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	<title>AgroCeleiro &#187; Grãos</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>chuva e diminuição das temperaturas para final de janeiro e início de fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 23:21:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Nas próximas semanas, a passagem de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tendência para os próximos 15 dias indica a diminuição da temperatura e ocorrência de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. É o que aponta o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202201/24151703-bad0002-d2jan2022-pp.docx" download="">Boletim Agrometeorológico Decendial nº 2<small></small></a>, elaborado pelo Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).</p>
<p style="text-align: justify;">Nas próximas semanas, a passagem de duas frentes frias provocará chuva na maioria das regiões, com possibilidade de temporais isolados e totais expressivos em alguns municípios, principalmente na Metade Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há previsão de extensas ondas de calor, e o ingresso de massas de ar seco e frio favorecerá a ocorrência de temperaturas mais condizentes com a estação do verão. O deslocamento dos sistemas meteorológicos vai proporcionar aumento da umidade do solo, especialmente nas faixas Norte e Nordeste.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Condições hídricas em janeiro</h3>
<p style="text-align: justify;">A análise do balanço hídrico feita pelo Simagro-RS mostrou que a deficiência hídrica aumentou na maior parte do Estado em janeiro, principalmente na Fronteira Oeste, Missões, Região Central e Campanha. Somente nos Campos de Cima da Serra e Litoral Norte os dados apresentaram excesso hídrico ao longo do período.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo padrão se verifica no cálculo da diferença entre a precipitação ocorrida e a evapotranspiração potencial. Na maioria das regiões, a sequência de dias com temperaturas extremamente elevadas e ventos constantes aumentou a evaporação e prejudicou ainda mais o desenvolvimento das culturas instaladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o boletim completo na <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/simagro-rs">página do Simagro-RS</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>RS terá volumes expressivos de precipitação em diversas regiões nos próximos dias</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:50:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos próximos dias deverão ocorrer volumes expressivos de precipitação em diversas regiões do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico nº 46/2021, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Irga. Na sexta-feira (19) e sábado (20), o tempo fica firme, com grande [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias deverão ocorrer volumes expressivos de precipitação em diversas regiões do Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Agrometeorológico nº 46/2021, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Irga.</p>
<p>Na sexta-feira (19) e sábado (20), o tempo fica firme, com grande amplitude térmica, com valores mais baixos durante a noite e temperaturas elevadas no período diurno. No domingo (21), o ingresso de ar quente favorecerá a elevação das temperaturas, com valores acima de 30°C em várias regiões.</p>
<p>Na segunda-feira (22), o tempo firme e o calor predominarão em todo Estado, com temperaturas máximas acima de 35°C em diversas áreas. Entre a terça (23) e quarta-feira (24), a propagação de uma área de baixa pressão e de uma frente fria provocarão chuva em todo Estado, com possibilidade de temporais isolados. Os valores previstos deverão ser oscilar entre 10 e 20 mm na maioria das localidades da Metade Sul. No restante do Estado, os volumes deverão oscilar entre 25 e 45 mm e poderão superar 50 mm em diversos municípios do Alto Uruguai, Planalto, Serra do Nordeste e nos Campos de Cima da Serra.</p>
<p>O boletim também aborda a situação das culturas de trigo, soja, olerícolas e frutíferas.<br />
Veja o boletim completo em  <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia">www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia</a></p>
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		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
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		<title>Produtores rurais voltam a ter 10 dias para declarar aplicação de agrotóxicos hormonais</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 16:13:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou, na última segunda-feira (18/10), a Instrução Normativa nº 48, que altera a IN 42/2021, a qual estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais. Agora, os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm 10 dias para fazer a declaração de aplicação no Sistema [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou, na última segunda-feira (18/10), a Instrução Normativa nº 48, que altera a IN 42/2021, a qual estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais. Agora, os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm 10 dias para fazer a declaração de aplicação no Sistema de Defesa Agropecuária (DAS), no link “produtor on-line”, através do endereço eletrônico <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/">https://www.agricultura.rs.gov.br</a>, como funcionava desde 2019. O prazo da IN 42 era de 96 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa), ligada ao Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Rafael Friedrich de Lima, explica que essa era uma reivindicação do setor. “E, antes da IN42, os produtores já estavam acostumados com o prazo de 10 dias”, complementa.</p>
<figure class="artigo__ilustracao" style="text-align: justify;"></figure>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>Aberto oficialmente plantio de soja em Júlio de Castilhos</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 16:54:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos. O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é hoje a principal commodity gaúcha e nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo estimativa da Emater, os gaúchos irão semear soja em 6,3 milhões de hectares na atual safra de verão, aumento de 3,62% em relação ao ciclo 2020/2021. Se a área se confirmar, o Estado supera o recorde alcançado na safra anterior, de 6,11 milhões de hectares cultivados. No ciclo passado, a produção da oleaginosa rompeu a barreira das 20 milhões de toneladas, colocando o Rio Grande do Sul como segundo maior produtor do grão no país, atrás apenas de Mato Grosso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em termos de valor bruto da produção (VBP), a soja é o produto agropecuário mais importante do Rio Grande do Sul. Na última safra, o VBP gerado pela cultura somouj R$ 55,9 bilhões, respondendo por 60% de todo o valor bruto da agropecuária gaúcha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a conjuntura de preços e mercado para o produto seja favorável, as regiões produtoras se preocupam com os custos de produção que apresentaram fortes incrementos neste início de temporada. Demonstrativo do custo de produção divulgado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro/RS) mostra que os custos operacionais giram em torno dos R$ 3.340 por hectare, enquanto o custo total deve superar os R$ 5.400 por hectare.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O RS já é o segundo maior Estado produtor de soja do Brasil e o município de Júlio de Castilhos é o segundo maior em volume no Rio Grande do Sul. Nossa região contribui não só pelo que ela produz, mas pelo que o Brasil produz através dos agricultores que saem daqui para plantar em outros lugares. Que tenhamos mais uma vez uma safra com mais de 20 milhões de toneladas”, afirmou o presidente da Cotrijuc, Caio Vianna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Probabilidade de La Ninã está acima dos 70%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 16:13:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Precipitações devem ficar abaixo da média, especialmente em novembro Os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), apontam para uma probabilidade acima de 70% de que as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Precipitações devem ficar abaixo da média, especialmente em novembro</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), apontam para uma probabilidade acima de 70% de que as condições de La Niña se iniciem durante a primavera de 2021 e permaneçam até o verão 2021/2022.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de outubro indica redução da chuva e aumento da temperatura diurna, o que produz aumento da evapotranspiração, especialmente na segunda quinzena do mês. Para o mês de novembro, os modelos também apontam para uma redução de chuva, com predomínio de noites mais frias e dias mais quentes, padrão característico de períodos muito secos. Já para dezembro, são esperados padrões de chuva e temperaturas mais próximos da média climatológica. As previsões trimestrais do Copaaergs são obtidas por meio do Modelo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas (CPMET)<strong style="font-weight: bold;"> </strong>da UFPel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima. </span></p>
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		<title>Produção da Safra de Inverno 2021 deve ser a maior da história</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 16:55:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação à Safra anterior (2,84 milhões de toneladas).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estes números demonstram que os produtores rurais conseguiram repetir neste inverno o bom resultado da safra de verão 2020/2021. Temos que comemorar estas estimativas, até porque os cultivos de inverno são importantes do ponto de vista financeiro, mas também para a cobertura do solo e para a produtividade da safra seguinte&#8221;, afirma a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente a cultura do trigo deve ser responsável pela produção de 3,59 milhões de toneladas do cereal, o que representa um incremento de 70,95% em relação ao ano passado (2,1 milhões de toneladas). A atualização dessa perspectiva representa ainda um aumento de 24,04% em relação à estimativa inicial (2,89 mihões de toneladas) divulgada em junho deste ano. O levantamento também aponta uma elevação de 8,97% na área total cultivada (1,17 milhão de hectares) se comparada à primeira estimativa (1,08 milhão de hectares). A produtividade da cultura deve ser a terceira maior desde 2013, também chegando a 3 toneladas por hectare.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o levantamento de área, produção e produtividade para cada uma das culturas de inverno em:</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/safra/safraTabela_29092021.pdf?fbclid=IwAR1nCfOqhqYypoG1gItpyLo15CB-5MH_WhGdVacStDZruRlLRAeAT7kp5jk" target="_blank">https://bit.ly/3mailKP</a></p>
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		<item>
		<title>Secretaria da Agricultura publica novas instruções normativas relacionadas a agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:10:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). Uma delas, a Instrução Normativa nº 40/2021, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica, no momento da prescrição do uso do produto químico, no âmbito de todo o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">As coordenadas geográficas deverão atender o Sistema Geodésico Brasileiro em vigor e ser informadas no formato decimal, com seis casas depois da vírgula, de forma que a coordenada geográfica seja inserida com os oito dígitos no layout: -XX, XXXXXX; -XX,XXXXXX, sendo longitude e latitude, respectivamente. A medida entra em vigor em 60 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram publicadas as Instruções Normativas nº 41/2021 e 42/2021, as quais revogam medidas anteriores referentes aos agrotóxicos hormonais e incluem novos 11 municípios (Dilermando de Aguiar, Itaqui, Júlio de Castilhos, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Santa Maria, São Sepé, Toropi, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul e São Gabriel). Ambas entraram em vigor na data da publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa), ligada ao Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Rafael Friedrich de Lima, explica que a inclusão dos 11 municípios no âmbito das INs foi amplamente debatida no grupo de trabalho do herbicida 2,4-D, que reúne entidades do setor produtivo e órgãos de Estado. “Os critérios técnicos utilizados têm relação com a possível ocorrência de deriva nestas regiões”, comenta Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">A IN nº 41/2021 estabelece a venda orientada de agrotóxicos hormonais e revoga as INs 09/2019 e 30/2021. O principal ponto da normativa é que os produtores rurais, destes 11 novos municípios, têm a obrigação de declarar o uso dos agrotóxicos hormonais já na safra de verão 2021/2022, mas não será exigido a eles que o aplicador tenha o curso de boas práticas agrícolas até 31 de maio de 2022. O produtor fica dispensado de apresentar a Declaração do Cadastro Estadual de Aplicador de Agrotóxicos no momento da compra de agrotóxico hormonal no período entre a publicação da IN 41 e 31 de maio de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">Já, na Instrução Normativa nº 42/2021 fica estabelecido o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a regulamentação da sua aplicação. Também revoga as INs nº 06/2019, 07/2019 e 30/2021. Dentre as alterações publicadas, destacam-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pessoas jurídicas com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR também poderão realizar aplicação de agrotóxicos hormonais, além de pessoas físicas devidamente cadastradas no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>Excepcionalmente no período compreendido entre a publicação da Instrução Normativa e maio de 2022, para as aplicações realizadas nos 11 novos municípios não será exigido que o aplicador tenha realizado o Curso de Boas Práticas Agrícolas na Aplicação de Agrotóxicos e nem que esteja cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>A instituição que for ministrar o curso de boas práticas deverá se cadastrar junto à SEAPDR e deverá adotar controle interno de turmas, de alunos e cursos ministrados, mantendo o registro por pelo menos cinco anos;</li>
<li>Os cursos deverão ser ministrados para turmas com no máximo 40 participantes, exigindo uma frequência mínima de 80% da carga horária total e processo de avaliação de conhecimentos ao final do curso;</li>
<li>A exceção se dá para o caso dos cursos de executor de aviação agrícola e de coordenador em aviação agrícola, os quais se equivalem ao curso de boas práticas, não se aplicando o prazo de renovação;</li>
<li>As informações da aplicação de agrotóxicos hormonais deverão ser prestadas pelo produtor rural, no prazo máximo de 96 horas, após o último dia de aplicação, através do preenchimento dos dados no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mantém-se a data de 1º de junho de 2022 para que o disposto nas Instruções Normativas 41 e 42/2021 passem a vigorar em todo o Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125653-explicando-a-in-40-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 40/2021 <small>(.pdf 433,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125915-explicando-a-in-41-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 41/2021 <small>(.pdf 344,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14130021-explicando-a-in-42-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 42/2021 <small>(.pdf 459,03 KBytes</small></a></p>
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		<title>Retorno das chuvas favorece desenvolvimento do trigo no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 13:27:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ A primeira metade da semana foi caracterizada por temperaturas médias no período da tarde, altas para a época, boa incidência de radiação solar e pela permanência de tempo firme. Na maioria das regiões produtoras, o tempo ficou encoberto e as chuvas voltaram, provocando queda das temperaturas. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A primeira metade da semana foi caracterizada por temperaturas médias no período da tarde, altas para a época, boa incidência de radiação solar e pela permanência de tempo firme. Na maioria das regiões produtoras, o tempo ficou encoberto e as chuvas voltaram, provocando queda das temperaturas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (22) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), esse cenário favoreceu o desenvolvimento do trigo no Rio Grande do Sul, fazendo o plantio chegar a 97% da área prevista, sendo que 97% está fase de germinação e desenvolvimento vegetativo e 3% já se encontra em floração.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região de Santa Rosa, 58% dos cultivos de canola estão em desenvolvimento vegetativo, 32% em florescimento, 9% na fase de enchimento de grãos e já inicia a maturação das primeiras lavouras, implantadas em abril. Até 18/07, o tempo seco, ensolarado e frio vinha favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras, que apresentam bom aspecto geral, com boa população e boa sanidade. Com a geada ocorrida em 19 e 20/7, aumentou a preocupação dos produtores em relação ao potencial prejuízo nas lavouras em floração e enchimento de grãos, pois as flores da canola são muito sensíveis à geada, com possível abortamento e má formação das síliquas – fruto da canola. Produtores dão andamento à adubação nitrogenada em cobertura nas lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo; nas demais, não há necessidade de controle fitossanitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região de Bagé, o estabelecimento das lavouras de aveia branca na Campanha ocorreu na época recomendada pelo zoneamento agrícola. As lavouras apresentam bom estande de plantas, com predomínio da fase de desenvolvimento inicial e poucas áreas em perfilhamento. As primeiras lavouras estabelecidas em maio se aproximam da fase de alongamento dos colmos, e ainda não há lavouras em fase reprodutiva. Em Hulha Negra, produtores realizam o controle de ervas daninhas de folhas largas visando principalmente a supressão de buva. Em geral, a sanidade das lavouras é satisfatória, com boa recuperação do desenvolvimento e da coloração após o período de tempo adverso ocorrido em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regiões da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, Soledade e Erechim, os cultivos de cevada têm se mantido com desenvolvimento adequado, bom estande de plantas e bom estado fitossanitário, devido ao tempo favorável e à disponibilidade de água nos solos proporcionada pelas últimas chuvas entre 14 e 15/07. Produtores realizam o controle de plantas invasoras e a aplicação de adubos nitrogenados em cobertura.</p>
<p style="text-align: justify;">Emater/RS</p>
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		<title>Descoberto bioinseticida contra cigarrinha-do-milho</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 23:37:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Método obtido por fermentação líquida de um fungo mata o vetor em poucos dias A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) trouxe muitos problemas na safra passada levando a perdas significativas nas lavouras do Sul e Centro-oeste. O pequeno inseto é vetor de doenças como o complexo de enfezamentos e o vírus da risca, que podem levar a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Método obtido por fermentação líquida de um fungo mata o vetor em poucos dias</span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cigarrinha-do-milho (<em>Dalbulus maidis</em>) trouxe muitos problemas na safra passada levando a perdas significativas nas lavouras do Sul e Centro-oeste. O pequeno inseto é vetor de doenças como o complexo de enfezamentos e o vírus da risca, que podem levar a perdas de até 90% no milho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma solução biológica desenvolvida em uma parceria de cientistas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), Embrapa Meio Ambiente (SP) e Universidade de Copenhague (KU), na Dinamarca, pode ser aliada no controle da praga. Trata-se de um método de fermentação líquida do fungo Metarhizium robertsii que resulta em leveduras chamadas blastosporos. Essas células podem ser diluídas e veiculadas com água, são tolerantes à dessecação e controlam adultos da cigarrinha após pulverização, pois rapidamente germinam e infectam o inseto pela cutícula, matando-o em poucos dias. Como é específico para a praga-alvo, preserva a fauna e a flora locais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O bioinseticida pode ser formulado na forma de pó molhável para ser pulverizado na lavoura. Pode ser aplicado via aérea ou terrestre, como é feito na forma convencional com os inseticidas químicos, o que facilita para o produtor usar equipamentos de aplicação já existentes em sua propriedade. Agora os pesquisadores procuram parceiros para licenciar a tecnologia, testá-la em escala industrial e levá-la ao mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A metodologia de produção de fungos biocontroladores de pragas é barata, eficiente e produz grande quantidade de blastosporos em apenas dois dias de cultivo. E a utilização de fermentação líquida traz uma série de vantagens, conforme explica o analista da Embrapa Gabriel Mascarin. “Podemos ainda manipular as condições nutricionais do meio de cultivo do fungo para obter blastosporos mais tolerantes a estresses abióticos, como dessecação, radiação ultravioleta e altas temperaturas”, informa ele, ressaltando que uma das formulações desenvolvidas na pesquisa é um pó molhável, o que permite a aplicação do produto por pulverizadores convencionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Por: <strong class="fn" style="font-weight: bolder;"><a class="text-uppercase" style="font-weight: bold;" target="_blank">AGROLINK</a></strong></p>
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