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	<title>AgroCeleiro &#187; carne bovina</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Exportação de carne bovina do Brasil sobe 20% no ano até julho com impulso da China</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 11:34:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As exportações de carne bovina do Brasil, maior exportador global, cresceram 20,1% de janeiro a julho ante o mesmo período do ano passado, para 982 mil toneladas, com as vendas sendo impulsionadas por uma maior demanda da China, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), com base em números do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">As exportações de carne bovina do Brasil, maior exportador global, cresceram 20,1% de janeiro a julho ante o mesmo período do ano passado, para 982 mil toneladas, com as vendas sendo impulsionadas por uma maior demanda da China, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), com base em números do governo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">No mesmo período, as receitas com as exportações somaram 3,73 bilhões de dólares, crescimento de 11,6%.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Segundo a Abiec, os volumes de vendas à China avançaram 10,9%, chegando a quase 175 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2019.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Os resultados são positivos e vão de encontro com as projeções de crescimento nas exportações brasileiras, feitas no início do ano”, disse o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, em nota.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A China, atingida pela peste suína africana, está lidando com uma menor oferta de carne de porco, o que tem impulsionado a importação de mais cortes de várias proteínas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Abiec destacou que julho registrou o melhor desempenho mensal das exportações de carne bovina no ano.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Os embarques do mês passado fecharam em 155,65 mil toneladas, alta de 15,9% em relação ao resultado do mês de junho. Em receita, o aumento foi de 19,1%, somando 615,15 milhões de dólares.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; color: #000000;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;">Fonte: <a href="https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN1UW1RW-OBRBS"><span style="color: #000000;">https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN1UW1RW-OBRBS</span></a></span></span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil vai ficar com quase metade da cota para carne bovina</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 13:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um comunicado interno enviado para as empresas associadas, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que o Brasil vai ficar com 42,5% da cota para venda de carne bovina definida no acordo do Mercosul com a União Europeia. A Argentina ficará com 29,5%, o Uruguai com 21% e o Paraguai com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Em um comunicado interno enviado para as empresas associadas, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que o Brasil vai ficar com 42,5% da cota para venda de carne bovina definida no acordo do Mercosul com a União Europeia. A Argentina ficará com 29,5%, o Uruguai com 21% e o Paraguai com 7%. A divisão foi feita pelo setor privado durante o Fórum Mercosul da Carne, que engloba as entidades de produtores dos quatro países.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">A cota de exportação de carne bovina firmada no acordo ficou em 99 mil toneladas de equivalente de carcaça, subdivididas em 55% de resfriada e 45% de congelada, com uma tarifa de 7,5%. Com a divisão já estabelecida pelos produtores e indústrias dos países membros do bloco, o Brasil poderá exportar mais de 42 mil toneladas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O comunicado ainda destaca a eliminação da tarifa de 20% da cota Hilton para a quantidade já estabelecida atualmente de 10 mil toneladas para o Brasil. “O volume será dividido em seis etapas anuais iguais a partir da entrada em vigor do acordo”, afirma a Abiec.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Com isso, o Brasil poderá exportar mais de 52 mil toneladas de carne bovina para a União Europeia com tarifas especiais (7,5% da intracota) ou sem taxações (para as 10 mil toneladas da cota Hilton).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Princípio da precaução</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O texto enviado pela Abiec aos associados também ressalta a questão do princípio da precaução que foi colocado no acordo do Mercosul com a União Europeia. A entidade destaca que o governo brasileiro garantiu que a regra não será usada indiscriminadamente para gerar barreiras às exportações nacionais e que, caso isso ocorra, o país poderá recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para evitar medidas protecionistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">“A redação final do acordo prevê a necessidade de evidências técnicas e científicas bem como a aplicação só pode acontecer na parte e/ou território de quem acusa. Segundo ele (embaixador Orlando Leite Ribeiro, secretário de Comércio Exterior e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura), isso impede que a União Europeia faça qualquer tipo de acusação ao setor produtivo brasileiro por ações ocorridas dentro do território brasileiro e, com isso, conclamar o princípio da precaução para impor quaisquer tipos de barreiras. A mesma regra vale para questões ambientais e sociais/trabalhistas”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Em entrevista ao Canal Rural, Orlando Leite Ribeiro explicou que foi feito um trabalho para blindar qualquer tipo de invocação inadequada desse princípio que pudesse prejudicar, sem comprovação científica, as exportações e a imagem do agro brasileiro. Sobre a divisão das cotas, ele afirmou que, com exceção do arroz e da carne bovina, todas devem ser integralmente aproveitadas pelo Brasil, como os casos do açúcar e etanol, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Novos acordos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O comunicado da Abiec também destaca a possibilidade de fechamento de novos acordos bilaterais ou do Mercosul em breve. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmaram que as conversas com o EFTA (bloco de países europeus fora da UE), Canadá, Coreia do Sul, México e Cingapura podem avançar e até mesmo serem concretizados novos tratados ainda este ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Fonte: Canal Rural</span></span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil volta a vender carne bovina para a Argentina</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 14:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado Argentino foi reaberto à carne bovina in natura brasileira. Após cinco anos de negociações entre as autoridades sanitárias dos dois países. “Mais do que o tamanho do mercado importador argentino, o ativo fundamental dessa reabertura é a sinalização dada a terceiros países de que o nosso produto tem livre circulação no Mercosul, também [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>O mercado Argentino foi reaberto à carne bovina in natura brasileira.</h4>
<p>Após cinco anos de negociações entre as autoridades sanitárias dos dois países. “Mais do que o tamanho do mercado importador argentino, o ativo fundamental dessa reabertura é a sinalização dada a terceiros países de que o nosso produto tem livre circulação no Mercosul, também do ponto de vista sanitário”, diz o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Odilson Luiz Ribeiro e Silva.<br />
De acordo com ele, a medida tomada pela Argentina deve ter impacto direto nas negociações em andamento entre o Mercosul e a União Europeia para estabelecer um acordo de livre comércio.<br />
As exportações de carne bovina in natura brasileira estavam embargadas para a Argentina desde 2012, quando o Brasil notificou à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) um caso suspeito de EEB (encefalopatia espongiforme bovina), conhecida como doença da vaca louca.<br />
Embora a OIE tenha informado, em dezembro daquele ano, que o Brasil apresentava risco insignificante para a enfermidade, apenas agora a Argentina chegou a acordo para um novo certificado sanitário.<br />
Na semana passada, após meses de intensa negociação entre as autoridades sanitárias de Brasil e Argentina, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentaria (Senasa) da Argentina autorizou a volta da operação do mercado de carne bovina in natura, por meio do certificado sanitário acordado entre os dois países.</p>
<p>MAPA</p>
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