (alta temperatura e pluviosidade) levam a intensidades muito maiores de intemperismo, o revolvimento do solo acaba sendo ainda mais prejudicial para o solo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O rompimento e inversão das camadas de solo levam a quebra dos agregados, que são a principal forma de proteção da matéria orgânica. Com a exposição da matéria orgânica previamente protegida a agentes de decomposição, os estoques de C do solo acabam se degradando rapidamente, levando problemas com erosão e perda de nutrientes.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">blog.agropro.com.br</span></p>
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		<title>Dia nacional de conservação do solo foi comemorado no sábado (15)</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 20:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia nacional de conservação do solo foi comemorado no sábado 15 de abril. Data alerta para necessidade de manejo adequado deste recurso natural POR ALEXANDRE FARINA No último sábado (15) foi celebrado o Dia Nacional da Conservação do Solo. A data foi criada com o intuito de desenvolver um pensamento crítico na população e também [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<header class="artigo__cabecalho" style="font-weight: 300; color: #000000;">
<h1 class="artigo__titulo" style="font-weight: 300; color: inherit;">Dia nacional de conservação do solo foi comemorado no sábado 15 de abril.</h1>
<p class="artigo__subtitulo" style="font-weight: 300; font-style: italic; color: #ffffff;">Data alerta para necessidade de manejo adequado deste recurso natural</p>
</header>
<div class="artigo__autor" style="font-weight: 500; color: #000000;">POR ALEXANDRE FARINA</div>
<div class="artigo__texto" style="font-weight: 300; color: #000000;">
<p>No último sábado (15) foi celebrado o Dia Nacional da Conservação do Solo. A data foi criada com o intuito de desenvolver um pensamento crítico na população e também aos agricultores sobre a importância da correta utilização do solo como um recurso natural para a produção de alimentos.</p>
<p>A conscientização sobre o que provoca a poluição do solo e sua compactação é outro ponto de destaque a ser debatido e levado a discussões como forma de recuperar a capacidade produtiva do solo.  Neste sentido, o governo do Estado, através da secretaria da agricultura, pecuária e irrigação, desenvolveu o Conservar para Produzir Melhor, programa estadual de conservação do solo e da água, através de decreto assinado pelo governador José Ivo Sartori. Por meio desta política pretende-se desenvolver uma consciência conservacionista no sistema produtivo gaúcho, envolvendo escolas, técnicos e agricultores.</p>
<p>Dentro das ações do programa Conservar para Produzir Melhor, mais de 18 mil agricultores participaram de 60 dias de campo, mais de 150 técnicos já foram capacitados para reproduzir as boas práticas conservacionistas e cerca de 200 eventos já foram realizados sobre o tema entre seminários e fóruns regionais. “ Mais do que celebrar a data do dia nacional de conservação do solo, temos é que propagar esta mensagem, da importância da preservação deste bem natural que nos proporciona todo o alimento que produzimos. O manejo adequado do solo permite que tenha a devida infiltração de água e o conseqüente abastecimento as raízes de todas as culturas ali plantadas. Ampliar a produtividade passa pelo cuidado com o solo e, ao final, se reverte em geração de emprego e renda no campo.</p>
<p><strong style="font-weight: 500;">Histórico            </strong></p>
<p>A criação do Dia Nacional da Conservação do Solo foi uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A data foi escolhida em homenagem ao dia de nascimento do conservacionista norte-americano Hugh Hammond Bennett (1881–1960), considerado o “pai da conservação do solo” nos Estados Unidos e um modelo para todas as outras nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: agricultura.rs.gov.br</p>
</div>
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