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	<title>AgroCeleiro &#187; A importância das abelhas</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Japão investe mais de R$ 70 milhões para evitar sumiço das abelhas</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2018 19:05:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essenciais não só pela produção de mel, as abelhas são as principais polinizadoras das lavouras; basicamente, a agricultura depende delas Um crescimento expressivo no número de apicultores tem causado um “reboliço” no Japão, com os governos – em âmbito local e federal – apoiando o aumento da produção de abelhas que, além de produzirem mel, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="c-sumario" style="color: #8f8e8e; text-align: center;"><span style="color: #000000;">Essenciais não só pela produção de mel, as abelhas são as principais polinizadoras das lavouras; basicamente, a agricultura depende delas</span></h4>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Um crescimento expressivo no número de apicultores tem causado um “reboliço” no Japão, com os governos – em âmbito local e federal – apoiando o aumento da produção de abelhas que, além de produzirem mel, são essenciais para o cultivo de muitas frutas e vegetais. E o número de quem lida com a atividade simplesmente por hobby também tem subido.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Apicultores mantêm colmeias para criar os polinizadores desde os ovos postos pela Rainha. Os insetos acabam sendo vendidos para produtores rurais, que os liberam nas lavouras e estufas para fazer o trabalho de polinização. No entanto, embora os apicultores também coletem mel, a produção ainda é pequena. Em 2016, foram comercializadas 2,8 mil toneladas, o que corresponde a apenas 5% do mel disponível no mercado doméstico japonês. A maior parte é importada da China e outros mercados.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">“Ser capaz de criar abelhas no inverno é uma das forças de Okinawa. Os números de envios de colmeias e de apicultores estão crescendo bem diante dos nossos olhos”, diz Tomohiro Tokiwa, num centro especializado para embarques de colmeias. Tokiwa, de 68 anos, é o representante da cooperativa de apicultores da prefeitura de Okinawa.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">No dia da entrevista, cerca de 20 membros da cooperativa e outras pessoas estavam “empacotando” em contêineres algo em torno de 280 colmeias, que continuam aproximadamente 8 mil abelhas. “Elas provavelmente serão usadas para cerejeiras na região de Tohoku e estufas e de morangos e outras culturas na região Norte de Kanto”, explica.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Agricultores compram as abelhas por meio de cooperativas agrícolas, empresas de sementes e outras entidades. O principal objetivo é usá-las para polinizar plantações de abóboras, melancias e outras culturas.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">De acordo com a divisão pecuária da cidade de Okinawa, há 164 apicultores cadastrados na prefeitura e que possuem 11,5 mil colmeias, o que representa um aumento de pelo menos três vezes em relação aos números de 2009.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O crescimento veio após um clima atípico e danos com pragas, provocados pela baixa reprodução das abelhas entre 2007 e 2008. Para assegurar um suprimento estável de abelhas, o governo solicitou às prefeituras que tomassem passos para aumentar a produção e promover o debate em suas regiões.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O foco foi especialmente na região de Okinawa, onde abelhas rainhas podem “dar cria” no inverno. Muitos agricultores, inclusive, passaram a criar os insetos.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O número de apicultores vem crescendo nos últimos anos. Segundo o Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, havia 9,5 mil apicultores no país em 1985. Devido, sobretudo, ao envelhecimento da população, uma lacuna acabou se formando na atividade: em 2005, restavam somente 4,8 mil trabalhadores. A recuperação ficou evidente no ano passado, que terminou com 9,3 mil apicultores.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Houve, ainda, um crescimento em relação aos “apicultores de fim de semana”. Uma revisão na Lei de Promoção da Apicultura obrigou mesmo quem cria abelhas por diversão a se registrar junto às autoridades.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Yuya Saito, de 70 anos, um escrivão da região de Ishinomaki, virou apicultor em 2012, por hobby. Apaixonado por animais, Saito notou muitas abelhas quando estava limpando sua casa e os arredores depois do grande terremoto na costa leste do Japão, em 2011. “Meu interesse no meio ambiente local aumentou desde que eu comecei com a apicultura. Coletar o mel no final do verão é uma alegria”, conta.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Contudo, um novo problema surgiu: as chamadas plantas das abelhas têm desaparecido devido ao desenvolvimento das cidades e outros fatores. Elas incluem os astrálogos chineses, laranja mandarin e outras flores nas quais os polinizadores coletam o néctar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No orçamento de 2017, o Japão destinou mais de US$ 22 milhões &#8211; ou R$ 72,6 milhões &#8211; para centros de produção, o que inclui auxílio para a proliferação das plantas das abelhas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Um suprimento estável de abelhas é necessário para promover a apicultura, o que ajuda a aumentar a renda local e revitalizar comunidades. Mesmo que seja necessário tempo para resolver problemas, nós continuamos com nosso apoio”, afirma um membro do Ministério da Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Gazeta do Povo</span></p>
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