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	<title>AgroCeleiro &#187; bovinocultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>RS prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 14:37:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf"><span style="color: #333333;">neste link</span></a>.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. </strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias"><span style="color: #333333;">aqui</span></a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>SEAPDR</strong></span></p>
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		<title>Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 13:40:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje. O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) </span>ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina <i style="color: #172938;">in natura</i> do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.</p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina <i>in natura</i> para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. </span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Decreto que prevê desconto de 80% para multas da área de sanidade animal</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 13:25:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Agricultores e pecuaristas gaúchos que sofreram autuações por infrações na área da sanidade animal terão desconto de 80% no valor da penalidade, desde que não tenham outra ocorrência e com exceção de casos em que envolvam fraude, falsificação e resistência à fiscalização, entre outros. O governador Eduardo Leite sancionou, na tarde desta segunda-feira (16/12), no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Agricultores e pecuaristas gaúchos que sofreram autuações por infrações na área da sanidade animal terão desconto de 80% no valor da penalidade, desde que não tenham outra ocorrência e com exceção de casos em que envolvam fraude, falsificação e resistência à fiscalização, entre outros. O governador Eduardo Leite sancionou, na tarde desta segunda-feira (16/12), no Palácio Piratini, decreto regulamentando a adoção da medida que envolve milhares de produtores no Estado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A medida era uma reivindicação da agricultura familiar e vem beneficiar todos os pecuaristas, mas tem maior impacto na agricultura familiar, segmento que sofre maior impacto financeiro com a aplicação de multas. As autuações são aplicadas a produtores flagrados transportando rebanho sem Guia de Trânsito Animal (GTA), a quem não vacinou contra a febre aftosa e não apresentou comprovação da vacinação dentro do prazo e também àqueles que deixam de apresentar declaração anual obrigatória de rebanho.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O secretário Covatti Filho, titular da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), explicou que a alteração era uma demanda antiga do setor. “Estamos atendendo uma das maiores pautas da agricultura familiar. Tomamos essa atitude por acreditar na agricultura, e sabemos que os custos de produção são altíssimos”, ponderou, reiterando o compromisso da pasta de manter as portas abertas aos produtores.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">Seapdr</p>
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		<title>Há 11 anos sem registro de aftosa, país é considerado livre da doença com vacinação</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 15:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste ano, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Paris, a entidade anunciou o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A certificação oficial pela OIE, de que todo o território nacional é livre da doença com vacinação, contribuiu para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste ano, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Paris, a entidade anunciou o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A certificação oficial pela OIE, de que todo o território nacional é livre da doença com vacinação, contribuiu para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes brasileiras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><!--StartFragment-->Certificação foi concedia em maio pela Organização mundial de Saúde Animal<!--EndFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em discurso na abertura da 86ª Sessão da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa) disse que o reconhecimento do Brasil como país livre da aftosa com vacinação é “a vitória de uma longa e dura trajetória de muita dedicação de pecuaristas e do setor veterinário oficial brasileiro”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“É motivo de muito orgulho dos brasileiros que lutaram e lutam para o bem do Brasil&#8221;, disse ainda o ministro. E parafraseando o pensador Jean Cocteau: “Não sabendo que era impossível, nós brasileiros fomos lá e fizemos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em abril, o ministério realizou a Semana Brasil Livre da Febre Aftosa para celebrar o esforço de todos os órgãos oficiais de defesa sanitária do país, produtores e indústria pecuária para erradicar a doença do território nacional. Completaram-se 11 anos sem registro de ocorrência de aftosa no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Próxima etapa</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ministro lembrou que o próximo estágio é o Brasil atingir o status de País livre de aftosa sem vacinação. Santa Catarina é o único estado reconhecido desde 2007 como livre sem vacinação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Nosso novo grande desafio é enfrentar a etapa final do processo de erradicação da doença em nosso país e na América do Sul, ampliar nossas zonas livres sem vacinação, e, em especial no Brasil, alcançar a condição de País Livre de Aftosa Sem Vacinação. Assim, esperamos seguir contribuindo com a erradicação da febre aftosa no mundo, oferecendo aos mercados produtos cada vez melhores e saudáveis para a segurança alimentar mundial”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), a partir de maio do próximo ano, Acre e Rondônia, além de municípios do Amazonas e de Mato Grosso, começarão a abolir a vacinação. A previsão é que até maio de 2021 todo o país deixe de vacinar o rebanho e, até maio de 2023, o país inteiro poderá ser reconhecido pela OIE como livre da aftosa sem vacinação.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: MAPA</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>A resistência de carrapatos a produtos que os controlam tem causado preocupação no RS</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 14:58:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A resistência de carrapatos a produtos que os controlam tem causado preocupação entre pesquisadores no Rio Grande do Sul. Dados do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF) mostram que menos de 10% dos parasitas coletados são sensíveis a todas as sete classes de carrapaticidas disponíveis no mercado (sendo seis moléculas diferentes e uma que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">A resistência de carrapatos a produtos que os controlam tem causado preocupação entre pesquisadores no Rio Grande do Sul. Dados do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF) mostram que menos de 10% dos parasitas coletados são sensíveis a todas as sete classes de carrapaticidas disponíveis no mercado (sendo seis moléculas diferentes e uma que é a conjunção de outras duas). “E o que nos assusta mais é que em torno de 27% das amostras são resistentes a mais de quatro categorias, ou seja, essas propriedades não têm como fazer três tratamentos diferentes durante o ano, que é o que recomendamos”, conta Rovaina Doyle, pesquisadora do Instituto.</p>
<p style="color: #000000;">Para saber que produtos usar, o pecuarista deve coletar amostras dos parasitas em sua propriedade e mandar fazer um biocarrapaticidograma. “Ele apresenta qual será a eficácia dos produtos, que é específica para cada propriedade. Não adianta nada seguir recomendações de vizinhos, porque você pode ter perfis de resistência diferentes na mesma fazenda”, explica Doyle. A chegada de novos animais na propriedade, por exemplo, pode trazer carrapatos com um novo perfil.</p>
<p style="color: #000000;">“Com o teste, o pecuarista tem condições de tomar uma decisão mais acertada e não precisa depender apenas do que a loja ou a internet indicam”, diz Ivo Kohek, veterinário e coordenador do serviço de doenças parasitárias da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul. Ele ainda alerta para o perigo da venda de carrapaticidas pela internet. “Estamos comprando produtos que talvez nem sejam registrados no Brasil”.</p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Acesso ao teste - </strong>O teste de biocarrapaticidograma será oferecido de forma gratuita pelo IPVDF e pela Embrapa Pecuária Sul, segundo Kohek, que diz ainda não ter informações sobre a gratuidade em outros laboratórios.</p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Aplicação - </strong>Além da escolha de um produto eficiente, é preciso usá-lo corretamente, tomando cuidado com a diluição e a dose correta, além de pensar em qual tipo de banheiro o carrapaticida será aplicado. “São medidas que parecem simples, mas juntas se tornam importantes”.</p>
<p style="color: #000000;">Alguns ajustes no manejo, como rotação de pastagens e deixar carrapatear os terneiros até os seis meses, também são necessários, afirma a pesquisadora do IPVDF. Ela explica que, no caso dos terneiros, até os seis meses de idade eles têm imunidade passiva, que receberam via colostro da mãe, mas que pode ser insuficiente dependendo do estado da vaca. “Se nós pensarmos que ela tem imunidade e transferiu para o seu terneiro, em até seis meses ele deveria ter contato com carrapato para formar sua proteção ativa”. Segundo ela, se o contato não ocorrer até os seis meses, esse animal provavelmente sofrerá bastante com a tristeza parasitária bovina (TPB) se for infectado, podendo chegar a óbito.</p>
<p style="color: #000000;">O impacto dos carrapatos na mortalidade dos bovinos no Estado ainda não é totalmente conhecido. Oficialmente, entre 2009 e 2017, a secretaria de agricultura recebeu cerca de 10 mil notificações de morte por TPB &#8211; complexo de doenças transmitidas por carrapatos -, mas Kohek estima que esse número seja muito maior. “A Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul) fez uma pesquisa que chegou a 180 mil mortes anuais. Um dado da secretaria diz que foram 400 mil mortes entre 2015 e 2016 não diagnosticadas. A grosso modo, pelo menos 100 mil mortes por ano seriam causadas pela TPB”.</p>
<div class="row" style="color: #000000;">Fonte: <strong style="font-weight: bold;">Portal DBO</strong></div>
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		<title>Confinamento de bovinos cresce no RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/confinamento-de-bovinos-cresce-no-rs/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 13:48:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A demanda por ração destinada ao gado de corte confinado e semiconfinado no Rio Grande do Sul aumentou no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período de 2016. O incremento é revelado por empresas que fornecem produtos de nutrição animal em todo o Estado. As empresas registraram uma elevação de até 60% [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #585a62;">A demanda por ração destinada ao gado de corte confinado e semiconfinado no Rio Grande do Sul aumentou no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período de 2016. O incremento é revelado por empresas que fornecem produtos de nutrição animal em todo o Estado. As empresas registraram uma elevação de até 60% nas vendas, mas ressalva que boa parte deste percentual deve-se à estratégia elaborada para a abertura de novos mercados.</p>
<p style="color: #585a62;">O crescimento na venda de rações indica elevação no confinamento de animais no Estado e maior suplementação de alimentos no semiconfinamento, já que a oferta de pastagem cai no inverno. O presidente da Associação dos Produtores dos Campos de Cima da Serra (Aproccima), Carlos Roberto Simm, acredita que dois fatores contribuíram para um maior interesse no confinamento neste ano: menor custo na dieta animal e preços mais baixos dos animais de reposição (gado magro). “Dificilmente estas duas situações ocorrem ao mesmo tempo. Geralmente o preço da alimentação é alto, mas a queda do valor do milho e da soja ajudou o produtor a decidir neste ano pelo confinamento”, afirma. No entanto, Simm observa que o Estado carece de estatísticas sobre este sistema.</p>
<p style="color: #585a62;">O professor Ricardo Pedroso Oaigen, do Centro de Tecnologia em Pecuária da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), afirma que, o confinamento é maior na Metade Norte e Região Central do Estado, sobretudo nas regiões agrícolas, onde o custo da dieta do boi torna-se menor. “O produtor pode aproveitar resíduos da lavoura de milho, soja e trigo na ração animal”, observa. Além disso, o confinamento ajuda os produtores a fazerem vendas em épocas estratégicas e a evitarem a perda de peso do gado durante o inverno.</p>
<p style="color: #585a62;">majornutricaoanimal.com.br</p>
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		<title>Alteração de vacina contra febre aftosa está em avaliação</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 12:54:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma alteração na composição da vacina contra a febre aftosa, que tem sido vista como provável vilã na suspensão de importações de carne brasileira pelos Estados Unidos, &#8220;está em avaliação&#8221; pelo Ministério da Agricultura e ainda necessita de mais análises antes de ser efetivada, disse a pasta à Reuters nesta segunda-feira. Um componente das vacinas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="materia" style="color: #444444;">
<p>Uma alteração na composição da vacina contra a febre aftosa, que tem sido vista como provável vilã na suspensão de importações de carne brasileira pelos Estados Unidos, &#8220;está em avaliação&#8221; pelo Ministério da Agricultura e ainda necessita de mais análises antes de ser efetivada, disse a pasta à Reuters nesta segunda-feira.</p>
<p>Um componente das vacinas, o adjuvante saponina, foi apontado pelo setor como o responsável pelo aparecimento de abscessos (&#8220;caroços&#8221;) na proteína, o que levou os Estados Unidos a suspenderem as importações de carne bovina in natura brasileira no mês passado.</p>
<p>&#8220;Mudanças na composição e na dosagem requerem novos testes para garantir a manutenção da qualidade da vacina&#8221;, disse o Ministério da Agricultura, em nota enviada após questionamentos da Reuters.</p>
<p>Mais cedo nesta segunda-feira, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) disse que as mudanças, que incluem a redução da dose de 5 ml para 2 ml, além da retirada do adjuvante saponina, deverão valer para a campanha oficial de vacinação de novembro de 2018.</p>
<p>&#8220;O desenvolvimento de uma nova formulação implica investimentos pesados por parte da indústria para adequação aos parâmetros de controle, porém mantendo a mesma eficiência e pureza da formulação atual&#8221;, disse, em nota, o vice-presidente executivo do Sindan, Emilio Salani.</p>
<p>A proposta foi levada ao Ministério da Agricultura durante a 6ª Reunião Extraordinária da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), realizada semana passada em Brasília.</p>
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<div class="fonte" style="color: #444444;">Fonte: Reuters</div>
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