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	<title>AgroCeleiro &#187; Abelha</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Pesquisa identifica abelha e planta nativas que produzem mel branco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 23:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mel branco, mel monofloral feito a partir do pólen de uma planta predominante, é característico de Cambará do Sul e bastante apreciado pelo sabor delicado. Normalmente é produzido pelas abelhas exóticas europeias, da espécie Apis melifera. No entanto, equipe de pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em conjunto com USP, UFSCar, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O mel branco, mel monofloral feito a partir do pólen de uma planta predominante, é característico de Cambará do Sul e bastante apreciado pelo sabor delicado. Normalmente é produzido pelas abelhas exóticas europeias, da espécie <em>Apis melifera</em>. No entanto, equipe de pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em conjunto com USP, UFSCar, PUC/RS e Ulbra, conseguiu identificar uma espécie de abelha nativa sem ferrão, a guaraipo (<em>Melipona bicolor</em>), que também fabrica este tipo de mel.</p>
<p>A carne-de-vaca é a principal fornecedora de pólen para a produção de mel branco da guaraipo - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">A pesquisa conseguiu, ainda, identificar qual a principal planta utilizada para a fabricação do mel branco pelas guaraipos: a árvore carne-de-vaca (<em>Clethra scabra</em>), que, assim como a abelha, é uma espécie nativa da floresta de araucárias da região dos Campos de Cima da Serra. Os resultados foram publicados em artigo na revista científica <a style="font-weight: 500;" href="https://www.scielo.br/bn">Biota Neotropica</a>, da Fapesp.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Analisamos cinco espécies de abelha sem ferrão e constatamos que a guaraipo tem mais de 90% de pólen da carne-de-vaca, então essa abelha é quase uma especialista na produção de mel branco”, conta a pesquisadora Sidia Witter, coordenadora da pesquisa. De acordo com ela, no Rio Grande do Sul, tanto a guaraipo quanto a carne-de-vaca estão ameaçadas de extinção. “O que significa que o mel produzido por esta abelha também se encontra ameaçado de extinção”, alerta.</p>
<p>O apicultor Sélvio Carvalho observou que as guaraipos também produziam mel branco - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">Sidia destaca que a investigação sobre a guaraipo foi uma sugestão de um meliponicultor da região que, a partir das próprias observações, já havia notado que esta espécie de abelha nativa também produzia mel branco. “Conduzimos a pesquisa na propriedade do Sélvio Carvalho, que é um apicultor conservacionista que cria abelhas sem ferrão em Cambará do Sul. Foi a partir do conhecimento dele que fomos buscar a identificação dos pólens que davam origem a esse mel branco. Esse trabalho já está sendo realizado há vários anos na propriedade desse apicultor, mostrando uma parceria entre o pesquisador e o produtor”, detalha.</p>
<p style="font-weight: 400;">Este estudo pode subsidiar a indicação geográfica na forma de Denominação de Origem (DO) para Mel Branco de Cambará do Sul. Denominação de origem é o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.</p>
<h3>Meliponicultura sustentável</h3>
<p><b></b>Extração de mel branco do ninho de guaraipo - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">As descobertas feitas pelas pesquisas com a guaraipo em Cambará do Sul trouxeram desdobramentos para novos projetos de pesquisa, que estão atualmente em fase de captação de recursos. O escopo destas pesquisas aborda desde a biologia e ecologia das guaraipos, passando pela análise físico-química dos méis produzidos pelas abelhas sem ferrão, até a produção de mudas de carne-de-vaca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Conforme Sidia, a ideia é promover a meliponicultura sustentável utilizando abelhas e plantas nativas para diversificar a produção agrícola e agregar renda à propriedade rural. &#8220;As abelhas sem ferrão são muito presas às condições ecológicas das regiões que elas habitam, então a finalidade é conservar as abelhas nas áreas de ocorrência natural, mas pensando também numa forma de o meliponicultor agregar renda à pequena propriedade&#8221;, conclui.</p>
<p style="font-weight: 400;">SEAPDR</p>
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		<title>Início das floradas de primavera estimula polinização das abelhas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 21:15:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os dias ensolarados da última semana, associados às temperaturas amenas, estimularam as abelhas a procurar por néctar e pólen. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido e publicado pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, na região de Erechim algumas espécies de árvores, como citros, pitangueira, pessegueiros, entre outros, fornecem boa florada, como mostra a imagem capturada pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os dias ensolarados da última semana, associados às temperaturas amenas, estimularam as abelhas a procurar por néctar e pólen. De acordo com o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/conjuntural/conj_03092020.pdf" target="_blank">Informativo Conjuntural</a> produzido e publicado pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, na região de Erechim algumas espécies de árvores, como citros, pitangueira, pessegueiros, entre outros, fornecem boa florada, como mostra a imagem capturada pela extensionista de Cotiporã, Jéssica Zalamena. Houve também captura de alguns enxames nos últimos dias na região.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regionais de Bagé e Pelotas, as temperaturas amenas da última semana também favoreceram a floração. Na de Bagé, os enxames que receberam alimentação proteica para estimular a postura estão em intensa atividade nas primeiras florações. Aqueles para os quais não foi administrada suplementação alimentar aos poucos retomam sua fase de produção. Os produtores seguem manejando as caixas fazendo a substituição de cera e a limpeza de colmeias. Já na região de Pelotas, o tempo ameno da semana favoreceu a ocorrência de enxameações, que coincidem com início das floradas de primavera. A floração abundante de espécies nativas e eucalipto provoca uma atividade mais precoce nos enxames. Intensificam-se as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra.</p>
<figure class="artigo__ilustracao" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202009/04133121_108524_GDO.jpg" data-credito="Fernando Dias/Seapdr" data-urlamigavel="/midia/imagem/agricultor-02-202009043120" data-legenda="Apicultores intensificam as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra." data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202009/04133121_108524_GDO.jpg" alt="Apicultores intensificam as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra." /></a></figure>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>Mel gaúcho é líder no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 15:51:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Apicultura do Rio Grande do Sul lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais Há quase 100 dias, a crise sanitária causada pelo novo coronavírus assola o mundo e, com ela, a necessidade da adoção de alternativas para fortalecer a saúde da população. Na esteira desse debate, o mel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="legenda bgclaro" style="font-weight: 300; color: #000000;">
<p class="inline" style="font-weight: 500; color: inherit; text-align: center;"><strong><em><span style="color: #000000;">Apicultura do Rio Grande do Sul lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais</span></em></strong></p>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há quase 100 dias, a crise sanitária causada pelo novo coronavírus assola o mundo e, com ela, a necessidade da adoção de alternativas para fortalecer a saúde da população. Na esteira desse debate, o mel e o própolis ressurgiram no topo das listas de alimentos indicados por nutricionistas para fortalecer o sistema imunológico dos humanos.</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais do que uma boa lembrança de suas propriedades frente as consumidores, o poder medicinal dessas substâncias naturais elaboradas pelas abelhas serve de alento especialmente aos apicultores, que se animaram com a- perspectiva de desovar estoques acumulados nos últimos anos. Pioneira no Brasil, a apicultura gaúcha lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais &#8211; 20% do total do Brasil (média de 40 mil t/ano).</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Acredito que o mercado está favorável para vendermos mais, pois o mel é usado pela população como remédio, e o própolis, nem se fala: é antibiótico&#8221;, afirma o professor aposentado Anselmo Kuhn, presidente da Federação Apícola do Rio Grande do Sul (Fargs). A entidade cinquentenária que representa cerca de 30 mil apicultores, a maior parte formada por veteranos situados na linha de tiro da virose global, o chamado grupo de risco.</span></div>
<div class="espacamentog" style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;">
<h2 style="font-weight: 500;"><span style="color: #000000;">Maiores produtores de mel do mundo*</span></h2>
</div>
<div class="cred espacamento claro" style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
<ol style="color: #333333; text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">China &#8211; 551.476</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Turquia -  114.471</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Argentina -  76.379</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Irã -  69.699</span></li>
<li><span style="color: #000000;">EUA &#8211; 66.968</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ucrânia &#8211; 66.231</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rússia -  65.678</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Índia &#8211; 64.981</span></li>
<li><span style="color: #000000;">México &#8211; 51.066</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Etiópia &#8211; 50.000</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Brasil &#8211; 41.594</strong></span></li>
</ol>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">*(Produção de 2017 em t)</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Fonte: FAO</em></span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Jornal do Comércio</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
</div>
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		<title>Encontro discutirá preservação de polinizadores do RS</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 17:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária, é uma das entidades organizadoras do 1º Encontro de Preservação dos Polinizadores do Rio Grande do Sul, que ocorre nos dias 2 e 3 de outubro durante a Expo São Luiz, em São Luiz Gonzaga. A participação no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária, é uma das entidades organizadoras do 1º Encontro de Preservação dos Polinizadores do Rio Grande do Sul, que ocorre nos dias 2 e 3 de outubro durante a Expo São Luiz, em São Luiz Gonzaga. A participação no evento é gratuita, e as inscrições podem ser feitas <a style="color: #3f5125;" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSegRDxfrpQgn34L4dSK6V0kz6-djvWOuRS3swR7SfHkOsKBuw/viewform"><span style="color: #000000;">neste link</span></a>.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento tem por objetivo trocar informações e sugerir alternativas para preservação de polinizadores na região Noroeste do Estado, além de aprimorar a integração entre os grupos de pesquisa e extensão. Entre os temas abordados estão a importância sobre a manutenção de polinizadores em áreas agrícolas e como o agricultor pode ajudar nesse processo , além de ganhar com a polinização de suas culturas. Por outro lado, o produtor terá a possibilidade de sugerir pesquisas e tirar suas dúvidas.</span></p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/201909/26153725_98515_GDO.jpeg" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2019-09-17-at-10-23-38" data-label-credito="Foto: "><span style="color: #000000;"><img class="img-responsive alignright" style="font-style: italic; color: #000000;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/201909/26153725_98515_MDO.jpeg" alt="Encontro ocorre nos dias 2 e 3 de outubro" width="600" height="672" /></span></a></span><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda"><span style="color: #000000;">Encontro ocorre nos dias 2 e 3 de outubro</span></figcaption></figure>
<h3 style="color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Programação</span></h3>
<h4 style="color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Primeiro dia – 2 de outubro</span></h4>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Manhã – Parque da Expo</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">8h – abertura</span><br />
<span style="color: #000000;">8h30 – Palestra “A Meliponicultura brasileira” com Jerônimo Villas-Bôas, Ecólogo, mestre em Gerenciamento Ambiental e especialista em abelhas e meliponicultura. Co-fundador da Reenvolver.</span><br />
<span style="color: #000000;">10h – Coffee break</span><br />
<span style="color: #000000;">10h30 –Palestra “Polinização, polinizadores e agricultura”, com Mardiore Pinheiro, Professora e pesquisadora da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tarde – Auditório da UERGS/Escola Técnica Cruzeiro do Sul</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">14h – Mesa redonda: Meliponicultura como ferramenta</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Qualidade e usos do mel de abelhas-sem-ferrão”, com Fábia de Mello Pereira, Pesquisadora da Embrapa Meio Norte.</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “A saúde das abelhas”, com Carlos Alfredo Lopes de Carvalho, Professor e pesquisador da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Espécies de abelhas-sem ferrão do Rio Grande do Sul”, com Sídia Witter, Pesquisadora da Secretaria Estadual da Agricultura Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR).</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Meliponicultura como ferramenta de educação ambiental”, com Rafael Narciso Meirelles, Professor e pesquisador da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS).</span></p>
<h4 style="color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo dia – 3 de outubro</span></h4>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Manhã – Auditório da UERGS/Escola Técnica Cruzeiro do Sul</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">9h – Mesa redonda: mortandade de polinizadores, uma visão crítica e propositiva.</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Agrotóxicos e polinizadores”, com Annelise de Souza Rosa, Bióloga, em Pós-doutorado na Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (UNESP).</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Alternativas no uso de agrotóxicos: agricultura mais limpa para polinizadores mais saudáveis”, com Betina Blochtein, Professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).</span><br />
<span style="color: #000000;">Palestra “Práticas amigáveis para a proteção dos polinizadores”, com Patrícia Nunes Silva, Pesquisadora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tarde – Auditório da UERGS/Escola Técnica Cruzeiro do Sul</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">14h – Exposição de Banners e trabalhos de alunos da rede pública de ensino de São Luiz Gonzaga.</span><br />
<span style="color: #000000;">15h – Apresentação de trabalhos selecionados pela organização.</span><br />
<span style="color: #000000;">17h – Encerramento.</span></p>
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		<title>GT estudará estratégias para promover consumo do mel no RS</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 00:19:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primeira reunião do ano, a Câmara Setorial da Apicultura constituiu um grupo de trabalho, formado por produtores, técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pesquisadores e outros especialistas, para definir estratégias de promoção do consumo do mel no Rio Grande do Sul. A percepção é de que o público geral tem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Na primeira reunião do ano, a Câmara Setorial da Apicultura constituiu um grupo de trabalho, formado por produtores, técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pesquisadores e outros especialistas, para definir estratégias de promoção do consumo do mel no Rio Grande do Sul.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A percepção é de que o público geral tem pouco conhecimento a respeito do mel produzido no Estado. “Há tanto a divulgar sobre a qualidade do mel gaúcho, seus diferentes tipos, de acordo com a floração e localização geográfica, além dos principais polos produtores”, enumera o coordenador das Câmaras Setoriais da Seapdr, Paulo Lipp.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Entre as sugestões levantadas e que serão aprofundadas pelo grupo de trabalho estão campanhas publicitárias de promoção do mel e a inserção do produto na merenda escolar da rede pública estadual. O grupo de trabalho se reunirá em 17 de julho para definir todas as propostas de ação, que serão apresentadas na próxima reunião da Câmara, com data a ser definida.</span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Mais participação dos produtores</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Em sua nova formulação, a Câmara Setorial conta agora com uma participação maior dos apicultores: representantes de dez associações de produtores de mel do Estado compareceram a esta primeira reunião. Anteriormente, havia apenas um assento designado a uma entidade do setor. “Isso é um indicativo de como as câmaras setoriais abriram espaço para mais representatividade do setor produtivo”, avalia o diretor de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, Ivan Bonetti.</span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Maior produtor do Brasil</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul é o maior produtor de mel do Brasil, com média de 11 mil toneladas ao ano. São mais de 37 mil produtores que cuidam de 488 mil colmeias. “O Estado também é o maior consumidor de mel do país, com consumo per capita de 120 gramas por ano, mas evidentemente há espaço para crescer ainda mais”, destaca o coordenador da Câmara Setorial de Apicultura, o produtor Aldo Machado.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">SEAPDR</span></strong></p>
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		<title>Manejo apícola eleva em 70% produção de mel</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2017 11:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Abelha]]></category>
		<category><![CDATA[Apiário]]></category>
		<category><![CDATA[apicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de mel]]></category>

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		<description><![CDATA[Apiário Experimental da A.B.E.L.H.A. confirma que gestão de qualidade e adoção de boas práticas de manejo são essenciais para a produtividade das colmeias A Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) divulgou os resultados iniciais de seu Apiário Experimental, iniciativa que teve início em novembro de 2016. O projeto está localizado no município de Itatinga [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Apiário Experimental da A.B.E.L.H.A. confirma que gestão de qualidade e adoção de boas práticas de manejo são essenciais para a produtividade das colmeias</h4>
<p>A Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) divulgou os resultados iniciais de seu Apiário Experimental, iniciativa que teve início em novembro de 2016. O projeto está localizado no município de Itatinga (São Paulo), região de maior produção de eucalipto do Estado, e que concentra apicultores dedicados à produção de mel. Entre eles, José Maurício Ambrósio do Amaral, parceiro da A.B.E.L.H.A. na iniciativa. A vegetação, em um raio de 3 km do Apiário, é composta por plantações de eucalipto, mata nativa e pastagem.</p>
<p><strong>  Boas práticas</strong></p>
<p>Os dados preliminares apontam que a adoção de boas práticas no manejo das colmeias tem impacto direto na produtividade e, portanto, na lucratividade do produtor. Enquanto a média nacional de produção por colmeia é de 18 kg de mel (dados da Embrapa), as colmeias do Apiário Experimental que receberam ações de manejo produtivo apresentaram média de 62 kg/colmeia.</p>
<p>Ana Assad, diretora-executiva da A.B.E.L.H.A afirma que a ideia do Apiário surgiu para que fosse possível demonstrar aos apicultores que não é necessária nenhuma ação mirabolante para alcançar níveis mais altos de produtividade. “Quando a atividade é desenvolvida com o objetivo de gerar renda, seu retorno financeiro depende diretamente da localização dos apiários, da gestão das atividades apícolas no campo e das práticas aplicadas no manejo das colmeias, ou seja, do conhecimento que o apicultor possui sobre as abelhas”, diz.</p>
<p><strong> Como funciona o apiário experimental?</strong></p>
<p>O Apiário Experimental da A.B.E.L.H.A. possui 20 colmeias, que foram divididas em dois grupos de 10 colmeias cada. Todas foram obtidas por meio de divisões de colmeias altamente populosas do plantel do apicultor. No grupo A foram estabelecidas ações de manejo produtivo atreladas a um calendário de atividades apícolas em campo. Já o grupo B não recebe as ações de manejo produtivo, sendo mantido sem intervenções. Sob a supervisão da entomologista Kátia Aleixo, consultora da A.B.E.L.H.A., o Apiário deverá ser migratório, para acompanhar as grandes floradas da região.</p>
<p><strong> Troca de Rainhas </strong></p>
<p>Duas ações de manejo produtivo foram aplicadas para diferenciar os dois grupos. As rainhas das 20 colmeias foram trocadas após as divisões dos enxames, porém o grupo A recebeu rainhas selecionadas a partir das melhores colmeias. Dentre as que mais produziram mel na safra passada, foram selecionadas as colmeias menos defensivas, as quais forneceram larvas para a produção de rainhas. Portanto, as rainhas introduzidas no grupo (A) detinham as características genéticas de alta produção da rainha e baixa agressividade das operárias. Já as rainhas do grupo (B) foram “puxadas” naturalmente, sem seleção.</p>
<p><strong> Alimentação suplementar</strong></p>
<p>Outro aspecto que diferenciou os dois grupos foi a alimentação suplementar, para estimular o crescimento populacional anterior à florada de eucalipto. Assim, enquanto as colmeias do grupo B não receberam suplementação alimentar, as do grupo (A) foram tratadas com xarope de açúcar invertido e uma ração proteica comercializada para o mercado apícola.</p>
<p><strong> Principais resultados</strong></p>
<p>Foram efetuadas três coletas de mel da florada de eucalipto, uma no início de março e outras duas no início de abril e maio de 2017. As ações de manejo produtivo geraram efeitos positivos na produção média de mel nas colmeias do grupo (A), e não foi verificada diferença no número de colmeias produtivas entre os dois grupos. Entendem-se como colmeias produtivas aquelas que contenham favos estocados com mel em células operculadas, chamado popularmente de mel maduro;</p>
<p>A diferença marcante entre os dois grupos foi na produção total, refletida na quantidade de melgueiras retiradas em cada grupo, e, consequentemente, na produção média das colmeias. Enquanto no grupo (A) foi coletado um total de 624 Kg de mel, no grupo (B) foram coletados 373 Kg. As colmeias produziram, respectivamente, uma média de 62 Kg (grupo A) e 37 Kg (grupo B) de mel.</p>
<p>Levando em conta o preço de R$ 12,20 para o quilo do mel comercializado em Itatinga, o apicultor elevaria seu ganho financeiro em R$ 3.062,20 com três coletas de mel em um único apiário seguindo as boas práticas de manejo apícola. A margem do produtor será proporcional ao número de apiários que disponha, e pode ser potencializado pelas floradas da região, quando pode atingir até seis coletas de mel no ano.</p>
<p>Artigo original da SF Agro: http://sfagro.uol.com.br/abelhas-manejo-apicola-eleva-em-70-producao-de-mel/</p>
<p>http://sfagro.uol.com.br</p>
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		<title>Livro sobre relação entre abelhas e soja é lançada no aniversário da Embrapa</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Apr 2017 19:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Abelha]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

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		<description><![CDATA[A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lança a edição em português do livro Soja e Abelhas, durante solenidade de aniversário de 44 anos da Embrapa, no dia 27 de abril, na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília (DF). O livro foi desenvolvido com o apoio da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.). A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #666666;">A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lança a edição em português do livro <strong style="font-weight: bold;"><em style="font-style: italic;">Soja e Abelhas</em></strong>, durante solenidade de aniversário de 44 anos da Embrapa, no dia 27 de abril, na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília (DF). O livro foi desenvolvido com o apoio da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.).</p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">A publicação, de autoria do pesquisador Décio Luiz Gazzoni, da Embrapa Soja, reúne uma ampla revisão bibliográfica envolvendo a informação científica disponível sobre as relações entre a cultura da soja e as várias espécies de abelhas. “A publicação traz uma contribuição à agricultura ao detalhar a viabilidade em conciliar os sistemas de produção de soja com o serviço ecossistêmico de polinização, servindo como um indicador da preocupação do agronegócio brasileiro com a sua sustentabilidade”, destaca Décio Gazzoni.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/04/abelha-e-soja-002.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3973" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/04/abelha-e-soja-002.jpg" alt="abelha e soja 002" width="319" height="238" /></a>A Embrapa vem se dedicando a estudar e quantificar a contribuição dos polinizadores e propor adaptações aos sistemas de produção para facilitar o serviço de polinização. O tema é uma das atividades de um projeto de pesquisa em rede, da qual o autor participa. “Estamos pesquisando para esclarecer os aspectos ainda desconhecidos dessa relação entre soja e abelhas, assim como desenvolver ou adaptar novas tecnologias que resultem em um sistema de produção mais favorável aos polinizadores”, ressalta Gazzoni.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Versão em inglês</strong> - O livro foi publicado originalmente em inglês, atendendo a uma demanda da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para distribuição no exterior. A distribuição dessa versão em inglês ocorreu como parte das atividades brasileiras durante a 9ª Conferência de Ministros de Agricultura do Fórum Global para a Alimentação e a Agricultura (GFFA), em Berlim, na Alemanha, em janeiro de 2017.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><strong style="font-weight: bold;">Informações para aquisição da publicação</strong><br />
A Embrapa disponibiliza gratuitamente as versões do livro <em style="font-style: italic;"><strong style="font-weight: bold;">Soja e Abelhas</strong></em> e <strong style="font-weight: bold;"><em style="font-style: italic;">Soybean and Bees</em></strong> no formato PDF e E-book. Confira aqui: <strong style="font-weight: bold;"><a style="color: #6ca7e7;" href="http://www.embrapa.br/soja/abelhas" target="_blank">www.embrapa.br/soja/abelhas</a></strong>.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><strong style="font-weight: bold;">Versão impressa</strong><br />
Em breve, a versão impressa será comercializada pela Livraria da Embrapa: <strong style="font-weight: bold;"><a style="color: #6ca7e7;" href="http://www.embrapa.br/livraria" target="_blank">www.embrapa.br/livraria</a></strong>.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">www.embrapa.br</p>
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