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	<title>AgroCeleiro &#187; Agricultura Familiar</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Probabilidade de La Niña até o final do verão 2022 está acima dos 80%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de janeiro de 2022 indica chuva próxima da média em grande parte do Estado, exceto no extremo oeste, onde ficará um pouco acima da média. Para o mês de fevereiro, a tendência é de que a chuva fique abaixo da média. Em março, os prognósticos indicam chuvas próximas da média. Para as temperaturas do ar, o prognóstico é de que fiquem próximas da média em todo o trimestre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Mesmo com condições de chuva dentro da faixa normal no verão, as precipitações ainda não são suficientes para suprir a demanda hídrica das principais culturas de primavera/verão, em função da alta demanda evapotranspirativa do período&#8221;, destaca a coordenadora do Copaaergs, agrometeorologista Loana Cardoso. Evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e a transpiração da água pelas plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Pesquisa confirma segurança para consumo dos vegetais comercializados no país</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:02:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa Pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada em 2019 e 2020, e divulgada nesta sexta-feira (19), no Diário Oficial da União, mostra que 89% das amostras de produtos de origem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa</span></p>
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<p style="color: #555555; text-align: justify;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiNWI5OTZhNDctMDI4My00NDJiLTk2ZjEtODhiYTNhN2RlZjA1IiwidCI6ImMwOTU0YmJhLTE2MjEtNDVlNi05YWZiLTc3Njc3MzYwNzZjOSJ9" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Os resultados são referentes ao PNCRC/Vegetal</a>, que tem como objetivo monitorar e fiscalizar os resíduos de defensivos agrícolas e de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal nacionais e importados. Desde 2019, quando a fiscalização passou a autuar as irregularidades, o Mapa já aplicou mais de R$ 4 milhões em multas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo o levantamento, dos 89% de conformidade apontados nas análises, 49% não apresentaram nenhum resíduo e contaminante e outros 40% apresentaram valores abaixo do Limite Máximo de Resíduos (LMR) estabelecido no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Apenas 11% das amostras apresentaram algum tipo de inconformidade. Desse total, 10 pontos percentuais representam inconformidades relacionadas a resíduos de defensivos agrícolas e um ponto percentual mostrou a presença de contaminantes, como <em style="color: #555555;">Salmonella</em> e micotoxinas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dos produtos que apresentaram inconformidades pelo uso de defensivo agrícola não permitido para a cultura, temos o feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>) e o feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>). O Mapa autuou as empresas embaladoras dos produtos e vem trabalhando em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Feijão (Abifeijão), Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Associação Brasileira de Feijões e Legumes Secos (Abrafe) estratégias de monitoramento de resíduos e rastreabilidade de produtos. Uma ação já adotada pelos embaladores é a execução de teste rápido para resíduos de defensivos no recebimento dos feijões.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as irregularidades encontradas nos feijões não apresentam risco agudo no consumo desses alimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">&#8220;O estabelecimento dos procedimentos fiscais nas coletas de amostras do PNCRC foi muito importante. Ao passo que o Mapa continua monitorando a situação dos produtos, já é possível a responsabilização dos agentes da cadeia produtiva, nos casos de não conformidade&#8221;, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo. Até 2019, as irregularidades detectadas pelo PNCRC eram apenas notificadas aos infratores.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Análises</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O PNCRC analisou no período 37 produtos de origem vegetal: amêndoa, avelã, amendoim, amêndoa de cacau, arroz, alho, alface, abacaxi, batata-inglesa, banana, beterraba, café grão verde, café torrado e moído, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, citros, cenoura, farinha de trigo, feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>), feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>), goiaba, kiwi, manga, mamão, maçã, milho, melão, morango, pimenta do reino, pera, pimentão, soja, trigo, tomate e uva.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Ao todo, foram 2.601 amostras coletadas e encaminhadas para análises na Rede Nacional de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (Rede LFDA). As amostras são oficiais e coletadas por auditores fiscais federais agropecuários em propriedades rurais, estabelecimentos beneficiadores e em centrais de abastecimento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As análises do PNCRC são feitas em amostras de produtos nacionais e importados. No período, foram analisados 91% de produtos nacionais e 9%, importados.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dentre os produtos de origem vegetal que apresentaram 100% de conformidades no período, temos alho, amêndoa, avelã, café, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, manga e pimenta do reino. Nas inconformidades, abaixo de 70% (a maioria por uso de produtos não permitidos para a cultura) aparecem feijão comum, goiaba, morango, feijão-de-corda e pimentão.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Mapa utiliza métodos de controle e fiscalização da Instrução Normativa Conjunta nº 02 de 2018, que estabelece a obrigatoriedade de rastreabilidade por todos os entes da cadeia de produção e comercialização de produtos de origem vegetal.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Plano do Ministério da Agricultura, em conjunto com o Programa de Análise de Resíduos em Alimentos (PARA), realizado pela Anvisa, formam o sistema de monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Defensivos agrícolas</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Das 2.601 amostras coletadas, 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorrência de resíduos de defensivos agrícolas, sendo 1.521 amostras conformes e 256 não conformes.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As violações em produtos nacionais chegaram a 14%. Desses, 10% foram de defensivos agrícolas não permitidos para a cultura &#8211; que não significa, necessariamente, risco para a saúde dos consumidores &#8211; e 4% com uso acima do limite máximo de resíduos – que indica uso inadequado do produto, não seguindo as orientações da bula.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Neste biênio, não constatamos nenhuma violação por agrotóxicos proibidos no Brasil nas análises, o que demonstra a segurança dos produtos brasileiros”, destaca Bertoldo.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Serviço Florestal anuncia ferramenta para adesão de produtores ao Programa de Regularização Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 14:50:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).   A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) vai disponibilizar em novembro o Módulo de Regularização Ambiental (MRA), integrado à plataforma WebAmbiente, da Embrapa. O MRA possibilitará ao produtor rural que tiver o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado a elaboração de proposta de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).  </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A notícia foi dada nesta segunda-feira (18) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, durante o  8º Encontro Nacional do Cadastro Ambiental Rural 2021, que reúne gestores do CAR para discutir os desafios e estratégias para avançar na agenda de regularização ambiental de forma cooperada. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na abertura do Encontro, a ministra disse que o alinhamento com os estados é fundamental para a efetiva implementação do Código Florestal no Brasil. “Com isso, teremos transparência, regularidade ambiental, bem como garantiremos a produção agropecuária aliada à conservação ambiental, fortalecendo a característica única da agropecuária brasileira de produzir e conservar”. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela colocou o Mapa e o Serviço Florestal à disposição dos estados para resolver gargalos e ajudar na implementação do CAR em todo o país. “Nós fazemos só a coordenação, mas vocês fazem a implementação, que é o mais importante. Estamos de portas abertas para ajudar no que for preciso”, disse a ministra ressaltando que essa é uma política prioritária para o Ministério. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor-geral do SFB, Pedro Neto, disse que a realização do Encontro é uma importante iniciativa de coordenação para implementação do Código Florestal entre o Serviço Florestal Brasileiro e as unidades federativas. “O evento deste ano marca uma mudança de patamar na política de implementação do Código Florestal e de regularização ambiental no país”, destacou.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de representantes das 27 unidades da federação, participam, de forma presencial e virtual, representantes de Superintendências do Mapa, Banco Mundial, BNDES, Embrapa, CNA,  Ministério da Economia, Cooperação técnica e financeira da Alemanha, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri). O Encontro vai até o dia 22 de outubro. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Produção da Safra de Inverno 2021 deve ser a maior da história</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 16:55:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação à Safra anterior (2,84 milhões de toneladas).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estes números demonstram que os produtores rurais conseguiram repetir neste inverno o bom resultado da safra de verão 2020/2021. Temos que comemorar estas estimativas, até porque os cultivos de inverno são importantes do ponto de vista financeiro, mas também para a cobertura do solo e para a produtividade da safra seguinte&#8221;, afirma a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente a cultura do trigo deve ser responsável pela produção de 3,59 milhões de toneladas do cereal, o que representa um incremento de 70,95% em relação ao ano passado (2,1 milhões de toneladas). A atualização dessa perspectiva representa ainda um aumento de 24,04% em relação à estimativa inicial (2,89 mihões de toneladas) divulgada em junho deste ano. O levantamento também aponta uma elevação de 8,97% na área total cultivada (1,17 milhão de hectares) se comparada à primeira estimativa (1,08 milhão de hectares). A produtividade da cultura deve ser a terceira maior desde 2013, também chegando a 3 toneladas por hectare.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o levantamento de área, produção e produtividade para cada uma das culturas de inverno em:</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/safra/safraTabela_29092021.pdf?fbclid=IwAR1nCfOqhqYypoG1gItpyLo15CB-5MH_WhGdVacStDZruRlLRAeAT7kp5jk" target="_blank">https://bit.ly/3mailKP</a></p>
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		<title>Feira da agricultura familiar terá 210 estandes na 44ª Expointer</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 15:46:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos lugares mais queridos e acessados durante a Expointer, o Pavilhão da Agricultura Familiar, já está sendo preparado para receber seus visitantes, com todos os cuidados sanitários que a pandemia de Covid-19 exige. Um total de 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estará presente à feira, que acontece no Parque de Exposições Assis Brasil, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos lugares mais queridos e acessados durante a Expointer, o Pavilhão da Agricultura Familiar, já está sendo preparado para receber seus visitantes, com todos os cuidados sanitários que a pandemia de Covid-19 exige. Um total de 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estará presente à feira, que acontece no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro. Serão oferecidos alimentos orgânicos, artesanato, queijos e embutidos, vinhos  e espumantes, cachaças, produtos de agroindústrias, entre outros. Este ano, participam 126 municípios do Rio Grande do Sul, além dos estados de Amapá, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/20161722_126130_GDO.png" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/foto-divulgacao-seapdr-202108201722" data-legenda="Foto: Divulgação/SEAPDR" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/20161722_126130_MDO.png" alt="foto divulgação seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Foto: Divulgação/SEAPDR</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Já estamos montando o pavilhão, que sempre é o mais visitado durante a Expointer. Nossa equipe está trabalhando para cumprir com todos os protocolos que a Secretaria da Saúde determina. Para dar toda a segurança para os nossos expositores e clientes e para que nós possamos fazer uma feira do recomeço, mas também segura”, afirma o diretor do Departamento da Agricultura Familiar e Agroindústria (Dafa) da SEAPDR, Flávio Smaniotto.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Smaniotto, no espaço de 7 mil metros quadrados, o distanciamento entre cada estande será de 1,5 metros, e haverá controle de público. “Poderão circular 800 visitantes ao mesmo tempo, além dos expositores, e o pavilhão terá monitores para orientar as pessoas sobre os protocolos de saúde. Tudo conforme determinou o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS). Importante lembrar que este ano, o Formato drive-thru não será reeditado”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição deste ano, 90 empreendimentos têm à frente mulheres, e 48 são comandados por jovens. As agroindústrias lideram com 178 participantes, seguidas por 35 de artesanato. No total, 71 estandes trabalham com produtos de origem animal e 103 com produtos de origem vegetal. “Teremos 4 cozinhas com aquelas comidas especiais produzidas pelo povo do campo”, convida Smaniotto.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espaço é uma das áreas preferidas dos gaúchos, pelo acolhimento realizado pelas famílias. Acredito que, com a possibilidade do acesso ao público durante a Expointer, a agricultura familiar sairá mais fortalecida em 2021, uma vez que é neste momento que as comunidades terão acesso a clientes que não consomem seus produtos rotineiramente”, pontua a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti.</p>
<p style="text-align: justify;">O Pavilhão da Agricultura Familiar é organizado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf/RS), Emater-RS-Ascar, Via Campesina e Ministério da Agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;"> Veja a relação completa dos empreendimentos <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202108/20115449-pavilhao-da-agricultura-familiar-lista-de-expositores-em-2021.pdf" download=""> Pavilhão da Agricultura Familiar &#8211; Lista de Expositores em 2021 <small>(.pdf 254,55 KBytes)</small></a></p>
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		<title>Em Substituição a DAP, Mapa prepara novo Cadastro Nacional para Registro de Agricultores Familiares</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 13:31:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sistema substituirá, de forma gradativa, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). A nova plataforma será integrada às bases de dados do governo federal O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) substituirá, de forma gradativa, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), que identifica os agricultores familiares, qualifica as Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPA) [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">O sistema substituirá, de forma gradativa, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). A nova plataforma será integrada às bases de dados do governo federal</span></p>
<p style="text-align: justify;">O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) substituirá, de forma gradativa, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), que identifica os agricultores familiares, qualifica as Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPA) e suas formas associativas organizadas em pessoas jurídicas, possibilitando o acesso às políticas públicas do governo federal.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O lançamento do novo cadastro e o início da transição estão previstos para dezembro de 2021. Até que se conclua todo o processo, a DAP permanece como o instrumento de identificação dos agricultores familiares e suas organizações para fins de acesso às políticas públicas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O período de transição ocorrerá em um prazo de dois anos e será realizado de maneira gradual. Novas inscrições serão emitidas por meio do CAF à medida que as DAPs vigentes perderem a validade, não sendo necessário que o beneficiário se antecipe ao fim da vigência de sua DAP.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), César Halum, destaca a importância do CAF. “O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar é uma das ações mais importantes desta Secretaria. Por meio dele, poderemos propiciar mais transparência e assegurar aos agricultores familiares que as políticas públicas necessárias cheguem, de forma prioritária, aos que mais precisam”.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Mapa desenvolveu um novo sistema eletrônico para registro no CAF, com mecanismos capazes de reconhecer adequadamente a categoria de produtores rurais definida pela <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11326.htm">Lei da Agricultura Familiar</a> e pelo <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9064.htm">Decreto 9.064/2017</a>. Uma inovação é que a nova plataforma será integrada às bases de dados do governo federal, o que possibilitará a imediata validação das informações declaradas pelo agricultor.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As principais diferenças entre o CAF e a DAP referem-se aos requisitos exigidos para a identificação dos beneficiários, que se baseará somente na Lei 11.326/2006 e no Decreto 9.064/2017, e não mais em critérios estabelecidos pelo Manual de Crédito Rural (MCR), como, por exemplo, a limitação da renda bruta da UFPA.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Além disso, o CAF fará a identificação de todas as pessoas da unidade familiar &#8211; superando o limite atual de apenas 2 titulares &#8211; e permitirá o ingresso das prefeituras municipais na sua rede emissora, o que ampliará os pontos de atendimento ao público interessado em realizar a inscrição.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Nos próximos meses, ocorrerão ações para capacitar e qualificar a rede de emissores da DAP para emitir o registro de inscrição no CAF. Serão capacitados tanto os agentes emissores, para operacionalizar e analisar os registros, como também os servidores das Superintendências Federais de Agricultura (SFAs), para orientar potenciais beneficiários e realizar o acompanhamento e fiscalização das atividades. As capacitações serão anunciadas oportunamente no portal do Mapa.</p>
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		<title>Chuva avança pelo Sul do país e será seguida de duas ondas de frio</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 10:22:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ciclone extratropical atuante principalmente no Sul do país, está agora na costa do Rio Grande do Sul e está dando origem a uma nova frente fria ao longo desta quinta-feira,15. De acordo com a Somar Meteorologia, o fenômeno pode causa chuva mais forte no norte e nordeste do Rio Grande do Sul e no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ciclone extratropical atuante principalmente no Sul do país, está agora na costa do Rio Grande do Sul e está dando origem a uma nova frente fria ao longo desta quinta-feira,15. De acordo com a Somar Meteorologia, o fenômeno pode causa chuva mais forte no norte e nordeste do Rio Grande do Sul e no centro, sul e sudeste de Santa Catarina, com raios e ventos.</span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ressalta-se que em pontos das faixas sul e leste do Rio Grande do Sul também chove, com menor intensidade. A chuva vem desde ontem no Rio Grande do Sul, e os maiores acumulados ocorreram no sul do estado, com mais de 30 milímetros registrados. “Há cerca de 20 dias não chovia no Rio Grande do Sul. Jaguarão, no sul do estado, acumulou mais de 70 milímetros entre ontem e hoje, e há 20 dias seguidos que não chovia bem na cidade, com mais de 50 milímetros em 24 horas. A última vez foi no dia 24 de julho”, explica Desirée Brandt.</span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesta sexta-feira, 16, o tempo continua instável com chuvas em forma de pancadas e céu nublado no Paraná e sul de Mato Grosso do Sul. Também chove na metade sul e litoral de São Paulo, devido à passagem da frente fria e a chuva chega também em parte do litoral do Rio de Janeiro .</span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No Rio Grande do Sul as chances de chuva já diminuíram significativamente, mas a temperatura cai ao longo do dia, com mínima que será registrada à noite em boa parte do estado. Nas demais áreas do Brasil, nada muda: chuva nas áreas costeiras do Nordeste, trovoadas e precipitações isoladas na região Norte e tempo seco entre o sul do Ceará, Piauí, todo o Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Roraima.</span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na retaguarda da frente fria teremos a entrada de uma massa de ar polar, o avanço desse sistema provocará nova queda acentuada das temperaturas e geadas amplas nos três estados da região Sul no fim de semana. As madrugadas dos dias 18 e do dia 19 devem ser as mais frias, com possibilidade de temperatura negativa nas serras gaúcha e catarinense e no planalto paranaense. </span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Agricultura familiar tem 19% mais recursos no Plano Safra 2021/2022</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 16:16:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Plano 2021/22, anunciado na terça-feira (22), os recursos (custeio, comercialização e investimento) destinados à agricultura familiar tiveram crescimento em 19%. Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, são R$ 21,74 bilhões para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos. O secretário Fernando Schwanke [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;">No Plano 2021/22, anunciado na terça-feira (22), os recursos (custeio, comercialização e investimento) destinados à agricultura familiar tiveram crescimento em 19%. Serão destinados R$ 39,34 bilhões para financiamento pelo Pronaf, com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, são R$ 21,74 bilhões para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O secretário Fernando Schwanke ressaltou que o plano atende várias demandas apresentadas pelos agricultores familiares, como a ampliação do valor da renda bruta para enquadramento no Pronaf, de R$ 415 mil para R$ 500 mil. Outra medida foi o aumento do limite de investimento de R$ 330 mil para R$ 400 mil para suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura e fruticultura, e de R$ 165 mil para 200 mil para os demais empreendimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">&#8220;Os recursos do Pronaf e do médio produtor dispararam em relação às outras linhas de crédito, mostrando o efetivo compromisso do Governo Federal e do Ministério da Agricultura com a agricultura familiar, com o aumento de 81% em relação aos Planos anteriores”, afirmou Schwanke.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O novo Plano Safra fortalece a linha Pronaf Bioeconomia, reforçando a sustentabilidade ambiental com a inclusão da possibilidade de financiamento para sistemas agroflorestais, construção de unidade de produção de bioinsumos e biofertilizantes e projetos de turismo rural que agreguem valor a produtos e serviços da sociobiodiversidade. A iniciativa impulsiona a inserção de agricultores familiares nos arranjos da bioeconomia.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;"><a class="internal-link" style="font-weight: 600; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/politica-agricola/plano-safra/2021-2022" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">&gt; Confira o site do Plano Safra 2021/2022</a></strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">
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		<title>Seguro rural para pecuária de leite e de corte será avaliado em videoconferência do Mapa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 00:36:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento virtual para produtores de pecuária bovina no dia 25 de junho também irá apresentar os produtos de seguro para pastagem e milho silagem Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará no dia 25 de junho, às 15h, uma videoconferência do projeto Monitor do Seguro Rural, dedicada a apresentar os produtos disponíveis para a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Evento virtual para produtores de pecuária bovina no dia 25 de junho também irá apresentar os produtos de seguro para pastagem e milho silagem</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará no dia 25 de junho, às 15h, uma videoconferência do projeto Monitor do Seguro Rural, dedicada a apresentar os produtos disponíveis para a pecuária bovina de leite e de corte, além dos produtos de seguro para pastagem e milho silagem. O objetivo é avaliar e propor aperfeiçoamentos nos produtos e serviços ofertados pelas seguradoras, que estudam a criação de seguros para essas atividades com coberturas mais aderentes às necessidades dos produtores.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para participar da videoconferência basta acessar o link da plataforma Teams na data e horário agendados: <span style="color: #0000ff;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://tinyurl.com/msrcorte" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #0000ff;">http://tinyurl.com/msrcorte</span></a></span></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento é virtual e limitado a 350 participantes, permitindo interação do público com perguntas e propostas aos produtos de seguros apresentados. O trabalho é coordenado pelo Departamento de Gestão de Riscos do Mapa e terá a participação de produtores com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associações, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e instituições financeiras.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O seguro rural de pecuária conta com subvenção ao prêmio de 40% e, em 2020, registrou 1.722 apólices contratadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “Os seguros rurais de pecuária em geral precisam ser mais conhecidos pelos produtores. O monitor é uma oportunidade de dialogarem com as seguradoras para compreender as coberturas e propor melhorias ou até novos seguros”, explica o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Seguro de pecuária</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso da pecuária de leite e de corte, quatro companhias de seguros (BrasilSeg, Fairfax, Mapfre, Swiss Re) estão habilitadas no PSR e, dependendo da seguradora e do produto, destina-se a animais registrados em associação de raça ou não registrados, podendo ser contratados nas modalidades seguro pecuário bovino ou rebanho vida em grupo, de acordo com a característica dos animais.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O seguro tem como objetivo garantir indenização ao segurado em caso de morte do animal, sendo os principais riscos cobertos: acidente, doenças infecto contagiosas endêmicas e epidêmicas preveníveis, (desde que comprovadas por exames laboratoriais), raio, eletrocussão, intoxicação, ingestão de corpos estranhos, picada de cobra, entre outras.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até o momento, a BrasilSeg (seguradora que atende os clientes do Banco do Brasil) disponibiliza o seguro de faturamento ao produtor de pecuária de corte, que garante a indenização sempre que o faturamento obtido com o rebanho segurado for inferior ao faturamento garantido em apólice.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Seguro de pastagens e milho silagem</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apenas uma companhia de seguro habilitada no PSR, a Essor Seguros, começou a ofertar seguro de índices (paramétrico) de pastagens (subvenção de 20%) e o seguro de milho silagem na modalidade agrícola, que tem subvenção de 20% a 40%. Outras seguradoras estudam esses riscos para verificar a viabilidade de ofertar essas coberturas nos próximos anos.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Monitor do Seguro Rural</strong></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O projeto já avaliou diversas modalidades de seguros rurais desde julho de 2020 atingindo mais de 1.600 participantes. As gravações e apresentações das edições anteriores do Monitor de Seguro Rural podem ser acessadas aqui: <span style="color: #0000ff;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://tinyurl.com/msrarquivos" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #0000ff;">tinyurl.com/msrarquivos</span></a></span></span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cronograma de eventos por videoconferência do Monitor, que começou em julho de 2020 e se estende até final de 2022, tem a finalidade de identificar e propor melhorias nos serviços de seguro para mais de 60 atividades de grãos, frutas, olerícolas, pecuária, florestas, aquícola, café e outras. O monitor é uma oportunidade para os produtores e as cooperativas, com as entidades representativas, construírem soluções em conjunto com as seguradoras e o apoio do Mapa.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Produtores tiveram bons rendimentos com safrinha de milho, feijão e pastagens após a colheita do tabaco</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 16:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os produtores que aderiram à safrinha, dentro do &#8220;Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco&#8221;, foram beneficiados pela alta valorização dos grãos este ano. É o que demonstra o levantamento feito pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), entidade que promove o programa de diversificação na região Sul do Brasil, com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os produtores que aderiram à safrinha, dentro do &#8220;Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco&#8221;, foram beneficiados pela alta valorização dos grãos este ano. É o que demonstra o levantamento feito pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), entidade que promove o programa de diversificação na região Sul do Brasil, com apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) no Rio Grande do Sul. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A área plantada com milho, feijão e soja cresceu 22% na região Sul, comparativamente com o ano passado, atingindo 144.222 hectares. Em contrapartida, a área com pastagens reduziu 27%, atingindo 25.572 hectares. Devido ao clima, as produtividades decresceram em média 34%, o que fez com que o total da produção de grãos chegasse a 580.442 toneladas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O rendimento extra estimado é de R$ 933 milhões, uma variação de 47% em relação ao resultado de 2020, quando os produtores alcançaram R$ 634,2 milhões com o cultivo de grãos e pastagem. Entre os estados, a renda extra alcançou R$ 368 milhões para os produtores gaúchos em 2021 (R$ 297,4 milhões em 2020). Em Santa Catarina, o rendimento subiu de R$ 205,2 milhões em 2021, para R$ 374 milhões em 2021. E no Paraná, o aumento foi de R$ 131,5 milhões para R$ 191 milhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os números do programa mostram a importância do cultivo de uma segunda safra. “Diversificar é sempre uma boa opção para o produtor, pois lhe permite ter seus ganhos distribuídos em mais atividades. Em 2021, observamos uma preferência dos produtores pelo cultivo de grãos em detrimento ao de pastagens, o que resultou em um ganho superior dado o bom momento do agronegócio com essas commodities”, comenta o executivo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ação é conduzida pelo SindiTabaco com apoio de entidades representativas dos produtores e dos governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uma das vantagens é a redução dos custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes e pode, também, haver redução de custo na produção de proteína com o uso do milho no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR</span></p>
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