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	<title>AgroCeleiro &#187; Internacional</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>China volta a comprar bastante soja brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 16:39:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A China voltou a comprar uma quantia considerável da soja brasileira, segundo informações divulgadas pela T&#38;F Consultoria Agroeconômica. Os preços da oleaginosa, no entanto, subiram pouco, devido principalmente à nova alta do dólar. “Mesmo com a forte alta do dólar, de 0,87%, somada à grande compra chinesa de quase 15 cargos, nesta semana, a maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A China voltou a comprar uma quantia considerável da soja brasileira, segundo informações divulgadas pela T&amp;F Consultoria Agroeconômica. Os preços da oleaginosa, no entanto, subiram pouco, devido principalmente à nova alta do dólar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Mesmo com a forte alta do dólar, de 0,87%, somada à grande compra chinesa de quase 15 cargos, nesta semana, a maior parte no Brasil os preços médios da soja nos portos do Sul do país ou seus equivalentes nos outros estados subiram apenas 0,07% para R$ 88,19/saca, contra R$ 88,13/saca no dia anterior, segundo o CEPEA. Isto aumentou o ganho do mês para 0,33% (bem longe dos 5,92% do milho, por exemplo). Já no interior os preços médios registraram queda de 0,14% para R$ 82,83/saca, reduzindo o ganho do mês para 0,04%”, indicou a Consultoria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse cenário, no mercado físico, a T&amp;F informa que os preços caíram na maioria das cidades brasileiras. “No Rio Grande do Sul, os preços caíram cerca de R$ 0,50/saca em relação ao início da semana, fechando o dia ao redor de R$ 89,00/saca no porto de Rio Grande, R$ 85,50 em Cruz Alta e R$ 85,00 em Ijuí. No Paraná, o diferencial do dia foram os preços que já começam a ser apresentados para 2021, com ofertas no interior a R$ 85,00 e comprador a R$ 84,00, com alguns poucos negócios registrados a R$ 84,00.”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação as compras da China, os 15 cargos anunciados representam um total de 900.000 toneladas na semana. Por outro lado, houve poucos negócios de farelo de soja no mercado internacional nos últimos dias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Com isto os prêmios nos portos de origem no Brasil subiram cerca de US$ 0,03 para fevereiro, US$ 0,01 para março e abril, US$ 0,02 para maio e permaneceram inalterados para junho e julho”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Agrolink</span></p>
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		<title>Fertilizante natural e liberado para orgânicos na UE amplia produção em 20%</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 00:01:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produção de alfafa, milho e capim braquiarão, monitorada em experimentos da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP), teve um incremento médio de 20% após o uso da Polihalita. Trata-se de um fertilizante natural, solúvel, composto por múltiplos nutrientes e registrado na União Europeia como produto autorizado para culturas orgânicas. Resultados de estudos com o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A produção de alfafa, milho e capim braquiarão, monitorada em experimentos da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP), teve um incremento médio de 20% após o uso da Polihalita. Trata-se de um fertilizante natural, solúvel, composto por múltiplos nutrientes e registrado na União Europeia como produto autorizado para culturas orgânicas. Resultados de estudos com o uso dessa substância foram mostrados no início do mês no sul da China, na cidade de Kunming, pelo pesquisador Alberto Bernardi.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele explica que o fertilizante mais tradicional usado por produtores brasileiros é o cloreto de potássio. O Brasil importa 95% do potássio que utiliza e há uma relação de dependência de grandes fornecedores. Já a Polihalita é composta por uma mistura de sulfato de potássio, cálcio e magnésio. “É como uma rocha moída”, disse Alberto.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O fertilizante é feito na Inglaterra e a dependência externa será mantida. “Mas é uma alternativa e com vantagens”, afirmou. No caso do capim, a aplicação da Polihalita foi observada no sistema ILP (Integração Lavoura-Pecuária). É uma área em que são praticadas, simultaneamente, a criação de gado e o plantio agrícola.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Alberto explica que a Polihalita pode substituir parcialmente o cloreto de potássio. Embora seja um pouco mais cara, a relação custo-benefício compensa. O fertilizante já é vendido no Brasil e tem sido testado em soja, café, hortaliças e fruteiras.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Experimentos com fertilizantes a base de potássio começaram na Embrapa Pecuária Sudeste em 2001, com financiamento externo do IPI (International Potash Institute). Já foram realizadas aplicações em casa de vegetação e no campo. O instituto acaba de informar que manterá os repasses para pesquisa por, pelo menos, mais dois anos.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O IPI convidou Alberto para o simpósio internacional na China, promovido pelo instituto em parceria com a China Agricultural University e pelo Institute of Soil Science, vinculado à Chinese Academy of Science.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Estados Unidos</strong></span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na volta da China, Alberto esteve nos Estados Unidos, onde apresentou parte desses resultados em um evento da Sociedade Americana de Agronomia, da qual faz parte a Sociedade de Ciências do Solo da América. O “Embracing the Digital Environment” (Abraçando o Ambiente Digital) aconteceu de 10 a 14 de novembro em Santo Antonio, no Texas, e reuniu mais de 4.000 participantes.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pesquisador disse que esse evento é bastante difundido e atrai pesquisadores do mundo todo. “Tinha muitos brasileiros lá e é uma oportunidade de fazer contatos e conhecer as novidades que estão sendo pesquisadas.” Segundo ele, estudos ligados à agricultura de precisão apareceram fortemente no evento, incluindo o uso de luzes e sensores. “Havia também várias sessões apresentando pesquisas sobre a dinâmica de carbono e o uso eficiente de nutrientes”, completou.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Fonte: Embrapa</p>
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		<title>Embrapa anuncia aplicativo para o produtor fazer a classificação do solo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 16:20:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Marcos Lemainski/Embrapa Um aplicativo para dispositivos móveis permitirá que produtores rurais classifiquem os solos de diferentes áreas de sua propriedade. Com isso, cada local diferente da propriedade poderá receber destinação adequada de acordo com o tipo de solo. Idealizado pela Embrapa Solos (RJ) em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária (SP), o SmartSolos vai [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;">Foto: Marcos Lemainski/Embrapa</p>
<p style="color: #444444;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Um aplicativo para dispositivos móveis permitirá que produtores rurais classifiquem os solos de diferentes áreas de sua propriedade. Com isso, cada local diferente da propriedade poderá receber destinação adequada de acordo com o tipo de solo.</strong></p>
<p style="color: #444444;">Idealizado pela Embrapa Solos (RJ) em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária (SP), o SmartSolos vai permitir que o produtor rural tenha a classificação do solo em tempo real. A tecnologia apresenta os resultados respondendo aos dados que o produtor insere no sistema.</p>
<p style="color: #444444;">Após criar uma conta simples, o usuário faz, na primeira etapa, uma descrição geral de sua propriedade carregando dados e até fotos do solo e do perfil, por exemplo. Informações como data e localização geográfica são inseridas de maneira automática pelo sistema. No fim dessa fase, o produtor obterá uma classificação aproximada.</p>
<p style="color: #444444;">Na etapa mais detalhada, deverão ser inseridos dados obtidos com análises de laboratório como as características físicas e químicas do solo. Com todas essas informações, o SmartSolos classifica até o quarto nível do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS).</p>
<p style="color: #444444;">A classificação do solo é imprescindível aos produtores, pois permite estabelecer relação direta com o crescimento da planta, além de ajudar a definir áreas adequadas para construção de estradas ou aterro sanitário, entre outras funcionalidades.</p>
<p style="color: #444444;">Para entender melhor a importância da classificação dos solos, o pesquisador José Coelho, da Embrapa Solos, recorre a uma metáfora automobilística. “Ao pensar em um Fusca, por exemplo, o associamos a várias características, como carro redondo, econômico, sem porta-malas etc. O mesmo acontece com o solo. Com o sistema, é possível associá-lo a um pacote de informações sobre a sua química, física e mineralogia. Isso é fundamental para o correto uso, manejo e a conservação”, pontua o cientista, que é um dos idealizadores do sistema.</p>
<p style="color: #444444;">Os pesquisadores Stanley Oliveira e Glauber Vaz, da Embrapa Informática Agropecuária, desenvolveram dois sistemas diferentes que atuam na tecnologia. O primeiro, chamado de “especialista”, opera segundo as regras do SiBCS e classifica o solo conforme o usuário insere as informações necessárias. Já o sistema denominado “inteligente” utiliza algoritmos de inteligência artificial para predizer uma classificação, mesmo na ausência de algumas informações.</p>
<p style="color: #444444;">O foco do trabalho agora é na camada de apresentação do aplicativo, que está sendo desenvolvida em parceria com uma empresa terceirizada. “É a partir dessa camada que o usuário poderá interagir e utilizar todas as funcionalidades do aplicativo SmartSolos”, revela Luís de França, da Embrapa Solos.</p>
<p><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Tecnologia dinâmica</strong></p>
<p>França informa que o SmartSolos foi projetado para ser uma tecnologia dinâmica, com capacidade de evoluir com</p>
<p>o tempo e se adaptar a novas funcionalidades. “Futuramente, os resultados das análises laboratoriais, por exemplo, poderão ser enviados automaticamente ao aplicativo”, exemplifica.</p>
<p>Outra evolução prevista é a utilização das informações para atualizar bancos como a biblioteca de solos (Soloteca) e outros utilizados em pesquisas científicas. “Há um enorme potencial para integração em várias iniciativas de pesquisa”, acredita França.</p>
<p>A expectativa dos pesquisadores é que o aplicativo não seja apenas um classificador de solos, mas um agregador que reúna em uma mesma plataforma vários aplicativos a serem desenvolvidos ou adaptados para dispositivos móveis. O SmartSolos deverá ser capaz de adaptar a informação de solos não apenas às tecnologias atuais, mas também às tecnologias emergentes (impressão 3D, realidade virtual, novas interações com o Big Data etc).</p>
<p>O aplicativo deverá apresentar múltiplas interfaces a fim de fornecer informações úteis de forma acessível para públicos diferenciados como agricultores, estudantes, técnicos, professores e pesquisadores.</p>
<p>França lembra que, há poucos anos, não existiam aplicativos sobre a terra no Brasil. “Hoje, já há um bom número de apps e a tendência é de crescimento. Boa parte desses produtos tem como foco a interpretação de análise de solos e recomendação de corretivos e fertilizantes (Nutrisolo, Solo Certo, Solum, etc.), ou a visualização de mapas específicos, classificação textural, etc.”, conta o pesquisador.</p>
<p>O SiBCS, automatizado em linguagem acessível, além de poupar tempo e minimizar eventuais erros humanos, poderia, por exemplo, utilizar o reconhecimento de voz para entrada de dados, dispensando a digitação; organizar a saída de resultados em diferentes formatos de arquivo (.txt, .doc, .xls), e compartilhá-los instantaneamente (e-mail, wifi, Bluetooth, 4G).</p>
<p>Além disso, o SmartSolos vai fazer a correspondência das classes de solo do SiBCS com as classes de solo de outros sistemas taxonômicos como o World Reference Base (WRB), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com um simples toque na tela do smartphone.</p>
<p style="color: #444444;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">SISTEMAS INTERNACIONAIS DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS</strong></p>
<p style="color: #444444;">Existem dois grandes sistemas internacionais de classificação de solos: o norte-americano, conhecido como Soil Taxonomy, e o World Reference Base (WRB), desenvolvido pela FAO, que contou com apoio da comunidade científica brasileira na sua elaboração, e é adotado pela Sociedade Internacional de Ciência do Solo e pela Comunidade Europeia.</p>
<p style="color: #444444;">O Brasil é o único país em desenvolvimento que possui um sistema próprio. A Argentina, por exemplo, usa os dois sistemas de âmbito mundial e o Uruguai utiliza o norte-americano. “Nosso sistema ajuda para que falemos a mesma língua no Brasil quando o assunto é solo. Padronizamos as características e os nomes para que todos entendam”, esclarece Maurício Rizzato.</p>
<p><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">PRONASOLOS, O DETALHAMENTO DE TODO O PAÍS</strong></p>
<p>Com o avanço da ciência e o surgimento de novas tecnologias no começo do século, como o geoprocessamento, mapeamento digital de solos e o monitoramento agrícola por satélite, o levantamento de solo no campo foi colocado em uma berlinda.</p>
<p>“Lembro que, no Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, que aconteceu em Gramado, em 2007, corriam até boatos sofre o possível fim da pedologia, o estudo do solo no seu ambiente”, recorda a professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Lucia Helena dos Anjos.</p>
<p>Apesar dos momentos difíceis pelos quais passou, a pedologia vem ganhando novamente o interesse da sociedade, de acordo com a pesquisadora Maria de Lourdes Mendonça. “Conhecer os solos para melhor manejá-los pela otimização da aplicação de práticas agronômicas sustentáveis, bem como para executar planejamento de uso das terras por meio de zoneamentos, tornou-se indispensável, inclusive para a definição de políticas públicas”, afirma Maria de Lourdes Mendonça.</p>
<p>Além disso, o anúncio da realização do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos) trouxe o levantamento de solo para o centro do debate acadêmico no Brasil. O programa é um trabalho inédito de grandes proporções que irá elevar o conhecimento sobre os solos brasileiros. Coordenado pela Embrapa, ele pretende mapear o território brasileiro e gerar dados com diferentes graus de detalhamento para subsidiar políticas públicas, auxiliar na gestão territorial, embasar agricultura de precisão e apoiar decisões de concessão do crédito agrícola, entre muitas outras aplicações. Orçado em até R$ 5,5 bilhões de reais, o PronaSolos deve gerar ganhos de R$ 40 bilhões ao País dentro de uma década, de acordo com especialistas.</p>
<p>“O fato de termos um sistema de classificação feito aqui, adequado às nossas condições, vai fazer com que geremos informações com mais qualidade para o Pronasolos”, afirma Rizzato. Por outro lado, o Programa também vai permitir que, conhecendo melhor os solos de diversas regiões do País, o SiBCS se torne ainda mais útil. “Dessa maneira criamos uma relação de cooperação entre o SiBCS e o PronaSolos: um alimenta o outro”, analisa.</p>
<p>O PronaSolos envolverá diversos ministérios e órgãos federais em torno do objetivo de fazer o mapeamento do solo de norte a sul do Brasil no período entre dez e 30 anos, em escalas que tornem viáveis a correta tomada de decisão e estabelecimento de políticas públicas nos níveis municipal, estadual e federal – 1:25 mil, 1:50 mil, 1:100 mil, respectivamente. Isso significa que cada um centímetro do mapa corresponde a um quilômetro de área (na escala de 1:100 mil). A definição das escalas dependerá das prioridades governamentais. O maior detalhamento (de 1:25 mil) é desejável, por exemplo, para o planejamento de propriedades e na agricultura de precisão, o que vai influenciar diretamente na concessão de crédito rural.</p>
<p><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;"><em style="font-weight: inherit; font-style: italic;">Embrapa Solos</em></strong></p>
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		<title>Portelenses realizam viagem de Intercâmbio para a China</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 23:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O diretor da cooperativa CRESOL de Tenente Portela e diretor de Formação da UNICAFES/RS, Gelson Ferrari, Juntamente com o empresário Anderson Braucks chegaram na China no sábado (14) com o objetivo de conhecer a cultura, a organização e a economia chinesa para estabelecer negócios em parceria Brasil/China.  Os portelenses estão junto com a comitiva brasileira que é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">O diretor da cooperativa CRESOL de Tenente Portela e diretor de Formação da UNICAFES/RS, Gelson Ferrari, Juntamente com o empresário Anderson Braucks </span></strong><strong><span style="color: #000000;">chegaram na China no sábado (14) com o objetivo de conhecer a cultura, a organização e a economia chinesa para estabelecer negócios em parceria Brasil/China.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"> Os portelenses estão junto com a comitiva brasileira que é formada por autoridades políticas, representantes de entidades e empresários.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A viagem até o país asiático foi viabilizada durante a assinatura do Protocolo de Intenções com a Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China, no mês de junho, em Palmeira das Missões.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"> Lá participaram de apresentações com o intuito de atrair investimentos e ações práticas nas áreas da saúde, educação, comércio, tecnologia, inovação, infraestrutura, cidades tecnológicas, cultura, esportes e cooperativismo. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Gelson destaca que a viagem está sendo produtiva pois estão conhecendo os planos de desenvolvimento do Governo Chinês, uma vez que estão sendo recebidos pelo Governo e por empresários asiáticos. “Governo Chinês tomou decisão de investir 3 trilhões de dólares para estruturar uma nova rota marítima e comercial. Este plano tem a ver com as decisões tomadas pelo bloco formado pelo BRICS (Brasil, África do Sul, Índia, Rússia e China).</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O objetivo de criar uma nova rota marítima e novos produtos é evitar o pedágio atualmente pago aos Estados Unidos. Com isso implementado, haverá uma redução de 26% sobre os produtos comprados na América Latina”.</span></strong></p>
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		<title>Rota do Yucumã, turismo e desenvolvimento econômico foi pauta de encontro</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/rota-do-yucuma-turismo-e-desenvolvimento-economico-foi-pauta-de-encontro/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Aug 2017 14:35:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Administração Municipal de Três Passos esteve reunida com a Rota do Yucumã, na manhã desta quinta-feira, dia 17 de agosto, para tratar da participação na maratona promovida pelo município de El Soberbio – Missiones, na Argentina. Participaram do encontro o prefeito Municipal Zé Carlos Amaral, o vice-prefeito Dr. Jorginho Dickel, o secretário Municipal de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #303030;">A Administração Municipal de Três Passos esteve reunida com a Rota do Yucumã, na manhã desta quinta-feira, dia 17 de agosto, para tratar da participação na maratona promovida pelo município de El Soberbio – Missiones, na Argentina.</p>
<p style="color: #303030;">Participaram do encontro o prefeito Municipal Zé Carlos Amaral, o vice-prefeito Dr. Jorginho Dickel, o secretário Municipal de Meio Ambiente, Indústria, Comércio, Serviços e Turismo Diego Maciel, o secretário de Planejamento José Carlos Bourscheid e os turismólogos da Rota do Yucumã, Fabíula Rosso e o coordenador Felipe Stürmer.</p>
<p style="color: #303030;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/08/reunião-turismo-em-T-Passos-iloveim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5302" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/08/reunião-turismo-em-T-Passos-iloveim-300x168.jpg" alt="reunião turismo em T Passos-iloveim" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="color: #303030;">O Município de Três Passos vai apoiar o evento “Yaboty Ultra Maraton”, que acontece no dia 16 setembro, oferecendo a infraestrutura da cidade na área gastronômica, diversidade de serviços comerciais e sua ótima rede hoteleira, que vai receber hóspedes em função do alto número de atletas e convidados participantes.</p>
<p style="color: #303030;">Ainda, junto com a Rota do Yucumã, a Prefeitura Municipal de Três Passos vai estar divulgando no dia do evento as potencialidades locais e regionais, como comércio e turismo.</p>
<p style="color: #303030;">O prefeito Municipal considera extremamente importante o fortalecimento de vínculos com o país vizinho. “Ao longo do ano recebemos turistas argentinos em nosso município, os quais visitam e fazem compras. Isso contribuiu para o fortalecimento do comércio local, rede hoteleira e gastronômica”, salientou.</p>
<p style="color: #303030;">O coordenador da Rota do Yucumã reforçou que o nosso município tem uma rica gastronomia e excelentes hotéis, estando preparado para receber os turistas.</p>
<p style="color: #303030;"><span class="textexposedshow">A Ultra Maratona é uma prova de corrida de longa distância em diferentes categorias, 100 Km, 42 Km e 15 Km. O trajeto é feito em estradas do interior, em trilhas na mata e locais onde o terreno é acidentado, caracterizando como competição de aventura.</span></p>
<p style="color: #303030;"><span class="textexposedshow">Durante o encontro, várias alternativas foram discutidas para fortalecer o turismo local, entre elas, da possibilidade de promover uma competição esportiva na</span><span class="apple-converted-space"> </span>modalidade ciclismo.</p>
<p style="color: #303030;">trespassos-rs.com.br</p>
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		<title>Rede de satélites permite identificar nutrientes presentes nas plantas e deficiências do solo.</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 13:34:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasileiro, apoiado pela NASA, pode revolucionar a agricultura Fábio Teixeira, brasileiro, fundador da startup Hypercubes, quer acabar com a fome no mundo. E para isso, conseguiu apoio e investimento da NASA, a agência espacial americana. Ele é um dos palestrantes do Agro Tech Conference, que vai reunir as startups mais inovadoras da indústria do agronegócio. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h5 style="color: #000000;">Brasileiro, apoiado pela NASA, pode revolucionar a agricultura</h5>
<p style="color: #000000;">Fábio Teixeira, brasileiro, fundador da startup Hypercubes, quer acabar com a fome no mundo. E para isso, conseguiu apoio e investimento da NASA, a agência espacial americana.</p>
<p style="color: #000000;">Ele é um dos palestrantes do Agro Tech Conference, que vai reunir as startups mais inovadoras da indústria do agronegócio.</p>
<p style="color: #000000;">Enquanto a própria NASA e empresas como a Space X gastam milhões de dólares no lançamento de um satélite, Teixeira desenvolveu uma tecnologia que permite lançar cada equipamento gastando menos de US$ 300 mil dólares.</p>
<p style="color: #000000;">O projeto da Hypercubes, startup fundada pelo brasileiro, funciona assim: a partir de uma “constelação” de satélites, que completam uma volta na terra a cada 90 minutos, são realizadas análises que “permitem olhar para uma plantação e determinar nível de fertilidade do solo, stress, espécies invasoras, doenças e até os nutrientes que estão presentes nas flores das plantas. Esse é um outro nível de informação, que pode levar a produção de comida para o estado da arte”, diz Teixeira.</p>
<p style="color: #000000;">Para ele, esse é um real benefício que a Hypercubes pode trazer para construir um mundo melhor. “Esse é um problema que nas próximas duas décadas temos que enfrentar. Em 2050 teremos 10 bilhões de pessoas no planeta, e vamos precisar produzir mais comida nas próximas décadas que nos últimos 10 mil anos juntos”, destaca.</p>
<p style="color: #000000;">O projeto de Fábio é tão inovador que chamou a atenção de Beto Sicupira, da 3G Capital e quarto homem mais rico do Brasil (atrás de seus sócios Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e do banqueiro Joseph Safra), que esteve na NASA para visita-lo e conhecer melhor a iniciativa.</p>
<p style="color: #000000;">Você deve estar se perguntando: como esse cara fez isso? Os satélites dão voltas e mais voltas no planeta, analisando o solo constantemente e enviando os dados sobre ele. “São 100 terabytes a cada vez que o satélite percorre a terra, a cada 90 minutos. Usamos machine learning para processar os dados no próprio satélite”, explica.</p>
<p style="color: #000000;">Os dados recebidos, portanto, são úteis para o pessoal em terra analisar e tomar as mais diversas decisões necessárias para melhorar o funcionamento da agricultura, por exemplo. Ele é capaz de ver se o solo está com um nível baixo de nutrientes e precisa de um reforço, por exemplo. “É um mecanismo de busca autônomo, que nos permite transmitir dados em tempo real”, conta.</p>
<p style="color: #000000;">Além dos benefícios para a agricultura, a Hypercubes pode ajudar a melhorar processos de mineração, controle de água, exploração de óleo e gás. Para Fábio, a empresa representa uma grande oportunidade de negócios, mas também uma grande solução para alguns dos maiores problemas da humanidade.</p>
<p style="color: #000000;">Fonte/Créditos: StartSe</p>
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