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	<title>AgroCeleiro &#187; Brasil</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
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		<title>Exportação de soja do Brasil cresce 56% em janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2019 23:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este ultimo mês teve como destino a China, maior importador global. As exportações de soja do Brasil somaram 2,3 milhões de toneladas em janeiro, aumento de 56 por cento ante o volume do mesmo mês de 2018, ainda como reflexo da guerra comercial entre EUA e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="color: #000000;">Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este ultimo mês teve como destino a China, maior importador global.</h3>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">As exportações de soja do Brasil somaram 2,3 milhões de toneladas em janeiro, aumento de 56 por cento ante o volume do mesmo mês de 2018, ainda como reflexo da guerra comercial entre EUA e China, afirmou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este mês teve como destino a China, maior importador global.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">&#8220;Com a chegada antecipada da nova safra este ano, os embarques de soja devem se intensificar já no início do mês de fevereiro&#8230; encontram-se programadas para embarque aproximadamente 6 milhões de toneladas&#8221;, disse a associação.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O Brasil havia colhido até a semana passada pouco mais de 10 por cento da safra de soja, segundo dados de analistas, que destacaram que os trabalhos estão adiantados após o tempo seco reduzir a produtividade em várias áreas.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os embarques de milho em janeiro totalizaram 3 milhões de toneladas em janeiro, 22 por cento abaixo do resultado de dezembro, mas 30 por cento acima do mesmo período do ano passado.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">&#8220;A tendência é que, já a partir do próximo mês, os embarques de milho diminuam, abrindo espaço para o escoamento da nova safra de soja. Com isso, os embarques de milho programados para o mês de fevereiro apontam para uma exportação de aproximadamente 1,2 milhões de toneladas&#8221;, acrescentou a associação.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os dados da Anec confirmam reportagem da Reuters que apontou na semana passada que o Brasil exportaria em janeiro mais milho que soja pela primeira vez em um ano.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Fonte: Reuters</span></p>
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		<title>O Brasil e a nobre missão de alimentar o mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 15:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alimentar a crescente população mundial de forma sustentável é o maior desafio de países com vocação para produção, como o Brasil. Mas não basta ter oferta suficiente. É preciso produzir mais com menos, garantindo a segurança alimentar. Segundo a FAO, órgão da ONU para a alimentação, o número de pessoas atingidas pela fome em nível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">Alimentar a crescente população mundial de forma sustentável é o maior desafio de países com vocação para produção, como o Brasil. Mas não basta ter oferta suficiente. É preciso produzir mais com menos, garantindo a segurança alimentar. Segundo a FAO, órgão da ONU para a alimentação, o número de pessoas atingidas pela fome em nível mundial diminuiu em mais de 100 milhões na última década, mas há ainda cerca de 805 milhões famintas – ou seja, um de cada nove habitantes do planeta não tem alimentos suficientes. Não podem existir fronteiras para os alimentos e temos que atacar o desperdício de frente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O desafio é real e imediato. Há 10 mil anos, éramos 1 milhão de habitantes no planeta. Em 1800, ou seja, há pouco mais de 200 anos, chegamos a 1 bilhão de pessoas. Em 1970, 50 anos atrás, portanto, atingimos 3 bilhões de bocas. Agora, somos mais de 7 bilhões de pessoas, e em 2050, nossos filhos e netos estarão em um planeta com outras 9,8 bilhões de pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A população mundial cresce atualmente à taxa de 2,5 pessoas a cada segundo. Serão 2,2 bilhões de pessoas a mais daqui a três décadas. E com características específicas. A população idosa (mais de 60 anos) representará 22% do total (hoje é de 10%) e a população urbana chegará a 6,3 bilhões de pessoas – no ritmo atual, a cada semana 1,5 milhão de pessoas passam a viver nas cidades. A classe média deverá atingir 4,9 bilhões de pessoas até 2030: aumento de 172%. Projetando para 2050, o consumo per capita de leite e derivados crescerá 53% e o de carnes, mais de 75%.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A combinação de crescimento populacional, urbanização e aumento do poder aquisitivo provocará crescimento exponencial na demanda por alimentos. Os números são impressionantes mesmo. Os últimos 8.000 anos equivalem aos próximos 35 anos em termos de volume necessário de alimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assim, o mundo precisará produzir 70% mais alimentos para atender essa demanda. E cerca de 90% do aumento da produção de alimentos virão dos países em desenvolvimento, entre eles o Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Nosso país, aliás, é um agente fundamental nesse desafio. De acordo com estimativas da FAO, o Brasil precisará aumentar sua produção em 40% para suprir a demanda mundial em 2050.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Condições para isso temos de sobra. O Brasil é essencialmente agrícola. O agronegócio representa 22% do PIB brasileiro. Entre 1997 e 2017, a produção de carne suína saltou de 1,5 para mais de 3,8 milhões toneladas: mais que dobrou. A carne bovina também cresceu de forma significativa: de 6 para 9,5 milhões de toneladas. E a produção de carne de aves saiu de 4,4 para 14 milhões de toneladas. Triplicou em apenas 20 anos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em grãos, a produtividade do Brasil no final da década de 1970 era de cerca de 600 kg por hectare. Nos últimos dois anos, superamos a marca de 3,5 toneladas por hectare plantado. E sem subsídios.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Há no mundo apenas três países (Estados Unidos, China e Brasil) com área total acima de 5 milhões de km2, PIB anual maior que US$ 1 trilhão e população superior a 150 milhões de habitantes. Estados Unidos e China estão localizados no hemisfério norte, com limitações climáticas para a agricultura durante vários meses no ano. A temperatura anual média na China é de 7°C e nos Estados Unidos, 8,5°C.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Brasil, ao contrário, com temperatura média de 25°C, tem disponibilidade de água e sol, o que nos dá condição única para maximizar o uso da terra na produção de alimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Já somos fortes em termos globais e nos tornaremos ainda mais relevantes. Somos número 1 em produção e exportação de suco de laranja, café e açúcar; na soja e no milho ocupamos a 2ª posição mundial em exportação e o 2º e o 3º lugares, respectivamente, entre os maiores produtores. Em breve, seremos o maior produtor mundial de soja, ultrapassando os Estados Unidos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No complexo carnes não é diferente. O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e carne de frango e o segundo maior produtor em ambas as atividades. Em carne suína, estamos conquistando mercados de forma acelerada. Já somos o 4º em produção e em exportação, com muito espaço ainda para crescer. Em ovos e leite, ainda não temos participação relevante no mercado mundial, mas somos o 7º maior produtor mundial de ovos e o 4º maior de leite.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No mercado interno, temos o terceiro maior consumo anual per capita de carnes (87 kg por habitante), atrás somente dos Estados Unidos, que alcança 114 kg/habitante/ano, e da Argentina, com 107 kg.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Em 2018, o Brasil deverá atingir o extraordinário patamar de US$ 100 bilhões em exportações de alimentos. Os principais mercados importadores são União Europeia, Estados Unidos e China. De um total de US$ 1,1 trilhão negociados no mundo, o Brasil detém 9%.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mas cada vez será mais difícil crescer, seja por barreiras comerciais protecionistas ou mesmo sanitárias. A sanidade, aliás, é outra vantagem competitiva do Brasil, um país sem vaca louca e sem influenza aviária, mas que deve redobrar a atenção para que não sejamos impactados por ocorrências que podem ser prevenidas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Outra característica fantástica do nosso país é a produção sustentável. Grande produtor de alimentos, energia e fibras, o Brasil é uma potência também em preservação ambiental, com mais de 66% de seu território recobertos por vegetação nativa. E esse percentual sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, Pampa, Caatinga e Cerrados, somando 631 milhões de hectares: área equivalente a 28 países da Europa somados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Toda a produção brasileira de grãos (milho, arroz, soja, feijão etc), fibras (algodão, celulose etc) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas etc) ocupa apenas 9% do país. As pastagens plantadas representam 13,2% do nosso território.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assim, estamos entre os maiores fornecedores de alimentos do mundo destinando 22,2% da área territorial para a produção. Os dados são da Embrapa Territorial, que também mostra que a área total destinada à preservação, manutenção e proteção da vegetação nativa representa 2/3 de todo o território brasileiro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Isso não é tudo. Os produtores rurais brasileiros são responsáveis pela preservação de mais de 218 milhões de hectares de vegetação nativa, o equivalente a um quarto do território nacional (25,6%). Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de suas propriedades que todas as unidades de conservação juntas. Ainda segundo a Embrapa, o valor do patrimônio fundiário imobilizado em preservação ambiental chega a R$ 3,1 trilhões. Esse compromisso exige custo de manutenção superior a R$ 20 bilhões anuais. Esta área preservada pelos agricultores e pecuaristas equivale a todo o território somado da Alemanha, Áustria, Itália, Espanha, Portugal, Benelux, Reino Unido e França.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Importante destacar que o Brasil, que já é campeão da preservação territorial, exige por lei que os agricultores e pecuaristas assumam o ônus de preservar porções significativas de seus imóveis rurais, partindo de 20% num crescendo que chega a 80% da área da propriedade na Amazônia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Números do Banco Mundial referentes ao percentual de áreas preservadas em diferentes países em relação ao território total mostram que o Brasil preserva 4 vezes mais que os Estados Unidos, Rússia e Austrália, por exemplo. Produzir sempre mais com menos. De forma sustentável. Esse é o principal destaque do currículo do Brasil, líder entre os grandes produtores mundiais de alimentos. Esse desafio está sendo vencido. E com sustentabilidade.</span></p>
<p><strong>* Artigo de Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition para a América Latina</strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Estadão</span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil deve ultrapassar os EUA na produção de soja em dez anos</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2017 01:31:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos como o maior produtor de soja mundial em dez anos, de acordo com o novo relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).Durante o período analisado, espera-se que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos como o maior produtor de soja mundial em dez anos, de acordo com o novo relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Durante o período analisado, espera-se que a produção mundial de soja continue expandindo-se, mas em um ritmo de 1,9% por ano, abaixo da taxa de crescimento de 4,9% anual da última década. De acordo com o relatório, a produção de soja no Brasil deve crescer a 2,6% por ano, o maior crescimento entre os principais produtores, já que dispõe de mais terras, comparado com a Argentina, com crescimento projetado de 2,1% por ano e os Estados Unidos, de 1% por ano. A expectativa é de que, com isso, o Brasil ultrapasse os Estados Unidos como o maior produtor de soja. As exportações do produto em 2026 serão dominadas pelo Brasil e Estados Unidos que, juntos, respondem por quase 80% das exportações mundiais.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Supersafra</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />As estimativas do último levantamento da safra 2016/2017 divulgadas, também nesta semana, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) pareceram confirmar as expectativas traçadas pela FAO e OCDE. A Conab projeta que a safra no período seja de 237,2 milhões de toneladas de grãos. Uma produção recorde, com crescimento de 27,1% em relação ao período anterior.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />De acordo com a pesquisa, a produção de soja deve crescer 19,4% e chegar a 113,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo assim a expectativa dos números divulgados em maio. Já a produção de milho pode chegar a 96 milhões de toneladas, 44,3% acima da safra 2015/2016. Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil, Marcos da Rosa, todas essas projeções podem ter impacto nos preços, que já vêm caindo. &#8220;Fazer um anúncio de safra grande pode fazer com que o mercado precifique para baixo, o que é ruim para todo mundo&#8221;, diz.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />&#8220;Quando olhamos o preço das commodities soja e milho, observamos que houve queda e isso é um desestímulo. Como as duas últimas safras de soja, norte e sul, foram boas, a gente sentiu uma oferta maior que a demanda. Sentimos no bolso que a oferta foi muito grande e os valores pagos caíram bastante em relação à safra passada&#8221;, acrescenta.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Valor agregado</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Na avaliação do chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja, Alexandre Cattelan, o Brasil tem um potencial de crescimento para os próximos anos inclusive superior ao projetado pelas organizações internacionais. No entanto, os preços do mercado externo e questões logísticas podem desestimular os produtores.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />&#8220;O Brasil praticamente já atingiu o limite da logística, aliás, está acima do limite da logística. Estamos observando que esse ano a safra ainda não foi totalmente comercializada principalmente em termos de exportação&#8221;, diz e acrescenta: &#8220;Tem muita soja estocada e o milho da segunda safra praticamente não tem onde ser armazenado. Vemos milho a céu aberto. Em parte, a soja não foi totalmente escoada por conta dos baixos preços&#8221;.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />O pesquisador defende que, para que o Brasil siga lucrando com a soja, o ideal é agregar valor. &#8220;Temos que agregar valor, transformar a soja em carne, seja frango, porco, boi, usando-a como ração. Outra opção é o biodiesel, que tem tido um aumento paulatino e é um mercado interessante porque 90% é produzido com óleo de soja&#8221;.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Outras projeções</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />O relatório da OCDE e da FAO traz projeções até 2026 para os principais produtos agrícolas. No período analisado, a produção mundial de grãos crescerá cerca de 1% por ano, o que levará a um aumento total em 2026 de 11% para o trigo, 14% para o milho, 10% para os grãos secundários e 13% para o arroz.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Em relação à pecuária, é previsto que a participação dos dois maiores países exportadores de carne, que são Brasil e Estados Unidos, aumente até aproximadamente 44%, contribuindo com quase 70% no aumento previsto das exportações mundiais de carne durante o período analisado. Em relação a biocombustíveis, a expectativa é de que a demanda brasileira de etanol expanda-se em 6 bilhões de litros no período analisado, o que resultaria em um aumento na produção de mais de 40% nos próximos dez anos.</p>
<p>agenciabrasil<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></p>
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		<title>Nanotecnologia no agro: conheça o plástico para comer</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/nanotecnologia-no-agro-conheca-o-plastico-para-comer/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tecnologias de ponta aplicadas ao agronegócio já geraram inúmeras invenções que beneficiam o consumidor final. Neste ano, uma das maiores descobertas anunciadas no Brasil foi a criação de um filme plástico que pode ser ingerido pelos seres humanos. A descoberta foi de pesquisadores da Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano), da Embrapa. Eles desenvolveram um produto comestível produzido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;"><strong>Tecnologias</strong> de ponta aplicadas ao agronegócio já geraram inúmeras invenções que beneficiam o consumidor final. Neste ano, uma das maiores descobertas anunciadas no Brasil foi a criação de um<strong> filme plástico </strong>que pode ser ingerido pelos seres humanos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A descoberta foi de pesquisadores da <strong>Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano)</strong>, da Embrapa. Eles desenvolveram um produto comestível produzido a partir de alimentos como espinafre, mamão, goiaba e tomate.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><img class="img-responsive" title="plastico_comestivel_embrapa_nanotecnologia_mamao (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)" src="http://s2.glbimg.com/U7oCDIXsMSHJmTtN2qLPr9gswJc=/400x280/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/04/filme_fabricado_com_mamao_e_canela_pode_ser_feito_tambem_de_outros_alimentos_-_fotoflavio_ubiali.jpg" alt="plastico_comestivel_embrapa_nanotecnologia_mamao (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)" /></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><label class="foto-legenda" style="color: #797979;">Filme plástico pode ser feito a partir do mamão (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)</label></div>
<p style="color: #1a1a1a;">As características do plástico– resistência, textura, capacidade de proteção – são parecidas às de um papel-filme convencional. De acordo com Luiz Henrique Capparelli Mattoso e José Manoel Marconcini, coordenadores da pesquisa, as <strong>matérias-primas</strong>usadas passaram pelo processo de <strong>liofilização</strong>, um tipo de desidratação em que, após o congelamento do alimento, toda a água contida é transformada em sólido diretamente gasoso, sem passar pela fase líquida.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O resultado é um alimento completamente desidratado, mas com propriedades nutritivas. O processo, segundo eles, pode ser feito com <strong>frutas, verduras, legumes</strong> e até alguns temperos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Na Embrapa, o plástico ainda teve adicionado à sua fórmula a <strong>quitosana</strong>, um polissacarídeo presente na carapaça de caranguejos com propriedades bactericidas e isso, segundo os pesquisadores, aumenta o tempo de prateleira dos alimentos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Globo Rural</p>
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		<title>PIB gaúcho tem quinta queda consecutiva, aponta FEE</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul apresentou no segundo semestre de 2015 uma taxa negativa de 0,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados publicados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) nesta quarta-feira. Essa é a quinta queda consecutiva, que só não foi maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul apresentou no segundo semestre de 2015 uma taxa negativa de 0,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados publicados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) nesta quarta-feira. Essa é a quinta queda consecutiva, que só não foi maior pelo bom desempenho da agropecuária. Na taxa acumulada em quatro trimestres, o PIB gaúcho também apresentou queda de 0,9%.</p>
<p>A variação quase nula do Valor Adicionado Bruto (VAB) (-0,1%) deve-se ao crescimento significativo da agropecuária (15,6%), que minimizou o impacto da grande queda dos outros setores. Os impostos caíram 4,8% em decorrência da acentuada diminuição da queda da indústria (-9,1%) e da redução dos serviços (-1,2%).</p>
<p>O aumento da produção de soja em 20,4%, com a colheita concentrada no trimestre, foi o principal fator que assegurou o crescimento de 15,6% do VAB da agropecuária gaúcha. O resultado pode ser considerado ainda mais positivo porque se deu sobre o nível elevado de produção de 2013 e 2014. O desempenho da soja foi decorrente da ampliação de área e do grande crescimento da produtividade observado em 2015.</p>
<p>A taxa acumulada ao longo do ano, correspondente ao primeiro semestre, teve uma redução de 0,9%. Em sua composição, os impostos caíram 4,0%, e o VAB reduziu-se em 0,5%. Da mesma forma que na taxa trimestral, a agropecuária foi o único setor com taxa positiva no semestre (9,7%), com a indústria caindo 8,2% e os serviços variando negativamente 0,4%.</p>
<p><em>Fonte: CP</em></p>
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		<title>Robô emite luz capaz de mapear lavouras</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 18:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em abril deste ano, o robô Rover Curiosity encontrou evidências de água em Marte. A tecnologia usada pela engenhoca tem nome complicado: Espectroscopia de Emissão Óptica em Plasma Induzido por Laser (LIBS). Basicamente, ele usa a emissão de luz oriunda de átomos em um plasma para analisar solos. Agora, é a vez das lavouras experimentarem a tecnologia. O Robô Mirã, desenvolvido pela Embrapa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #1a1a1a;">Em abril deste ano, o robô </span><strong style="color: #1a1a1a;">Rover Curiosity</strong><span style="color: #1a1a1a;"> encontrou evidências de água em </span><strong style="color: #1a1a1a;">Marte</strong><span style="color: #1a1a1a;">. A tecnologia usada pela engenhoca tem nome complicado: </span><strong style="color: #1a1a1a;">Espectroscopia de Emissão Óptica em Plasma Induzido por Laser (LIBS)</strong><span style="color: #1a1a1a;">. Basicamente, ele usa a emissão de luz oriunda de </span><strong style="color: #1a1a1a;">átomos</strong><span style="color: #1a1a1a;"> em um plasma para analisar solos. Agora, é a vez das lavouras experimentarem a tecnologia.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">O <strong>Robô Mirã</strong>, desenvolvido pela <strong>Embrapa Instrumentação </strong>e pelo Laboratório de Robótica Móvel da USP de <strong>São Carlos (SP)</strong>, é quem faz o trabalho.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O equipamento foi apresentado na <strong>67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC),</strong> que aconteceu em <strong>Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)</strong>, no mês de julho.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Ele analisa <strong>solos</strong> (estima a quantidade de matéria orgânica no solo, fertilidade e pH) e plantas (analisa a nutrição e detecta doenças). “O robô permite um mapeamento preciso da lavoura, considerando que a <strong>aplicação de</strong><strong>insumos</strong> é determinada pela média de amostras, com análise de solo espaçada. Isso gera uma grande economia de insumos a serem aplicados”, explica a pesquisadora Débora Milori, coordenadora do projeto.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“Com LIBS é possível analisar amostras sólidas, líquidas e gasosas e, com uma única medida, é possível detectar todos os elementos de maneira simultânea”, diz.<br />
O Mirã, segundo Débora, é portátil e não usa fios. Agora, ela e os professores Daniel Magalhães e Marcelo Becker, da Usp São Carlos, trabalham para levar<strong> sensores</strong> que realizam coleta de dados para enviá-los diretamente às fazendas.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Globo Rural</p>
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		<title>15 alimentos que previnem o câncer de mama</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 19:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[1. Cúrcuma (açafrão-da-terra) Em um estudo com camundongos, pesquisadores descobriram que a cúrcuma ajuda na prevenção de vários tipos de câncer, inclusive o de mama. 2. Mirtilos De acordo com um estudo, os fitoquímicos do mirtilo atuam impedindo o surgimente de células cancerosas. 3. Tomate Os tomates são ricos em licopeno, substância à qual se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">1. Cúrcuma (açafrão-da-terra)</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Em um estudo com camundongos, pesquisadores descobriram que a cúrcuma ajuda na prevenção de vários tipos de câncer, inclusive o de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
2. Mirtilos</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
De acordo com um estudo, os fitoquímicos do mirtilo atuam impedindo o surgimente de células cancerosas.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
3. Tomate</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Os tomates são ricos em licopeno, substância à qual se credita a propriedade de diminuir o risco de câncer de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
4. Abacates</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Abacates são ricos em ácido oleico, que, segundo estudos, previne o câncer.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
5. Vinho tinto</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Consumido com moderação, o vinho tinto reduz, de acordo com pesquisas, o risco de câncer de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
No entanto, beber mais do que duas taças da bebida por dia pode aumentar o risco de câncer de mama. Moderação é, portanto, a palavra-chave.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
O vinho tinto também reduz significativamente os efeitos da radiação na mulher submetida a terapia de radiação contra câncer.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Um estudo descobriu que o resveratrol do vinho tinto faz com que as células cancerosas fiquem mais suscetíveis ao tratamento de radiação ao mesmo tempo que protege dos danos da radiação as células saudáveis .</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
6. Couve-de-bruxelas</span></p>
<div class="separator" style="color: #666666;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #888888;" href="http://1.bp.blogspot.com/-D1J3tZXCV3w/UkBPXTSUC4I/AAAAAAAAEn8/naN8l4Knb3E/s1600/couve+de+bruxelas+-+Cura+pela+Natureza.jpg"><span style="color: #000000;"><img src="http://1.bp.blogspot.com/-D1J3tZXCV3w/UkBPXTSUC4I/AAAAAAAAEn8/naN8l4Knb3E/s280/couve+de+bruxelas+-+Cura+pela+Natureza.jpg" alt="" width="280" height="218" border="0" /></span></a></span></div>
<p><span style="color: #000000;"></p>
<p>A couve-de-bruxelas e todos os outros vegetais crucíferos contêm glucosinolatos, que são substâncias anticâncer poderosas. A couve-de-bruxelas parece ter a combinação mais benéfica de glucosinolatos quando se trata de impedir o câncer de mama e outros tipos de câncer.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
7. Suco de romã</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Pesquisa feita em Israel mostra que o suco de romã destrói as células de câncer de mama, preservando as células saudáveis. O suco de romã  também impede a formação  de novas células de câncer de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
8. Óleo de linhaça</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Linhaça contêm altos níveis de lignanas, que protegem contra o câncer.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
9. Chá verde</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Estudos mostram que o consumo de chá verde reduz o risco de desenvolver câncer de mama e evita a sua propagação em mulheres que já têm a doença. Isto se deve a uma substância do chá verde chamada  de galato de epigalocatequina, mais conhecida pela sigla EGCG.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
10. Alho</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Pesquisas mostram que o alho erradica as células de câncer de mama. Outro estudo idescobriu que cozinhar a carne com alho reduz as substâncias químicas cancerígenas da carne cozida que podem causar câncer de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
11. Brócolis</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Os brócolis contêm indol-3-carbinol, uma substância que combate o câncer de mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
12. Couve-flor</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Assim como os brócolis, a couve-flor é uma grande fonte de indol-3-carbinol.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
13. Espinafre</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Trabalho científico mostrou que as mulheres que comeram espinafre pelo menos duas vezes por semana tinham metade da taxa de câncer de mama em comparação às mulheres que não comeram espinafre.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
14 Cerejas</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;">Estudos em ratos descobriram que um composto presente nas cerejas podem inibir o câncer da mama.</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
15. Alcachofra</span><br style="color: #666666;" /><span style="color: #000000;"><br />
Uma pesquisa mostrou que o extrato de folha de alcachofra induz à apoptose (morte celular) e reduz a proliferação de muitos tipos de câncer, incluindo o  de mama. Um estudo italiano descobriu que os flavonoides da alcachofra reduzem o risco de câncer de mama.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Cura pela natureza</span></p>
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		<title>Nematoides,  inimigos ocultos dos agricultores brasileiros</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 19:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diversos são os desafios enfrentados pelos agricultores brasileiros, sendo que muito deles agem de forma oculta e silenciosa, porém agressivamente. Um dos grandes problemas que o agricultor de soja vem enfrentando é a alta concentração de nematoides nas lavouras. Estes fitonematoides são considerados inimigos ocultos, pois seus ataques muitas vezes passam despercebidos e são facilmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos são os desafios enfrentados pelos agricultores brasileiros, sendo que muito deles agem de forma oculta e silenciosa, porém agressivamente. Um dos grandes problemas que o agricultor de soja vem enfrentando é a alta concentração de nematoides nas lavouras. Estes fitonematoides são considerados inimigos ocultos, pois seus ataques muitas vezes passam despercebidos e são facilmente confundidos com outras causas, entre elas, deficiência nutricional, ataque de pragas e compactação do solo.</p>
<p>Com a expansão da cultura da soja houve um aumento na incidência de nematoides e a cultura vem sofrendo perdas decorrentes do ataque destes inimigos silenciosos. Os fitonematoides se alimentam do sistema radicular das plantas, interferindo nos seus processos fisiológicos, comprometendo de forma intensa a produtividade que pode ser reduzida em até 50%. Atualmente são mais de 100 espécies de nematoides envolvendo cerca de 50 gêneros associados a cultivos de soja em todo mundo. Entretanto, no Brasil, as espécies que provocam os maiores danos têm sido os formadores de galha (<em>Meloidogyne</em>spp.), de cisto (<em>Heterodera glycines</em>), das lesões (<em>Pratylenchus brachyurus</em>) e de reniforme (<em>Rotylenchulus reniformis</em>).</p>
<p>No Brasil, o nematoide das lesões radiculares (<em>P. brachyurus</em>) posiciona-se entre os grupos mais importantes de nematoides à agricultura segundo resultados de pesquisa realizados pela Universidade de Passo Fundo e apresentados no Congresso Brasileiro de Nematologia 2015. A pesquisa demostra que este fitonematoide juntamente com o nematoide do cisto está presente em 30,3% das amostras coletadas em diferentes regiões do Estado Gaúcho.</p>
<p>A distribuição geográfica deste fitonematoide é ampla, parasitando várias culturas como soja, aveia, milho, milheto, girassol, cana-de-açúcar, algodão, amendoim e alguns adubos verdes. Além de se hospedar em plantas cultivadas, parasitam até mesmo plantas daninhas que permanecem presentes no campo durante a entressafra, dificultando assim, a eficiência dos programas de rotação com culturas não hospedeiras.</p>
<p>Obrigatoriamente, o controle de nematoides em culturas extensivas, como a da soja, que possibilitem a redução populacional para tornar viável o seu cultivo, deve ser planejado e sistematizado de modo a unificar o manejo integrado e apresentar baixo custo. O controle biológico, com o uso de micro-organismos eficientes, assume um papel importante no manejo destes fitonematoides interferindo direta e indiretamente nas etapas que envolvem o processo patogênico (eclosão de larvas, orientação e identificação das raízes, penetração e alimentação), além de atuar no desenvolvimento radicular. Por fim, seu uso dentro do sistema de manejo integrado poderá determinar o sucesso das lavouras em áreas com a presença de nematoides.</p>
<p>Fonte: Revista Agrocampo</p>
<p>Departamento de pesquisas Simbiose Agro.</p>
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		<title>Exportação anima pecuária, mas alta dos custos preocupa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 20:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embalados pela alta do dólar, a conquista de novos mercados e o aumento de vendas para os destinos tradicionais, os produtores de aves, suínos e bovinos estão otimistas. Apenas no primeiro semestre, Estados Unidos, Rússia eChina anunciaram fim dos embargos à carne brasileira e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, observa que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Embalados pela <strong>alta do dólar</strong>, a conquista de <strong>novos mercados</strong> e o aumento de <strong>vendas</strong> para os destinos tradicionais, os <strong>produtores de aves</strong>, suínos e <strong>bovinos </strong>estão otimistas. Apenas no primeiro semestre,<strong> Estados Unidos, Rússia </strong>e<strong>China</strong> anunciaram fim dos <strong>embargos à carne brasileira</strong> e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O presidente da <strong>Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav),</strong> Nestor Freiberger, observa que o cenário é favorável à carne bovina, já que o Brasil exporta para vários países e está em vias de abrir novas fronteiras.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O setor comemora a abertura do<strong> mercado americano</strong> porque a liberação da carne in natura servirá como um passaporte para acessar mercados exigentes como o japonês. A China também abriu recentemente as fronteiras para o produto. O momento é de negociação e busca de autorização para entrar no país asiático.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nos primeiros meses deste ano, as exportações de carne bovina do <strong>Rio Grande do Sul</strong> recuaram 7,2% em volume (para 26.200 tonelada) e 6,7% em receita (para US$ 108,9 milhões). Embora o desempenho tenha sido negativo, ainda assim foi melhor que o total das vendas externas brasileiras de carne bovina, que recuaram 15% em volume (para 770.000 toneladas) e 19% em receita (para US$3,2 bilhões), devido aos problemas financeiros enfrentados por clientes como a Rússia e a Venezuela.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Apesar das dificuldades impostas pela queda dos preços do petróleo, nos primeiros sete meses deste ano a <strong>Rússia</strong>importou 51.500 toneladas de carne suína do Rio Grande do Sul, volume 71% acima do importado em igual período do ano passado.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Graças ao mercado russo, as exportações de carne suína gaúcha neste ano cresceram 14% (para 96.800 toneladas), enquanto a receita se manteve praticamente estável, em R$247 milhões, por conta da queda de 12% no preço médio. O desempenho foi melhor que o resultado total das exportações brasileiras de carne suína, que recuaram 18% em volume (para 283.000 toneladas) e 16% em receita (para US$701 milhões).</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3750" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco-300x217.jpg" alt="porco" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Custos altos</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Ao mesmo tempo em que apostam no aumento das<strong>vendas externas</strong>, os produtores proteína animal estão preocupados com o aumento dos custos. A <strong>alta de preços da energia</strong> elétrica, combustíveis e da ração, entre outros, vem corroendo a rentabilidade das cadeias produtivas de proteína animal.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“No mercado interno, estamos empatando”, revela Freiberger, representante das indústrias de aves. “É preciso assegurar o <strong>fornecimento de milho e soja</strong>, o que representa 70% dos custos. Sem uma produção suficiente, o setor avícola precisa comprar de outros Estados, o que reflete na competitividade.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O custo de <strong>produção dos suínos</strong> foi corrigido, mas o setor não consegue repassar ao consumidor, segundo o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber. “Precisamos de uma demanda estável, o que não ocorre em função da economia nacional”, diz.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A pressão nos custos não é o único fator que afeta a competitividade do setor de proteínas animais. “Há uma extensa agenda interna relacionada à <strong>macroeconomia</strong>, burocracia, segurança jurídica em questões tributárias, ambientais, trabalhistas e investimentos em infraestrutura que precisa melhorar&#8217;, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3751" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua-300x217.jpg" alt="china eua" width="300" height="217" /></a></div>
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<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Estados Unidos e China</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Há um consenso entre os produtores de bovinos. A abertura dos Estados Unidos para a <strong>carne in natura brasileira</strong> é um importante balizador para compradores de outras regiões que se pretende conquistar. Mais do que impactar nas exportações do produto, a aprovação dos americanos ratifica a qualidade do que é produzido aqui.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">De acordo com a Abiec, Estados Unidos representam um mercado de cerca de 1 milhão de toneladas anuais de carne bovina in natura. O Brasil iniciará a exportação dentro da cota direcionada a “outros países”, o que totaliza 64.000 toneladas anuais. A Abiec estima que, num primeiro momento, o Brasil deve preencher parte desta cota. Mas a expectativa é que as exportações brasileiras de carne bovina in natura para o mercado americano possam chegar a 100.000 mil toneladas/ano.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“Qualquer novo mercado é positivo, evidente que o processo é devagar”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Segundo ele, mesmo que os americanos comprem carne de cortes menos valorizados, valerá como uma vitrine para outros países. “Veio em boa hora, servirá para escoar carne represada em função do aumento de custo”, concorda Lopa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford (ABHB).</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">As boas notícias de fora não se restringem àquele país. Neste ano, a China reabriu suas fronteiras após dois anos de embargo, quando ocorreu o caso atípico no Paraná da doença da vaca louca. Estima-se que nos próximos anos os chineses importarão cerca de 490.000 toneladas ao ano de carne. Considerando o que o Brasil exportou nos primeiros embarques em junho, a estimativa da Abiec é que as vendas atinjam 120.000 toneladas anuais.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O setor dá como certa a retomada das exportações para a Arábia Saudita. Outros países que fecharam sua fronteiras em função da BSE também estão em processo de reabertura: África do Sul, Catar, Bahrein e Kuwait. Além disso, o Brasil deve focar agora na Ásia, onde está o maior potencial de crescimento do consumo. &#8220;Estamos em negociações com Indonésia, Tailândia, Camboja e Taiwan. Recentemente, conseguimos conquistar Mianmar e já estamos importando para Malásia, Vietnã e Cingapura&#8221;, conta o diretor da Abiec.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Mercado russo</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O aumento das exportações de carne suína para a Rússia anima as indústrias gaúchas. O diretor executivo da Sips, Rodrigo Kerber, observa que o serviço russo de defesa agropecuária, o Rosselkhoznadzor, ampliou o número de frigoríficos habilitados em agosto do ano passado. &#8220;O Rio Grande do Sul registrou uma melhor participação em função de muitas plantas no país não estarem preparadas para aquele mercado, que tem exigências diferentes&#8221;, afirma Kerber. Ele exemplifica que a Rússia proíbe a utilização de ractopamina na nutrição animal, substância utilizada para o crescimento e engorda de suínos e bovinos.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Como o Rio Grande do Sul detém status de zona livre de aftosa com vacinação, há restrição em chegar a mais países. &#8220;O Rio Grande do Sul tem de se concentrar em participar de mercados sem restrições, já que o processo é longo, o comprador precisa atestar a qualidade, tem de melhorar a logística, entre outros fatores&#8221;, avalia o dirigente do Sips.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Mas há um gigante que pode se tornar um importador significativo no médio e longo prazos: a China, que já habilitou duas plantas do Estado. Apesar de deter 50% da produção mundial de suínos, o país asiático, sendo o líder mundial do setor, apresenta demanda crescente pela proteína animal.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Status sanitário</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor, para ter acesso a mercados importantes, o Brasil precisa continuar evoluindo em seu status sanitário. Atualmente, três Estados &#8211; Amazonas, Roraima e Amapá &#8211; estão fora da área livre de febre aftosa e a inclusão de todos em um status sanitário ajudaria a vender para países que hoje são fechados ao Brasil.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“É preciso extremo cuidado com nossas fronteiras, de forma a mantermos nosso status sanitário”, alerta o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, o que também é defendido pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. “Temos um banco genético muito qualificado e não podemos colocar em risco. Demonstramos que não precisamos deixar de vacinar para chegar a novos mercados”, afirma Weber.</span></p>
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<p><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-medium wp-image-3752" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura-300x217.jpg" alt="avicultura" width="300" height="217" /></span></a></span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Avicultura</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No setor de aves também há preocupação em manter o controle de doenças. &#8220;O produtor e a indústria são qualificados, mas precisamos evoluir mais para evitar problemas de doença. Nossa sobrevivência (como setor) está na sanidade animal, que é nossa prioridade zero”, observa o presidente da Asgav, Nestor Freiberger. Ele lembra que a contaminação por influenza aviária nas fazendas de aves nos Estados Unidos, maior produtor mundial do setor, abriu novas oportunidades para o frango brasileiro.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Hoje, o Brasil é o maior exportador do produto. Os recordes seguidos nas exportações de carne de frango em junho e julho deste ano (considerando a ave inteira, cortes, processados e salgados) reverteram a tendência de queda registrada ao longo do primeiro semestre. No acumulado deste ano, até julho, o volume embarcado cresceu 5,2% para 2,392 milhões de toneladas. Devido à retração de 25% nos preços médios de exportação, a receita de janeiro a julho caiu 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$4,141 bilhões.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No embarque recorde de julho, a exportação de carne de frango cresceu 18,7% para 440.400 toneladas, detalha o presidente da Asgav. O Rio Grande do Sul não acompanhou o índice, em função de uma menor produção, comparado a Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Para crescer mais, Freiberger considera fundamental a equalização na oferta de milho e soja. Sem disponibilidade para o setor, posto que grande parte da produção é exportada, a matéria-prima tem de vir de outros Estados, com valor de frete que compromete a rentabilidade. Outra preocupação é com a possibilidade de retirada de 30% dos créditos presumidos por parte do governo gaúcho.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Dentro da porteira</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Para ganhar mercados, é preciso fazer a lição de casa. E isso significa investir em gestão, controle, pesquisa, solo, alimento e melhoramento genético. As compras são globais e feitas em escala, o que faz com que as exigências cresçam exponencialmente. Pecuária de precisão, irrigação inteligente das pastagens, brinco eletrônico para rastreabilidade, correção do solo, nutrição sob medida e termografia infravermelha para verificar doenças são algumas das tecnologias disponíveis hoje e que ajudam os produtores de bovinos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O Núcleo de Estudos de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está desenvolvendo um software de medição de pastagens. Entre as aplicações, detalha o professor e coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, a tecnologia permite uma análise da imagem e indicação de quantos animais podem utilizar e se alimentar em uma determinada área.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“Há uma necessidade de buscar novas formas de gerenciamento da propriedade e melhores desempenhos”, explica Barcellos, destacando que através de informações conectadas a um sistema de gerenciamento automático, o produtor reduz o tempo de manejo do gado, otimiza processos, o que resulta em custos menores e ganhos de produtividade. Barcellos fala com a expertise de quem estuda a cadeia frigorífica no Rio Grande do Sul.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"><img class="img-responsive" title="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" src="http://s2.glbimg.com/UDWylytgTISGrHExuv0dPef_-E0=/780x440/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/01/mc_150807_0028.jpg" alt="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" /></div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-780">Fonte: Globo Rural</div>
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