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	<title>AgroCeleiro &#187; Agronegócio gaúcho</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agronegócio gaúcho cria mais de 6 mil empregos formais no primeiro semestre de 2017</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 13:21:24 +0000</pubDate>
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<p style="color: #555555;">Segundo dados divulgados hoje (07), pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), o Rio Grande do Sul gerou  6.906 empregos formais.  Esse número é 4,7% inferior ao observado em igual período de 2016, quando foram criados 7.248 empregos.Alguns setores melhoraram o desempenho no comparativo com  os seis primeiros meses de 2016. É o caso da fabricação de produtos do fumo, seguido pelos setores de fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários e de produção de lavouras temporárias. O setor fumageiro está entre os de maior criação de empregos em 2017, junto à produção de lavouras permanentes, da fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários e do comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais.</p>
<p style="color: #555555;">O economista Rodrigo Feix, coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, salienta que trata-se de uma ligeira queda, resultando em 342 vagas a menos que no mesmo período de 2017. “O que explica essa redução é um componente bastante sazonal relacionado a uma cultura agrícola, como lavouras permanentes. Tem setores em recuperação, mas o principal destaque negativo são os setores mais vinculados à pecuária, por estar direcionada mais ao mercado interno e padecer mais dos efeitos da crise. Setores como lavouras temporárias e conexos a ela, com demanda externa mais firme, foram mais beneficiados”, analisa.</p>
<p style="color: #555555;">Já os setores que registraram maior fechamento de vagas foram os de produção de sementes e mudas certificadas, de fabricação de conservas, produção de lavouras temporárias e de abate e fabricação de produtos de carne.</p>
<p style="color: #555555;">No Rio Grande do Sul também houve expressivo crescimento da produção agrícola, em especial das culturas da soja, do arroz, do milho, do fumo e da uva. Os menores saldos em relação ao ano anterior, registrados nos setores de produção de lavouras permanentes e temporárias, precisam ser lidos com cautela, dadas as implicações das diferenças entre o ano-safra e o ano-calendário.</p>
<p style="color: #555555;">destaquerural.com.br</p>
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