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	<title>AgroCeleiro &#187; Avicultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Chile reabre mercado para avicultura do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 14:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Chile reabriu as portas para avicultura do Rio Grande do Sul. O trabalho de recuperação deste mercado foi em conjunto com a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), o FUNDESA e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Chile reabriu as portas para avicultura do Rio Grande do Sul. O trabalho de recuperação deste mercado foi em conjunto com a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), o FUNDESA e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ASGAV interagiu e deu suporte em muitas etapas dos preparativos para o processo de auditoria e nos procedimentos para reabertura deste mercado. A reabertura aconteceu após visita da missão chilena em agosto, que avaliou a estrutura necessária para detectar e identificar a presença de enfermidades no Estado. O Rio Grande do Sul se encontra livre de enfermidade de newcastle notificável para a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) desde 2006.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Esta é uma ótima conquista para avicultura do Rio Grande do Sul em tempos de entraves nas exportações avícolas. Mais uma vez, fica evidente que a soma de esforços da ASGAV, MAPA, SEAPI, FUNDESA e ABPA foi fator decisivo para a solução deste embargo”, destacou o presidente ASGAV/SIPARGS, Nestor Freiberger.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos últimos 12 anos estima-se que o Estado deixou de exportar para aquele país algo em torno de 385 mil toneladas de carne de frango.</span></p>
<p>Fonte: ASGAV / SIPARGS</p>
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		<title>Brasil produzirá 40% a mais de alimentos de origem animal até 2050</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 11:53:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel na oferta mundial de alimentos de origem animal solicitada pela FAO para 2050, ressalta Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition e coordenador do evento Horizons, realizado nos dias 9 e 10 de outubro, para discutir as tendências da produção de alimentos global e o papel do Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O nosso país é um campeão mundial da produção e exportação de alimentos e tem água, terras, tecnologia e competência para manter o ritmo de crescimento da última década, atendendo ao chamado da FAO. Em 2050, o mundo terá 2,2 bilhões de pessoas a mais. É preciso aumentar a oferta de alimentos constantemente e o uso de novas tecnologias é essencial nesse processo”, destacou Mihailov para uma plateia de 250 empresários da cadeia de alimentos de origem animal, que participaram do Horizons, em Atibaia (SP).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A avicultura é a maior fornecedora de proteínas animais do Brasil. Em 2018, a expectativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é fechar com 13,1 milhões de toneladas. Esse resultado é praticamente o mesmo de 2011, mas nesse período as exportações saltaram 7%, atingindo 4,2 milhões de toneladas/ano. “O Brasil tem custos de produção ajustados, status sanitário excepcional, cadeia de produção integrada e muita tecnologia para produzir mais e cada vez melhor”, explicou Francisco Turra, presidente da ABPA, na mesa-redonda ‘Como o Brasil pode aumentar sua produtividade em 40% para atender à crescente demanda mundial de alimentos”, coordenada pelo ex-secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim e com participação do atual secretário da pasta Francisco Sérgio Ferreira Jardim, durante o Horizons. O dirigente listou entraves que precisam ser olhados com atenção pelo país. É o caso da alta tributação sobre a cadeia produtiva, regulação das relações de trabalho, burocracia, infraestrutura e financiamento, entre outros.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também participante do evento, Antonio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontou os gargalos de logística como importantes complicadores do processo de produção e, particularmente, de exportação de carne bovina. “Expressiva parcela da produção do centro-oeste é escoada pelo porto de Santos. Trata-se de um processo lento e pouco eficiente. Somente no porto, são gastas 60 h para um navio receber a carga e zarpar. É muito tempo”, disse Camardelli. O dirigente mostrou-se confiante quanto ao desempenho das exportações de carne bovina este ano – “que devem fechar em torno de US$ 7 bilhões contra US$ 6,2 bilhões no ano passado” – e, especialmente, para 2019, devido à possível abertura de novos mercados. “O processo de liberação da Indonésia está em fase final e uma missão do Canadá chegará ao Brasil no dia 15 de outubro”, informou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A melhoria da produtividade com ampliação do uso maciço de novas tecnologias é a receita de Roberto Hugo Jank Jr, vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), para o aumento da produção de leite no país, objetivando atender à crescente demanda interna e global. “O Brasil produz 34,2 bilhões de litros de leite em 22 milhões de hectares, com produtividade média de 1.600 litros/hectare/ano. Esse resultado representa um décimo da eficiência da Nova Zelândia”, assinalou Jank, no Horizons. “É perfeitamente possível ampliar rapidamente esse índice e produzir 40 mil litros por hectare/ano! Se atingíssemos esse nível, usaríamos apenas 2 milhões de hectares para obter a produção que temos hoje no país”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais jovem, porém promissora atividade, a piscicultura apresentou no Horizons números muito positivos para os próximos anos. “A FAO pede que a produção aumente 40% até 2050. A piscicultura brasileira triplicará de tamanho nesse período”, ressaltou Ricardo Neukirchner, presidente do Conselho da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR). O dirigente apoia-se no crescimento da produção em 500% nos últimos dez anos e nas potencialidades do Brasil para a atividade, além das vantagens competitivas do peixe de cultivo. “Temos água em abundância, novas tecnologias estão chegando e a produção é sustentável, sem agressão ao meio ambiente. Além disso, o consumo interno é de apenas 3 kg/hab/ano, tendo muito potencial de aumento. A piscicultura é uma atividade de muito futuro no país”, assinalou Ricardo Neukirchner.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;">Fonte: O Presente Rural</p>
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		<title>Exportações de carne de frango crescem 16,2% em outubro</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/exportacoes-de-carne-de-frango-crescem-162-em-outubro/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[carne de frango]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 365,5 mil toneladas em outubro, volume 16,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 314,6 mil toneladas. Com este desempenho, os embarques geraram receita de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 365,5 mil toneladas em outubro, volume 16,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 314,6 mil toneladas.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Com este desempenho, os embarques geraram receita de US$ 634,4 milhões, 24,6% a mais em relação ao décimo mês de 2016, com US$ 509,1 milhões. No acumulado do ano (janeiro a outubro), as vendas internacionais de carne de frango chegaram a 3,674 milhões de toneladas, 0,5% a menos que as 3,693 mil toneladas embarcadas nos dez primeiros meses do ano passado. </span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Em receita, as vendas do ano alcançaram US$ 6,158 bilhões, 7,2% maior segundo o mesmo período comparativo (com US$ 5,747 bilhões em 2016). “Com este resultado, estamos próximo de zerar as perdas acumuladas ao longo deste ano repleto de adversidades, e sustentamos a perspectiva de um fechamento anual com resultado positivo em volumes e receita”, destaca o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Assessoria ABPA</span></p>
</div>
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		<title>Granjas de ovos têm até novembro para adequar mudanças em inspeções</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/granjas-de-ovos-tem-ate-novembro-para-adequar-mudancas-em-inspecoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 17:15:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As granjas produtoras de ovos precisarão fazer alterações nas instalações para se adequarem às mudanças no sistema de inspeção determinadas pelo Ministério da Agricultura. Com a reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), em março deste ano, a modalidade de inspeção usada por 65 estabelecimentos no Estado será [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">As granjas produtoras de ovos precisarão fazer alterações nas instalações para se adequarem às mudanças no sistema de inspeção determinadas pelo Ministério da Agricultura. Com a reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), em março deste ano, a modalidade de inspeção usada por 65 estabelecimentos no Estado será extinta. Com isso, as granjas terão até o dia 27 de novembro para migrar para os serviços estadual ou federal (SIF).</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">De acordo com a colunista do Zero Hora, Joana Colussi, nesta quinta-feira (27/07), foi realizada uma audiência na Secretaria da Agricultura Rio Grande do Sul, nesta onde representante do setor no estado gaúcho falaram sobre a preocupação. O setor entende que são necessários no mínimo dois anos para que a migração ocorra de maneira efetiva. O pedido oficial de prorrogação do prazo deverá ser formalizado nos próximos dias.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">“Temos uma situação que requer máxima atenção dos Governos e do setor produtivo, uma vez que há definições de extinção de uma modalidade de inspeção, e não há estrutura suficiente ou disponível, ao menos neste momento, para receberem aqueles produtores que não tiverem condições de atender as exigências do SIF .” disse em comunicado Eduardo Santos, Diretor Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor avícola, o prazo para esta mudança é fora da realidade e das condições dos estabelecimentos, a falta de estrutura para outras alternativas poderá fragilizar o sistema de produção no que se refere aos cuidados na produção.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">“O Serviço de Inspeção da SFA MAPA/RS SIPOA, tem nos dado total atenção no assunto e colocou-se à disposição para auxiliar o setor, no entanto, não podemos mudar subitamente de uma modalidade de inspeção sem a segurança de outras alternativas estruturadas, isso pode gerar muitos problemas” observa Santos, dirigente da Asgav.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Segundo informações já está sendo encaminhado pedido para revogação do prazo definido para novembro deste ano, onde será extinta a modalidade de inspeção E.R. Estabelecimento Relacionado.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Fonte: Avicultura Industrial</span></p>
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		<title>Confira a importância das folhas de bananeiras para as Galinhas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/folhas-de-bananeiras-para-as-galinhas/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 11:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura colonial]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de manejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas de manejo, Avicultura colonial. O uso da bananeira já vem sendo bastante usada no tratamento de verminoses em caprinos em algumas regiões do Brasil e os estudos demonstraram um efeito satisfatório no combate a esses parasitas. Na criação de galinhas o uso vem sendo empregado para a mesma finalidade e também demonstrou eficácia no combate das verminoses. Modo de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Dicas de manejo, Avicultura colonial.</h4>
<h4></h4>
<h4>O uso da bananeira já vem sendo bastante usada no tratamento de <span style="font-weight: bold;">verminoses em caprinos</span><a style="color: #197509 !important;" title="Pesquisa" href="http://orgprints.org/23086/1/Parra_Altera%C3%A7%C3%A3o.pdf" target="_blank"> </a>em algumas regiões do Brasil e os estudos demonstraram um efeito satisfatório no combate a esses parasitas.</h4>
<h4>Na <a style="color: #197509 !important;" title="COMO CRIAR GALINHA CAIPIRA DE FORMA LUCRATIVA?" href="http://www.criargalinha.com.br/manejo/como-criar-galinha-caipira/">criação de galinhas</a> o uso vem sendo empregado para a mesma finalidade e também demonstrou eficácia no combate das <span style="font-weight: bold;">verminoses</span>.</h4>
<h4></h4>
<h4>Modo de usar:</h4>
<h4>Após o fornecimento da ração você deve oferecer <span style="font-weight: bold;">algumas folhas da bananeira</span> de forma que todas as aves possam ficar bicando pelo piquete por um período de <span style="font-weight: bold;">cinco dias consecutivos</span>. (repita o procedimento a cada 15 dias).</h4>
<h4></h4>
<h4>Outra aplicação na avicultura está relacionada a um fator de bem estar das aves.</h4>
<h4>Aves que passam a maior parte do tempo bicando <span style="font-weight: bold;">tronco de bananeira</span> ficam menos estressadas nos piquetes.</h4>
<h4>Vale à pena adotar em seu projeto de criação de galinhas!</h4>
<h4></h4>
<h4>Todos esses medicamentos naturais podem ser oferecidas para as aves com idade acima de <span style="font-weight: bold;">trinta dias</span> de vida.</h4>
<h4></h4>
<h4>Fonte: http://www.criargalinha.com.br</h4>
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		<title>Mais Frango investirá 1,5 milhões no município de Vista Gaúcha</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 21:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Frango]]></category>
		<category><![CDATA[Vista Gaúcha]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa parceria entre o Frigorifico Mais Frango e Município de Vista Gaúcha, será investido um milhão e quinhentos mil reais na construção de dois aviário para a criação de frangos no município de Vista Gaúcha. Na última segunda feira 10/07, esteve visitando o Município o Supervisor de Fomento e Gerente da Fábrica de Ração da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Numa parceria entre o Frigorifico Mais Frango e Município de Vista Gaúcha, será investido um milhão e quinhentos mil reais na construção de dois aviário para a criação de frangos no município de Vista Gaúcha.</p>
<p>Na última segunda feira 10/07, esteve visitando o Município o Supervisor de Fomento e Gerente da Fábrica de Ração da Mais Frango Sr. Rafael Augusto Boer, que na oportunidade esteve com o Prefeito Municipal Celso José Dal Cero, e reafirmou-se ainda mais a parceria que já existe entre Empresa e Poder Público e se discutiu a construção de dois aviários com capacidade de 45.000, frangos cada. Segundo Rafael A. Boer, a empresa investira 1,5 Milhão de Reais e o município entrara com a terraplanagem para a construção dos mesmos. O Prefeito Celso José Dal Cero por sua vez agradeceu a Empresa por ter escolhido o Município de Vista Gaúcha para investir e colocou-se à disposição no que for necessário para que o investimento seja realizado o mais rápido possível.  De acordo com o Supervisor da Mais Frango a obra deverá estar concluída até final de 2017.</p>
<p>vistagaucha-rs.com.br</p>
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		<title>Exportação brasileira de frangos bate recorde em junho</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2015 02:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinival de Andrade Jordão tem onze granjas em Arealva, no centro-oeste de São Paulo, com 140 mil frangos para abate. Ele está satisfeito com o atual momento da avicultura. O preço que recebe hoje pelo quilo da ave, R$ 2,60, é 20% maior do que recebia em janeiro desse ano. “Estamos animando mais. Deu uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Sinival de Andrade Jordão tem onze granjas em Arealva, no centro-oeste de São Paulo, com 140 mil frangos para abate.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Ele está satisfeito com o atual momento da avicultura.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O preço que recebe hoje pelo quilo da ave, R$ 2,60, é 20% maior do que recebia em janeiro desse ano. “Estamos animando mais. Deu uma alta boa, já começou a dar um lucro. Acredito que é daqui pra frente do ano vai ser muito bom pra nós criadores.”</p>
<p style="color: #000000;">Sinival acredita que o bom momento da avicultura tem um motivo: os criadores estão cada vez mais investindo os lucros para melhorar a qualidade da criação. “A gente vem investindo muito em qualidade, parte sanitária. As granjas são todas registradas, a criação muito boa.”</p>
<p style="color: #000000;">Com mais qualidade no frango, o mercado enxergou longe, para fora do país, e as vendas vêm crescendo mês a mês em 2015.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">As exportações brasileiras de carne de frango bateram recorde no mês de junho. Segundo números divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país exportou no mês passado quase 400 mil toneladas, 30% a mais do que foi exportado no mesmo mês de 2014.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O valor do que foi exportado no mês passado, cerca de R$ 2,1 bilhões, também foi outro recorde para o setor, mais de 50% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com tanta notícia boa, Sinival é só otimismo. Para ele, a expectativa é que melhore até o fim do ano. “Cada vez melhor. Estamos apostando.”</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Segundo a ABPA, o recorde das exportações em junho foi alcançado pelo aumento das vendas aos principais países importadores: Arábia Saudita, Japão e China. Fonte: Portal G1</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Receita Estadual identifica irregularidades no recolhimento de ICMS no setor de abate de aves e suínos</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 14:51:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A Receita Estadual abre, na próxima segunda-feira (4), prazo para que 120 indústrias que atuam com produtos derivados do abate de aves e suínos recolham cerca de R$ 5 milhões de ICMS aos cofres públicos. O valor deixou de ser declarado e pago por conta de operações entre janeiro de 2013 e dezembro do ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Estadual abre, na próxima segunda-feira (4), prazo para que 120 indústrias que atuam com produtos derivados do abate de aves e suínos recolham cerca de R$ 5 milhões de ICMS aos cofres públicos. O valor deixou de ser declarado e pago por conta de operações entre janeiro de 2013 e dezembro do ano passado. Para identificar a irregularidade, a Receita se valeu do cruzamento de informações das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) que somaram R$ 124 milhões em movimentação neste período na comercialização de diversos produtos de alimentação (cortes, embutidos e outros derivados).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Serão encaminhadas correspondências a estas empresas para que acessem ao Programa de Autorregularização, mecanismo previsto em legislação estadual (Lei nº 6.537/73) e que possibilita ao contribuinte recolher o ICMS-Substituição Tributária. O prazo vai até 30 de junho e se até lá persistirem as divergências apontadas pela Receita, as empresas ficarão sujeitas à abertura de procedimento de ação fiscal e multas que podem chegar a 120% do valor devido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As informações sobre a divergência, bem como as orientações relativas à legislação aplicada estarão disponíveis na caixa postal eletrônica, na área de acesso restrito ao contribuinte, no Portal e-CAC do site da Sefaz/RS, conforme endereço eletrônico a seguir: <a title="(O link será aberto em uma nova janela/aba)" href="https://www.sefaz.rs.gov.br/Receita/PortaleCAC.aspx" target="_blank">https://www.sefaz.rs.gov.br/Receita/PortaleCAC.aspx</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Fonte: Governo do Estado do RS</strong></em></span></p>
<h3 style="font-weight: normal !important; color: #000000;"></h3>
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		<title>13ª Feicap promoveu dia para a Avicultura</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 19:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Devido à importância da produção avícola para o município de Três Passos, foi preparado o Dia do Avicultor, que aconteceu na 13ª FEICAP, no dia 20 de abril.   O evento contou com a palestra do médico veterinário e supervisor de fomento e da Fábrica de Ração da empresa Mais Frango, Rafael Augusto Boer, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Devido à importância da produção avícola para o município de Três Passos, foi preparado o Dia do Avicultor, que aconteceu na 13ª FEICAP, no dia 20 de abril.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">O evento contou com a palestra do médico veterinário e supervisor de fomento e da Fábrica de Ração da empresa Mais Frango, Rafael Augusto Boer, que falou da situação atual e perspectivas da avicultura para a região sul do Brasil.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A avicultura de corte é uma atividade recente em Três Passos, iniciada em 2011, através do sistema de integração com a empresa Mais Frango Miraguaí Ltda. Estão integrados com a empresa 22 produtores terminadores de frangos, com cerca de 600 mil aves alojadas por lote.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Participaram do evento o presidente da 13ª FEICAP, Jader Barow, o prefeito Municipal José Carlos Amaral, a deputada estadual Zilá Breintenbach, o secretário Municipal de Agricultura Tarcisio Kuhn, o chefe do Escritório da Emater e coordenador da comissão do setor agropecuário da FEICAP Kelvis Rauber e produtores.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Fonte/Foto:Planeta/Miraguaí</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frigoríficos pedem mais tempo para se adequar a novas regras de segurança no trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 17:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Sob pressão das autoridades, os frigoríficos gaúchos dizem ter boa vontade para fazer as adequações necessárias. Responsável por 10% das exportações do Estado — US$ 1,87 bilhão no ano passado — e considerado um dos ramos da indústria mais promissores pela perspectiva de aumento do consumo mundial de carne, o setor pede mais prazos e diálogo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #393939;">Sob pressão das autoridades, os frigoríficos gaúchos dizem ter boa vontade para fazer as adequações necessárias. Responsável por 10% das exportações do Estado — US$ 1,87 bilhão no ano passado — e considerado um dos ramos da indústria mais promissores pela perspectiva de aumento do consumo mundial de carne, o setor pede mais prazos e diálogo para dirimir possíveis subjetividades das normas, que poderiam gerar interpretações diferentes entre empresas e órgãos fiscalizadores.</span></p>
<p style="color: #393939;">Primeira a passar pelo crivo da força-tarefa de Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério do Trabalho, a avicultura entende ser possível cumprir a lei, mas sustenta que muitas adequações, principalmente de maquinário, não podem ser feitas no curto prazo.</p>
<p style="color: #393939;">— As correções mais rápidas já foram feitas. Mas, em alguns equipamentos, a transformação é tão grande que não vale a pena mexer. É preciso um novo. Só que estas máquinas podem demorar até dois anos para serem fabricadas e entregues. Muitas vêm do Exterior, e os fabricantes carecem de informações sobre a nova legislação — pondera Nestor Freiberger, presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).</p>
<p style="color: #393939;">A cobrança, admite Freiberger, vai forçar a tendência de mecanização em setores das indústrias, como salas de cortes e evisceração, onde ocorrem tarefas que exigem maior repetição de movimentos:</p>
<p style="color: #393939;">— No começo, ficamos irritados, mas hoje estamos conscientes de que é preciso evoluir. Só pedimos bom senso e diálogo.</p>
<p style="color: #393939;">A recente interdição do Frigorífico Silva, de Santa Maria, um dos mais tradicionais no abate de bovinos no Estado — a unidade foi liberada na quinta-feira passada, após fazer adequações —, pôs em alerta o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado (Sicadergs). Para o presidente da entidade, Ronei Lauxen, o setor terá dificuldade de atender todas as exigências.</p>
<p style="color: #393939;">Uma delas é a limitação para carregar peso. Lauxen ressalta que uma tradição no setor é distribuir dianteiros ou traseiros inteiros ao varejo e acredita que o mercado não aceitaria peças separadas. Ele diz temer que, se o Frigorífico Silva, considerado um dos mais estruturados, foi interditado, a situação seria pior para empresas menores e com finanças limitadas.</p>
<p style="color: #393939;">— Há poucas empresas no setor de aves e suínos, e elas são grandes e estruturadas. No de bovinos, as pequenas são maioria. Todos estão se adequando dentro de suas condições — resume Lauxen.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Antiguidade de plantas é outro desafio</strong></p>
<p style="color: #393939;">Para o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias Produtos Suínos do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber, uma das principais angústias do setor, atualmente, é o investimento necessário para fazer a adequação das plantas. Muitas delas são antigas, o que, segundo ele, faz com que sejam necessários gastos maiores.</p>
<p style="color: #393939;">— O setor não tem rentabilidade ilimitada. Também precisaremos treinar tanto os técnicos quanto os colaboradores das empresas — destaca Kerber.</p>
<p style="color: #393939;">Repetindo as preocupações dos setores de aves e bovinos, Kerber sustenta que os associados do Sips estão “mobilizados e sensibilizados” para o enquadramento nas normas, mas pede tempo para a melhor compreensão da legislação e implementação das melhorias necessárias.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Mais rigor</strong></p>
<p style="color: #393939;">— Após a criação de um grupo de trabalho para discutir o problema em 2011, algumas regras foram modificadas. A partir da definição, as novas exigências para os frigoríficos passaram a valer em 2013, por meio da Norma Regulamentadora nº 36.</p>
<p style="color: #393939;">— O texto trata de medidas de segurança e saúde no trabalho em frigoríficos e unidades de processamento de carne no país.<br />
O principal objetivo é a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Principais exigências</strong></p>
<p style="color: #393939;">— Inclusão de equipamentos de proteção.</p>
<p style="color: #393939;">— Treinamentos sobre segurança e saúde no ambiente de trabalho.</p>
<p style="color: #393939;">— Alterações estruturais nas linhas de produção.</p>
<p style="color: #393939;">— Inclusão de programas de ginástica laboral.</p>
<p style="color: #393939;">— Estabelecimento de pausas ergonômicas e térmicas para os trabalhadores.</p>
<p style="color: #393939;">
<p style="color: #393939;">Fonte: ZH</p>
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