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	<title>AgroCeleiro &#187; Vida Rural</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>A produção de mudas de citros em recipientes traz vantagens para o pequeno agricultor, destaca pesquisa do DDPA</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 23:49:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 mil hectares de pomares comerciais de frutíferas de uva, laranja, bergamota, pêssego e melancia.</p>
<p>O trabalho está na publicação Circular nº 11/2021 e foi desenvolvido pelas pesquisadoras Maria Helena Fermino, Ivonete Tazzo e Lissandra Cavalli, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr)  e pela extensionista rural da Emater-RS/Ascar, engenheira agrônoma Miriam Trevisan.</p>
<p>A produção de citros é regulamentada por leis federais (Lei 10.711, de 2003, e decreto 10.586, de 2020) que definem que as mudas devem ser produzidas em recipientes com substrato em ambiente protegido. Mas a legislação também define que “os agricultores familiares, os assentados da reforma agrária e os indígenas que multipliquem sementes ou mudas para distribuição, troca ou comercialização entre si, estão isentos de inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM)”.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_GDO.jpeg" data-credito="Arte/Rodrigo D´Mart" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-12-20-at-17-31-40" data-legenda="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_MDO.jpeg" alt="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Arte/Rodrigo D´Mart</span></figcaption></figure>
<p>“A pesquisa teve por meta mostrar que tirar a muda do solo e colocá-la em um recipiente com substrato pode trazer vantagens para o agricultor familiar&#8221;, destaca a pesquisadora do DDPA Maria Helena Fermino. E o experimento, repetido duas vezes, mostrou que este sistema traz benefícios, como o baixo custo do substrato, em torno de R$ 0,50 a muda e a comercialização de mudas durante todo o ano, inclusive nos meses de verão, quando o clima é pouco favorável. Além disso, previne a contaminação fitossanitária das mudas por patógenos do solo e reduz o tempo de produção, que a céu aberto fica em torno de três anos.</p>
<p>O estudo mostrou também que a mudança proposta do sistema de produção de mudas de citros do solo para o uso de recipiente com substrato traz benefícios quanto à ergonomia durante a realização das tarefas pelo agricultor. A introdução do uso de recipiente eleva a muda acima do solo em,</p>
<p>aproximadamente, 25 cm, alterando perceptivelmente a postura do trabalhador e melhorando a qualidade de vida e o bem-estar deste.</p>
<p>“Nós fizemos esta Circular direcionada aos técnicos e aos produtores de citros, para que servisse de modelo para dar um salto de qualidade no Rio Grande do Sul nestas questões de produção de citros”, afirma Fermino.</p>
<p>O Rio Grande do Sul é o sétimo produtor nacional de laranja (321 toneladas), o quarto maior de tangerina (13 toneladas) e o nono de limão (122 toneladas), de acordo com dados de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estado, o cultivo de citros ocorre predominantemente na pequena propriedade familiar.</p>
<p>A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente em: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas</a></p>
<p>SEAPDR</p>
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		<title>chuva e diminuição das temperaturas para final de janeiro e início de fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 23:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Nas próximas semanas, a passagem de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202201/24151703-bad0002-d2jan2022-pp.docx" download="">Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2<small></small></a>, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).</p>
<p style="text-align: justify;">Nas próximas semanas, a passagem de duas frentes frias provocará chuva na maioria das regiões, com possibilidade de temporais isolados e totais expressivos em alguns municípios, principalmente na Metade Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há previsão de extensas ondas de calor, e o ingresso de massas de ar seco e frio favorecerá a ocorrência de temperaturas mais condizentes com a estação do verão. O deslocamento dos sistemas meteorológicos vai proporcionar aumento da umidade do solo, especialmente nas faixas Norte e Nordeste.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Condições hídricas em janeiro</h3>
<p style="text-align: justify;">A análise do balanço hídrico feita pelo Simagro-RS mostrou que a deficiência hídrica aumentou na maior parte do Estado em janeiro, principalmente na Fronteira Oeste, Missões, Região Central e Campanha. Somente nos Campos de Cima da Serra e Litoral Norte os dados apresentaram excesso hídrico ao longo do período.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo padrão se verifica no cálculo da diferença entre a precipitação ocorrida e a evapotranspiração potencial. Na maioria das regiões, a sequência de dias com temperaturas extremamente elevadas e ventos constantes aumentou a evaporação e prejudicou ainda mais o desenvolvimento das culturas instaladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o boletim completo na <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/simagro-rs">página do Simagro-RS</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>SEAPDR altera prazo para declaração anual de animais e atualização cadastral de produtores</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 14:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022 A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi publicado na Instrução Normativa 54, nesta segunda-feira (20/12), no Diário Oficial do Estado. Desta forma, as planilhas de atualizações não estarão disponíveis em janeiro como de costume.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, explica que desde o ano passado a SEAPDR vem trabalhando junto à Procergs, empresa responsável pelo sistema informatizado da Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul, em uma nova plataforma de declaração de rebanho e cadastro de produtores. O objetivo é que a coleta de dados agropecuários ocorra de forma mais completa, assertiva e confiável, o que repercutirá positivamente para toda a cadeia pecuária do Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rosane destaca que a plataforma em construção tem passado por inúmeros testes e validações. Com isso, não haverá tempo hábil para colocar o novo sistema em funcionamento em janeiro, prazo normal da declaração anual de rebanho. A nova ferramenta possibilitará, segundo a diretora do DDA, em um segundo momento, que o produtor consiga fazer as declarações e atualização cadastral de forma online, facilitando o cumprimento das suas obrigações junto ao Serviço Veterinário Oficial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma base de dados robusta, confiável e organizada irá qualificar ainda mais o serviço de vigilância e defesa agropecuária no Rio Grande do Sul. A quantidade e qualidade de informações disponíveis são fatores muito relevantes na tomada de decisão frente a emergências sanitárias, mas, principalmente, nas ações de prevenção”, acrescenta Rosane.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária Silvana Covatti lembra que, com o avanço do status sanitário do Rio Grande do sul para um Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a Secretaria da Agricultura vem investindo na manutenção desta nova condição sanitária por meio de novas ferramentas. “Este investimento em tecnologia trará facilidades para os produtores, benefícios para as cadeias produtivas e para quem executa a defesa agropecuária no Estado”, afirma a titular da pasta.</span></p>
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		<title>Participantes de audiencia publica não vê necessidade de licenciamento para projetos de irrigação</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:17:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o Projeto de Lei 5085/20, porque se trataria apenas uma técnica de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #304050;">O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2264953">Projeto de Lei 5085/20</a></strong>, porque se trataria apenas uma técnica de produção.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Apenas empreendimentos agropecuários, de maneira geral, seriam passíveis de licenciamento. Os defensores do projeto explicaram, porém, que o governo também vem se posicionando contra o licenciamento de projetos agropecuários.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O Brasil, segundo Rodrigo Xavier, analista do Ministério do Desenvolvimento Regional, tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.canalrural.com.br/tag/irrigacao/">apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</a></strong>. O potencial para uso imediato seria, porém, de 30 milhões de hectares. Xavier afirma que a irrigação aumenta a produtividade em até três vezes.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O analista disse que a única autorização necessária hoje para empreendimentos de irrigação é uma outorga da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Para ele, a irrigação é interessante do ponto de vista ambiental. “Além da agricultura de sequeiro, eu não vejo impacto. Pelo contrário, tem uma melhoria do ambiente, tem uma melhoria do solo, tem uma melhoria da matéria orgânica que se adiciona ao solo. O solo fica por mais tempo coberto durante o ano, evitando degradação”, explicou.</p>
<h3 style="font-weight: 500; text-align: justify;">Ambiente frágil</h3>
<p style="text-align: justify;">Suely de Araújo, especialista em Políticas Públicas do Observatório do Clima, afirma que o governo tem admitido licenciamento apenas em projetos de pecuária intensiva. “Em determinadas situações, o sistema de irrigação pode sim alterar a situação de uma área ambientalmente frágil e isso requer licença. Então está sendo construído todo um caminho, quando você soma essas narrativas, em que nada ligado à agropecuária, a não ser a pecuária intensiva, vai ser olhado do ponto de vista de licenciamento ambiental”.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que sugeriu a audiência, lembrou que existem vários projetos que tratam do licenciamento para irrigação em tramitação. “Qual é a melhor forma de a gente ter uma eficiência maior, de a gente ter uma agilidade maior nas emissões das licenças; sem perder do ponto de vista de conservação, sem perder qualidade do ponto de vista de análise técnica. E sem gerar mais conflitos pelo uso da água”, ponderou.</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento da produtividade agropecuária foi citado pelos convidados como um elemento fundamental para dar conta do aumento populacional do planeta dos 7,8 bilhões de habitantes atuais para cerca de 10 bilhões em 2050. A audiência sobre o licenciamento de empreendimentos de irrigação foi promovida pelas comissões de Agricultura e de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>Pesquisa confirma segurança para consumo dos vegetais comercializados no país</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/pesquisa-confirma-seguranca-para-consumo-dos-vegetais-comercializados-no-pais/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa Pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada em 2019 e 2020, e divulgada nesta sexta-feira (19), no Diário Oficial da União, mostra que 89% das amostras de produtos de origem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa</span></p>
<header id="site-header" class="has-navigation-dropdown sticky-header" style="color: #555555;">
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<p style="color: #555555; text-align: justify;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiNWI5OTZhNDctMDI4My00NDJiLTk2ZjEtODhiYTNhN2RlZjA1IiwidCI6ImMwOTU0YmJhLTE2MjEtNDVlNi05YWZiLTc3Njc3MzYwNzZjOSJ9" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Os resultados são referentes ao PNCRC/Vegetal</a>, que tem como objetivo monitorar e fiscalizar os resíduos de defensivos agrícolas e de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal nacionais e importados. Desde 2019, quando a fiscalização passou a autuar as irregularidades, o Mapa já aplicou mais de R$ 4 milhões em multas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo o levantamento, dos 89% de conformidade apontados nas análises, 49% não apresentaram nenhum resíduo e contaminante e outros 40% apresentaram valores abaixo do Limite Máximo de Resíduos (LMR) estabelecido no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Apenas 11% das amostras apresentaram algum tipo de inconformidade. Desse total, 10 pontos percentuais representam inconformidades relacionadas a resíduos de defensivos agrícolas e um ponto percentual mostrou a presença de contaminantes, como <em style="color: #555555;">Salmonella</em> e micotoxinas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dos produtos que apresentaram inconformidades pelo uso de defensivo agrícola não permitido para a cultura, temos o feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>) e o feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>). O Mapa autuou as empresas embaladoras dos produtos e vem trabalhando em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Feijão (Abifeijão), Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Associação Brasileira de Feijões e Legumes Secos (Abrafe) estratégias de monitoramento de resíduos e rastreabilidade de produtos. Uma ação já adotada pelos embaladores é a execução de teste rápido para resíduos de defensivos no recebimento dos feijões.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as irregularidades encontradas nos feijões não apresentam risco agudo no consumo desses alimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">&#8220;O estabelecimento dos procedimentos fiscais nas coletas de amostras do PNCRC foi muito importante. Ao passo que o Mapa continua monitorando a situação dos produtos, já é possível a responsabilização dos agentes da cadeia produtiva, nos casos de não conformidade&#8221;, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo. Até 2019, as irregularidades detectadas pelo PNCRC eram apenas notificadas aos infratores.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Análises</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O PNCRC analisou no período 37 produtos de origem vegetal: amêndoa, avelã, amendoim, amêndoa de cacau, arroz, alho, alface, abacaxi, batata-inglesa, banana, beterraba, café grão verde, café torrado e moído, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, citros, cenoura, farinha de trigo, feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>), feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>), goiaba, kiwi, manga, mamão, maçã, milho, melão, morango, pimenta do reino, pera, pimentão, soja, trigo, tomate e uva.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Ao todo, foram 2.601 amostras coletadas e encaminhadas para análises na Rede Nacional de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (Rede LFDA). As amostras são oficiais e coletadas por auditores fiscais federais agropecuários em propriedades rurais, estabelecimentos beneficiadores e em centrais de abastecimento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As análises do PNCRC são feitas em amostras de produtos nacionais e importados. No período, foram analisados 91% de produtos nacionais e 9%, importados.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dentre os produtos de origem vegetal que apresentaram 100% de conformidades no período, temos alho, amêndoa, avelã, café, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, manga e pimenta do reino. Nas inconformidades, abaixo de 70% (a maioria por uso de produtos não permitidos para a cultura) aparecem feijão comum, goiaba, morango, feijão-de-corda e pimentão.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Mapa utiliza métodos de controle e fiscalização da Instrução Normativa Conjunta nº 02 de 2018, que estabelece a obrigatoriedade de rastreabilidade por todos os entes da cadeia de produção e comercialização de produtos de origem vegetal.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Plano do Ministério da Agricultura, em conjunto com o Programa de Análise de Resíduos em Alimentos (PARA), realizado pela Anvisa, formam o sistema de monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Defensivos agrícolas</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Das 2.601 amostras coletadas, 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorrência de resíduos de defensivos agrícolas, sendo 1.521 amostras conformes e 256 não conformes.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As violações em produtos nacionais chegaram a 14%. Desses, 10% foram de defensivos agrícolas não permitidos para a cultura &#8211; que não significa, necessariamente, risco para a saúde dos consumidores &#8211; e 4% com uso acima do limite máximo de resíduos – que indica uso inadequado do produto, não seguindo as orientações da bula.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Neste biênio, não constatamos nenhuma violação por agrotóxicos proibidos no Brasil nas análises, o que demonstra a segurança dos produtos brasileiros”, destaca Bertoldo.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
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		<title>Serviço Florestal anuncia ferramenta para adesão de produtores ao Programa de Regularização Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 14:50:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).   A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).  </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, durante o  8º Encontro Nacional do Cadastro Ambiental Rural 2021, que reúne gestores do CAR para discutir os desafios e estratégias para avançar na agenda de regularização ambiental de forma cooperada. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na abertura do Encontro, a ministra disse que o alinhamento com os estados é fundamental para a efetiva implementação do Código Florestal no Brasil. “Com isso, teremos transparência, regularidade ambiental, bem como garantiremos a produção agropecuária aliada à conservação ambiental, fortalecendo a característica única da agropecuária brasileira de produzir e conservar”. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela colocou o Mapa e o Serviço Florestal à disposição dos estados para resolver gargalos e ajudar na implementação do CAR em todo o país. “Nós fazemos só a coordenação, mas vocês fazem a implementação, que é o mais importante. Estamos de portas abertas para ajudar no que for preciso”, disse a ministra ressaltando que essa é uma política prioritária para o Ministério. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor-geral do SFB, Pedro Neto, disse que a realização do Encontro é uma importante iniciativa de coordenação para implementação do Código Florestal entre o Serviço Florestal Brasileiro e as unidades federativas. “O evento deste ano marca uma mudança de patamar na política de implementação do Código Florestal e de regularização ambiental no país”, destacou.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de representantes das 27 unidades da federação, participam, de forma presencial e virtual, representantes de Superintendências do Mapa, Banco Mundial, BNDES, Embrapa, CNA,  Ministério da Economia, Cooperação técnica e financeira da Alemanha, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri). O Encontro vai até o dia 22 de outubro. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Probabilidade de La Ninã está acima dos 70%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 16:13:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Precipitações devem ficar abaixo da média, especialmente em novembro Os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), apontam para uma probabilidade acima de 70% de que as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Precipitações devem ficar abaixo da média, especialmente em novembro</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), apontam para uma probabilidade acima de 70% de que as condições de La Niña se iniciem durante a primavera de 2021 e permaneçam até o verão 2021/2022.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de outubro indica redução da chuva e aumento da temperatura diurna, o que produz aumento da evapotranspiração, especialmente na segunda quinzena do mês. Para o mês de novembro, os modelos também apontam para uma redução de chuva, com predomínio de noites mais frias e dias mais quentes, padrão característico de períodos muito secos. Já para dezembro, são esperados padrões de chuva e temperaturas mais próximos da média climatológica. As previsões trimestrais do Copaaergs são obtidas por meio do Modelo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas (CPMET)<strong style="font-weight: bold;"> </strong>da UFPel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima. </span></p>
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		<title>Agricultura emite segundo alerta sanitário em 2021 sobre focos de raiva herbívora no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 13:13:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista abaixo).</p>
<p style="text-align: justify;">Os municípios com focos identificados neste alerta são Arroio dos Ratos, Caraá, São Jerônimo, Osório e São Gabriel. E os municípios com possível evolução dos focos são Capivari do Sul, Riozinho, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, Butiá, Charqueadas, General Câmara, Eldorado do Sul, Guaíba, Mariana Pimentel, São Jerônimo, Lavras do Sul, Santa Margarida do Sul, São Sepé e Vila Nova do Sul.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--esquerda" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_GDO.jpeg" data-credito="André Witt/Divulgação SEAPDR" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-10-06-at-3-33-41-pm" data-legenda="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_MDO.jpeg" alt="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: André Witt/Divulgação SEAPDR</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Os proprietários dos municípios citados tem que ficar alertas para vacinar seus animais e relatar mordeduras do morcego hematófago <em>Desmodus rotundus</em> às <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/enderecos-de-regionais-e-ida-s" target="_blank">inspetorias ou escritórios de Defesa Agropecuária</a>. Se isso estiver ocorrendo, equipes da Secretaria vão ser designadas para a região, para o município onde está ocorrendo o foco, para fazer o controle”, explica o analista ambiental André Witt, do Programa de Controle de Raiva Herbívora.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns esconderijos habituais dos morcegos são troncos ocos de árvores, cavernas, fendas de rochas, furnas, túneis e casas abandonadas, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro alerta sanitário foi emitido no dia 24-06-2021.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Municípios com focos de raiva herbívora em 2021</h3>
<p style="text-align: justify;">Arroio dos Ratos, Caçapava do Sul, Canguçu, Caraá, Coronel Barros, Garruchos, Guabiju, Guaíba, Itacurubi, Lagoa Vermelha, Mariana Pimentel, Osório, Palmares do Sul, Palmitinho, Pirapó, Santo Antônio da Patrulha, Santo Antônio das Missões, Santo Cristo, São Francisco de Paula, São Gabriel, São Jerônimo, São Jorge, São Lourenço, São Nicolau e Sertão Santana.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja mais informações sobre a raiva herbívora e orientações neste endereço: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs</a></p>
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		<title>Secretaria da Agricultura publica novas instruções normativas relacionadas a agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
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		<category><![CDATA[IN 40]]></category>
		<category><![CDATA[instruções normativas relacionadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). Uma delas, a Instrução Normativa nº 40/2021, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica, no momento da prescrição do uso do produto químico, no âmbito de todo o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">As coordenadas geográficas deverão atender o Sistema Geodésico Brasileiro em vigor e ser informadas no formato decimal, com seis casas depois da vírgula, de forma que a coordenada geográfica seja inserida com os oito dígitos no layout: -XX, XXXXXX; -XX,XXXXXX, sendo longitude e latitude, respectivamente. A medida entra em vigor em 60 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram publicadas as Instruções Normativas nº 41/2021 e 42/2021, as quais revogam medidas anteriores referentes aos agrotóxicos hormonais e incluem novos 11 municípios (Dilermando de Aguiar, Itaqui, Júlio de Castilhos, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Santa Maria, São Sepé, Toropi, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul e São Gabriel). Ambas entraram em vigor na data da publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa), ligada ao Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Rafael Friedrich de Lima, explica que a inclusão dos 11 municípios no âmbito das INs foi amplamente debatida no grupo de trabalho do herbicida 2,4-D, que reúne entidades do setor produtivo e órgãos de Estado. “Os critérios técnicos utilizados têm relação com a possível ocorrência de deriva nestas regiões”, comenta Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">A IN nº 41/2021 estabelece a venda orientada de agrotóxicos hormonais e revoga as INs 09/2019 e 30/2021. O principal ponto da normativa é que os produtores rurais, destes 11 novos municípios, têm a obrigação de declarar o uso dos agrotóxicos hormonais já na safra de verão 2021/2022, mas não será exigido a eles que o aplicador tenha o curso de boas práticas agrícolas até 31 de maio de 2022. O produtor fica dispensado de apresentar a Declaração do Cadastro Estadual de Aplicador de Agrotóxicos no momento da compra de agrotóxico hormonal no período entre a publicação da IN 41 e 31 de maio de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">Já, na Instrução Normativa nº 42/2021 fica estabelecido o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a regulamentação da sua aplicação. Também revoga as INs nº 06/2019, 07/2019 e 30/2021. Dentre as alterações publicadas, destacam-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pessoas jurídicas com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR também poderão realizar aplicação de agrotóxicos hormonais, além de pessoas físicas devidamente cadastradas no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>Excepcionalmente no período compreendido entre a publicação da Instrução Normativa e maio de 2022, para as aplicações realizadas nos 11 novos municípios não será exigido que o aplicador tenha realizado o Curso de Boas Práticas Agrícolas na Aplicação de Agrotóxicos e nem que esteja cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>A instituição que for ministrar o curso de boas práticas deverá se cadastrar junto à SEAPDR e deverá adotar controle interno de turmas, de alunos e cursos ministrados, mantendo o registro por pelo menos cinco anos;</li>
<li>Os cursos deverão ser ministrados para turmas com no máximo 40 participantes, exigindo uma frequência mínima de 80% da carga horária total e processo de avaliação de conhecimentos ao final do curso;</li>
<li>A exceção se dá para o caso dos cursos de executor de aviação agrícola e de coordenador em aviação agrícola, os quais se equivalem ao curso de boas práticas, não se aplicando o prazo de renovação;</li>
<li>As informações da aplicação de agrotóxicos hormonais deverão ser prestadas pelo produtor rural, no prazo máximo de 96 horas, após o último dia de aplicação, através do preenchimento dos dados no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mantém-se a data de 1º de junho de 2022 para que o disposto nas Instruções Normativas 41 e 42/2021 passem a vigorar em todo o Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125653-explicando-a-in-40-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 40/2021 <small>(.pdf 433,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125915-explicando-a-in-41-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 41/2021 <small>(.pdf 344,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14130021-explicando-a-in-42-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 42/2021 <small>(.pdf 459,03 KBytes</small></a></p>
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