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	<title>AgroCeleiro &#187; Avicultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Perspectivas são positivas para avicultura em 2019</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jan 2019 23:50:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de um ano de desafios para o setor, agentes aguardam recuperação em 2019, segundo informações do Cepea. As perspectivas positivas estão baseadas nas possíveis menor pressão dos principais insumos utilizados na atividades (milho e farelo de soja) e na intensificação do escoamento da carne de frango aos mercados internacional e brasileiro. Quanto aos insumos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">Depois de um ano de desafios para o setor, agentes aguardam recuperação em 2019, segundo informações do Cepea. As perspectivas positivas estão baseadas nas possíveis menor pressão dos principais insumos utilizados na atividades (milho e farelo de soja) e na intensificação do escoamento da carne de frango aos mercados internacional e brasileiro.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Quanto aos insumos, a Conab indica elevações na produção tanto para o milho quanto para o derivado da soja, o que pode diminuir os preços e reduzir os custos de produção do avicultor. Além disso, a demanda interna deve se aquecer, influenciada pela expectativa de crescimento econômico (o Boletim Focus do Banco Central indica que o PIB deve aumentar 2,55% neste ano).</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Para o mercado internacional, o USDA indica que as exportações de carne de frango devem registrar elevação de 2,4% entre 2018 e 2019.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Fonte: Cepea</span></strong></p>
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		<title>Chile reabre mercado para avicultura do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 14:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Chile reabriu as portas para avicultura do Rio Grande do Sul. O trabalho de recuperação deste mercado foi em conjunto com a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), o FUNDESA e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Chile reabriu as portas para avicultura do Rio Grande do Sul. O trabalho de recuperação deste mercado foi em conjunto com a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), o FUNDESA e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ASGAV interagiu e deu suporte em muitas etapas dos preparativos para o processo de auditoria e nos procedimentos para reabertura deste mercado. A reabertura aconteceu após visita da missão chilena em agosto, que avaliou a estrutura necessária para detectar e identificar a presença de enfermidades no Estado. O Rio Grande do Sul se encontra livre de enfermidade de newcastle notificável para a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) desde 2006.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Esta é uma ótima conquista para avicultura do Rio Grande do Sul em tempos de entraves nas exportações avícolas. Mais uma vez, fica evidente que a soma de esforços da ASGAV, MAPA, SEAPI, FUNDESA e ABPA foi fator decisivo para a solução deste embargo”, destacou o presidente ASGAV/SIPARGS, Nestor Freiberger.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos últimos 12 anos estima-se que o Estado deixou de exportar para aquele país algo em torno de 385 mil toneladas de carne de frango.</span></p>
<p>Fonte: ASGAV / SIPARGS</p>
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		<title>Brasil produzirá 40% a mais de alimentos de origem animal até 2050</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 11:53:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel na oferta mundial de alimentos de origem animal solicitada pela FAO para 2050, ressalta Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition e coordenador do evento Horizons, realizado nos dias 9 e 10 de outubro, para discutir as tendências da produção de alimentos global e o papel do Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O nosso país é um campeão mundial da produção e exportação de alimentos e tem água, terras, tecnologia e competência para manter o ritmo de crescimento da última década, atendendo ao chamado da FAO. Em 2050, o mundo terá 2,2 bilhões de pessoas a mais. É preciso aumentar a oferta de alimentos constantemente e o uso de novas tecnologias é essencial nesse processo”, destacou Mihailov para uma plateia de 250 empresários da cadeia de alimentos de origem animal, que participaram do Horizons, em Atibaia (SP).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A avicultura é a maior fornecedora de proteínas animais do Brasil. Em 2018, a expectativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é fechar com 13,1 milhões de toneladas. Esse resultado é praticamente o mesmo de 2011, mas nesse período as exportações saltaram 7%, atingindo 4,2 milhões de toneladas/ano. “O Brasil tem custos de produção ajustados, status sanitário excepcional, cadeia de produção integrada e muita tecnologia para produzir mais e cada vez melhor”, explicou Francisco Turra, presidente da ABPA, na mesa-redonda ‘Como o Brasil pode aumentar sua produtividade em 40% para atender à crescente demanda mundial de alimentos”, coordenada pelo ex-secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim e com participação do atual secretário da pasta Francisco Sérgio Ferreira Jardim, durante o Horizons. O dirigente listou entraves que precisam ser olhados com atenção pelo país. É o caso da alta tributação sobre a cadeia produtiva, regulação das relações de trabalho, burocracia, infraestrutura e financiamento, entre outros.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também participante do evento, Antonio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontou os gargalos de logística como importantes complicadores do processo de produção e, particularmente, de exportação de carne bovina. “Expressiva parcela da produção do centro-oeste é escoada pelo porto de Santos. Trata-se de um processo lento e pouco eficiente. Somente no porto, são gastas 60 h para um navio receber a carga e zarpar. É muito tempo”, disse Camardelli. O dirigente mostrou-se confiante quanto ao desempenho das exportações de carne bovina este ano – “que devem fechar em torno de US$ 7 bilhões contra US$ 6,2 bilhões no ano passado” – e, especialmente, para 2019, devido à possível abertura de novos mercados. “O processo de liberação da Indonésia está em fase final e uma missão do Canadá chegará ao Brasil no dia 15 de outubro”, informou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A melhoria da produtividade com ampliação do uso maciço de novas tecnologias é a receita de Roberto Hugo Jank Jr, vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), para o aumento da produção de leite no país, objetivando atender à crescente demanda interna e global. “O Brasil produz 34,2 bilhões de litros de leite em 22 milhões de hectares, com produtividade média de 1.600 litros/hectare/ano. Esse resultado representa um décimo da eficiência da Nova Zelândia”, assinalou Jank, no Horizons. “É perfeitamente possível ampliar rapidamente esse índice e produzir 40 mil litros por hectare/ano! Se atingíssemos esse nível, usaríamos apenas 2 milhões de hectares para obter a produção que temos hoje no país”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais jovem, porém promissora atividade, a piscicultura apresentou no Horizons números muito positivos para os próximos anos. “A FAO pede que a produção aumente 40% até 2050. A piscicultura brasileira triplicará de tamanho nesse período”, ressaltou Ricardo Neukirchner, presidente do Conselho da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR). O dirigente apoia-se no crescimento da produção em 500% nos últimos dez anos e nas potencialidades do Brasil para a atividade, além das vantagens competitivas do peixe de cultivo. “Temos água em abundância, novas tecnologias estão chegando e a produção é sustentável, sem agressão ao meio ambiente. Além disso, o consumo interno é de apenas 3 kg/hab/ano, tendo muito potencial de aumento. A piscicultura é uma atividade de muito futuro no país”, assinalou Ricardo Neukirchner.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;">Fonte: O Presente Rural</p>
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		<title>Consumo de ovo em 2018 será o maior da história</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 20:11:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sentido, a Semana do Ovo, projeto realizado pelo Instituto Ovos Brasil entre os dias 7 a 12 de outubro, desempenha papel fundamental para levar informação, esclarecer mitos e promover o consumo de ovos no Brasil.  Considerada uma das mais acessíveis e versáteis proteínas disponíveis no mercado, o ovo deverá encerrar este ano com o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Neste sentido, a<strong> Semana do Ovo</strong>, projeto realizado pelo Instituto Ovos Brasil entre os<strong> dias 7 a 12 de outubro</strong>, desempenha papel fundamental para levar informação, esclarecer mitos e promover o consumo de ovos no Brasil. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Considerada uma das mais acessíveis e versáteis proteínas disponíveis no mercado, o ovo deverá encerrar este ano com o maior índice de consumo per capita da história, de acordo com projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A entidade, que apoia a Semana do Ovo (coordenada nacionalmente pelo Instituto Ovos Brasil), comemora os avanços deste produto no cardápio nacional.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo com a associação, a previsão é de que o consumo per capita no Brasil alcance 212 unidades, 10,4% maior que as 192 unidades registradas no ano passado.  Apesar do forte crescimento, o consumo brasileiro ainda está relativamente baixo, na comparação com outros países.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O crescimento inédito é uma importante vitória para o setor. Mas há uma grande oportunidade de elevação de consumo dentro do mercado brasileiro.  Ainda estamos abaixo da média mundial, que supera 230 unidades anuais, e estamos longe de índices como o consumo mexicano, que supera as 360 unidades todos os anos”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo a entidade, a produção também deverá apresentar elevação de até 10% neste ano, em relação às 39,9 bilhões de unidades produzidas em 2017, chegando a 44,2 bilhões de unidades, uma média de 84 mil ovos produzidos por minuto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> “Promover o consumo de ovos é fundamental para fortalecer a qualidade da alimentação do brasileiro. O ovo é considerado um alimento completo, rico em proteína, ferro, zinco e os carotenóides luteína e zeaxantina, que são poderosos antioxidantes, além de conter colina, uma vitamina do Complexo B responsável pela condução de impulsos nervosos e formação do centro da memória.”, ressalta Ricardo Santin, presidente do Instituto Ovos Brasil e diretor-executivo da ABPA.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com diversas ações promocionais, palestras, distribuições de brindes e degustações promovidas pelo Instituto Ovos Brasil, empresas e outras entidades do setor produtivo, a Semana do Ovo busca ampliar a conscientização sobre o potencial nutritivo do ovo, um alimento completo e fundamental para a alimentação humana. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: O Presente Rural</span></p>
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		<title>Exportações de carne de frango crescem 16,2% em outubro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[carne de frango]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 365,5 mil toneladas em outubro, volume 16,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 314,6 mil toneladas. Com este desempenho, os embarques geraram receita de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 365,5 mil toneladas em outubro, volume 16,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 314,6 mil toneladas.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Com este desempenho, os embarques geraram receita de US$ 634,4 milhões, 24,6% a mais em relação ao décimo mês de 2016, com US$ 509,1 milhões. No acumulado do ano (janeiro a outubro), as vendas internacionais de carne de frango chegaram a 3,674 milhões de toneladas, 0,5% a menos que as 3,693 mil toneladas embarcadas nos dez primeiros meses do ano passado. </span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Em receita, as vendas do ano alcançaram US$ 6,158 bilhões, 7,2% maior segundo o mesmo período comparativo (com US$ 5,747 bilhões em 2016). “Com este resultado, estamos próximo de zerar as perdas acumuladas ao longo deste ano repleto de adversidades, e sustentamos a perspectiva de um fechamento anual com resultado positivo em volumes e receita”, destaca o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Assessoria ABPA</span></p>
</div>
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		<title>Granjas de ovos têm até novembro para adequar mudanças em inspeções</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/granjas-de-ovos-tem-ate-novembro-para-adequar-mudancas-em-inspecoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 17:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de ovos]]></category>

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		<description><![CDATA[As granjas produtoras de ovos precisarão fazer alterações nas instalações para se adequarem às mudanças no sistema de inspeção determinadas pelo Ministério da Agricultura. Com a reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), em março deste ano, a modalidade de inspeção usada por 65 estabelecimentos no Estado será [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">As granjas produtoras de ovos precisarão fazer alterações nas instalações para se adequarem às mudanças no sistema de inspeção determinadas pelo Ministério da Agricultura. Com a reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), em março deste ano, a modalidade de inspeção usada por 65 estabelecimentos no Estado será extinta. Com isso, as granjas terão até o dia 27 de novembro para migrar para os serviços estadual ou federal (SIF).</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">De acordo com a colunista do Zero Hora, Joana Colussi, nesta quinta-feira (27/07), foi realizada uma audiência na Secretaria da Agricultura Rio Grande do Sul, nesta onde representante do setor no estado gaúcho falaram sobre a preocupação. O setor entende que são necessários no mínimo dois anos para que a migração ocorra de maneira efetiva. O pedido oficial de prorrogação do prazo deverá ser formalizado nos próximos dias.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">“Temos uma situação que requer máxima atenção dos Governos e do setor produtivo, uma vez que há definições de extinção de uma modalidade de inspeção, e não há estrutura suficiente ou disponível, ao menos neste momento, para receberem aqueles produtores que não tiverem condições de atender as exigências do SIF .” disse em comunicado Eduardo Santos, Diretor Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor avícola, o prazo para esta mudança é fora da realidade e das condições dos estabelecimentos, a falta de estrutura para outras alternativas poderá fragilizar o sistema de produção no que se refere aos cuidados na produção.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">“O Serviço de Inspeção da SFA MAPA/RS SIPOA, tem nos dado total atenção no assunto e colocou-se à disposição para auxiliar o setor, no entanto, não podemos mudar subitamente de uma modalidade de inspeção sem a segurança de outras alternativas estruturadas, isso pode gerar muitos problemas” observa Santos, dirigente da Asgav.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Segundo informações já está sendo encaminhado pedido para revogação do prazo definido para novembro deste ano, onde será extinta a modalidade de inspeção E.R. Estabelecimento Relacionado.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Fonte: Avicultura Industrial</span></p>
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		<title>Exportação anima pecuária, mas alta dos custos preocupa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 20:27:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embalados pela alta do dólar, a conquista de novos mercados e o aumento de vendas para os destinos tradicionais, os produtores de aves, suínos e bovinos estão otimistas. Apenas no primeiro semestre, Estados Unidos, Rússia eChina anunciaram fim dos embargos à carne brasileira e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, observa que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Embalados pela <strong>alta do dólar</strong>, a conquista de <strong>novos mercados</strong> e o aumento de <strong>vendas</strong> para os destinos tradicionais, os <strong>produtores de aves</strong>, suínos e <strong>bovinos </strong>estão otimistas. Apenas no primeiro semestre,<strong> Estados Unidos, Rússia </strong>e<strong>China</strong> anunciaram fim dos <strong>embargos à carne brasileira</strong> e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O presidente da <strong>Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav),</strong> Nestor Freiberger, observa que o cenário é favorável à carne bovina, já que o Brasil exporta para vários países e está em vias de abrir novas fronteiras.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O setor comemora a abertura do<strong> mercado americano</strong> porque a liberação da carne in natura servirá como um passaporte para acessar mercados exigentes como o japonês. A China também abriu recentemente as fronteiras para o produto. O momento é de negociação e busca de autorização para entrar no país asiático.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nos primeiros meses deste ano, as exportações de carne bovina do <strong>Rio Grande do Sul</strong> recuaram 7,2% em volume (para 26.200 tonelada) e 6,7% em receita (para US$ 108,9 milhões). Embora o desempenho tenha sido negativo, ainda assim foi melhor que o total das vendas externas brasileiras de carne bovina, que recuaram 15% em volume (para 770.000 toneladas) e 19% em receita (para US$3,2 bilhões), devido aos problemas financeiros enfrentados por clientes como a Rússia e a Venezuela.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Apesar das dificuldades impostas pela queda dos preços do petróleo, nos primeiros sete meses deste ano a <strong>Rússia</strong>importou 51.500 toneladas de carne suína do Rio Grande do Sul, volume 71% acima do importado em igual período do ano passado.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Graças ao mercado russo, as exportações de carne suína gaúcha neste ano cresceram 14% (para 96.800 toneladas), enquanto a receita se manteve praticamente estável, em R$247 milhões, por conta da queda de 12% no preço médio. O desempenho foi melhor que o resultado total das exportações brasileiras de carne suína, que recuaram 18% em volume (para 283.000 toneladas) e 16% em receita (para US$701 milhões).</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3750" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco-300x217.jpg" alt="porco" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Custos altos</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Ao mesmo tempo em que apostam no aumento das<strong>vendas externas</strong>, os produtores proteína animal estão preocupados com o aumento dos custos. A <strong>alta de preços da energia</strong> elétrica, combustíveis e da ração, entre outros, vem corroendo a rentabilidade das cadeias produtivas de proteína animal.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“No mercado interno, estamos empatando”, revela Freiberger, representante das indústrias de aves. “É preciso assegurar o <strong>fornecimento de milho e soja</strong>, o que representa 70% dos custos. Sem uma produção suficiente, o setor avícola precisa comprar de outros Estados, o que reflete na competitividade.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O custo de <strong>produção dos suínos</strong> foi corrigido, mas o setor não consegue repassar ao consumidor, segundo o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber. “Precisamos de uma demanda estável, o que não ocorre em função da economia nacional”, diz.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A pressão nos custos não é o único fator que afeta a competitividade do setor de proteínas animais. “Há uma extensa agenda interna relacionada à <strong>macroeconomia</strong>, burocracia, segurança jurídica em questões tributárias, ambientais, trabalhistas e investimentos em infraestrutura que precisa melhorar&#8217;, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio.</p>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3751" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua-300x217.jpg" alt="china eua" width="300" height="217" /></a></div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-400">
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Estados Unidos e China</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Há um consenso entre os produtores de bovinos. A abertura dos Estados Unidos para a <strong>carne in natura brasileira</strong> é um importante balizador para compradores de outras regiões que se pretende conquistar. Mais do que impactar nas exportações do produto, a aprovação dos americanos ratifica a qualidade do que é produzido aqui.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">De acordo com a Abiec, Estados Unidos representam um mercado de cerca de 1 milhão de toneladas anuais de carne bovina in natura. O Brasil iniciará a exportação dentro da cota direcionada a “outros países”, o que totaliza 64.000 toneladas anuais. A Abiec estima que, num primeiro momento, o Brasil deve preencher parte desta cota. Mas a expectativa é que as exportações brasileiras de carne bovina in natura para o mercado americano possam chegar a 100.000 mil toneladas/ano.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“Qualquer novo mercado é positivo, evidente que o processo é devagar”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Segundo ele, mesmo que os americanos comprem carne de cortes menos valorizados, valerá como uma vitrine para outros países. “Veio em boa hora, servirá para escoar carne represada em função do aumento de custo”, concorda Lopa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford (ABHB).</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">As boas notícias de fora não se restringem àquele país. Neste ano, a China reabriu suas fronteiras após dois anos de embargo, quando ocorreu o caso atípico no Paraná da doença da vaca louca. Estima-se que nos próximos anos os chineses importarão cerca de 490.000 toneladas ao ano de carne. Considerando o que o Brasil exportou nos primeiros embarques em junho, a estimativa da Abiec é que as vendas atinjam 120.000 toneladas anuais.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O setor dá como certa a retomada das exportações para a Arábia Saudita. Outros países que fecharam sua fronteiras em função da BSE também estão em processo de reabertura: África do Sul, Catar, Bahrein e Kuwait. Além disso, o Brasil deve focar agora na Ásia, onde está o maior potencial de crescimento do consumo. &#8220;Estamos em negociações com Indonésia, Tailândia, Camboja e Taiwan. Recentemente, conseguimos conquistar Mianmar e já estamos importando para Malásia, Vietnã e Cingapura&#8221;, conta o diretor da Abiec.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Mercado russo</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O aumento das exportações de carne suína para a Rússia anima as indústrias gaúchas. O diretor executivo da Sips, Rodrigo Kerber, observa que o serviço russo de defesa agropecuária, o Rosselkhoznadzor, ampliou o número de frigoríficos habilitados em agosto do ano passado. &#8220;O Rio Grande do Sul registrou uma melhor participação em função de muitas plantas no país não estarem preparadas para aquele mercado, que tem exigências diferentes&#8221;, afirma Kerber. Ele exemplifica que a Rússia proíbe a utilização de ractopamina na nutrição animal, substância utilizada para o crescimento e engorda de suínos e bovinos.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Como o Rio Grande do Sul detém status de zona livre de aftosa com vacinação, há restrição em chegar a mais países. &#8220;O Rio Grande do Sul tem de se concentrar em participar de mercados sem restrições, já que o processo é longo, o comprador precisa atestar a qualidade, tem de melhorar a logística, entre outros fatores&#8221;, avalia o dirigente do Sips.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Mas há um gigante que pode se tornar um importador significativo no médio e longo prazos: a China, que já habilitou duas plantas do Estado. Apesar de deter 50% da produção mundial de suínos, o país asiático, sendo o líder mundial do setor, apresenta demanda crescente pela proteína animal.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Status sanitário</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor, para ter acesso a mercados importantes, o Brasil precisa continuar evoluindo em seu status sanitário. Atualmente, três Estados &#8211; Amazonas, Roraima e Amapá &#8211; estão fora da área livre de febre aftosa e a inclusão de todos em um status sanitário ajudaria a vender para países que hoje são fechados ao Brasil.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“É preciso extremo cuidado com nossas fronteiras, de forma a mantermos nosso status sanitário”, alerta o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, o que também é defendido pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. “Temos um banco genético muito qualificado e não podemos colocar em risco. Demonstramos que não precisamos deixar de vacinar para chegar a novos mercados”, afirma Weber.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-medium wp-image-3752" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura-300x217.jpg" alt="avicultura" width="300" height="217" /></span></a></span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Avicultura</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No setor de aves também há preocupação em manter o controle de doenças. &#8220;O produtor e a indústria são qualificados, mas precisamos evoluir mais para evitar problemas de doença. Nossa sobrevivência (como setor) está na sanidade animal, que é nossa prioridade zero”, observa o presidente da Asgav, Nestor Freiberger. Ele lembra que a contaminação por influenza aviária nas fazendas de aves nos Estados Unidos, maior produtor mundial do setor, abriu novas oportunidades para o frango brasileiro.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Hoje, o Brasil é o maior exportador do produto. Os recordes seguidos nas exportações de carne de frango em junho e julho deste ano (considerando a ave inteira, cortes, processados e salgados) reverteram a tendência de queda registrada ao longo do primeiro semestre. No acumulado deste ano, até julho, o volume embarcado cresceu 5,2% para 2,392 milhões de toneladas. Devido à retração de 25% nos preços médios de exportação, a receita de janeiro a julho caiu 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$4,141 bilhões.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No embarque recorde de julho, a exportação de carne de frango cresceu 18,7% para 440.400 toneladas, detalha o presidente da Asgav. O Rio Grande do Sul não acompanhou o índice, em função de uma menor produção, comparado a Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Para crescer mais, Freiberger considera fundamental a equalização na oferta de milho e soja. Sem disponibilidade para o setor, posto que grande parte da produção é exportada, a matéria-prima tem de vir de outros Estados, com valor de frete que compromete a rentabilidade. Outra preocupação é com a possibilidade de retirada de 30% dos créditos presumidos por parte do governo gaúcho.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Dentro da porteira</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Para ganhar mercados, é preciso fazer a lição de casa. E isso significa investir em gestão, controle, pesquisa, solo, alimento e melhoramento genético. As compras são globais e feitas em escala, o que faz com que as exigências cresçam exponencialmente. Pecuária de precisão, irrigação inteligente das pastagens, brinco eletrônico para rastreabilidade, correção do solo, nutrição sob medida e termografia infravermelha para verificar doenças são algumas das tecnologias disponíveis hoje e que ajudam os produtores de bovinos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O Núcleo de Estudos de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está desenvolvendo um software de medição de pastagens. Entre as aplicações, detalha o professor e coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, a tecnologia permite uma análise da imagem e indicação de quantos animais podem utilizar e se alimentar em uma determinada área.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“Há uma necessidade de buscar novas formas de gerenciamento da propriedade e melhores desempenhos”, explica Barcellos, destacando que através de informações conectadas a um sistema de gerenciamento automático, o produtor reduz o tempo de manejo do gado, otimiza processos, o que resulta em custos menores e ganhos de produtividade. Barcellos fala com a expertise de quem estuda a cadeia frigorífica no Rio Grande do Sul.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"><img class="img-responsive" title="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" src="http://s2.glbimg.com/UDWylytgTISGrHExuv0dPef_-E0=/780x440/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/01/mc_150807_0028.jpg" alt="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" /></div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-780">Fonte: Globo Rural</div>
<p>&nbsp;</p>
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</div>
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		<title>Exportação brasileira de frangos bate recorde em junho</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2015 02:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Sinival de Andrade Jordão tem onze granjas em Arealva, no centro-oeste de São Paulo, com 140 mil frangos para abate. Ele está satisfeito com o atual momento da avicultura. O preço que recebe hoje pelo quilo da ave, R$ 2,60, é 20% maior do que recebia em janeiro desse ano. “Estamos animando mais. Deu uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Sinival de Andrade Jordão tem onze granjas em Arealva, no centro-oeste de São Paulo, com 140 mil frangos para abate.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Ele está satisfeito com o atual momento da avicultura.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O preço que recebe hoje pelo quilo da ave, R$ 2,60, é 20% maior do que recebia em janeiro desse ano. “Estamos animando mais. Deu uma alta boa, já começou a dar um lucro. Acredito que é daqui pra frente do ano vai ser muito bom pra nós criadores.”</p>
<p style="color: #000000;">Sinival acredita que o bom momento da avicultura tem um motivo: os criadores estão cada vez mais investindo os lucros para melhorar a qualidade da criação. “A gente vem investindo muito em qualidade, parte sanitária. As granjas são todas registradas, a criação muito boa.”</p>
<p style="color: #000000;">Com mais qualidade no frango, o mercado enxergou longe, para fora do país, e as vendas vêm crescendo mês a mês em 2015.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">As exportações brasileiras de carne de frango bateram recorde no mês de junho. Segundo números divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país exportou no mês passado quase 400 mil toneladas, 30% a mais do que foi exportado no mesmo mês de 2014.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O valor do que foi exportado no mês passado, cerca de R$ 2,1 bilhões, também foi outro recorde para o setor, mais de 50% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com tanta notícia boa, Sinival é só otimismo. Para ele, a expectativa é que melhore até o fim do ano. “Cada vez melhor. Estamos apostando.”</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Segundo a ABPA, o recorde das exportações em junho foi alcançado pelo aumento das vendas aos principais países importadores: Arábia Saudita, Japão e China. Fonte: Portal G1</p>
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		<title>Receita Estadual identifica irregularidades no recolhimento de ICMS no setor de abate de aves e suínos</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 14:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A Receita Estadual abre, na próxima segunda-feira (4), prazo para que 120 indústrias que atuam com produtos derivados do abate de aves e suínos recolham cerca de R$ 5 milhões de ICMS aos cofres públicos. O valor deixou de ser declarado e pago por conta de operações entre janeiro de 2013 e dezembro do ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Estadual abre, na próxima segunda-feira (4), prazo para que 120 indústrias que atuam com produtos derivados do abate de aves e suínos recolham cerca de R$ 5 milhões de ICMS aos cofres públicos. O valor deixou de ser declarado e pago por conta de operações entre janeiro de 2013 e dezembro do ano passado. Para identificar a irregularidade, a Receita se valeu do cruzamento de informações das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) que somaram R$ 124 milhões em movimentação neste período na comercialização de diversos produtos de alimentação (cortes, embutidos e outros derivados).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Serão encaminhadas correspondências a estas empresas para que acessem ao Programa de Autorregularização, mecanismo previsto em legislação estadual (Lei nº 6.537/73) e que possibilita ao contribuinte recolher o ICMS-Substituição Tributária. O prazo vai até 30 de junho e se até lá persistirem as divergências apontadas pela Receita, as empresas ficarão sujeitas à abertura de procedimento de ação fiscal e multas que podem chegar a 120% do valor devido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As informações sobre a divergência, bem como as orientações relativas à legislação aplicada estarão disponíveis na caixa postal eletrônica, na área de acesso restrito ao contribuinte, no Portal e-CAC do site da Sefaz/RS, conforme endereço eletrônico a seguir: <a title="(O link será aberto em uma nova janela/aba)" href="https://www.sefaz.rs.gov.br/Receita/PortaleCAC.aspx" target="_blank">https://www.sefaz.rs.gov.br/Receita/PortaleCAC.aspx</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Fonte: Governo do Estado do RS</strong></em></span></p>
<h3 style="font-weight: normal !important; color: #000000;"></h3>
]]></content:encoded>
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		<title>13ª Feicap promoveu dia para a Avicultura</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 19:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido à importância da produção avícola para o município de Três Passos, foi preparado o Dia do Avicultor, que aconteceu na 13ª FEICAP, no dia 20 de abril.   O evento contou com a palestra do médico veterinário e supervisor de fomento e da Fábrica de Ração da empresa Mais Frango, Rafael Augusto Boer, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Devido à importância da produção avícola para o município de Três Passos, foi preparado o Dia do Avicultor, que aconteceu na 13ª FEICAP, no dia 20 de abril.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">O evento contou com a palestra do médico veterinário e supervisor de fomento e da Fábrica de Ração da empresa Mais Frango, Rafael Augusto Boer, que falou da situação atual e perspectivas da avicultura para a região sul do Brasil.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A avicultura de corte é uma atividade recente em Três Passos, iniciada em 2011, através do sistema de integração com a empresa Mais Frango Miraguaí Ltda. Estão integrados com a empresa 22 produtores terminadores de frangos, com cerca de 600 mil aves alojadas por lote.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Participaram do evento o presidente da 13ª FEICAP, Jader Barow, o prefeito Municipal José Carlos Amaral, a deputada estadual Zilá Breintenbach, o secretário Municipal de Agricultura Tarcisio Kuhn, o chefe do Escritório da Emater e coordenador da comissão do setor agropecuário da FEICAP Kelvis Rauber e produtores.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Fonte/Foto:Planeta/Miraguaí</span></p>
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