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	<title>AgroCeleiro &#187; Pecuária Leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>SEAPDR altera prazo para declaração anual de animais e atualização cadastral de produtores</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 14:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022 A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi publicado na Instrução Normativa 54, nesta segunda-feira (20/12), no Diário Oficial do Estado. Desta forma, as planilhas de atualizações não estarão disponíveis em janeiro como de costume.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, explica que desde o ano passado a SEAPDR vem trabalhando junto à Procergs, empresa responsável pelo sistema informatizado da Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul, em uma nova plataforma de declaração de rebanho e cadastro de produtores. O objetivo é que a coleta de dados agropecuários ocorra de forma mais completa, assertiva e confiável, o que repercutirá positivamente para toda a cadeia pecuária do Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rosane destaca que a plataforma em construção tem passado por inúmeros testes e validações. Com isso, não haverá tempo hábil para colocar o novo sistema em funcionamento em janeiro, prazo normal da declaração anual de rebanho. A nova ferramenta possibilitará, segundo a diretora do DDA, em um segundo momento, que o produtor consiga fazer as declarações e atualização cadastral de forma online, facilitando o cumprimento das suas obrigações junto ao Serviço Veterinário Oficial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma base de dados robusta, confiável e organizada irá qualificar ainda mais o serviço de vigilância e defesa agropecuária no Rio Grande do Sul. A quantidade e qualidade de informações disponíveis são fatores muito relevantes na tomada de decisão frente a emergências sanitárias, mas, principalmente, nas ações de prevenção”, acrescenta Rosane.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária Silvana Covatti lembra que, com o avanço do status sanitário do Rio Grande do sul para um Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a Secretaria da Agricultura vem investindo na manutenção desta nova condição sanitária por meio de novas ferramentas. “Este investimento em tecnologia trará facilidades para os produtores, benefícios para as cadeias produtivas e para quem executa a defesa agropecuária no Estado”, afirma a titular da pasta.</span></p>
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		<title>Probabilidade de La Niña até o final do verão 2022 está acima dos 80%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de janeiro de 2022 indica chuva próxima da média em grande parte do Estado, exceto no extremo oeste, onde ficará um pouco acima da média. Para o mês de fevereiro, a tendência é de que a chuva fique abaixo da média. Em março, os prognósticos indicam chuvas próximas da média. Para as temperaturas do ar, o prognóstico é de que fiquem próximas da média em todo o trimestre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Mesmo com condições de chuva dentro da faixa normal no verão, as precipitações ainda não são suficientes para suprir a demanda hídrica das principais culturas de primavera/verão, em função da alta demanda evapotranspirativa do período&#8221;, destaca a coordenadora do Copaaergs, agrometeorologista Loana Cardoso. Evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e a transpiração da água pelas plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Agricultura emite segundo alerta sanitário em 2021 sobre focos de raiva herbívora no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 13:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista abaixo).</p>
<p style="text-align: justify;">Os municípios com focos identificados neste alerta são Arroio dos Ratos, Caraá, São Jerônimo, Osório e São Gabriel. E os municípios com possível evolução dos focos são Capivari do Sul, Riozinho, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, Butiá, Charqueadas, General Câmara, Eldorado do Sul, Guaíba, Mariana Pimentel, São Jerônimo, Lavras do Sul, Santa Margarida do Sul, São Sepé e Vila Nova do Sul.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--esquerda" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_GDO.jpeg" data-credito="André Witt/Divulgação SEAPDR" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-10-06-at-3-33-41-pm" data-legenda="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_MDO.jpeg" alt="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: André Witt/Divulgação SEAPDR</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Os proprietários dos municípios citados tem que ficar alertas para vacinar seus animais e relatar mordeduras do morcego hematófago <em>Desmodus rotundus</em> às <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/enderecos-de-regionais-e-ida-s" target="_blank">inspetorias ou escritórios de Defesa Agropecuária</a>. Se isso estiver ocorrendo, equipes da Secretaria vão ser designadas para a região, para o município onde está ocorrendo o foco, para fazer o controle”, explica o analista ambiental André Witt, do Programa de Controle de Raiva Herbívora.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns esconderijos habituais dos morcegos são troncos ocos de árvores, cavernas, fendas de rochas, furnas, túneis e casas abandonadas, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro alerta sanitário foi emitido no dia 24-06-2021.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Municípios com focos de raiva herbívora em 2021</h3>
<p style="text-align: justify;">Arroio dos Ratos, Caçapava do Sul, Canguçu, Caraá, Coronel Barros, Garruchos, Guabiju, Guaíba, Itacurubi, Lagoa Vermelha, Mariana Pimentel, Osório, Palmares do Sul, Palmitinho, Pirapó, Santo Antônio da Patrulha, Santo Antônio das Missões, Santo Cristo, São Francisco de Paula, São Gabriel, São Jerônimo, São Jorge, São Lourenço, São Nicolau e Sertão Santana.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja mais informações sobre a raiva herbívora e orientações neste endereço: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs</a></p>
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		<title>Primeiros animais chegam à Expointer 2021</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 18:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os primeiros animais a chegarem ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, nesta segunda-feira (30), para participarem da 44ª Expointer, foram os ovinos trazidos pelos criadores Paulo Roberto Moraes Arocha, da Cabanha Infantada, de Santiago, com três animais das raças Merino e Ile de France; Cleber Martins, da Cabanha Oliveira, de Uruguaiana, com três [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os primeiros animais a chegarem ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, nesta segunda-feira (30), para participarem da 44ª Expointer, foram os ovinos trazidos pelos criadores Paulo Roberto Moraes Arocha, da Cabanha Infantada, de Santiago, com três animais das raças Merino e Ile de France; Cleber Martins, da Cabanha Oliveira, de Uruguaiana, com três exemplares da raça Texel; e Roque Vinícius Moraes, da Cabanha Don Dindo, de Santo Antônio das Missões, com dois Poll Dorset.</p>
<p style="text-align: justify;">A feira ocorrerá de 4 a 12 de setembro e contará com 4.057 animais, sendo 2.825 de argola e 1.232 rústicos. A recepção dos animais de argola ocorre até sábado das 8h às 22h. Os animais que participam de provas podem ingressar no parque durante todo o decorrer da feira, dentro deste horário. Os expositores também precisam passar por triagem de equipes de saúde e apresentar teste negativo para Covid antes da entrada no parque.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti, o momento da chegada dos animais é muito simbólico. “A partir de hoje, o parque passa ser a casa, por alguns dias, do que há de melhor na nossa pecuária, que tem um nível de excelência no Estado. Além de festejarmos a nova condição sanitária de área livre de febre aftosa sem vacinação, também vamos comemorar nesta Expointer a safra recorde de soja do último verão e as boas projeções para as plantações de inverno”, destacou Silvana.</p>
<p style="text-align: justify;">Os expositores buscam boas perspectivas de comercialização, com negócios sendo fechados durante a feira e ao longo de todo o ano. “Não tenho expectativa de levar títulos, mas venho aqui para poder vender os meus carneiros que ficam na minha casa. A feira é a vitrine do Rio Grande do Sul”, comentou Arocha que, pelo sexto ano, chega primeiro à Expointer. Ele conta que, ano passado, decidiu não participar por causa da pandemia. “Perdi gente na minha família, estava tudo complicado, tinha que ficar em casa né? Aí não viemos. Mas agora é preciso enfrentar essa Covid, nós vivemos disso, trabalhamos pra isso e temos que retomar a vida”, desabafou Arocha.</p>
<p style="text-align: justify;">O cabanheiro Magaiver da Rosa, da Estância do Sossego, de Uruguaiana, de propriedade de Ana Maria Moura, trouxe seis bovinos da raça Braford para participarem de julgamentos. “Viemos pra tentar ganhar né? Temos que ter o máximo possível de positividade. Passamos o ano treinando, nos preparando para chegar nesse momento. A cabanha já ganhou vários prêmios”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o fiscal estadual agropecuário da SEAPDR e coordenador da recepção dos animais na Expointer, Aurélio Vieira, cada espécie que participa da feira tem uma documentação específica. “No caso dos bovinos, precisa de documentos referentes à brucelose, tuberculose e qualquer outra doença infectocontagiosa. É necessário apresentar um atestado emitido por médico veterinário particular, apresentado no momento da emissão do Guia de Trânsito Animal (GTA). No caso dos equinos, é vacina contra influenza, atestado negativo de mormo e anemia infecciosa. Os ovinos machos e fêmeas têm que ter atestado de sarna e piolheira, e os machos, atestado negativo contra brucelose ovina”, explica.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/30114909_126506_GDO.jpeg" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/primeiros-bovinos-chegam-ao-parque-assis-brasil-foto-itamar-aguiar-palacio-piratini" data-legenda="Primeiros bovinos chegam ao Parque Assis Brasil. Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/30114909_126506_MDO.jpeg" alt="Primeiros bovinos chegam ao Parque Assis Brasil  Foto Itamar Aguiar Palácio Piratini" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Primeiros bovinos chegam ao Parque Assis Brasil. Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, com o novo status de zona livre de aftosa sem vacinação, conquistado recentemente pelo Rio Grande do Sul, a novidade desse ano é que vão participar da feira animais vindos de Santa Catarina. “A documentação exigida é a mesma, só que tem uma legislação estadual catarinense que diz que os animais que vêm para eventos aqui já estão testados para brucelose e tuberculose. Importante salientar que bovinos vacinados em outros estados não podem entrar no Rio Grande do Sul”, alerta Vieira. O fiscal agropecuário informa que quatro equipes do serviço oficial estão trabalhando, em sistema de plantões. Este cronograma segue até o dia 12, quando ocorre a saída dos animais.</p>
<p style="text-align: justify;">O subsecretário do Parque Assis Brasil, Gabriel Fogaça, afirmou que o número de animais inscritos surpreendeu positivamente. “É um número bem significativo, tanto de animais de argola, quanto de rústicos. Agora começam a chegar os grandes atores da festa. Eles são as grandes atrações. A Expointer surgiu em função deles, da exposição de animais. O que tem de melhor no Rio Grande do Sul em termos de genética, por exemplo, está aqui dentro”.</p>
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		<title>Seguro rural para pecuária de leite e de corte será avaliado em videoconferência do Mapa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 00:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evento virtual para produtores de pecuária bovina no dia 25 de junho também irá apresentar os produtos de seguro para pastagem e milho silagem Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará no dia 25 de junho, às 15h, uma videoconferência do projeto Monitor do Seguro Rural, dedicada a apresentar os produtos disponíveis para a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Evento virtual para produtores de pecuária bovina no dia 25 de junho também irá apresentar os produtos de seguro para pastagem e milho silagem</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará no dia 25 de junho, às 15h, uma videoconferência do projeto Monitor do Seguro Rural, dedicada a apresentar os produtos disponíveis para a pecuária bovina de leite e de corte, além dos produtos de seguro para pastagem e milho silagem. O objetivo é avaliar e propor aperfeiçoamentos nos produtos e serviços ofertados pelas seguradoras, que estudam a criação de seguros para essas atividades com coberturas mais aderentes às necessidades dos produtores.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para participar da videoconferência basta acessar o link da plataforma Teams na data e horário agendados: <span style="color: #0000ff;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://tinyurl.com/msrcorte" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #0000ff;">http://tinyurl.com/msrcorte</span></a></span></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento é virtual e limitado a 350 participantes, permitindo interação do público com perguntas e propostas aos produtos de seguros apresentados. O trabalho é coordenado pelo Departamento de Gestão de Riscos do Mapa e terá a participação de produtores com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associações, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e instituições financeiras.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O seguro rural de pecuária conta com subvenção ao prêmio de 40% e, em 2020, registrou 1.722 apólices contratadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “Os seguros rurais de pecuária em geral precisam ser mais conhecidos pelos produtores. O monitor é uma oportunidade de dialogarem com as seguradoras para compreender as coberturas e propor melhorias ou até novos seguros”, explica o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Seguro de pecuária</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso da pecuária de leite e de corte, quatro companhias de seguros (BrasilSeg, Fairfax, Mapfre, Swiss Re) estão habilitadas no PSR e, dependendo da seguradora e do produto, destina-se a animais registrados em associação de raça ou não registrados, podendo ser contratados nas modalidades seguro pecuário bovino ou rebanho vida em grupo, de acordo com a característica dos animais.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O seguro tem como objetivo garantir indenização ao segurado em caso de morte do animal, sendo os principais riscos cobertos: acidente, doenças infecto contagiosas endêmicas e epidêmicas preveníveis, (desde que comprovadas por exames laboratoriais), raio, eletrocussão, intoxicação, ingestão de corpos estranhos, picada de cobra, entre outras.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até o momento, a BrasilSeg (seguradora que atende os clientes do Banco do Brasil) disponibiliza o seguro de faturamento ao produtor de pecuária de corte, que garante a indenização sempre que o faturamento obtido com o rebanho segurado for inferior ao faturamento garantido em apólice.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Seguro de pastagens e milho silagem</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apenas uma companhia de seguro habilitada no PSR, a Essor Seguros, começou a ofertar seguro de índices (paramétrico) de pastagens (subvenção de 20%) e o seguro de milho silagem na modalidade agrícola, que tem subvenção de 20% a 40%. Outras seguradoras estudam esses riscos para verificar a viabilidade de ofertar essas coberturas nos próximos anos.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Monitor do Seguro Rural</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O projeto já avaliou diversas modalidades de seguros rurais desde julho de 2020 atingindo mais de 1.600 participantes. As gravações e apresentações das edições anteriores do Monitor de Seguro Rural podem ser acessadas aqui: <span style="color: #0000ff;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://tinyurl.com/msrarquivos" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #0000ff;">tinyurl.com/msrarquivos</span></a></span></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cronograma de eventos por videoconferência do Monitor, que começou em julho de 2020 e se estende até final de 2022, tem a finalidade de identificar e propor melhorias nos serviços de seguro para mais de 60 atividades de grãos, frutas, olerícolas, pecuária, florestas, aquícola, café e outras. O monitor é uma oportunidade para os produtores e as cooperativas, com as entidades representativas, construírem soluções em conjunto com as seguradoras e o apoio do Mapa.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Secretaria da Agricultura do RS prorroga prazo de entrega da Declaração Anual de Rebanho</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 16:50:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava em 31 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento é obrigatório, com formulário próprio que está disponível neste <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf" target="_blank">link</a> e deve ser encaminhado para a Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) do município de origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar aglomeração nas IDA´s, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por e-mail ou por WhatsApp da Inspetoria. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja aqui os e-mails das inspetorias: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias</a></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>Prazo para entrega da declaração anual do rebanho termina em maio</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 14:32:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A declaração anual do rebanho deste ano, documento obrigatório a ser preenchido pelo produtor e encaminhado para a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), deve ser entregue até 31/5. O prazo iniciou no dia 02/01/2021.O formulário está disponível neste link. Por causa da pandemia, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A declaração anual do rebanho deste ano, documento obrigatório a ser preenchido pelo produtor e encaminhado para a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), deve ser entregue até 31/5. O prazo iniciou no dia 02/01/2021.O formulário está disponível neste <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf" target="_blank">link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa da pandemia, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por e-mail ou por WhatsApp para as inspetorias respectivas. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 400 mil propriedades em todo o estado devem fazer esta declaração, exigida desde 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>RS será mundialmente reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 14:03:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).  A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A retirada da vacinação evidencia, em âmbito mundial, que o Estado tem defesa sanitária confiável e permitirá acesso ao mercado de carnes chamado circuito “não aftósico”, onde se estima poder exportar cerca de US$ 1,2 bilhão anuais adicionalmente. Atualmente, a carne gaúcha não acessa 70% dos mercados potenciais. Outra vantagem da condição é o preço pago ao produtor, que tende a aumentar entre 25% e 30% a partir da evolução de status sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em agosto do ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já havia formalizado o Rio Grande do Sul como zona livre da febre aftosa sem necessidade de vacinação. O reconhecimento permite que em torno de 12,5 milhões de cabeças, entre bovinos e bubalinos, deixem de ser vacinadas no Estado. O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional na OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também deixa de ser necessária a aplicação de 20 milhões de doses anuais de vacina, uma vez que a imunização ocorria em duas etapas: rebanho geral e para animais com até 24 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para realizar a transição de status sanitário, os Estados e as regiões atenderam a requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).</span></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Prazo para declaração anual de rebanho se encerra nesta quarta-feira</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/prazo-para-declaracao-anual-de-rebanho-se-encerra-nesta-quarta-feira/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 17:55:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A declaração anual de rebanho é obrigatória [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo, roubo, entre outros. A declaração de rebanho normalmente era feita durante as campanhas de vacinação contra a febre aftosa, mas, com a suspensão da vacinação, o prazo foi prorrogado até o fim do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à pandemia, as inspetorias de defesa agropecuária estão restringindo o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores deem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>Planejamento forrageiro aumenta em 40% a produção de leite no RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/planejamento-forrageiro-aumenta-em-40-a-producao-de-leite-no-rs/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 13:23:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O planejamento forrageiro tem se mostrado eficiente para aumentar a produção leiteira em propriedades do programa Balde Cheio no Rio Grande do Sul. Dados de fazendas integrantes do programa indicam que o uso de pastagens perenes e precoces, além de outros ajustes tecnológicos no manejo animal, incrementaram em até 40% a produção de leite por vaca, trazendo um caráter [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1011005/planejamento-forrageiro" target="_blank"><span style="color: #000000;">planejamento forrageiro</span></a> tem se mostrado eficiente para aumentar a produção leiteira em propriedades do programa <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/balde-cheio" target="_blank"><span style="color: #000000;">Balde Cheio</span></a> no Rio Grande do Sul. Dados de fazendas integrantes do programa indicam que o uso de pastagens perenes e precoces, além de outros ajustes tecnológicos no manejo animal, incrementaram em até 40% a produção de leite por vaca, trazendo um caráter inovador ao manejo forrageiro e animando os produtores que participam do projeto no estado. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Planejar a propriedade para o cultivo das pastagens é uma tarefa que exige conhecimento sobre o ambiente de produção e assessoria técnica. A análise do solo, para correção da acidez e adubação, por exemplo, é uma das tarefas básicas. Mas outro aspecto geral, além da busca pelo incremento da produção, tem avizinhado o trabalho de gestão dos pastos realizado nas propriedades do Balde Cheio no RS: os vazios forrageiros que ocorrem no estado nos períodos de transição entre as estações quentes e frias do ano. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A alternativa encontrada pelos técnicos para atacar o problema foi a perenização da produção forrageira, com o uso de pastagens como <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/9/capim-elefante---brs-kurumi" target="_blank"><span style="color: #000000;">BRS Kurumi</span></a>, <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/3745/capim-elefante---brs-capiacu" target="_blank"><span style="color: #000000;">BRS Capiaçu</span></a> e tíftons (grama perene forrageira), além do <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/905/cultivar-de-capim-sudao---brs-estribo" target="_blank"><span style="color: #000000;">capim-sudão BRS Estribo</span></a><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">,</strong> que apesar de não ser perene, tem possibilidade de semeadura precoce e longo ciclo de produção. “O aspecto inovador está em oferecer pastagens perenes de verão como alternativa para vazios forrageiros, e por consequência, elas também fornecem pasto até o outono do ano seguinte, porque concluem o ciclo com a chegada do inverno e a presença de geadas”, explica o analista da Embrapa Clima Temperado Sérgio Bender, um dos coordenadores do Balde Cheio no estado.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, que também é uma das coordenadoras do programa no RS, Renata Suñé, as plantas perenes apresentam muitos benefícios aos sistemas de produção. “Uma das vantagens das forrageiras perenes é que no começo da estação favorável, elas já estão estabelecidas e com seu sistema radicular desenvolvido. Isso possibilita a rápida produção de forragem e consumo. Além disso, embora tenham um custo inicial de implantação mais alto, nos anos seguintes o custo é muito baixo, já que depende apenas da refertilização. Outra vantagem é que, por conta do sistema radicular mais robusto, elas protegem melhor o solo do pisoteio e, uma vez que são perenes, não apresentam períodos de solo descoberto, como no caso da implantação das anuais”, destaca. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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