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	<title>AgroCeleiro &#187; Colheita do milho</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Mais da metade do milho já está colhido no Estado</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2021 13:45:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segue a colheita do milho no Rio Grande do Sul, com 55% da área total cultivada já colhida. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (04/03), pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), 13% das lavouras do RS estão em fase de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segue a colheita do milho no Rio Grande do Sul, com 55% da área total cultivada já colhida. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (04/03), pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), 13% das lavouras do RS estão em fase de maturação, 17% em enchimento de grãos, 9% em floração e 6% em germinação e desenvolvimento vegetativo. Nas áreas ao Norte, a colheita está adiantada e obtém menores produtividades. Já em regiões onde a cultura se desenvolveu bem, as produtividades são excelentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A redução e até mesmo a ausência de chuvas em algumas regiões já deixa aparente o estresse hídrico em determinadas áreas cultivadas com soja. Ainda não foi colhido nem 1% da área total cultivada, sendo que na mesma época, na safra passada, 5% das lavouras já estavam colhidas. Outros 15% estão em maturação, 56% em enchimento de grãos, 24% em floração e 5% em germinação e desenvolvimento vegetativo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: EMATER /RS</span></p>
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		<title>Chiapetta sediará a Abertura da Colheita do Milho 2020</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 14:13:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 9ª edição da abertura da Colheita do Milho no Rio Grande do Sul já tem data e local marcado. A cerimônia que marca simbolicamente a colheita das primeiras espigas do grão da safra 2019/2020 acontece no dia 07 de fevereiro de 2020, a partir das 11h, no município de Chiapetta (noroeste do RS), na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 9ª edição da abertura da Colheita do Milho no Rio Grande do Sul já tem data e local marcado. A cerimônia que marca simbolicamente a colheita das primeiras espigas do grão da safra 2019/2020 acontece no dia 07 de fevereiro de 2020, a partir das 11h, no município de Chiapetta (noroeste do RS), na sede da Chiapetta Empresa Agrícola.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A confirmação do evento ocorreu nesta quarta-feira (18), em Porto Alegre, quando a comitiva formada pelo Prefeito do município, Eder Luis Both, o Vice-Prefeito Celço Beier, Presidente da APROMILHO Ricardo Meneghetti e um dos proprietários da fazenda Gustavo Chiapetta, estiveram entregando os convites ao Governador do Estado Eduardo Leite, ao Secretário Estadual da Agricultura Covatti Filho e demais autoridades.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a cerimônia que acontece no dia 07 de fevereiro, está sendo aguardada a presença do Governador do Estado, Eduardo Leite, do Secretário Estadual da Agricultura Covatti Filho, deputados estaduais, federais, senadores e autoridades da região ligadas ao setor. A programação do dia 06 de fevereiro ainda será definida, mas já tem confirmada a presença do engenheiro agrônomo, ex-ministro da agricultura a atual presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (ABRAMILHO), Alysson Paolinelli.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento é uma realização da Apromilho, Abramilho, Município de Chiapetta, com apoio das entidades ligadas à área agrícola e a iniciativa privada.</span></p>
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		<title>Altas temperaturas aceleram maturação e colheita do milho no Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 16:56:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As condições climáticas predominantes da semana anterior de tempo seco, altas temperaturas e forte radiação solar, aceleraram a maturação fisiológica e colheita do milho, que já foi realizada em 28% da área implantada em todo o Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (07/02), assim é possível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">As condições climáticas predominantes da semana anterior de tempo seco, altas temperaturas e forte radiação solar, aceleraram a maturação fisiológica e colheita do milho, que já foi realizada em 28% da área implantada em todo o Rio Grande do Sul. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (07/02), assim é possível a colheita de grãos com uma umidade adequada que proporciona melhor debulha das espigas e maior rendimento da colheita. Por outro lado, as mesmas condições de temperatura aceleram a evapotranspiração, que de forma isolada, faz manifestar sintomas de estresse hídrico, amenizado pelas chuvas do decorrer da semana.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A colheita avança rapidamente nesse período, em paralelo ao segundo plantio da safra 2018-2019. No norte do Estado, a cultura alcança até 80% de milho colhido; na Campanha, 80% da cultura encontra-se em estado vegetativo. A produtividade das lavouras continua boa, com exceção daquelas cultivadas em áreas que estavam prontas para a colheita e foram afetadas pela enchente na Fronteira Oeste, região em que haverá perda da qualidade no milho, apresentando grãos ardidos, mofados e germinados na espiga.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Muitas lavouras no Estado estão superando a expectativa de produtividade média de 6,8 mil kg/ha no Estado, com relatos de que na Fronteira Noroeste e Missões há lavouras de milho sequeiro produzindo até 9 mil kg/há. E lavouras irrigadas com produtividade acima de 12 mil kg/ha, o que caracteriza uma grande safra.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS</span></p>
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		<title>Argentinos lucram o dobro com milho em relação ao Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 01:20:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apesar da quebra pela seca, argentinos ganham mais proporcionalmente; isto porque praticamente gastam três vezes menos que os brasileiros em fertilizantes, um dos vilões do custo de produção. Os agricultores brasileiros alcançam uma receita bruta média 7% maior do que os argentinos com o plantio do milho. Mas os hermanos riem por último, e melhor, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="c-sumario" style="color: #8f8e8e;"><span style="color: #000000;">Apesar da quebra pela seca, argentinos ganham mais proporcionalmente; isto porque praticamente gastam três vezes menos que os brasileiros em fertilizantes, um dos vilões do custo de produção.</span></h4>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os agricultores brasileiros alcançam uma receita bruta média 7% maior do que os argentinos com o plantio do milho. Mas os hermanos riem por último, e melhor, por que quando são descontados os custos de produção, eles ficam com um lucro que é quase o dobro do obtido pelos brasileiros. Direto ao ponto: enquanto por aqui a lucratividade média é de US$ 196,76 por hectare, os vizinhos obtêm renda líquida de US$ 387,79 na mesma área plantada.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os dados fazem parte de um levantamento de custos entre 2010 e 2016 apresentado pelo economista Antônio da Luz, da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, durante o Fórum Nacional do Milho na feira agropecuária Expodireto, que começou nesta segunda-feira (05/03) no município gaúcho de Não-Me-Toque.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">“O milho é um produto agrícola cuja demanda só vai aumentar nos próximos anos, com um mercado crescente em todo o mundo. Ou seja, vale a pena produzir. Mas os custos de produção no Brasil ainda são muito elevados. Em relação aos principais produtores, como Estados Unidos, Argentina, Ucrânia e Rússia, a tonelada de milho mais cara para o agricultor é a nossa”, afirmou Antônio da Luz.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Entre os vilões do custo de produção no Brasil estão os gastos com fertilizantes, praticamente o triplo do que despendem os argentinos (US$ 360,24 contra US$ 123,29 por hectare) e as despesas com defensivos agrícolas (US$ 70,27 contra US$ 59,48).</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Quando a comparação é com os Estados Unidos, maior produtor mundial, a diferença também é expressiva. A tonelada do adubo cloreto de potássio foi no ano passado 53% mais cara no Brasil (US$ 333,76 contra 217,50). Em relação ao fosfato diamônio (DAP), o preço ficou 44% mais elevado aqui em 2017 (US$ 510,97 contra US$ 354,33 nos EUA). E fechando a clássica composição de fertilizantes NPK, a ureia custou em 2017 para os agricultores brasileiros 80% mais do que para seus congêneres americanos (US$ 401,58 contra US$ 223 a tonelada).</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">É mais barato também comprar máquinas agrícolas nos vizinhos do Mercosul. Um trator de 65 cv, entre os mais utilizados, custa 20% mais no Brasil do que no Uruguai, por exemplo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Quando a comparação chega aos defensivos agrícolas, alguns disparates chamam a atenção. O fungicida Dithane, que é fabricado no Brasil, sai aqui 34% mais caro do que o mesmo produto brasileiro vendido no Uruguai. O herbicida Goal BR, igualmente fabricado no Brasil, custa 144% mais em solo nacional do que depois que cruza a fronteira. E, finalmente, o exemplo mais gritante: o inseticida Karate ou Zeon 50CS, fabricado no Brasil, custa US$ 26,30 aqui e US$ 5 no Uruguai – uma diferença de 426%.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Não é culpa dos produtores, não é sequer culpa das empresas que produzem os defensivos. Quem cria todo esse embaraço é o próprio país, o governo, que não promove a abertura comercial. Os uruguaios e argentinos podem cruzar a fronteira e comprar o defensivo onde bem entenderem, mas nós, brasileiros, não podemos, e isso favorece os preços absurdos”, critica o economista da Farsul.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Gazeta do Povo</span></p>
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