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	<title>AgroCeleiro &#187; aveia</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Umidade no solo atraza plantio das culturas de inverno</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2019 01:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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		<description><![CDATA[Devido aos dias chuvosos e elevada umidade do solo, impedindo a continuidade da implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como canola, trigo e aveia branca. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na ultima quinta-feira (16/05), as lavouras de canola semeadas mais no cedo nas regiões do Alto Jacuí, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #545454;">Devido aos dias chuvosos e elevada umidade do solo, impedindo a continuidade da implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como canola, trigo e aveia branca. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na ultima quinta-feira (16/05), as lavouras de canola semeadas mais no cedo nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial apresentam boa emergência, apesar de danos em algumas áreas causados pelas fortes chuvas da semana anterior. Já nas regiões Fronteira Noroeste e Missões, o plantio da canola foi realizado em 22% da área prevista, que é de 12 mil hectares. A forte chuva de sexta-feira provocou erosão de solo nas lavouras recém-semeadas, com possível necessidade de replantio.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Também deve haver replantio de áreas semeadas com aveia branca, em especial nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, onde os produtores relatam severo ataque de lagarta nas lavouras em início de desenvolvimento vegetativo, havendo dificuldade no controle, o que provoca prejuízo no stand das lavouras. As lavouras já semeadas apresentam boa germinação e desenvolvimento inicial.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">No trigo, a umidade impediu o início do plantio nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, que só acontecerá se o tempo firmar e a umidade do solo permitir. Por enquanto, os produtores seguem a busca de crédito para custeio das lavouras junto aos agentes financeiros, com encaminhamento de documentos (atualização da Declaração de Aptidão ao Pronaf &#8211; DAP) e a coleta das amostras de solo para análise. Recursos de custeio para compra de insumos para as lavouras de trigo foram liberados para alguns produtores. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Para a cevada, os produtores encaminham propostas de financiamento. Há expectativa de aumento de área de cevada em resposta à diminuição de área de trigo em função dos preços no Alto Uruguai.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Emater/Ascar</p>
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		<title>Emater/RS-Ascar atualiza estimativas da safra de inverno</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/ematerrs-ascar-atualiza-estimativas-da-safra-de-inverno/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 18:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[culturas de inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[As Estimativa das Principais Culturas de Grãos de Inverno do Rio Grande do Sul foram atualizadas pelo Núcleo de Informações e Análises (NIA) da Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar. O segundo levantamento, a compilação e a análise dos dados ocorreram entre 1º de setembro e 15 de outubro, junto aos escritórios regionais e unidades operativas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #545454;">As<span style="color: #000000;"> Estimativa das Principais Culturas de Grãos de Inverno do Rio Grande do Sul foram atualizadas pelo Núcleo de Informações e Análises (NIA) da Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar. O segundo levantamento, a compilação e a análise dos dados ocorreram entre 1º de setembro e 15 de outubro, junto aos escritórios regionais e unidades operativas municipais da Instituição nas principais regiões produtoras de cada cultura.</span></span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">No trigo, a colheita evoluiu de forma acelerada e alcança 30% do total plantado numa área de 693.538 ha. Estimativas indicam que o RS terá uma produção de 2.060.114 toneladas, porém à medida que a colheita avança, se consolidam os indícios de que a qualidade deixará a desejar. Em regiões produtoras, como Santa Rosa, Frederico Westphalen e Erechim, as primeiras cargas têm apresentado pH abaixo de 78, o que inviabiliza o produto para a indústria. Em consequência das intercorrências climáticas durante o ciclo desta safra, as produtividades obtidas em algumas lavouras de trigo situam-se abaixo da média estimada, que é de 2.970 kg/ha.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cevada se encontra em fases de enchimento de grãos e de forma majoritária em maturação final. Já foi colhido cerca de 30% da área estimada em 44.173 ha, com produção prejudicada na qualidade pelo excesso de chuva, que causou a entrada de doenças fúngicas e acamamento das plantas. Nas regiões onde a colheita evolui, a produtividade média está abaixo das últimas estimativas, entre 2.700 e 2.850 quilos por hectare, de qualidade ruim, com poder germinativo abaixo do exigido para as indústrias, fato que está gerando comunicação de ocorrência de perdas ao Proagro nas áreas financiadas. Nesses casos, os grãos serão destinados para ração animal.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A colheita da canola evoluiu no Norte do RS, sendo que na região Noroeste, a primeira a implantar as lavouras de canola no Estado, não há mais áreas em enchimento do grão, ao passo que 7% das lavouras estão em maturação dos grãos e 93%, colhidas. Conforme as condições de tempo do fim de semana, há possibilidade de a colheita ser finalizada. Até aqui, o rendimento das lavouras em geral é satisfatório, apesar da expectativa de atingir a média de 1.495 kg/ha. A produtividade das lavouras onde não houve danos por eventos climáticos está próxima a 40 sacas por hectare (2,4 toneladas por hectare), estimulando os produtores a planejarem novas áreas para o próximo ano.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Aveia branca  Foi encerrada a colheita no Noroeste do RS, com bom avanço no Centro-Norte. Boa parte das áreas está com baixo rendimento e qualidade, devendo ser destinadas para outros fins, como ração para animais, pois a cultura não está atingindo o pH ideal; em consequência, o preço pago por quilo será reduzido.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">LAVOURAS DE VERÃO</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os produtores de soja intensificam os trabalhos de plantio da safra 2018-2019. Estima-se que cerca de 200 mil hectares estejam plantados, pouco mais de 3% do total previsto (5,8 milhões de hectares). O ritmo deverá se acelerar ainda mais se o tempo permitir, uma vez que a colheita da safra de trigo também segue veloz, liberando área para a soja.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura do milho segue com bom desenvolvimento devido ao clima favorável nos últimos dias. Poucos são os casos relatados de pragas ou moléstias, como incidência de lagarta do cartucho em lavouras na fase de floração, que alcança 4% do total já semeado. Nesse sentido o percentual de área plantada atinge 62% do previsto para esta safra, que é 740 mil hectares.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A lavoura do feijão 1ª safra está em final de implantação no RS, sendo que as áreas destinadas a lavouras comerciais já foram semeadas e apresentam boa germinação e emergência, com bom estande de plantas. O aspecto geral das lavouras é bom. No momento, os agricultores monitoram doenças e fazem aplicações preventivas de fungicidas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A condição meteorológica ocorrida durante o período foi propícia à evolução do plantio do arroz. A pouca chuva registrada em todas as regiões produtoras fez com que os orizicultores acelerassem os trabalhos de implantação da safra. Ao contrário da safra passada, quando a cultura atravessava problemas de excesso de chuva, nesta o plantio atinge 45% contra os 33% registrados no ano passado nesta mesma época. Sem maiores problemas relatados, a germinação ocorre dentro do desejado e sem falhas, dando às lavouras bom aspecto nesse início de safra. A situação também é tranquila quanto ao quesito irrigação, pois barragens e cursos dágua estão com cotas normais de volume acumulado para esta época.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">CRIAÇÕES</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os campos nativos apresentam bom desenvolvimento, propiciado pelo aumento das horas de sol, próprio do período de primavera em direção ao verão. O clima colabora para a diminuição do excesso de umidade, mantendo temperaturas favoráveis para rebrote e aumento da massa verde, favorecendo ainda as pastagens cultivadas perenes de verão e os campos nativos melhorados.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assim, as condições físicas e sanitárias do rebanho leiteiro, no geral, são boas. Com a melhoria climática, melhoram a disponibilidade e a qualidade das pastagens, reduzindo a necessidade de suplementação alimentar, o que favorece a redução dos custos. O período é de muito boa produção leiteira.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na Apicultura, a florada de primavera apresenta-se boa e promissora. Os enxames estão fortes, trazendo boa expectativa para a safra de primavera/verão. A expectativa é de muito boa produção nesta safra. Ocorre alta incidência de enxameação, captura de enxames e boa atividade de campo das abelhas. Os produtores estão realizando a divisão de enxames e a captura de novos. Apicultores estão fazendo a troca de quadros velhos, a fim de possibilitar favos novos para indução de maior postura da rainha. Em alguns locais, enxames mais fortes e bem manejados já apresentam produção de mel.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Avicultura industrial &#8211; Após 12 anos, o RS retoma a exportação de carne de frango para o Chile. A documentação que oficializa a decisão deve ser enviada ao Brasil até o fim do mês. O comércio será restabelecido, pois o Chile reconheceu o Estado como livre da Doença de Newcastle. A documentação do serviço sanitário chileno (Servício Agrícola y Ganadero &#8211; SAG), que vai oficializar a decisão, será enviada ao Brasil até o final deste mês, informou o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques. A retomada dos embarques de carne de frango ao Chile é um pleito antigo do setor avícola, tendo em vista a importância socioeconômica deste segmento para os criadores gaúchos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul responde por 14% da produção de carne de frango brasileira. Em relação ao mercado internacional, 18% das exportações são procedentes do Estado, direcionadas para mais de 150 países. Pelas estimativas da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), nos últimos 12 anos o Estado deixou de exportar para aquele país cerca de 385 mil toneladas de carne de frango. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS-Ascar</span></p>
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		<title>Implantação de Pastagem Para o Gado</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 18:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
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		<description><![CDATA[Forrageiras  Existem muitas espécies de plantas que podem ser utilizadas como pastagem para o gado. Estas espécies se dividem de acordo com o período de desenvolvimento (inverno ou verão), quanto ao ciclo de vida (anual ou perene) e quanto à família botânica, sendo as mais utilizadas as gramíneas e as leguminosas. Ao escolher uma espécie [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="tituloxxx" style="font-weight: bold; color: #666666;"><span style="color: #808080;">Forrageiras </span></h3>
<p><span style="font-weight: 300; color: #666666;">Existem muitas espécies de plantas que podem ser utilizadas como pastagem para o gado. Estas espécies se dividem de acordo com o período de desenvolvimento (inverno ou verão), quanto ao ciclo de vida (anual ou perene) e quanto à família botânica, sendo as mais utilizadas as gramíneas e as leguminosas. Ao escolher uma espécie forrageira devemos considerar sua produtividade e qualidade nutritiva, mas também sua adaptação ao clima e tipo de solo do local. Esta Base de Dados tem como objetivo disponibilizar ao público interessado as informações básicas para o cultivo e utilização das principais forrageiras recomendadas para cultivo nos Estados da Região Sul.</span><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><span style="font-weight: 300; color: #666666;">As densidades de semeadura recomendadas neste capítulo são para a formação de pastagem contendo uma única espécie. Quando em consorciação poderá ser utilizada uma quantidade menor de sementes de cada espécie por hectare (redução de aproximadamente 30%). Por outro lado, deve-se ter um cuidado especial com as sementes forrageiras, pois nem sempre são de boa qualidade. A quantidade de semente usada tem que ser corrigida de acordo com o poder germinativo, ou seja, o percentual das sementes que realmente germinará.</span><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><span style="font-weight: 300; color: #666666;">Para todas as espécies, é importante o controle de formigas, que podem prejudicar muito o desenvolvimento inicial das plantas. Também durante o período inicial, deve ser feito o controle das chamadas invasoras, ou plantas daninhas. Outro cuidado, principalmente quando o plantio é feito por mudas, é de que haja umidade suficiente no solo.</span> <a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/05/17394923.jpg"><img class="alignnone  wp-image-2923" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/05/17394923-300x199.jpg" alt="17394923" width="431" height="286" /></a></p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="dado-tabela"><strong>Aveia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Avena strigosa e Avena sativa</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Gramínea</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">Produz forragem mais cedo que o azevém, mas também floresce mais cedo. Não se adapta a solos muito úmidos. A mais utilizada para pastagens é a aveia preta. Já existem variedades de aveia branca selecionadas para produção de forragem, porém são mais sensíveis a doenças. A aveia para forragem deve ser semeada em março ou abril, com 60 kg de semente por hectare para a aveia preta e 80 kg para a aveia branca. Para melhor germinação, as sementes devem ficar a uma profundidade de 3 a 5 cm no solo. O pastejo deve ser iniciado quando as plantas atingirem aproximadamente 30 cm de altura, o que acontece cerca de 45 a 60 dias após a semeadura, e os animais devem ser retirados quando ainda houver um resíduo de 7 a 10 cm de altura, para permitir um melhor rebrote. As cultivares recomendadas são: &#8211; Aveia preta (Avena strigosa): Comum, UPFA 21-Moreninha e IAPAR 61-Ibiporã &#8211; Aveia branca (Avena sativa): FAPA 2, FUNDACEP-FAPA 43, UPF 15 e UPF 18 A aveia pode também ser usada para corte, feno ou silagem.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Azevém</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Lolium multiflorum</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Gramínea</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">É uma gramínea anual que apresenta alta produção e qualidade de forragem. Resiste ao pastejo e a excessos de umidade, suportando altas lotações. Pode ser manejada para permitir a ressemeadura natural, ou seja, a produção e a queda das sementes na terra, não sendo necessário semear todos os anos. A semeadura deve ser realizada no outono, preferencialmente de março a maio. É recomendado o uso de 20 a 30 kg de semente por hectare. O azevém pode ser semeado à lanço ou em linhas, mas a semente não deve ficar a uma profundidade maior que 1 cm. O pastejo deve iniciar quando as plantas chegarem a cerca de 20 cm de altura e encerrar quando restarem ainda 5 a 10 cm de altura. A maior parte do azevém comercializado é identificado como cultivar Comum. Estão registradas também as cultivares LE-284, Eclipse, FABC-1, Fepagro São Gabriel e BRS Ponteio.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo branco</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium repens</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Perene</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. O trevo branco caracteriza-se por tolerar umidade e pastejo intenso. Mantém-se facilmente por ressemeadura natural. É semeado de abril a junho e a quantidade de semente a ser usada é de 2 kg por hectare. O pastejo deve iniciar quando as plantas estiverem com 20 a 30 cm de altura, deixando um resíduo de 7 a 10 cm.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo vesiculoso</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium vesiculosum</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. As plantas dessa espécie são anuais, mas a pastagem persiste por ressemeadura, produzindo bom volume de forragem no período de outono. Deve ser semeado em março ou abril, com 6 kg por hectare. A semente precisa de escarificação, ou seja, um processo que auxilie a diminuir a resistência da camada externa da semente, permitindo o início da germinação. A planta deve ser pastejada deixando um resíduo de 15 cm de altura.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo vermelho</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium pratense</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Perene</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. O trevo vermelho pode ser considerado uma planta perene de curta duração, sobrevivendo em geral dois anos. Precisa de solos sem excesso de umidade e com boa fertilidade. Tem desenvolvimento mais rápido que o trevo branco. A semeadura deve ser feita nos meses de abril e maio, com 6 a 8 kg de semente por hectare. O ideal é que o pastejo inicie apenas quando as plantas estiverem com 30 cm de altura, e deve ser deixado um resíduo de 10 cm.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">Embrapa</p>
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