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	<title>AgroCeleiro &#187; Agricultira</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Com onda de frio intenso: veja como vai ser o tempo em abril no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<description><![CDATA[Abril é o primeiro mês completo do outono no calendário e, no Rio Grande do Sul, será marcado por grandes oscilações nos termômetros. Fábio Luengo, meteorologista da Somar Meteorologia, explica que a &#8220;gangorra de temperatura&#8221; é um termo que resume bem como será o tempo neste mês, que terá dias quentes e alguns momentos de frio. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="article-paragraph" style="color: #000000;">
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Abril é o primeiro mês completo do outono no calendário e, no Rio Grande do Sul, será marcado por grandes <a style="color: #d15239;" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/previsao-do-tempo/"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong style="font-weight: bold;">oscilações nos termômetros</strong></span></a>. Fábio Luengo, meteorologista da Somar Meteorologia, explica que a &#8220;gangorra de temperatura&#8221; é um termo que resume bem como será o tempo neste mês, que terá dias quentes e alguns momentos de frio.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="color: #000000;">
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Por sinal, o mês <a style="color: #d15239;" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2021/03/minimas-abaixo-de-10oc-se-mantem-pela-manha-em-parte-do-rs-veja-como-sera-a-quinta-feira-na-sua-regiao-ckmxs2jxf006s0198t8v5ll2r.html"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong style="font-weight: bold;">começa com frio nesta quinta-feira (1º)</strong></span></a>, mas a previsão é de que os termômetros subam no decorrer da primeira semana: na segunda-feira (5), as máximas devem ser de 30°C em <a style="color: #d15239;" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/ultimas-noticias/"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong style="font-weight: bold;">Porto Alegre</strong></span></a> e em toda a faixa oeste do RS. No noroeste, poderão chegar a 33°C. Nas regiões da Campanha, Centro e Norte, as máximas ficam entre 27°C e 30°C, e no Litoral e na Serra, entre 24°C e 27°C.</span></p>
<div class="article-paragraph" style="font-weight: 400; text-align: justify;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A partir do dia 7, as mínimas devem voltar a apresentar  queda, começando pela faixa Norte do RS. O dia mais frio desta semana deverá ser a sexta-feira (9), quando todo o território terá temperatura em torno de 12°C, à exceção da Serra, onde os termômetros poderão ficar abaixo dos 10ºC.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="font-weight: 400; text-align: justify;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">— Haverá ondas de frio ao longo do mês e, entre elas, a temperatura sobe. É tudo muito rápido, em cerca de dois dias a máxima pode ter uma queda de cerca de 10°C — afirma Luengo.</span></p>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Por volta do dia 11 de abril, a temperatura esboça elevação. Na Serra, ficará entre 12°C e 15°C. Já na maior parte do Estado, a temperatura fica por volta dos 18ºC. No Oeste, os termômetros marcam mais de 18°C.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Tudo muda a partir do dia 13, quando inicia a onda de frio mais intensa e duradoura do mês, que deve se estender por aproximadamente uma semana, segundo projeta o meteorologista. Em Porto Alegre, as mínimas podem ser de 10°C a 12°C.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">— Essa onda será sentida primeiro pela região da Campanha, com massas de ar frio que vão varrendo o RS do sul para o norte. É uma frente fria forte normal para esta época do ano. A partir do dia 14, a faixa que faz fronteira com o Uruguai pode ficar entre 5°C e 7°C. No Nordeste e na Serra, entre 9°C e 12°C. Na faixa mais ao norte, as mínimas serão de 12°C a 15°C — projeta Luengo.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O pico de frio do mês deve ser observado no dia 15, e a onda gelada começará a perder força no dia 17. Depois, o cenário meteorológico do Estado tende a ser semelhante ao do dia 7, com temperaturas ainda baixas, mas superiores às registradas na metade do mês.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h2><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Chuva</span></h2>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Ao contrário do restante do país, no Rio Grande do Sul haverá mais chuva em abril do que houve em março. A metade Norte do Estado deverá registrar os maiores volumes, enquanto a metade Sul deverá observar volumes dentro da média esperada, índice que é calculado com base nos registros de precipitações dos últimos 30 anos.</span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">— A chuva acima da média é importante, pois o Rio Grande do Sul ainda está sentindo os efeitos da estiagem, que começou no ano passado. Isso é muito bom tanto para os reservatórios de abastecimento como para a agricultura, principalmente para a soja, que está em fase de desenvolvimento — explica Luengo. </span></p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="font-weight: 300;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A chuva deve chegar de forma mais expressiva já na primeira quinzena do mês, pouco antes da onda de frio mais intensa que está prevista para o RS. Episódios de chuva, mas menos intensa, devem ocorrer na última semana do mês.</span></p>
<p style="font-weight: 300;">Fonte: GZH</p>
</div>
</div>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;">
</div>
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		<title>Mapa atualiza regulamento para produção de orgânicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 15:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova portaria atende às solicitações do setor e de técnicos e visa estimular produção no país Foi publicada nesta terça-feira (23) a Portaria nº 52 que atualiza o regulamento técnico, bem como as listas de substâncias e práticas permitidas em sistemas orgânicos de produção. Uma das novidades é a incorporação de normas para produção de sementes, mudas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Nova portaria atende às solicitações do setor e de técnicos e visa estimular produção no país</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;" align="center">Foi publicada nesta terça-feira (23) a <strong style="font-weight: bold; color: #555555;"><a class="external-link" style="font-weight: 600; color: #1351b4;" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-52-de-15-de-marco-de-2021-310003720" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Portaria nº 52</a></strong> que atualiza o regulamento técnico, bem como as listas de substâncias e práticas permitidas em sistemas orgânicos de produção. Uma das novidades é a incorporação de normas para produção de sementes, mudas e de cogumelos comestíveis na agricultura orgânica.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">A atualização traz ainda o incremento na caracterização da unidade de produção orgânica, a obrigatoriedade da adoção de medidas de proteção contra contaminação por unidades de produção vizinhas, mudanças nas regras para a produção animal e mel, inclusão de substâncias para uso como dessecantes, prazo mínimo para o período de conversão.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As medidas da portaria atendem às solicitações de produtores e técnicos dando mais segurança ao sistema produtivo, agilidade nas alterações das listas positivas de substâncias e práticas autorizadas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Há grande expectativa de impacto positivo no desenvolvimento da produção orgânica brasileira, pois o novo texto está adequado à atualidade, com linguagem mais clara, incorporação de novas substâncias e práticas às listas positivas, ampliando as opções tecnológicas à disposição dos produtores e melhor adequação do texto aos princípios da produção orgânica”, explica a coordenadora de Produção Orgânica do Mapa, Virgínia Lira.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">A portaria faz parte ainda dos esforços da Secretaria de Defesa Agropecuária no cumprimento do Decreto nº 10.139/2019, que dispõe sobre a revisão e a consolidação dos atos normativos inferiores a decretos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Produtos Orgânicos</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">É considerado um produto orgânico, <em style="color: #555555;">in natura</em> ou processado, aquele que é obtido em um sistema orgânico de produção agropecuária ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Atualmente, há 24.608 produtores orgânicos no <a class="internal-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/organicos/cadastro-nacional-produtores-organicos" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos (CNPO)</a>.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Para serem comercializados, os produtos precisam ser certificados por organismos credenciados no Mapa. Estão dispensados da certificação aqueles produzidos por agricultores familiares de organizações de controle social cadastradas no Ministério, que vendem exclusivamente de forma direta ao consumidor.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Pesquisas com feijão podem ser comprometidas com extinção da Fepagro no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 12:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[Agricultira]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
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		<description><![CDATA[As pesquisas que ajudaram a dobrar a produtividade do feijão no RS com variedades adaptadas às condições do estado estão com futuro incerto diante da extinção da Fepagro (Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária). Juliano Garcia Bertoldo, pesquisador do Centro de Pesquisa Litoral Norte/Seap-RS, conta que a produção de feijão no Rio Grande do Sul vem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: bold; color: #444444;">As pesquisas que ajudaram a dobrar a produtividade do feijão no RS com variedades adaptadas às condições do estado estão com futuro incerto diante da extinção da Fepagro (Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária).</span></p>
<div class="materia" style="color: #444444;">
<p>Juliano Garcia Bertoldo, pesquisador do Centro de Pesquisa Litoral Norte/Seap-RS, conta que a produção de feijão no Rio Grande do Sul vem tendo sua área perdida para a soja. Entretanto, houve um aumento na produtividade, passando de 690kg por hectare para 1400kg por hectare.</p>
<p>Porém, a demanda anual pelo feijão está aumentando em 2% ao ano, o que pode gerar um déficit de da leguminosa no estado e implicar em uma necessidade de importação.</p>
<p>O desafio da pesquisa é lançar variedades adaptadas para todas as condições, pensando em aliar pontos como a colheita mecanizada, a produtividade, que pode chegar até a 3500kg por hectare e a resistência à doenças, o que auxilia na diminuição dos custos com insumos.</p>
<p>Há linhagens promissoras que vêm sendo avaliadas, como conta Bertoldo, no tocante à seca e na nodulação. O centro de pesquisa encomendou germoplasmas do banco da Embrapa e realizou cruzamentos para desenvolver testes em algumas áreas do estado.</p>
<p>O futuro dessas pesquisas é incerto, uma vez que o atual governo do estado extinguiu a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro). Bertoldo aponta que há uma dúvida para saber se a pesquisa será ampliada. Foi criado um departamento para continuar a pesquisa, mas, com a extinção, foi perdido metade do quadro técnico e também a perda de bolsistas de iniciação científica que faziam parte dessas pesquisas. O centro de pesquisa também está impedido de captar recursos de agências de fomento como o CNPq e a Capes, ao mesmo tempo em que os pesquisadores mais antigos estão se aposentando e o quadro de profissionais pode ficar deficitário.</p>
<p>No momento, ele acredita que os produtores devem entender a importância dessas pesquisas e auxiliar a partir da utilização dos materiais, do acesso ao site e também solicitar a políticos, apontando a importância da Fepagro para essa pesquisa. Mas &#8220;a pesquisa não parou&#8221;, salienta o pesquisador. Há linhagens prontas para lançamento em um a dois anos.</p>
<p>&#8220;A sociedade precisa entender a importância que a pesquisa tem &#8211; não só para a agricultura, mas para toda a sociedade&#8221;, diz Bertoldo.</p>
</div>
<div class="autor" style="color: #444444;">Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta</div>
<div class="fonte" style="color: #444444;">Fonte: Notícias Agrícolas</div>
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		<title>Cooperativismo é ferramenta de redução das desigualdades no Brasil e no mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 20:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cooperativas]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional do Cooperativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, são mais de 6,6 mil cooperativas filiadas ao Sistema OCB         O primeiro sábado de julho é um marco para todas as cooperativas ao redor do mundo. Trata-se do Dia Internacional do Cooperativismo, data em que os cooperativistas celebram sua contribuição econômica e social para as nações. Essa atuação é tão relevante [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>No Brasil, são mais de 6,6 mil cooperativas filiadas ao Sistema OCB</em></p>
<p style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">        O primeiro sábado de julho é um marco para todas as cooperativas ao redor do mundo. Trata-se do Dia Internacional do Cooperativismo, data em que os cooperativistas celebram sua contribuição econômica e social para as nações. Essa atuação é tão relevante que a própria Organização das Nações Unidas (ONU) tem mantido um estreito relacionamento com o setor, uma vez que seus projetos contribuem para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma agenda mundial para a redução das desigualdades no mundo até 2030.</span><span style="font-family: Arial,          sans-serif;"><br />
É por isso que a Aliança Internacional Cooperativa lançou o slogan “Cooperativas garantem que ninguém fique para trás”, como mote das ações a serem realizadas neste ano, transmitindo, assim, a mensagem de que o cooperativismo é uma das principais soluções para o combate às desigualdades sociais no mundo. No Brasil, a data é comemorada, dentre outras formas, com ações de responsabilidade socioambiental, desenvolvidas por cooperativas de todos os estados dentro do programa Dia de Cooperar – o Dia C. Com apoio do Sistema OCB, as cooperativas desenvolvem projetos contínuos para promover a transformação social das comunidades em aspectos de saúde, lazer, educação e cuidado ao meio ambiente.</span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><br />
No dia 1º de julho, essas cooperativas se reúnem em locais públicos para oferecer exames gratuitos, arrecadar donativos e realizar atividades socioculturais. Os eventos ocorrem simultaneamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.<br />
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a mensagem do Dia Internacional este ano, a de que ninguém deve ficar para trás, está alinhada aos princípios do cooperativismo, principalmente o da preocupação com a comunidade. “As cooperativas promovem essa transformação, sobretudo, por meio da responsabilidade socioambiental. Não se trata apenas de ações assistencialistas, são verdadeiros projetos estruturados voltados para o desenvolvimento sustentável, para que as próprias comunidades possam, cada vez mais, oferecer condições dignas e justas para as pessoas”, afirma.</span></p>
<p>Desenvolvimento Sustentável<br />
Sem a contribuição das cooperativas, muitas pessoas não teriam educação, saúde, moradia, trabalho ou renda. Por isso, o cooperativismo abraça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), no intuito de alcançar as 169 metas e, assim, tornar o mundo um lugar mais justo e menos desigual. Para Freitas, isso só é possível graças à amplitude e robustez do setor cooperativista no país.</p>
<p>Números Gerais<br />
No Brasil, são mais de 6,6 mil cooperativas filiadas ao Sistema OCB. O setor já conta com 13,2 milhões de associados e geram cerca de 376 mil empregos formais. O segmento exportou, em 2016, mais de US$ 5 bilhões a partir de relações comerciais junto a 147 países.<span style="font-family: Arial, sans-serif;">“Além da competividade e resiliência econômica, o modelo de uma cooperativa ainda tem o diferencial de se preocupar com os seus cooperados e também com a comunidade em que estão inseridas, trabalhando para mitigar as suas mais diversas privações”, completa o presidente do Sistema OCB.<b></b></span></p>
<p>Números Dia C<br />
Na trajetória do Dia de Cooperar, os últimos anos foram cruciais para transformar o Dia C em um grande programa nacional capaz de promover iniciativas socioambientais e transformar realidades em todo o país. Em 2016, 1278 cooperativas desenvolveram 1.180 projetos com a mobilização de mais de 86 mil voluntários.<span style="font-family: Arial,          sans-serif;"><br />
Essas atividades foram realizadas em 777 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, e beneficiaram mais de um milhão de pessoas. Este ano, a meta é beneficiar ainda mais pessoas através dos projetos contínuos. O grande desafio é estimular o desenvolvimento de projetos contínuos que possam gerar benefícios constantes para as comunidades em que as cooperativas estão inseridas. </span></p>
<p style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">__________________________</span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><br />
Fonte e imagens: Portal do Cooperativismo</span></p>
]]></content:encoded>
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