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	<title>AgroCeleiro &#187; Pecuária Corte</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Secretaria da Agricultura do RS prorroga prazo de entrega da Declaração Anual de Rebanho</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 16:50:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava em 31 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento é obrigatório, com formulário próprio que está disponível neste <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf" target="_blank">link</a> e deve ser encaminhado para a Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) do município de origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar aglomeração nas IDA´s, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por e-mail ou por WhatsApp da Inspetoria. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja aqui os e-mails das inspetorias: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias</a></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>Prazo para entrega da declaração anual do rebanho termina em maio</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 14:32:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A declaração anual do rebanho deste ano, documento obrigatório a ser preenchido pelo produtor e encaminhado para a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), deve ser entregue até 31/5. O prazo iniciou no dia 02/01/2021.O formulário está disponível neste link. Por causa da pandemia, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A declaração anual do rebanho deste ano, documento obrigatório a ser preenchido pelo produtor e encaminhado para a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), deve ser entregue até 31/5. O prazo iniciou no dia 02/01/2021.O formulário está disponível neste <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf" target="_blank">link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa da pandemia, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por e-mail ou por WhatsApp para as inspetorias respectivas. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 400 mil propriedades em todo o estado devem fazer esta declaração, exigida desde 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>RS será mundialmente reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 14:03:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).  A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A retirada da vacinação evidencia, em âmbito mundial, que o Estado tem defesa sanitária confiável e permitirá acesso ao mercado de carnes chamado circuito “não aftósico”, onde se estima poder exportar cerca de US$ 1,2 bilhão anuais adicionalmente. Atualmente, a carne gaúcha não acessa 70% dos mercados potenciais. Outra vantagem da condição é o preço pago ao produtor, que tende a aumentar entre 25% e 30% a partir da evolução de status sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em agosto do ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já havia formalizado o Rio Grande do Sul como zona livre da febre aftosa sem necessidade de vacinação. O reconhecimento permite que em torno de 12,5 milhões de cabeças, entre bovinos e bubalinos, deixem de ser vacinadas no Estado. O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional na OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também deixa de ser necessária a aplicação de 20 milhões de doses anuais de vacina, uma vez que a imunização ocorria em duas etapas: rebanho geral e para animais com até 24 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para realizar a transição de status sanitário, os Estados e as regiões atenderam a requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).</span></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Prazo para declaração anual de rebanho se encerra nesta quarta-feira</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/prazo-para-declaracao-anual-de-rebanho-se-encerra-nesta-quarta-feira/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 17:55:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A declaração anual de rebanho é obrigatória [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo, roubo, entre outros. A declaração de rebanho normalmente era feita durante as campanhas de vacinação contra a febre aftosa, mas, com a suspensão da vacinação, o prazo foi prorrogado até o fim do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à pandemia, as inspetorias de defesa agropecuária estão restringindo o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores deem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>Declaração anual de rebanho deve ser entregue até 30 de dezembro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 19:32:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) publicou a Instrução Normativa nº 23/2020 estipulando a data-limite de 30 de dezembro de 2020 para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A declaração anual de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) publicou a Instrução Normativa nº 23/2020 estipulando a data-limite de 30 de dezembro de 2020 para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo, roubo, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) publicou a Instrução Normativa nº 23/2020 estipulando a data-limite de 30 de dezembro de 2020 para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo, roubo, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">“A declaração de rebanho normalmente era feita durante as campanhas de vacinação contra a febre aftosa. Nesta nova realidade, em que a vacinação foi suspensa na busca por um novo status sanitário, estamos dando esse prazo até o fim do ano para que a declaração seja entregue”, explica o secretário Covatti Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à pandemia do novo coronavírus, as inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores deem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Áreas financiadas pelo Programa Agricultura de Baixo Carbono crescem quase 98% de julho a setembro</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/areas-financiadas-pelo-programa-agricultura-de-baixo-carbono-crescem-quase-98-de-julho-a-setembro/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 16:44:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No primeiro trimestre do atual ano-safra (julho a setembro), as áreas agropecuárias com tecnologias de redução dos gases do efeito estufa financiadas pela linha de crédito do Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) passaram de 245 mil hectares para 485,1 mil hectares, crescimento de 97,9% na comparação ao mesmo período de 2019. O levantamento é do Departamento de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<nav class="govbr-skip-menu" style="color: #555555;">
<nav class="govbr-skip-menu">
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre do atual ano-safra (julho a setembro), as áreas agropecuárias com tecnologias de redução dos gases do efeito estufa financiadas pela linha de crédito do Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) passaram de 245 mil hectares para 485,1 mil hectares, crescimento de 97,9% na comparação ao mesmo período de 2019. O levantamento é do<b style="font-weight: 600;"> </b>Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base em dados do sistema Sicor do Banco Central<b style="font-weight: 600;">.</b></p>
<p style="text-align: justify;">No período, as operações totalizaram R$1,068 bilhão, aumento de 36,8% em relação a julho-setembro de 2019. O número de contratos também cresceu, de 796 para 1.202 (51%)</p>
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<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">“No Plano ABC, o produtor rural também encontra ferramentas para assistência técnica, transferência de tecnologia e pesquisa, que o auxiliarão na expansão do uso das tecnologias de baixa emissão de carbono em sua propriedade”.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A diretora do Depros, Mariane Crespolini, destaca que o Plano ABC passa por uma revisão para o próximo ciclo, de 2021 a 2030. “Estamos nos meses finais da primeira fase do plano, iniciada em 2011. Para a próxima etapa, nosso foco é trazer diretrizes que fortaleçam o Plano ABC, bem como a implantação das tecnologias preconizadas por essa política”, afirma.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">As tecnologias envolvem recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, sistema plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, florestas plantadas e tratamento de dejetos animais.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Estados e regiões</b></span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Os produtores rurais de Mato Grosso foram os que mais buscaram o financiamento e os de Mato Grosso do Sul foram os que mais expandiram a área com a adoção de práticas de baixa emissão de carbono, totalizando mais de R$ 163,9 milhões contratados e 167 mil hectares (ha) de área financiada, respectivamente.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Em relação ao valor financiado, aparecem em seguida Minas Gerais (R$ 156,3 milhões) e Goiás (R$ 116,5 milhões). Quanto à área financiada, os estados seguintes são: Mato Grosso  (66,8 mil ha) e Minas Gerais (46,1 mil ha).</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Na análise por região, Centro-Oeste lidera em valor contratado e área financiada, com R$ 361,6 milhões em uma área superior a 271,4 mil hectares (área maior do que foi financiado em todo o Brasil no mesmo período do ano-safra anterior).</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Sudeste ficou com o segundo lugar no quesito valor contratado, com mais de R$ 250 milhões, e em terceiro lugar na área financiada (75,8 mil ha).</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Nordeste somou, no primeiro trimestre do ano-safra, quase R$ 193,7 milhões (terceira posição) e área superior a 79 mil hectares (segunda posição).</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Os produtores do Norte tomaram mais de R$ 162 milhões para financiar mais de 41,8 mil hectares. O Sul totalizou quase R$ 100 milhões em financiamento em uma área de mais de 31 mil hectares.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Plano ABC</b><b style="font-weight: 600; color: #555555;"></b></span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">De 2010 a 2018, mais de 40 milhões de hectares adotaram as tecnologias previstas no Plano ABC, conforme publicação da Embrapa. Os dados consideram as áreas financiadas com recursos do Programa ABC, investimentos dos próprios produtores e outras linhas de créditos.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Considerando apenas o financiamento do Programa ABC, a área agrícola com a adoção das tecnologias soma quase 10,5 milhões de hectares, maior que o território do estado de Pernambuco e do Distrito Federal juntos.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Programa ABC já financiou, desde 2010/11 quando foi criado, mais de R$ 20,8 bilhões. </span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">No Plano Safra 2020-2021, o programa conta com R$ 2,5 bilhões para financiamentos, ampliação de R$ 400 milhões. As taxas de juros são de 4,5% e 6% ano ano.  Além disso, o programa oferta a linha de financiamento ABC Ambiental para que o produtor rural possa se adequar ao Código Florestal, por meio da recuperação de reserva legal, áreas de preservação permanente, recuperação de áreas degradadas e implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável.</span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Desde julho, os produtores podem financiar a aquisição de cotas de reserva ambiental, medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (ABC Ambiental &#8211; Resolução CMN n° 4.105 de 28/6/2012). Os financiamentos para recomposição de reserva legal têm taxa de juros de 4,5% ao ano, menor taxa empresarial do Plano Safra. </span></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">MAPA<br />
</span></p>
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		<title>Mais de mil animais marcam presença na Expointer Digital 2020</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 14:05:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expointer Digital 2020 ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro. Considerados as estrelas do evento, mais de mil animais, entre ovinos, bovinos e equinos de 18 raças marcarão presença na Expointer Digital 2020, que ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Mas, devido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Expointer Digital 2020 ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerados as estrelas do evento, mais de mil animais, entre ovinos, bovinos e equinos de 18 raças marcarão presença na Expointer Digital 2020, que ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Mas, devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões. Em vez disso, acontecerá o Desfile Oficial da Expointer, dia 3 de outubro (sábado). A Exposição é realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e várias entidades, entre elas a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), e a Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, participam desta edição 230 ovinos das raças Texel, Poll Dorset, Suffolk, Naturalmente Coloridos, Merino Australiano, Corriedale, Crioula e Dorper; 26 bovinos de corte das raças Charolês, Devon, Simental e Simbrasil; 74 bovinos de leite da raça Holandês; 687 equinos das raças Quarto de Milha, Árabe e Crioula.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os ovinos serão avaliados de 28 de setembro a 1° de outubro. Os bovinos de corte e de leite serão analisados pelos juízes dia 2 de outubro. As provas dos equinos começam um dia antes da feira (25) e vão até 4 de outubro. Porém, há animais que participarão apenas para representar a raça, como Charolês e Devon, sem passar por julgamentos. E a final do Freio de Ouro será disputada em 27 de setembro”, afirma Lamachia.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme ele, além da Feira de Animais e do Freio de Ouro, ocorrerão julgamentos e provas de desempenho das raças Árabe e Quarto de Milha, leilões digitais e presenciais, Campeonato Domados do Pampa (para os cavalos Árabe) e o Congresso Brasileiro de Laço Técnico e de Laço Comprido (para os cavalos Quarto de Milha).</p>
<p style="text-align: justify;">“Será uma exposição que entrará para a história. O encontro do passado com o futuro. A Expointer mostra sua força, sendo realizada em um ano muito difícil e complexo, presta uma homenagem aos 50 anos do Parque e se reinventa projetando-se para o futuro”, prevê Lamachia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, em um ano tão difícil, com tantos desafios, a agropecuária gaúcha tem se mostrado resiliente. “Apresentamos a Expointer Digital como uma solução inovadora frente aos obstáculos impostos pela pandemia do novo coronavírus. Este número expressivo de animais mostra que os produtores gaúchos estão ao nosso lado para fazer história em um evento tão inovador”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Regulamento e exigências sanitárias para a exposição de animais<br />
</strong>A Seapdr divulgou recentemente o regulamento e as exigências sanitárias previstas para a 83ª Exposição Estadual de Animais, alusiva aos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil e que será realizada durante a Expointer Digital. O documento pode ser consultado <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202009/02090827-regulamento-feira-esteio.pdf">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição de animais tem por objetivo expor e comercializar reprodutores das diferentes espécies de animais domésticos; proporcionar aos criadores o conhecimento do grau de desenvolvimento da produção animal, pelo exame dos reprodutores expostos; apresentar a produtores e industriais o que vem sendo realizado no setor do agronegócio; demonstrar os resultados do emprego de novas tecnologias, visando ao aprimoramento dos rebanhos; e estabelecer maior intercâmbio entre os meios criatórios, produtivos e industriais, além da troca de experiências entre técnicos.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>RS obtém reconhecimento como zona livre sem vacinação para aftosa</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 16:49:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul obteve uma conquista histórica para o setor da pecuária. A Instrução Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esta terça-feira (11), reconhece o Estado como zona livre de vacinação contra a febre aftosa. A mudança passa a vigorar em 1º de setembro, e a IN deve ser [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul obteve uma conquista histórica para o setor da pecuária. A Instrução Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esta terça-feira (11), reconhece o Estado como zona livre de vacinação contra a febre aftosa. A mudança passa a vigorar em 1º de setembro, e a IN deve ser publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12). Na semana passada, auditores do Ministério estiveram na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural para avaliar o cumprimento das exigências feitas para a obtenção do novo status sanitário.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Trata-se de uma mudança que vem sendo gestada e planejada há um bom tempo pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. Vai gerar imenso impacto na economia gaúcha. Com a retirada da vacina, o Estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma o secretário da Agricultura, Covatti Filho. Ele observa que 2020 será o último ano com vacinação no Estado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir do reconhecimento pelo Ministério, a Secretaria comunica a mudança para a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que concede a certificação da evolução do status sanitário, abrindo portas para mercados não acessados pelos criadores gaúchos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Técnicos e especialistas apontam que a retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canadá. No setor dos suínos, a expectativa é de que haja um incremento nas exportações na ordem de R$ 600 milhões anuais.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O documento também reconhece como área livre de vacinação os estados do Acre, Paraná, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso. Conforme o texto, o ingresso de animais e produtos de risco para a febre aftosa no estado de Santa Catarina, com origem nas áreas consideradas livres de vacinação, devem observar as diretrizes definidas para origem em zona livre da doença com vacinação, até seu reconhecimento pela OIE como zonas livres de aftosa sem vacinação.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>RS prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 14:37:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf"><span style="color: #333333;">neste link</span></a>.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. </strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias"><span style="color: #333333;">aqui</span></a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>SEAPDR</strong></span></p>
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		<title>Embrapa divulga estudo inédito sobre tendências para a cadeia de carne bovina</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 15:26:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;">Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, como China e Hong Kong. Os dois países, só em 2018, compraram o correspondente a 43,6% de todo o montante exportado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por cortes diferenciados e de denominação de origem abrirão novas oportunidades de agregação de valor. No entanto, o maior grau de exigência do consumidor será um gatilho transformador da atividade, bem como a concorrência com outras fontes de proteína, que forçarão a cadeia a produzir melhor. O bem-estar animal será mandatório, desde a cria ao abate.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Os dados são do estudo que integra a mais recente edição da série “Desafios do Agronegócio Brasileiro”, elaborada por pesquisadores da Embrapa que integram o Centro de Inteligência da Carne Bovina da Embrapa Gado de Corte (Cicarne) e o Sistema Agropensa. Participaram do estudo os pesquisadores Guilherme Malafaia, Fernando Dias, Paulo Biscola e Elísio Contini e o analista Adalberto Araújo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com os autores, a inovação digital será uma das duas maiores forças disruptivas para o mercado nas próximas duas décadas e acelerará o processo de transformação da cadeia, injetando gestão e inteligência na atividade. Terá papel central na certificação, rastreabilidade e qualidade do produto carne.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por soluções sustentáveis transformará toda a cadeia produtiva, desde a indústria de insumos até a carne na prateleira do supermercado. Tecnologias de ponta como a biotecnologia moderna aumentarão a eficiência produtiva, com ganhos para os produtores e consumidores finais.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As tendências para a cadeia de carne bovina do país vão exigir melhor gestão do negócio, digitalização e intensificação produtiva por parte dos pecuaristas para que seja alcançado o potencial de incremento de 23% da produção nos próximos oito anos, diz o estudo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Por outro lado, o impacto social será muito relevante – pois muitos pecuaristas não conseguirão se adaptar e deixarão a atividade.  “Vamos ter menos produtores, que serão mais tecnificados e terão maior volume de produção. Quem for pequeno ou se organiza em cooperativas, em associações, em rede, ou não sobreviverá”, afirma o pesquisador Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o especialista, a previsão é que poderão deixar a atividade quase metade dos 1,3 milhão de pecuaristas hoje em atividade, apesar de promissora projeção de o país se consolidar como líder global nesse mercado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“Parcela considerável vai ser excluída da atividade e substituída por fazendas corporativas. Até 2040, cerca de 50% dos produtores devem sair do mercado”, afirma o coordenador do Cicarne, Guilherme Malafaia.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Mais carne em menos área</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções elaboradas pelo estudo indicam que os próximos anos serão de muito desenvolvimento e sucesso para os bons gestores. A pecuária brasileira produzirá mais carne em menos área, liberando terras para a agricultura e silvicultura. O setor ocupará espaço no cenário internacional, exportando desde genética a produtos altamente especializados e de elevado valor agregado. “O Brasil terá uma pecuária altamente tecnificada, profissional, competitiva e uma referência global, não só pelo gigantismo, mas também por sua tecnologia, qualidade, segurança e sustentabilidade”, afirmam os autores.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Eles chamam atenção também para os impactos da covid-19 no mercado e na produção da carne bovina. A pandemia colocará no topo do debate global a preocupação com a sanidade animal, onde devem crescer as exigências e consistência sobre os sistemas de vigilância e controle de doenças que atingem animais e humanos. “Esta pode ser uma grande oportunidade para a cadeia da carne bovina mostrar ao mundo, de forma transparente, como os nossos processos produtivos, tanto no campo como na indústria, são confiáveis”, afirmam.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o estudo, a maior transformação será no processo de distribuição, seja de insumos, gado ou da carne. A relevância da sanidade, qualidade e sustentabilidade crescerá via interação digital com o consumidor final. Entretanto, torna-se de fundamental importância a promoção de melhorias no sistema de conectividade no território brasileiro, especialmente, no campo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“É de fundamental importância a criação e fortalecimento dos diálogos entre <em>stakeholders</em> em rede no setor de carne bovina. A integração e coordenação da cadeia é extremamente necessária e estratégica. É preciso romper a cultura demarcada pela falta de relacionamentos sistêmicos e avançar em modelos colaborativos em rede, já realizado com êxito por países como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai. A Câmara Setorial da Bovinocultura de Corte do Ministério da Agricultura poderia ser um fórum propício para germinar uma ação nesse sentido”, afirma Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Desafio para o escoamento das exportações</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A concentração das exportações de carne bovina nos portos das regiões Sul e Sudeste evidencia os corredores de exportação dos estados brasileiros produtores de carne situados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No caso dos frigoríficos de Mato Grosso, por exemplo, as rodovias BR-364 e BR-163 estão entre as principais vias de escoamento da produção do território destinada à exportação, convergindo aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Já a produção do território goiano segue, sobretudo, pelas BR-153, BR-364 e a BR-050, em direção ao porto de Santos.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">No entanto, o estudo apontou a necessidade de reorientar a matriz de transporte para maior integração entre os percursos rodoviário e ferroviário. O transporte rodoviário poderia ser realizado entre os frigoríficos e os pátios de transbordo da ferrovia, por ser o mais flexível, com maior disponibilidade de vias de acesso e rapidez na entrega. Por sua vez, o modal ferroviário seria adequado para o transporte de carga por longas distâncias, desde os pátios da ferrovia até os portos litorâneos. Em relação à logística de exportação da carne bovina, nota-se uma concentração em alguns portos da região Sul e Sudeste.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Para diminuir essa concentração, sugere-se maior exportação pelos portos do Nordeste e Norte brasileiro, quando o produto tiver como destino os portos da Europa, do Oriente Médio e da América do Norte.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções para a pecuária brasileira mostram que o setor deve apresentar um significativo crescimento nos próximos anos e a expectativa é que a produção de carne bovina no Brasil continue a crescer na próxima década. Segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no período de 2018 a 2028, a produção de carne bovina do Brasil deverá crescer 2,1% ao ano. Neste contexto, espera-se atingir 12,15 milhões toneladas produzidas em 2028, com 22,7% de variação em relação a 2018.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Fonte: Embrapa</p>
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