﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AgroCeleiro &#187; Agrotoxicos</title>
	<atom:link href="http://www.agroceleiro.com/tag/agrotoxicos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agroceleiro.com</link>
	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>Agrotóxicos e controle biológico: compatibilidade é avaliada em experimentos para controle da traça-do-tomateiro</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/agrotoxicos-e-controle-biologico-compatibilidade-e-avaliada-em-experimentos-para-controle-da-traca-do-tomateiro/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/agrotoxicos-e-controle-biologico-compatibilidade-e-avaliada-em-experimentos-para-controle-da-traca-do-tomateiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 01:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[Tomate]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10138</guid>
		<description><![CDATA[Avaliar a utilização de agrotóxicos e sua compatibilidade com agentes de controle biológico (parasitoides) contra a traça-do-tomateiro é o principal objetivo dos experimentos que vêm sendo conduzidos desde 2018 na Embrapa Hortaliças, com resultados que têm permitido confirmar a eficácia dos métodos utilizados. “Em função do que tem sido observado até agora, as respostas têm sido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Avaliar a utilização de agrotóxicos e sua compatibilidade com agentes de controle biológico (parasitoides) contra a traça-do-tomateiro é o principal objetivo dos experimentos que vêm sendo conduzidos desde 2018 na <a style="color: #6ca7e7;" href="http://www.embrapa.br/hortalicas"><span style="color: #000000;">Embrapa Hortaliças</span></a>, com resultados que têm permitido confirmar a eficácia dos métodos utilizados. “Em função do que tem sido observado até agora, as respostas têm sido bem promissoras”, assinala o pesquisador <a style="color: #6ca7e7;" href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/352358/alexandre-pinho-de-moura"><span style="color: #000000;">Alexandre Moura</span></a>, responsável pelos ensaios.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo ele, são realizadas duas avaliações por semana, visando o monitoramento das plantas para verificar o nível populacional da praga e, conforme o resultado, decidir se vai aplicar agrotóxico ou não. “Temos dois segmentos dentro da casa de vegetação, um que trabalha somente com o uso de agrotóxico e outro com o inimigo natural da praga, o parasitoide <em style="font-style: italic;">Trichogramma pretiosum</em>, aliado ao uso de agrotóxicos seletivos, quando necessário, justamente para medir o comportamento da praga em cada uma das situações”, explica.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essas avaliações têm mostrado que no segmento da casa de vegetação, onde só há a aplicação do agrotóxico, a necessidade de controle da praga é maior quando comparado com o segmento que trabalha com a liberação do parasitoide. “Assim, nessas condições, o parasitoide consegue controlar a praga e a quantidade de agrotóxicos que precisamos aplicar adicionalmente, para algum controle, é menor comparativamente àquele segmento que só utiliza agrotóxico”, sublinha o pesquisador.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Custo de produção</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pesquisador observa também que, quando são empregados outros métodos de controle, o custo da produção também é influenciado, e aponta como exemplo o caso de produtores que fazem aplicações semanais, chamado de por calendário – alguns até a cada dois, três dias -  para controlar pragas em tomateiro, principalmente.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Moura chama a atenção para a importância do Manejo Integrado de Pragas (MIP), seguido nos experimentos, onde os agrotóxicos só são aplicados quando a população da praga atinge o nível de controle. “Além do custo elevado, o uso frequente de agrotóxicos pode atuar na contramão, isto é, influenciando no desenvolvimento de resistência da praga aos inseticidas, sem esquecer o problema da contaminação – muitas vezes, o tomate é comercializado poucos dias após a aplicação, então a quantidade de resíduo é grande”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">BRS Kiara</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <a style="color: #6ca7e7;" href="https://www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/1057/tomate-brs-kiara"><span style="color: #000000;">BRS Kiara</span></a>, híbrido de tomate para consumo in natura, indicado tanto para cultivo protegido, quanto para campo aberto, é a cultivar utilizada no experimento. Lançada em 2012 pela Embrapa Hortaliças, o BRS Kiara foi desenvolvida em parceria com a <a style="color: #6ca7e7;" href="http://agrocinco.com.br/home"><span style="color: #000000;">empresa Agrocinco</span></a>, responsável pela comercialização das sementes. A cultivar foi escolhida para o experimento em virtude das suas características: pegamento estável de frutos, mesmo com temperatura elevada e durante o período chuvoso. Apresenta frutos arredondados e firmes, com peso de até 200 gramas e com boa aceitação comercial.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/47379451/agrotoxicos-e-controle-biologico-compatibilidade-e-avaliada-em-experimentos-para-controle-da-traca-do-tomateiro" target="_blank">EMBRAPA</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/agrotoxicos-e-controle-biologico-compatibilidade-e-avaliada-em-experimentos-para-controle-da-traca-do-tomateiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo processo de pós-colheita livra frutas de fungicidas e agroquímicos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/novo-processo-de-pos-colheita-livra-frutas-de-fungicidas-e-agroquimicos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/novo-processo-de-pos-colheita-livra-frutas-de-fungicidas-e-agroquimicos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 15:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=2611</guid>
		<description><![CDATA[Que tal levar à mesa frutas livres de fungicidas e agroquímicos? É o que promete um novo processo da fruticultura, que utiliza água quente aspergida em temperaturas mais elevadas que as atuais, seguido pelo resfriamento em jatos d’água fria ozonizada, para interromper o processo térmico. O tratamento pós-colheita é resultado de estudos da Embrapa Meio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphConteudo_UcNoticiasDetalhe1_ucNoticia1_corpoNoticia" class="corpo" style="color: #3e3e3e;">
<div>Que tal levar à mesa frutas livres de fungicidas e agroquímicos? É o que promete um novo processo da fruticultura, que utiliza água quente aspergida em temperaturas mais elevadas que as atuais, seguido pelo resfriamento em jatos d’água fria ozonizada, para interromper o processo térmico. O tratamento pós-colheita é resultado de estudos da Embrapa Meio Ambiente (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).</p>
<p>Para o vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Joel Naegele, aparentemente os custos da produção poderiam ficar mais elevados, mas o que importa é a qualidade das frutas e a saúde dos consumidores.</p>
<p>“O problema do tratamento das frutas com produtos químicos é uma antiga e persistente preocupação dos consumidores e dos eternos críticos. Acho que o que está sendo previsto (pela Embrapa) eliminaria a preocupação dos consumidores”, opina Naegele.</p>
<p>No início, o procedimento ficaria mais dispendioso até porque os produtores teriam de investir na fase de pós-cultivo, com novas instalações e equipamentos. Mas depois disso, o investimento compensaria, assegura o pesquisador Daniel Terao.</p>
<p>“O custo do processo é mais barato em relação ao atual, que usa fungicidas de valor elevado, e com o passivo relacionado ao meio ambiente à saúde humana, pois contamina o produto. (O fruticultor) Teria inicialmente o custo de investimento com instalações, que poderiam ser adaptadas aos equipamentos já existentes no packing-house (casa de embalagem). Usa fontes renováveis, no caso da água aquecida e ozonizada com sistema de reciclagem, luz ultravioleta C e extrato de plantas”, informa o especialista.</p>
<p>Terao defende que o novo processo de cultivo de frutas apresenta tanto vantagens comerciais ao produtor e ao exportador como ao consumidor comum, pois disponibilizará frutas limpas.</p>
<p>“O procedimento não seleciona raças resistentes de microrganismos, porque não apresenta a especificidade dos fungicidas sistêmicos. Com relação ao tratamento térmico convencional, atualmente usado, existe a vantagem de usar um volume muito menor de água limpa e renovada constantemente durante o processo, evitando o acúmulo de esporos de fungos e economizando energia se comparado às imensas balsas de água aquecida utilizada atualmente no tratamento térmico por imersão de frutas”, explica Terao.</p>
<p><strong>EFICIÊNCIA</strong></p>
<p>Conforme o pesquisador, o novo processo mostra-se mais eficiente para a fruticultura em relação ao controle de determinadas espécies fúngicas que os fungicidas.</p>
<p>“Utilizamos recursos renováveis no processo, como água aquecida e ozonizada recicláveis e luz ultravioleta C, sem a dependência de derivados de petróleo. Isto aumenta o tempo de vida útil de prateleira do produto. É um processo sustentável e traz benefícios ao meio ambiente, pois utiliza menor volume de água e menor consumo de energia, além de não disponibilizar produtos tóxicos”, reforça.</p>
<p>Para que o fruticultor tenha acesso e possa utilizar o novo processo de cultivo em campo, Terao destaca que “estamos validando o processo com empresas do setor privado, do ramo produtivo e industrial, que em breve estarão comercializando o produto, com o acompanhamento da pesquisa da Embrapa, uma vez que existe uma grande especificidade para cada espécie e variedade de fruta, e para cada espécie fúngica, causadora de doenças pós-colheita”.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, este processo poderá ser usado tanto em pequenas propriedades e cooperativas que beneficiam as frutas dos produtores, em packing-house comunitário, como por grandes empresas produtoras e exportadoras de frutas.</p>
<p>“O módulo de processamento de frutas deve ser adequado a cada realidade, de maneira a não alterar muito o layout atual para não onerar o processo.”</p>
<p><strong>EXPORTAÇÃO</strong></p>
<p>Um dos aspectos destacados no projeto da Embrapa Meio Ambiente, segundo Terao, é disponibilizar alternativas viáveis ao uso de fungicidas no tratamento pós-colheita de frutas para a exportação, uma vez que existe restrição cada vez maior aos resíduos químicos nos países importadores de frutas, caminhando para a exigência de inocuidade.</p>
<p>“As doenças pós-colheita não podem ser detectadas no momento do embarque, pois estão quiescentes e assintomáticas, desenvolvendo os sintomas durante o período de transporte e armazenagem da fruta, que na exportação demoraria mais que 20 dias, até chegar à mesa do consumidor final. Por isso, se usa fungicidas, muitas vezes de maneira empírica, para evitar sérios prejuízos, por não haver alternativa de controle disponível”, detalha o especialista.</p>
<p>Segundo ele, é importante destacar que o modelo tecnológico sugerido pela Embrapa Meio Ambiente não elimina resíduos oriundos do mau uso de agroquímicos no campo.</p>
<p>“Frutas produzidas no sistema de produção orgânico, que não usa agroquímicos no campo ou mesmo o convencional, com a utilização adequada e correta de fungicidas e inseticidas, durante o ciclo produtivo, respeitando-se o período de carência, podem ser colhidas sem resíduos químicos.”</p>
<p><strong>SEM CONTAMINAÇÃO</strong></p>
<p>Conforme Terao, “o novo modelo tecnológico evita a contaminação das frutas nos tratamentos pós-colheita, mantendo-se a qualidade, possibilitando assim, a disponibilização de frutas livres de resíduos químicos e, dessa maneira, baseada em análises laboratoriais amostrais que comprovem a inocuidade, receber um certificado de garantia, que valorizaria bastante o produto na comercialização”.</p>
<p>Por enquanto, ressalta o pesquisador, a Embrapa Meio Ambiente está trabalhando com frutas redondas ou ovais, com capacidade de rolagem nas esteiras de processamento, como manga, laranja, melão e limão. “Mas o processo poderá ser adequado para ser usado no tratamento de outras frutas e olerícolas. No entanto, é preciso que sejam realizados trabalhos de pesquisa específicos para avaliar as melhores combinações de tempo e de temperatura e de doses ideais de luz ultravioleta C para cada produto, já que existe grande especificidade do processo para cada espécie e variedade.”</p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/novo-processo-de-pos-colheita-livra-frutas-de-fungicidas-e-agroquimicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Isso é o que aconteceria se as abelhas desaparecessem</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/isso-e-o-que-aconteceria-se-as-abelhas-desaparecessem/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/isso-e-o-que-aconteceria-se-as-abelhas-desaparecessem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 15:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=2410</guid>
		<description><![CDATA[Um mundo sem abelhas também significaria um mundo sem frutas, legumes, nozes e sementes. Quase um terço das culturas do mundo dependem das abelhas para a polinização, mas ao longo da última década, os insetos preto-e-amarelo foram morrendo a taxas sem precedentes em todo o mundo. Os pesticidas, doenças, parasitas, o mau tempo, e o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Um mundo sem abelhas também significaria um mundo sem frutas, legumes, nozes e sementes.</p>
<p style="color: #000000;">Quase um terço das culturas do mundo dependem das abelhas para a polinização, mas ao longo da última década, os insetos preto-e-amarelo foram morrendo a taxas sem precedentes em todo o mundo.</p>
<p style="color: #000000;">Os pesticidas, doenças, parasitas, o mau tempo, e o estresse de ser transportado de pomar-para-pomar para polinizar culturas diferentes… todos desempenham um papel no declínio das populações de abelhas gerenciadas. A falta de abelhas ameaça agricultores que dependem desses animais que se alimentam de néctar e do pólen para os seus serviços de polinização.</p>
<p style="color: #000000;">Temos poucas defesas planejadas contra uma eventual extinção das abelhas. A Farm Bill, aprovada em 10 de junho de 2013 nos Estados Unidos, aloca menos de US$ 2 milhões por ano em ajuda de emergência para as abelhas.</p>
<p style="color: #000000;">“Se algo não for feito para melhorar a saúde das abelhas, em seguida, a maioria dos alimentos que comemos vai estar indisponível”, adverte Carlen Jupe, secretário e tesoureiro da Associação de Apicultores do Estado da Califórnia.</p>
<p style="color: #000000;">Aqui, nós trazemos um olhar puramente hipotético de como a dieta humana e estilo de vida mudaria se as abelhas e outros polinizadores desaparecerem do nosso planeta um dia. Este é o pior cenário possível – é possível que o engenho humano e polinizadores alternativos possam mitigar alguns destes resultados, mas não necessariamente todos eles:</p>
<ul style="color: #000000;">
<li>Se as abelhas morrerem, os apicultores que ganham a vida através da gestão de colônias de abelhas vão perder o negócio.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Sem apicultores comerciais, os agricultores não serão capazes de juntar abelhas suficientes para polinizar suas áreas.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Se o agricultor não fornece campos ou pomares com abelhas suficientes para a polinização, toda a colheita pode falhar.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>A maioria das frutas e legumes iriam embora. Isso inclui maçãs, cerejas, amoras, abacates, brócolis, a maioria das verduras, pepinos, abóboras, e muitos mais.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Amêndoas, que usam dois terços de colônias de abelhas gerenciadas nos EUA, seriam uma das primeiras culturas que desapareceriam sem as abelhas. Sem qualquer tipo de polinização, um pomar de amêndoa produziria menos de um sexto do que vai produzir com a polinização, de acordo com Carlen Jupe, da Associação de Apicultores do Estado da Califórnia.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Amêndoas fazem um lanche saboroso, mas elas também são usadas em cereais, panificação, e muitos outros produtos alimentares – que perderíamos se as plantações de amêndoas colapsarem.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Além disso, cascas de amêndoa muitas vezes são trituradas e usadas como ração para as vacas.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Se as vacas não obtiverem os nutrientes adequados, elas não podem produzir leite.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>Se não houver leite de vaca o suficiente, haverá menos produtos lácteos, como queijo, iogurte e sorvete. Estes produtos também ficarão mais caros.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>As abelhas também são valorizadas pelo seu mel, que, evidentemente, acabaria.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>A indústria de cosméticos, que usa o mel como hidratante de pele em muitos cremes, sabonetes, xampus e batons, também vai sofrer.</li>
</ul>
<ul style="color: #000000;">
<li>As sementes oleaginosas, como o algodão, girassol, coco, amendoim e óleo de palma, que tanto dependem ou se beneficiam da polinização das abelhas, também murchariam, eliminando mais da metade da dieta do mundo de gordura e óleo.</li>
</ul>
<p style="color: #000000;">E poderíamos estender essa lista muito mais, mas já deu para deixar claro como as abelhas são fundamentais em nossa sociedade, e que merecem esforços de conservação.</p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
Fonte: Mistérios do Mundo</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/isso-e-o-que-aconteceria-se-as-abelhas-desaparecessem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Liberação de agrotóxicos no RS é tema de audiência pública na Assembleia Legislativa</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/liberacao-de-agrotoxicos-no-rs-e-tema-de-audiencia-publica-na-assembleia-legislativa/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/liberacao-de-agrotoxicos-no-rs-e-tema-de-audiencia-publica-na-assembleia-legislativa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 01:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=956</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo realizou, na tarde desta segunda-feira (01), audiência pública para tratar da lei estadual de controle de agrotóxicos e outros biocidas, por proposição do deputado Edegar Pretto (PT). O debate foi impulsionado por pedido de um conjunto de entidades, insatisfeitas com duas decisões liminares concedidas pelo Tribunal de Justiça [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #545454;">A Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo realizou, na tarde desta segunda-feira (01), audiência pública para tratar da lei estadual de controle de agrotóxicos e outros biocidas, por proposição do deputado Edegar Pretto (PT). O debate foi impulsionado por pedido de um conjunto de entidades, insatisfeitas com duas decisões liminares concedidas pelo Tribunal de Justiça gaúcho liberando agrotóxicos fabricados pelas empresas Helm e Syngenta. Segundo o TJ, a Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam) não teria competência legal para impedir a comercialização de produtos liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Conforme estabelece a Lei 7.747/82, só serão admitidas no Rio Grande do Sul a distribuição e comercialização de produtos agrotóxicos e biocidas já registrados no órgão federal competente e que, se resultantes de importação, tenham uso autorizado no país de origem da fabricação. &#8220;De cinco rótulos beneficiados com a decisão da Justiça, quatro são à base de Paraquat, um produto altamente tóxico para o ser humano&#8221;, lembrou o deputado Pretto. &#8220;Trata-se de um retrocesso, uma alegação voltada apenas aos interesses das três empresas envolvidas, pelo lucro&#8221;, afirmou, lembrando que o Rio Grande do Sul é o único estado da federação a adotar tal prática, de proibir o uso de produtos químicos não liberados em seus países de origem.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Recurso</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">O Paraquat não têm registro no país de origem e está proibido nos países da Comunidade Europeia há mais de cinco anos. Além da Europa, esse produto também está proibido em outros países. Segundo a Fepam, o Paraquat é classificado como extremamente tóxico, causa asfixia progressiva do intoxicado e tem como efeitos falência aguda de órgãos e fibrose pulmonar progressiva. Não existe antídoto para o Paraquat.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Uma das empresas beneficiadas pela decisão da Justiça alegou prejuízos financeiros com a proibição da Fepam, sustentou que o veneno não causa danos ao meio ambiente e que beneficia o setor agrícola. Em agosto, a Fepam encaminhou um recurso especial extraordinário contra a decisão do TJ, pedindo que a matéria da aplicação da lei estadual fosse avaliada pelo Supremo Tribunal Federal. Em setembro, o presidente do Tribunal de Justiça aceitou o encaminhamento para o STF e a Fepam aguarda uma decisão dos ministros. Enquanto não acontece o julgamento do recurso, os agrotóxicos estão liberados para comercialização no estado.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Novidades na legislação</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Edegar Pretto reafirmou que está integrado com movimentos sociais e entidades ligadas ao Conselho de Segurança Alimentar do Rio Grande do Sul (Consea) para evitar retrocessos. &#8220;Essa luta é dos agricultores, consumidores e de todos que priorizam primeiro a vida e não só o lucro. Sabemos dos malefícios dos agrotóxicos para a saúde e para o meio ambiente e precisamos reduzir o consumo de veneno, &#8221; frisou. O deputado anunciou o protocolo de dois projetos de lei que tratam do controle de agrotóxicos. Um para proibir venda e uso de herbicidas à base do princípio ativo 2-4-D e o outro, para barrar a pulverização aérea no estado.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Debate</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">O presidente da Fepam, Nilvo Alves da Silva, entende que a decisão pode ser revertida no Supremo, uma vez que o TJ estaria, aparentemente, olhando para apenas um dos lados da questão. &#8220;Esses produtos são &#8216;dinossauros&#8217; da era da revolução verde, têm mais de 50 anos, não são produtos novos e são altamente tóxicos&#8221;, apontou. &#8220;Na prática, estamos vendo tentativas de retirar salvaguardas construídas nos últimos anos, não podemos aceitar isto&#8221;, advertiu.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">José Kleber, representante do Ministério da Agricultura, destacou a valorização da agricultura orgânica por parte do órgão federal a partir de 2003, mas observou que a estrutura da pasta é, ainda hoje, herança do processo da revolução verde, de 60 anos para cá. &#8220;Questionamos a iniciativa de se propugnar pela liberação de produtos que são banidos em diversos países. Desde a década de 80, a pecuária brasileira já adota produtos sem toxicidade, não tem enfrentado problemas de falta de comercialização desses produtos. Parece que estamos voltando no tempo. Os problemas com o uso desses produtos são a nocividade ao consumo e à saúde humana&#8221;, lamentou.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Coordenador do Centro de Apoio Operacional em Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, Carlos Paganela argumentou que existe resolução da Anvisa que demonstra a alta toxicidade do Paraquat. Ele explicou que as decisões do TJ são baseadas no fato de a Lei dos Agrotóxicos do RS ser anterior à Constituição Federal. &#8220;O TJ tem que enfrentar a questão da violação dos direitos à saúde e de consumo público, centrar na linha dos direitos sociais. Isto ainda não entrou em debate no tribunal&#8221;, disse. O promotor público informou que a China, que exporta Paraquat ao Brasil, proibiu sua utilização recentemente e que o Rio Grande do Sul é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do país, atrás apenas de Minas Gerais e Paraná. &#8220;A venda desses produtos aumentou espantosamente na última década&#8221;, afirmou, apontando que as decisões judiciais estão indo na contramão dos direitos humanos e sociais. Paganela antecipou que o STF deverá dar ganho de causa à saúde da população, diante de uma nova visão jurídica em evolução no país, de defesa da vida e da saúde da população. Ele espera que STF julgue improcedente a ação da indústria, de descumprimento da Constituição Federal, de negar a validade da lei estadual. Haveria, então, espaço para reclamação para reverter a situação.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">A deputa Marisa Formolo frisou o aumento dos casos de câncer devido ao uso de agrotóxicos nos alimentos, apontando para o aparecimento de 52 mil casos novos no RS. Segundo ela, é comprovada a alteração genética pelo uso do agrotóxico e o alto custo no tratamento das pessoas. A petista apontou que já ocorreram várias tentativas de flexibilizar a legislação, derrotadas pela mobilização da sociedade.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Um agricultor assentado no município de Tupanciretã fez, durante a audiência, um relato do uso abusivo de agrotóxicos naquele município. Ele relatou a presença do cheiro do veneno no ar, ocasionando dores de cabeça e de estômago. O agricultor disse que é impossível plantar produtos orgânicos naquela região e revelou já ter perdido 1,2 mil mudas de parreiras plantadas devido ao veneno.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">No final da audiência, o deputado Edegar Pretto anunciou a formulação de uma moção de inconformidade com a decisão de liberar o uso do agrotóxico e a intenção de solicitar uma audiência com o presidente do Tribunal de Justiça para levar as preocupações e considerações do encontro. O deputado Adão Villaverde sugeriu que o documento também seja entregue na manhã da próxima terça-feira (02) ao presidente da Assembleia Legislativa e ao próximo governador. O parlamentar lembrou que o que está em jogo é o modelo de produção e que  são recorrentes as tentativas de retrocesso dos avanços legais já conquistados.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Fonte:ASCOM/RS</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/liberacao-de-agrotoxicos-no-rs-e-tema-de-audiencia-publica-na-assembleia-legislativa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modelo matemático para diluir agrotóxicos diminui risco de contaminação ambiental</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/modelo-matematico-para-diluir-agrotoxicos-diminui-risco-de-contaminacao-ambiental/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/modelo-matematico-para-diluir-agrotoxicos-diminui-risco-de-contaminacao-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=148</guid>
		<description><![CDATA[A mais recente edição da Spanish Journal of Agricultural Research, revista científica do Instituto Nacional de Investigación y Tecnologia Agraria y Alimentaria do Ministério de Economia e Competitividade espanhol, traz um modelo matemático capaz de estimar o volume de água cinza necessário para diluir misturas de agrotóxicos na água e minimizar os riscos ao ambiente aquático. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">A mais recente edição da <em>Spanish Journal of Agricultural Research</em>, revista científica do Instituto Nacional de Investigación y Tecnologia Agraria y Alimentaria do Ministério de Economia e Competitividade espanhol, traz um modelo matemático capaz de estimar o volume de água cinza necessário para diluir misturas de agrotóxicos na água e minimizar os riscos ao ambiente aquático. A novidade foi desenvolvida por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O termo “água cinza” é usado para se referir à água residual de diferentes processos, desde a que foi utilizada no banho até a da produção industrial. Na agricultura, é um dos componentes da pegada hídrica, a soma de todo o consumo de água envolvido na produção, incluindo a verde, vinda da chuva e contida no solo, a azul (da irrigação) e a cinza, que assimila a carga de pesticidas e fertilizantes.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O artigo <em>A mathematical model to estimate the volume of grey water of pesticide mixtures</em>, de Lourival Paraíba, Ricardo Pazianotto, Alfredo Luiz, Aline Maia e Claudio Jonsson, da Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP), apresenta cálculos com valores de concentrações letais de diversos agrotóxicos em organismos indicadores da qualidade hídrica, como algas, peixes e microcrustáceos, chegando aos volumes de água necessários para diluir a carga dos pesticidas e minimizar os riscos para a vida aquática e o homem.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Para os pesquisadores, a contaminação das fontes de água doce naturais está resultando em um passivo ambiental elevado que põe em perigo os ecossistemas terrestres. Além disso, o crescimento da produção agrícola por conta da expansão da produção global de recursos de energia biológica evidencia o risco de escassez de água.</p>
<p>– Em qualquer sistema agrícola sustentável, para a manutenção da vida em todas as suas dimensões, é necessário manter a qualidade de água doce – disse Paraíba.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O modelo da Embrapa calcula os valores adequados para diluição de agrotóxicos sem prejuízo à água. Tradicionalmente, para fazer esses cálculos é necessário conhecer a carga de pesticidas usada no cultivo e os limites máximos de resíduos na água. Mas nos cultivos agrícolas brasileiros são utilizados vários pesticidas cujos limites permitidos em água não estão definidos. Além disso, o procedimento clássico não considera em seus cálculos o efeito dessa água residual em organismos aquáticos.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O modelo matemático desenvolvido pelos pesquisadores da Embrapa estima o volume de água cinza que deveria ser necessário para proteger as espécies aquáticas sensíveis e indicadoras da qualidade da água do ambiente, de acordo com critérios estabelecidos pela União Europeia.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Foram consideradas as características físico-químicas ds pesticidas, as doses recomendadas e as concentrações que causam efeitos letais em 50% da população de organismos aquáticos indicadores da qualidade da água. Dessa forma, foi proposto um método numérico que estima o volume total de água necessário para diluir concentrações de misturas do conjunto total de pesticidas utilizado em um cultivo agrícola. Além de estimar o volume de água que seria necessário para diluir, ao mesmo tempo, todos os pesticidas que poderiam ser encontrados, o modelo também inclui um indicador numérico que exprime o volume de água cinza que seria produzido por cada pesticida.</p>
<p>De acordo com Paraíba, esses valores poderiam ser informados nas embalagens dos pesticidas, orientando o produtor sobre quais são os volumes de água cinza decorrentes da utilização do produto.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– Isso possibilitaria a redução desses volumes. Seria como o que faz o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), ao indicar o consumo de energia de uma lâmpada ou de um eletrodoméstico – exemplificou.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">AGÊNCIA FAPESP</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/modelo-matematico-para-diluir-agrotoxicos-diminui-risco-de-contaminacao-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
