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	<title>AgroCeleiro &#187; Bovinocultura de leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Cadeia produtiva do leite em perigo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 17:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[FAESC condena o fim da tarifa antidumping para o leite importado A decisão do Governo Federal em retirar a tarifa antidumping aplicada sobre a importação de leite da União Europeia e da Nova Zelândia coloca sob ameaça a cadeia produtiva nacional, que pode entrar em colapso. A advertência foi feita hoje pelo presidente da Federação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">FAESC condena o fim da tarifa antidumping para o leite importado</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A decisão do Governo Federal em retirar a tarifa antidumping aplicada sobre a importação de leite da União Europeia e da Nova Zelândia coloca sob ameaça a cadeia produtiva nacional, que pode entrar em colapso. A advertência foi feita hoje pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Brasil aplicou o direito antidumping em fevereiro de 2001 e a medida vinha sendo a cada cinco anos renovada para proteger o setor lácteo brasileiro. As tarifas antidumping que estavam em vigência até o dia 5 de fevereiro eram de 3,9% para as importações originárias da Nova Zelândia e 14,8% para o produto procedente da União Europeia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As tarifas antidumping e o imposto de importação (28%) são os instrumentos de política fiscal que ajudam a evitar a entrada descontrolada de leite em pó, integral ou desnatado, não fracionado no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pedrozo justifica a necessidade da medida antidumping lembrando que o leite importado do Velho Mundo é altamente subsidiado pela Comunidade Europeia.  Além disso, o custo de produção do leite brasileiro é imensamente maior e a tributação no Brasil é extremamente mais elevada do que o leite estrangeiro. Um outro fator que retira a competitividade do produto nacional é a deficiência logística para captação, processamento e distribuição do leite e seus derivados nas bacias leiteiras do País.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Tenho pena de quem produz leite no Brasil se a medida antidumping não for novamente adotada”, comenta o dirigente, observando que ficarão muito prejudicados os produtores rurais, cooperativas e os pequenos, médios e grandes laticínios.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente da Faesc teme que o mercado interno seja inundado com leite importado em face do grande estoque de leite em pó existente atualmente na Comunidade Europeia. O excesso de importação de leite em pó dos países-membros do Mercosul – especialmente Argentina e Uruguai – já era um problema crônico a desestabilizar o mercado brasileiro.</span></p>
<p><span style="color: #444444;">Fonte: FAESC</span></p>
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		<title>Brasil tem novas regras para a produção de leite</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 23:37:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. Na IN 78, são definidos os critérios a serem seguidos nas provas de produção. As Normas entram em vigor em 180 dias, quando serão revogadas as instruções 51/2002, 22/2009, 62/2011, 07/2016 e 31/2018.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Em relação à identidade e qualidade, no caso do leite cru refrigerado foi mantida a contagem bacteriana máxima de 300 mil unidades por ml e 500 mil células somáticas por ml.. O produto não deve apresentar substâncias estranhas à sua composição, como agentes inibidores do crescimento microbiano, neutralizantes da acidez nem resíduos de produtos de uso veterinário.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Segundo a responsável pelo Programa Nacional de Qualidade do Leite no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Mayara Souza Pinto, “as normas têm como objetivo atualizar os critérios de produção e seleção de leite de qualidade, com foco nas boas práticas agropecuárias e na educação sanitária”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Com o novo regramento, os produtores poderão intensificar o controle na obtenção de leite, aplicando ferramentas de gestão de qualidade nas propriedades, incluindo manejo sanitário, refrigeração e estocagem, qualidade da água, uso racional de medicamentos veterinários, adoção de boas práticas de bem estar animal.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL), credenciada junto ao Mapa e responsável pela análise do produto comercializado cru em todo o país passará também a oferecer capacitação ao pessoal responsável pela captação nos estabelecimentos industriais, o que propiciará a recepção com contagem bacteriana baixa e o consequente aumento do rendimento industrial e da qualidade do leite e de seus derivados.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Na avaliação de Mayara Souza, “a implementação das normas permitirá avanço significativo nos índices de qualidade, o aumento da produtividade leiteira, a oferta de alimentos mais seguros à população e a queda de barreiras comerciais para exportação”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Os Estados e municípios que não dispõem de legislação específica e equivalente sobre qualidade deverão adotar essas normas como referência nos serviços de inspeção estaduais e municipais.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Mapa</span></p>
</div>
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		<title>Brasil produzirá 40% a mais de alimentos de origem animal até 2050</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 11:53:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel na oferta mundial de alimentos de origem animal solicitada pela FAO para 2050, ressalta Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition e coordenador do evento Horizons, realizado nos dias 9 e 10 de outubro, para discutir as tendências da produção de alimentos global e o papel do Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O nosso país é um campeão mundial da produção e exportação de alimentos e tem água, terras, tecnologia e competência para manter o ritmo de crescimento da última década, atendendo ao chamado da FAO. Em 2050, o mundo terá 2,2 bilhões de pessoas a mais. É preciso aumentar a oferta de alimentos constantemente e o uso de novas tecnologias é essencial nesse processo”, destacou Mihailov para uma plateia de 250 empresários da cadeia de alimentos de origem animal, que participaram do Horizons, em Atibaia (SP).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A avicultura é a maior fornecedora de proteínas animais do Brasil. Em 2018, a expectativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é fechar com 13,1 milhões de toneladas. Esse resultado é praticamente o mesmo de 2011, mas nesse período as exportações saltaram 7%, atingindo 4,2 milhões de toneladas/ano. “O Brasil tem custos de produção ajustados, status sanitário excepcional, cadeia de produção integrada e muita tecnologia para produzir mais e cada vez melhor”, explicou Francisco Turra, presidente da ABPA, na mesa-redonda ‘Como o Brasil pode aumentar sua produtividade em 40% para atender à crescente demanda mundial de alimentos”, coordenada pelo ex-secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim e com participação do atual secretário da pasta Francisco Sérgio Ferreira Jardim, durante o Horizons. O dirigente listou entraves que precisam ser olhados com atenção pelo país. É o caso da alta tributação sobre a cadeia produtiva, regulação das relações de trabalho, burocracia, infraestrutura e financiamento, entre outros.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também participante do evento, Antonio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontou os gargalos de logística como importantes complicadores do processo de produção e, particularmente, de exportação de carne bovina. “Expressiva parcela da produção do centro-oeste é escoada pelo porto de Santos. Trata-se de um processo lento e pouco eficiente. Somente no porto, são gastas 60 h para um navio receber a carga e zarpar. É muito tempo”, disse Camardelli. O dirigente mostrou-se confiante quanto ao desempenho das exportações de carne bovina este ano – “que devem fechar em torno de US$ 7 bilhões contra US$ 6,2 bilhões no ano passado” – e, especialmente, para 2019, devido à possível abertura de novos mercados. “O processo de liberação da Indonésia está em fase final e uma missão do Canadá chegará ao Brasil no dia 15 de outubro”, informou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A melhoria da produtividade com ampliação do uso maciço de novas tecnologias é a receita de Roberto Hugo Jank Jr, vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), para o aumento da produção de leite no país, objetivando atender à crescente demanda interna e global. “O Brasil produz 34,2 bilhões de litros de leite em 22 milhões de hectares, com produtividade média de 1.600 litros/hectare/ano. Esse resultado representa um décimo da eficiência da Nova Zelândia”, assinalou Jank, no Horizons. “É perfeitamente possível ampliar rapidamente esse índice e produzir 40 mil litros por hectare/ano! Se atingíssemos esse nível, usaríamos apenas 2 milhões de hectares para obter a produção que temos hoje no país”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais jovem, porém promissora atividade, a piscicultura apresentou no Horizons números muito positivos para os próximos anos. “A FAO pede que a produção aumente 40% até 2050. A piscicultura brasileira triplicará de tamanho nesse período”, ressaltou Ricardo Neukirchner, presidente do Conselho da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR). O dirigente apoia-se no crescimento da produção em 500% nos últimos dez anos e nas potencialidades do Brasil para a atividade, além das vantagens competitivas do peixe de cultivo. “Temos água em abundância, novas tecnologias estão chegando e a produção é sustentável, sem agressão ao meio ambiente. Além disso, o consumo interno é de apenas 3 kg/hab/ano, tendo muito potencial de aumento. A piscicultura é uma atividade de muito futuro no país”, assinalou Ricardo Neukirchner.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;">Fonte: O Presente Rural</p>
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		<title>Bovinocultura de leite</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 12:27:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os produtores de leite mantêm-se preocupados com a atividade, especialmente os pequenos, com menor produção e menos condição de negociar, pois há intenção de muitas indústrias de beneficiamento de absorver somente grandes quantidades ou grandes lotes, deixando de lado os que produzem menos. Além disso, o valor médio do litro de leite constantemente vem acusando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Os produtores de leite mantêm-se preocupados com a atividade, especialmente os pequenos, com menor produção e menos condição de negociar, pois há intenção de muitas indústrias de beneficiamento de absorver somente grandes quantidades ou grandes lotes, deixando de lado os que produzem menos. Além disso, o valor médio do litro de leite constantemente vem acusando queda nos preços semanais.</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/11/preço-do-leite.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-6498" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/11/preço-do-leite-300x168.jpg" alt="preço do leite" width="300" height="168" /></a></p>
<p>complementando a alimentação com forragem conservada, especialmente silagem de milho. Tem crescido o uso de feno e pré-secado para suprir a necessidade de volumoso decorrente da baixa oferta de pasto, o que encarece a produção. Muitos produtores estão restringindo a quantidade de ração fornecida aos animais em virtude dos baixos preços recebidos, e a economia do concentrado leva à diminuição do volume produzido, agravando o quadro em algumas propriedades leiteiras.</p>
<p><span style="color: #000000;">Há diversos casos de produtores abandonando a atividade devido ao cenário de baixos preços e ao alto custo de produção. As condições nutricionais do rebanho são satisfatórias. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Quanto à sanidade, continua sendo realizado o controle de endo e ectoparasitas. Há elevada incidência de mosca-do-chifre nos rebanhos, sendo que muitos produtores estão com dificuldades de controle do parasita. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">O fornecimento de ração é moderado devido aos baixos preços pagos aos produtores. Iniciaram os preparos para implantação das pastagens de verão. A comercialização do leite apresenta dificuldade, e os preços continuam em queda. Com a maior oferta de pastagens e o maior número de vacas em lactação, está aumentando consideravelmente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segue a semeadura de pastagens anuais de verão, milheto e capim sudão (aveia de verão), bem como o plantio de áreas novas de espécies perenes. As temperaturas amenas prejudicam a germinação de espécies anuais de verão (milheto, capim sudão e sorgo). Em muitas propriedades o período é de vazio forrageiro, principalmente nas que não há áreas com pastagens perenes. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em função do preço baixo do leite, muitos produtores estão desestimulados em investir no manejo da dieta dos animais e reduzem o fornecimento de ração ao plantel.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Informativo Conjuntural, Emater/RS</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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