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	<title>AgroCeleiro &#187; biológicos</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Aumenta uso de Biodefensivos no Controle de Pragas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 14:02:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerca de 20 milhões de hectares cultivadas no Brasil são tratados com algum tipo de biodefensivo O aumento do uso de produtos biológicos no controle de pragas no campo foi o assunto do programa Direto ao Ponto deste domingo, 5. A diretora-executiva de biológicos da Croplife Brasil, Amália Borsari, destacou que o Programa Nacional de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><strong><em>Cerca de 20 milhões de hectares cultivadas no Brasil são tratados com algum tipo de biodefensivo</em></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O aumento do uso de produtos biológicos no controle de pragas no campo foi o assunto do programa Direto ao Ponto deste domingo, 5. A diretora-executiva de biológicos da Croplife Brasil, Amália Borsari, destacou que o Programa Nacional de Bioinsumos vai incentivar mais investimentos do setor privado em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos biológicos para o agricultor brasileiro.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">As ações de extensão rural previstas no programa também vão reduzir as distâncias entre os laboratórios de pesquisa e o dia a dia no campo. “Com o sistema regulatório propício para novas tecnologias, o produtor vai ter acesso imediato ao que tiver de mais novo no mercado. E vai ter segurança de que aquilo vai funcionar também”, disse.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Borsari destacou que governo e iniciativa privada também discutem o marco regulatório para a produção de biológicos pelos próprios produtores rurais. Mas alertou para os riscos de se olhar apenas para a redução dos custos. É que, segundo ela, o processo bioindustrial vai muito além de multiplicar os microrganismos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">“Passa por um processo para verificar qual é o melhor método para se multiplicar esses produtos. Depois disso, qual é a melhor maneira de se formular esse produto. Que tipo de ingredientes ativos poderão incluir dentro dessa formulação e que não terão impacto sobre o ativo biológico de controle, inclusive que podem aumentar a sua ação”, explicou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O governo brasileiro já registrou cerca de 300 produtos biológicos para o controle de doenças e pragas na lavoura. Amália Borsari destacou que o controle da lagarta helicoverpa por meio de defensivos biológicos incentivou novos investimentos e pesquisas nessa área. A praga causou mais de R$ 2 bilhões de prejuízos ao setor agrícola na safra 2012/2013. “Se você vir a curva de registro de quando surgiu a helicoverpa e nos anos posteriores, você vê um <em style="font-weight: 300;">boom</em> de produtos disponibilizados no mercado”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A diretora da Croplife também falou sobre a eficiência comprovada dos defensivos biológicos. Mas explicou que o período de ação é diferente do controle químico. “O modo de ação é diferente, então tudo isso tem que ser levado em consideração no momento que o produtor utilizar a tecnologia”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Amália Borsari destacou ainda a segurança dos defensivos biológicos para os consumidores finais. “Precisam passar por uma avaliação na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. E o processo é bem monitorado e tem procedimento de gestão de qualidade”, disse.</span></p>
<h3 style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong style="font-weight: bold;">Saiba mais</strong></span></h3>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O mercado de biodefensivos cresce 15% a cada ano no Brasil. Dos 77,4 milhões de hectares plantados no país, cerca de 20 milhões são tratados com algum tipo de biodefensivo. Soja, cana-de-açúcar e café são as culturas que mais recebem esse tipo de tratamento no país.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(128, 128, 128); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Dez defensivos agrícolas biológicos e orgânicos têm registro publicado</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 01:35:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtos biológicos oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura O Ministério da Agricultura publicou nesta quinta-feira (3) no Diário Oficial da União o ato nº 70, com o registro de 10 defensivos agrícolas biológicos e orgânicos, que podem ser usados tanto na agricultura orgânica quanto na tradicional.  Com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Produtos biológicos oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura publicou nesta quinta-feira (3) no <a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/ato-n-70-de-2-de-outubro-de-2019-219658433" target="_blank"><span style="color: #000000;">Diário Oficial da União o ato nº 70</span></a>, com o registro de 10 defensivos agrícolas biológicos e orgânicos, que podem ser usados tanto na agricultura orgânica quanto na tradicional.  Com isso, chega a 24 o número de produtos biológicos e orgânicos registrados em 2019.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dois destaques na lista publicada são os defensivos biológicos à base dos organismos <em>Heterorhabditis bacteriophora</em> e <em>Hirsutella thompsonii</em>, inéditos no Brasil. O primeiro será usado para o combate à larva-alfinete, uma praga que causa grandes prejuízos para a cultura de batata. Já o produto à base de <em>Hirsutella thompsonii</em> terá uso no controle do ácaro rajado, uma praga que ataca diversas culturas, como soja, feijão, milho e algodão, além de frutas como morango, maçã, pera, uva, maracujá, melancia, abacaxi e cacau.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também estão entre os defensivos biológicos registrados dois produtos à base de uma mistura de quatro baculovirus, que são vírus que atacam o sistema digestivo de lagartas, e um à base de uma mistura de três organismos microbiológicos para controle de nematoides.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Os produtos biológicos registrados hoje oferecem novas e interessantes opções aos produtores rurais para controle de importantes pragas da agricultura, como o ácaro-rajado e a larva-alfinete. São importantes ferramentas para um melhor controle de pragas no campo, e também para o manejo da resistência de pragas inseticidas”, diz o coordenador-geral de Agrotóxico e Afins do Ministério, Carlos Venâncio.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estes produtos são recomendados apenas para pragas, podendo ser utilizados em qualquer cultivo agrícola, para substituir outros de origem química.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 2018, a produção de produtos biológicos para controle de pragas e doenças agrícolas<a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/feffmercado-de-biodefensivos-cresce-em-mais-de-50-no-brasil" target="_blank"><span style="color: #000000;"> cresceu mais de 70% no Brasil.</span></a></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Genéricos</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além dos defensivos biológicos e orgânicos, foram publicadas hoje as concessões de registros de 41 produtos genéricos. O objetivo da aprovação de produtos genéricos é aumentar a concorrência no mercado e diminuir o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção. Do total de produtos registrados em 2019, 359 são produtos genéricos e 23 são à base de ingredientes ativos novos de origem químico ou biológica.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pela legislação, quando o período de patente expira, outras empresas podem registrar produtos à base de uma determinada substância que antes tinha o seu fornecimento monopolizado. Os produtos equivalentes são similares a produtos de referência que foram registrados no passado, de uso seguro e comprovado não apenas pelos estudos apresentados aos órgãos envolvidos, como pela comprovação empírica de anos de utilização.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os genéricos constituem importante política para a quebra dos monopólios e oligopólios no mercado de determinados ingredientes ativos. Uma dinâmica que beneficia a livre concorrência e a competitividade da agricultura nacional.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Registros</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outros seis defensivos que tiveram as concessões de registro publicadas hoje são produtos formulados com base em ingredientes ativos novos. Entre eles, os produtos formulados à base do ingrediente ativo Dinotefuram, que poderão ser usados nas lavouras para combate a insetos sugadores como percevejos e mosca branca. Os produtos formulados à base deste ingrediente ativo terão restrições quanto a dose máxima permitida e proibição de uso no período de floração dos cultivos, restrições estabelecidas pelo Ibama para a proteção de insetos polinizadores.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com a publicação de hoje, chega a 382 o número de registros concedidos em 2019, sendo 214 produtos técnicos, ou seja, destinados exclusivamente para o uso industrial.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outros 168 são produtos formulados, ou seja, aqueles que já estão prontos para serem adquiridos pelos produtores rurais mediante a recomendação de um engenheiro agrônomo. Destes, 24 são produtos biológicos e/ou orgânicos. Cerca de 48% de produtos formulados autorizados não são efetivamente comercializados, por uma decisão das empresas detentoras dos registros</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos últimos anos, diversas medidas desburocratizantes foram adotadas para que a fila de registros de defensivos ande mais rápido no Brasil. O objetivo é aprovar novas moléculas, menos tóxicas e mais ambientalmente corretas, e assim substituir os produtos antigos, além da liberação de produtos genéricos. Pela lei, nenhum produto atual pode ser registrado com toxicidade maior do que os existentes no mercado.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tanto no Ministério da Agricultura, como no Ibama, e na Anvisa, os setores responsáveis pela análise de registros de defensivos foram reorganizados e tiveram servidores realocados, o que ocasionou um aumento de produtividade da análise técnica.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ato publicado hoje contém diversos produtos de origem microbiológica que também contribuíram para o aumento no número de agrotóxicos registrados nos últimos anos. Estes produtos têm um trâmite de registro priorizado, tendo demandado algumas vezes menos de um ano desde o pedido de registro até o deferimento das avaliações técnicas de eficiência.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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