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	<title>AgroCeleiro &#187; Reclamações e Sugestões</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>A produção de mudas de citros em recipientes traz vantagens para o pequeno agricultor, destaca pesquisa do DDPA</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 23:49:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 mil hectares de pomares comerciais de frutíferas de uva, laranja, bergamota, pêssego e melancia.</p>
<p>O trabalho está na publicação Circular nº 11/2021 e foi desenvolvido pelas pesquisadoras Maria Helena Fermino, Ivonete Tazzo e Lissandra Cavalli, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr)  e pela extensionista rural da Emater-RS/Ascar, engenheira agrônoma Miriam Trevisan.</p>
<p>A produção de citros é regulamentada por leis federais (Lei 10.711, de 2003, e decreto 10.586, de 2020) que definem que as mudas devem ser produzidas em recipientes com substrato em ambiente protegido. Mas a legislação também define que “os agricultores familiares, os assentados da reforma agrária e os indígenas que multipliquem sementes ou mudas para distribuição, troca ou comercialização entre si, estão isentos de inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM)”.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_GDO.jpeg" data-credito="Arte/Rodrigo D´Mart" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-12-20-at-17-31-40" data-legenda="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_MDO.jpeg" alt="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Arte/Rodrigo D´Mart</span></figcaption></figure>
<p>“A pesquisa teve por meta mostrar que tirar a muda do solo e colocá-la em um recipiente com substrato pode trazer vantagens para o agricultor familiar&#8221;, destaca a pesquisadora do DDPA Maria Helena Fermino. E o experimento, repetido duas vezes, mostrou que este sistema traz benefícios, como o baixo custo do substrato, em torno de R$ 0,50 a muda e a comercialização de mudas durante todo o ano, inclusive nos meses de verão, quando o clima é pouco favorável. Além disso, previne a contaminação fitossanitária das mudas por patógenos do solo e reduz o tempo de produção, que a céu aberto fica em torno de três anos.</p>
<p>O estudo mostrou também que a mudança proposta do sistema de produção de mudas de citros do solo para o uso de recipiente com substrato traz benefícios quanto à ergonomia durante a realização das tarefas pelo agricultor. A introdução do uso de recipiente eleva a muda acima do solo em,</p>
<p>aproximadamente, 25 cm, alterando perceptivelmente a postura do trabalhador e melhorando a qualidade de vida e o bem-estar deste.</p>
<p>“Nós fizemos esta Circular direcionada aos técnicos e aos produtores de citros, para que servisse de modelo para dar um salto de qualidade no Rio Grande do Sul nestas questões de produção de citros”, afirma Fermino.</p>
<p>O Rio Grande do Sul é o sétimo produtor nacional de laranja (321 toneladas), o quarto maior de tangerina (13 toneladas) e o nono de limão (122 toneladas), de acordo com dados de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estado, o cultivo de citros ocorre predominantemente na pequena propriedade familiar.</p>
<p>A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente em: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas</a></p>
<p>SEAPDR</p>
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		<title>chuva e diminuição das temperaturas para final de janeiro e início de fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 23:21:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Nas próximas semanas, a passagem de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202201/24151703-bad0002-d2jan2022-pp.docx" download="">Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2<small></small></a>, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).</p>
<p style="text-align: justify;">Nas próximas semanas, a passagem de duas frentes frias provocará chuva na maioria das regiões, com possibilidade de temporais isolados e totais expressivos em alguns municípios, principalmente na Metade Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há previsão de extensas ondas de calor, e o ingresso de massas de ar seco e frio favorecerá a ocorrência de temperaturas mais condizentes com a estação do verão. O deslocamento dos sistemas meteorológicos vai proporcionar aumento da umidade do solo, especialmente nas faixas Norte e Nordeste.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Condições hídricas em janeiro</h3>
<p style="text-align: justify;">A análise do balanço hídrico feita pelo Simagro-RS mostrou que a deficiência hídrica aumentou na maior parte do Estado em janeiro, principalmente na Fronteira Oeste, Missões, Região Central e Campanha. Somente nos Campos de Cima da Serra e Litoral Norte os dados apresentaram excesso hídrico ao longo do período.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo padrão se verifica no cálculo da diferença entre a precipitação ocorrida e a evapotranspiração potencial. Na maioria das regiões, a sequência de dias com temperaturas extremamente elevadas e ventos constantes aumentou a evaporação e prejudicou ainda mais o desenvolvimento das culturas instaladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o boletim completo na <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/simagro-rs">página do Simagro-RS</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>SEAPDR altera prazo para declaração anual de animais e atualização cadastral de produtores</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 14:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022 A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi publicado na Instrução Normativa 54, nesta segunda-feira (20/12), no Diário Oficial do Estado. Desta forma, as planilhas de atualizações não estarão disponíveis em janeiro como de costume.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, explica que desde o ano passado a SEAPDR vem trabalhando junto à Procergs, empresa responsável pelo sistema informatizado da Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul, em uma nova plataforma de declaração de rebanho e cadastro de produtores. O objetivo é que a coleta de dados agropecuários ocorra de forma mais completa, assertiva e confiável, o que repercutirá positivamente para toda a cadeia pecuária do Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rosane destaca que a plataforma em construção tem passado por inúmeros testes e validações. Com isso, não haverá tempo hábil para colocar o novo sistema em funcionamento em janeiro, prazo normal da declaração anual de rebanho. A nova ferramenta possibilitará, segundo a diretora do DDA, em um segundo momento, que o produtor consiga fazer as declarações e atualização cadastral de forma online, facilitando o cumprimento das suas obrigações junto ao Serviço Veterinário Oficial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma base de dados robusta, confiável e organizada irá qualificar ainda mais o serviço de vigilância e defesa agropecuária no Rio Grande do Sul. A quantidade e qualidade de informações disponíveis são fatores muito relevantes na tomada de decisão frente a emergências sanitárias, mas, principalmente, nas ações de prevenção”, acrescenta Rosane.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária Silvana Covatti lembra que, com o avanço do status sanitário do Rio Grande do sul para um Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a Secretaria da Agricultura vem investindo na manutenção desta nova condição sanitária por meio de novas ferramentas. “Este investimento em tecnologia trará facilidades para os produtores, benefícios para as cadeias produtivas e para quem executa a defesa agropecuária no Estado”, afirma a titular da pasta.</span></p>
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		<title>Probabilidade de La Niña até o final do verão 2022 está acima dos 80%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de janeiro de 2022 indica chuva próxima da média em grande parte do Estado, exceto no extremo oeste, onde ficará um pouco acima da média. Para o mês de fevereiro, a tendência é de que a chuva fique abaixo da média. Em março, os prognósticos indicam chuvas próximas da média. Para as temperaturas do ar, o prognóstico é de que fiquem próximas da média em todo o trimestre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Mesmo com condições de chuva dentro da faixa normal no verão, as precipitações ainda não são suficientes para suprir a demanda hídrica das principais culturas de primavera/verão, em função da alta demanda evapotranspirativa do período&#8221;, destaca a coordenadora do Copaaergs, agrometeorologista Loana Cardoso. Evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e a transpiração da água pelas plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Participantes de audiencia publica não vê necessidade de licenciamento para projetos de irrigação</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:17:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o Projeto de Lei 5085/20, porque se trataria apenas uma técnica de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #304050;">O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2264953">Projeto de Lei 5085/20</a></strong>, porque se trataria apenas uma técnica de produção.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Apenas empreendimentos agropecuários, de maneira geral, seriam passíveis de licenciamento. Os defensores do projeto explicaram, porém, que o governo também vem se posicionando contra o licenciamento de projetos agropecuários.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O Brasil, segundo Rodrigo Xavier, analista do Ministério do Desenvolvimento Regional, tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.canalrural.com.br/tag/irrigacao/">apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</a></strong>. O potencial para uso imediato seria, porém, de 30 milhões de hectares. Xavier afirma que a irrigação aumenta a produtividade em até três vezes.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O analista disse que a única autorização necessária hoje para empreendimentos de irrigação é uma outorga da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Para ele, a irrigação é interessante do ponto de vista ambiental. “Além da agricultura de sequeiro, eu não vejo impacto. Pelo contrário, tem uma melhoria do ambiente, tem uma melhoria do solo, tem uma melhoria da matéria orgânica que se adiciona ao solo. O solo fica por mais tempo coberto durante o ano, evitando degradação”, explicou.</p>
<h3 style="font-weight: 500; text-align: justify;">Ambiente frágil</h3>
<p style="text-align: justify;">Suely de Araújo, especialista em Políticas Públicas do Observatório do Clima, afirma que o governo tem admitido licenciamento apenas em projetos de pecuária intensiva. “Em determinadas situações, o sistema de irrigação pode sim alterar a situação de uma área ambientalmente frágil e isso requer licença. Então está sendo construído todo um caminho, quando você soma essas narrativas, em que nada ligado à agropecuária, a não ser a pecuária intensiva, vai ser olhado do ponto de vista de licenciamento ambiental”.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que sugeriu a audiência, lembrou que existem vários projetos que tratam do licenciamento para irrigação em tramitação. “Qual é a melhor forma de a gente ter uma eficiência maior, de a gente ter uma agilidade maior nas emissões das licenças; sem perder do ponto de vista de conservação, sem perder qualidade do ponto de vista de análise técnica. E sem gerar mais conflitos pelo uso da água”, ponderou.</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento da produtividade agropecuária foi citado pelos convidados como um elemento fundamental para dar conta do aumento populacional do planeta dos 7,8 bilhões de habitantes atuais para cerca de 10 bilhões em 2050. A audiência sobre o licenciamento de empreendimentos de irrigação foi promovida pelas comissões de Agricultura e de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>RS terá volumes expressivos de precipitação em diversas regiões nos próximos dias</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos próximos dias deverão ocorrer volumes expressivos de precipitação em diversas regiões do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico nº 46/2021, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Irga. Na sexta-feira (19) e sábado (20), o tempo fica firme, com grande [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias deverão ocorrer volumes expressivos de precipitação em diversas regiões do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico nº 46/2021, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Irga.</p>
<p>Na sexta-feira (19) e sábado (20), o tempo fica firme, com grande amplitude térmica, com valores mais baixos durante a noite e temperaturas elevadas no período diurno. No domingo (21), o ingresso de ar quente favorecerá a elevação das temperaturas, com valores acima de 30°C em várias regiões.</p>
<p>Na segunda-feira (22), o tempo firme e o calor predominarão em todo Estado, com temperaturas máximas acima de 35°C em diversas áreas. Entre a terça (23) e quarta-feira (24), a propagação de uma área de baixa pressão e de uma frente fria provocarão chuva em todo Estado, com possibilidade de temporais isolados. Os valores previstos deverão ser oscilar entre 10 e 20 mm na maioria das localidades da Metade Sul. No restante do Estado, os volumes deverão oscilar entre 25 e 45 mm e poderão superar 50 mm em diversos municípios do Alto Uruguai, Planalto, Serra do Nordeste e nos Campos de Cima da Serra.</p>
<p>O boletim também aborda a situação das culturas de trigo, soja, olerícolas e frutíferas.<br />
Veja o boletim completo em  <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia">www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia</a></p>
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		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
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		<title>Serviço Florestal anuncia ferramenta para adesão de produtores ao Programa de Regularização Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 14:50:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).   A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).  </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, durante o  8º Encontro Nacional do Cadastro Ambiental Rural 2021, que reúne gestores do CAR para discutir os desafios e estratégias para avançar na agenda de regularização ambiental de forma cooperada. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na abertura do Encontro, a ministra disse que o alinhamento com os estados é fundamental para a efetiva implementação do Código Florestal no Brasil. “Com isso, teremos transparência, regularidade ambiental, bem como garantiremos a produção agropecuária aliada à conservação ambiental, fortalecendo a característica única da agropecuária brasileira de produzir e conservar”. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela colocou o Mapa e o Serviço Florestal à disposição dos estados para resolver gargalos e ajudar na implementação do CAR em todo o país. “Nós fazemos só a coordenação, mas vocês fazem a implementação, que é o mais importante. Estamos de portas abertas para ajudar no que for preciso”, disse a ministra ressaltando que essa é uma política prioritária para o Ministério. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor-geral do SFB, Pedro Neto, disse que a realização do Encontro é uma importante iniciativa de coordenação para implementação do Código Florestal entre o Serviço Florestal Brasileiro e as unidades federativas. “O evento deste ano marca uma mudança de patamar na política de implementação do Código Florestal e de regularização ambiental no país”, destacou.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de representantes das 27 unidades da federação, participam, de forma presencial e virtual, representantes de Superintendências do Mapa, Banco Mundial, BNDES, Embrapa, CNA,  Ministério da Economia, Cooperação técnica e financeira da Alemanha, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri). O Encontro vai até o dia 22 de outubro. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Aberto oficialmente plantio de soja em Júlio de Castilhos</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 16:54:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Safra 2021/2022]]></category>

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		<description><![CDATA[A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos. O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é hoje a principal commodity gaúcha e nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo estimativa da Emater, os gaúchos irão semear soja em 6,3 milhões de hectares na atual safra de verão, aumento de 3,62% em relação ao ciclo 2020/2021. Se a área se confirmar, o Estado supera o recorde alcançado na safra anterior, de 6,11 milhões de hectares cultivados. No ciclo passado, a produção da oleaginosa rompeu a barreira das 20 milhões de toneladas, colocando o Rio Grande do Sul como segundo maior produtor do grão no país, atrás apenas de Mato Grosso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em termos de valor bruto da produção (VBP), a soja é o produto agropecuário mais importante do Rio Grande do Sul. Na última safra, o VBP gerado pela cultura somouj R$ 55,9 bilhões, respondendo por 60% de todo o valor bruto da agropecuária gaúcha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a conjuntura de preços e mercado para o produto seja favorável, as regiões produtoras se preocupam com os custos de produção que apresentaram fortes incrementos neste início de temporada. Demonstrativo do custo de produção divulgado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro/RS) mostra que os custos operacionais giram em torno dos R$ 3.340 por hectare, enquanto o custo total deve superar os R$ 5.400 por hectare.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O RS já é o segundo maior Estado produtor de soja do Brasil e o município de Júlio de Castilhos é o segundo maior em volume no Rio Grande do Sul. Nossa região contribui não só pelo que ela produz, mas pelo que o Brasil produz através dos agricultores que saem daqui para plantar em outros lugares. Que tenhamos mais uma vez uma safra com mais de 20 milhões de toneladas”, afirmou o presidente da Cotrijuc, Caio Vianna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Previsão é de chuva e temperaturas amenas para os próximos dias no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 16:32:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A semana entre 14 e 20 de setembro terá chuva e temperaturas amenas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico 41/2021, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), a Emater/RS-Ascar e o Irga. Na sexta-feira (15), a propagação de uma frente fria vai provocar chuva em todo o Estado, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A semana entre 14 e 20 de setembro terá chuva e temperaturas amenas no Rio Grande do Sul, de acordo com o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/14164729-boletim-integrado-agrometeorologico-41-2021.pdf" download="">Boletim Integrado Agrometeorológico 41/2021</a>, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), a Emater/RS-Ascar e o Irga.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira (15), a propagação de uma frente fria vai provocar chuva em todo o Estado, com risco de temporais isolados, principalmente no Oeste e Metade Norte. No sábado (16), nos setores Norte e Nordeste ainda ocorrerão chuvas fracas e isoladas enquanto no restante do Estado a presença de uma massa de ar seco garantirá o tempo firme, com declínio significativo da temperatura.</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo (17), o tempo permanecerá firme com temperaturas amenas na maioria das regiões e somente entre a Serra do Nordeste e os Campos de Cima da Serra são esperadas precipitações fracas e isoladas. Na segunda (18) e terça-feira (19), o tempo seco e as temperaturas amenas seguirão predominando na maioria das regiões, porém ocorrerá o aumento da nebulosidade e há possibilidade de pancadas isoladas de chuva nas faixas Leste e Norte. Na quarta-feira (20), a presença do ar seco manterá o tempo firme, com grande amplitude térmica em todo Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os volumes previstos são expressivos e oscilarão entre 20 e 35 mm na Campanha, Zona Sul e Faixa Leste. Nas demais áreas, os totais esperados oscilarão entre 50 e 80 mm, e poderão superar 90 mm em algumas localidades, especialmente na Fronteira Oeste, Missões e Vale do Uruguai.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento também aborda a situação das culturas de trigo, canola, soja, campo nativo, pastagens e arroz. Acompanhe todos os Boletins Integrados Agrometeorológicos em <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia">www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia</a>.</p>
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