﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AgroCeleiro &#187; Mercado</title>
	<atom:link href="http://www.agroceleiro.com/category/mercado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agroceleiro.com</link>
	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>A produção de mudas de citros em recipientes traz vantagens para o pequeno agricultor, destaca pesquisa do DDPA</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/a-producao-de-mudas-de-citros-em-recipientes-traz-vantagens-para-o-pequeno-agricultor-destaca-pesquisa-do-ddpa/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/a-producao-de-mudas-de-citros-em-recipientes-traz-vantagens-para-o-pequeno-agricultor-destaca-pesquisa-do-ddpa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 23:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10924</guid>
		<description><![CDATA[A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 mil hectares de pomares comerciais de frutíferas de uva, laranja, bergamota, pêssego e melancia.</p>
<p>O trabalho está na publicação Circular nº 11/2021 e foi desenvolvido pelas pesquisadoras Maria Helena Fermino, Ivonete Tazzo e Lissandra Cavalli, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr)  e pela extensionista rural da Emater-RS/Ascar, engenheira agrônoma Miriam Trevisan.</p>
<p>A produção de citros é regulamentada por leis federais (Lei 10.711, de 2003, e decreto 10.586, de 2020) que definem que as mudas devem ser produzidas em recipientes com substrato em ambiente protegido. Mas a legislação também define que “os agricultores familiares, os assentados da reforma agrária e os indígenas que multipliquem sementes ou mudas para distribuição, troca ou comercialização entre si, estão isentos de inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM)”.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_GDO.jpeg" data-credito="Arte/Rodrigo D´Mart" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-12-20-at-17-31-40" data-legenda="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_MDO.jpeg" alt="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Arte/Rodrigo D´Mart</span></figcaption></figure>
<p>“A pesquisa teve por meta mostrar que tirar a muda do solo e colocá-la em um recipiente com substrato pode trazer vantagens para o agricultor familiar&#8221;, destaca a pesquisadora do DDPA Maria Helena Fermino. E o experimento, repetido duas vezes, mostrou que este sistema traz benefícios, como o baixo custo do substrato, em torno de R$ 0,50 a muda e a comercialização de mudas durante todo o ano, inclusive nos meses de verão, quando o clima é pouco favorável. Além disso, previne a contaminação fitossanitária das mudas por patógenos do solo e reduz o tempo de produção, que a céu aberto fica em torno de três anos.</p>
<p>O estudo mostrou também que a mudança proposta do sistema de produção de mudas de citros do solo para o uso de recipiente com substrato traz benefícios quanto à ergonomia durante a realização das tarefas pelo agricultor. A introdução do uso de recipiente eleva a muda acima do solo em,</p>
<p>aproximadamente, 25 cm, alterando perceptivelmente a postura do trabalhador e melhorando a qualidade de vida e o bem-estar deste.</p>
<p>“Nós fizemos esta Circular direcionada aos técnicos e aos produtores de citros, para que servisse de modelo para dar um salto de qualidade no Rio Grande do Sul nestas questões de produção de citros”, afirma Fermino.</p>
<p>O Rio Grande do Sul é o sétimo produtor nacional de laranja (321 toneladas), o quarto maior de tangerina (13 toneladas) e o nono de limão (122 toneladas), de acordo com dados de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estado, o cultivo de citros ocorre predominantemente na pequena propriedade familiar.</p>
<p>A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente em: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas</a></p>
<p>SEAPDR</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/a-producao-de-mudas-de-citros-em-recipientes-traz-vantagens-para-o-pequeno-agricultor-destaca-pesquisa-do-ddpa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Probabilidade de La Niña até o final do verão 2022 está acima dos 80%, aponta Copaaergs</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/probabilidade-de-la-nina-ate-o-final-do-verao-2022-esta-acima-dos-80-aponta-copaaergs/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/probabilidade-de-la-nina-ate-o-final-do-verao-2022-esta-acima-dos-80-aponta-copaaergs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lã Niña]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10911</guid>
		<description><![CDATA[A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de janeiro de 2022 indica chuva próxima da média em grande parte do Estado, exceto no extremo oeste, onde ficará um pouco acima da média. Para o mês de fevereiro, a tendência é de que a chuva fique abaixo da média. Em março, os prognósticos indicam chuvas próximas da média. Para as temperaturas do ar, o prognóstico é de que fiquem próximas da média em todo o trimestre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Mesmo com condições de chuva dentro da faixa normal no verão, as precipitações ainda não são suficientes para suprir a demanda hídrica das principais culturas de primavera/verão, em função da alta demanda evapotranspirativa do período&#8221;, destaca a coordenadora do Copaaergs, agrometeorologista Loana Cardoso. Evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e a transpiração da água pelas plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/probabilidade-de-la-nina-ate-o-final-do-verao-2022-esta-acima-dos-80-aponta-copaaergs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa confirma segurança para consumo dos vegetais comercializados no país</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/pesquisa-confirma-seguranca-para-consumo-dos-vegetais-comercializados-no-pais/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/pesquisa-confirma-seguranca-para-consumo-dos-vegetais-comercializados-no-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais comercializados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10903</guid>
		<description><![CDATA[Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa Pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada em 2019 e 2020, e divulgada nesta sexta-feira (19), no Diário Oficial da União, mostra que 89% das amostras de produtos de origem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa</span></p>
<header id="site-header" class="has-navigation-dropdown sticky-header" style="color: #555555;">
<div class="main">
<div class="header-wrapper">
<div class="site-name-wrapper">
<div class="site-name" data-gtm-vis-recent-on-screen-12863775_483="1031" data-gtm-vis-first-on-screen-12863775_483="1031" data-gtm-vis-total-visible-time-12863775_483="100" data-gtm-vis-has-fired-12863775_483="1">Pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada em 2019 e 2020, e <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda-n-448-de-17-de-novembro-de-2021-360543494" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">divulgada nesta sexta-feira</a> (19), no Diário Oficial da União, mostra que 89% das amostras de produtos de origem vegetal analisadas pelo Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC/Vegetal) estão dentro do nível de conformidade. Isso significa que os vegetais comercializados no Brasil são seguros para consumo.</div>
</div>
</div>
</div>
</header>
<div id="wrapper" style="color: #555555;">
<div id="main">
<div>
<div id="content">
<article style="color: #555555;">
<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text">
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiNWI5OTZhNDctMDI4My00NDJiLTk2ZjEtODhiYTNhN2RlZjA1IiwidCI6ImMwOTU0YmJhLTE2MjEtNDVlNi05YWZiLTc3Njc3MzYwNzZjOSJ9" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Os resultados são referentes ao PNCRC/Vegetal</a>, que tem como objetivo monitorar e fiscalizar os resíduos de defensivos agrícolas e de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal nacionais e importados. Desde 2019, quando a fiscalização passou a autuar as irregularidades, o Mapa já aplicou mais de R$ 4 milhões em multas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo o levantamento, dos 89% de conformidade apontados nas análises, 49% não apresentaram nenhum resíduo e contaminante e outros 40% apresentaram valores abaixo do Limite Máximo de Resíduos (LMR) estabelecido no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Apenas 11% das amostras apresentaram algum tipo de inconformidade. Desse total, 10 pontos percentuais representam inconformidades relacionadas a resíduos de defensivos agrícolas e um ponto percentual mostrou a presença de contaminantes, como <em style="color: #555555;">Salmonella</em> e micotoxinas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dos produtos que apresentaram inconformidades pelo uso de defensivo agrícola não permitido para a cultura, temos o feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>) e o feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>). O Mapa autuou as empresas embaladoras dos produtos e vem trabalhando em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Feijão (Abifeijão), Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Associação Brasileira de Feijões e Legumes Secos (Abrafe) estratégias de monitoramento de resíduos e rastreabilidade de produtos. Uma ação já adotada pelos embaladores é a execução de teste rápido para resíduos de defensivos no recebimento dos feijões.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as irregularidades encontradas nos feijões não apresentam risco agudo no consumo desses alimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">&#8220;O estabelecimento dos procedimentos fiscais nas coletas de amostras do PNCRC foi muito importante. Ao passo que o Mapa continua monitorando a situação dos produtos, já é possível a responsabilização dos agentes da cadeia produtiva, nos casos de não conformidade&#8221;, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo. Até 2019, as irregularidades detectadas pelo PNCRC eram apenas notificadas aos infratores.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Análises</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O PNCRC analisou no período 37 produtos de origem vegetal: amêndoa, avelã, amendoim, amêndoa de cacau, arroz, alho, alface, abacaxi, batata-inglesa, banana, beterraba, café grão verde, café torrado e moído, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, citros, cenoura, farinha de trigo, feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>), feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>), goiaba, kiwi, manga, mamão, maçã, milho, melão, morango, pimenta do reino, pera, pimentão, soja, trigo, tomate e uva.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Ao todo, foram 2.601 amostras coletadas e encaminhadas para análises na Rede Nacional de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (Rede LFDA). As amostras são oficiais e coletadas por auditores fiscais federais agropecuários em propriedades rurais, estabelecimentos beneficiadores e em centrais de abastecimento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As análises do PNCRC são feitas em amostras de produtos nacionais e importados. No período, foram analisados 91% de produtos nacionais e 9%, importados.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dentre os produtos de origem vegetal que apresentaram 100% de conformidades no período, temos alho, amêndoa, avelã, café, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, manga e pimenta do reino. Nas inconformidades, abaixo de 70% (a maioria por uso de produtos não permitidos para a cultura) aparecem feijão comum, goiaba, morango, feijão-de-corda e pimentão.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Mapa utiliza métodos de controle e fiscalização da Instrução Normativa Conjunta nº 02 de 2018, que estabelece a obrigatoriedade de rastreabilidade por todos os entes da cadeia de produção e comercialização de produtos de origem vegetal.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Plano do Ministério da Agricultura, em conjunto com o Programa de Análise de Resíduos em Alimentos (PARA), realizado pela Anvisa, formam o sistema de monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Defensivos agrícolas</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Das 2.601 amostras coletadas, 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorrência de resíduos de defensivos agrícolas, sendo 1.521 amostras conformes e 256 não conformes.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As violações em produtos nacionais chegaram a 14%. Desses, 10% foram de defensivos agrícolas não permitidos para a cultura &#8211; que não significa, necessariamente, risco para a saúde dos consumidores &#8211; e 4% com uso acima do limite máximo de resíduos – que indica uso inadequado do produto, não seguindo as orientações da bula.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Neste biênio, não constatamos nenhuma violação por agrotóxicos proibidos no Brasil nas análises, o que demonstra a segurança dos produtos brasileiros”, destaca Bertoldo.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
</div>
</div>
</article>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/pesquisa-confirma-seguranca-para-consumo-dos-vegetais-comercializados-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/agricultura-publica-boletim-mensal-sobre-cultivo-de-milho-e-soja-no-rs-brasil-e-estados-unidos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/agricultura-publica-boletim-mensal-sobre-cultivo-de-milho-e-soja-no-rs-brasil-e-estados-unidos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim mensal sobre cultivo de milho e soja]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10897</guid>
		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/agricultura-publica-boletim-mensal-sobre-cultivo-de-milho-e-soja-no-rs-brasil-e-estados-unidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtores rurais voltam a ter 10 dias para declarar aplicação de agrotóxicos hormonais</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/produtores-rurais-voltam-a-ter-10-dias-para-declarar-aplicacao-de-agrotoxicos-hormonais/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/produtores-rurais-voltam-a-ter-10-dias-para-declarar-aplicacao-de-agrotoxicos-hormonais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 16:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação defensivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10892</guid>
		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou, na última segunda-feira (18/10), a Instrução Normativa nº 48, que altera a IN 42/2021, a qual estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais. Agora, os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm 10 dias para fazer a declaração de aplicação no Sistema [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou, na última segunda-feira (18/10), a Instrução Normativa nº 48, que altera a IN 42/2021, a qual estabelece o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais. Agora, os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm 10 dias para fazer a declaração de aplicação no Sistema de Defesa Agropecuária (DAS), no link “produtor on-line”, através do endereço eletrônico <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/">https://www.agricultura.rs.gov.br</a>, como funcionava desde 2019. O prazo da IN 42 era de 96 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa), ligada ao Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Rafael Friedrich de Lima, explica que essa era uma reivindicação do setor. “E, antes da IN42, os produtores já estavam acostumados com o prazo de 10 dias”, complementa.</p>
<figure class="artigo__ilustracao" style="text-align: justify;"></figure>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/produtores-rurais-voltam-a-ter-10-dias-para-declarar-aplicacao-de-agrotoxicos-hormonais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aberto oficialmente plantio de soja em Júlio de Castilhos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/aberto-oficialmente-plantio-de-soja-em-julio-de-castilhos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/aberto-oficialmente-plantio-de-soja-em-julio-de-castilhos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 16:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[plantio da soja]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2021/2022]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10886</guid>
		<description><![CDATA[A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos. O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, cerimônia que integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado, ocorreu no campo experimental da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc) sediou, na ultima quarta-feira (13/10), em Júlio de Castilhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento marcou o início da semeadura da safra 2021/2022 do grão, que é hoje a principal commodity gaúcha e nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo estimativa da Emater, os gaúchos irão semear soja em 6,3 milhões de hectares na atual safra de verão, aumento de 3,62% em relação ao ciclo 2020/2021. Se a área se confirmar, o Estado supera o recorde alcançado na safra anterior, de 6,11 milhões de hectares cultivados. No ciclo passado, a produção da oleaginosa rompeu a barreira das 20 milhões de toneladas, colocando o Rio Grande do Sul como segundo maior produtor do grão no país, atrás apenas de Mato Grosso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em termos de valor bruto da produção (VBP), a soja é o produto agropecuário mais importante do Rio Grande do Sul. Na última safra, o VBP gerado pela cultura somouj R$ 55,9 bilhões, respondendo por 60% de todo o valor bruto da agropecuária gaúcha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a conjuntura de preços e mercado para o produto seja favorável, as regiões produtoras se preocupam com os custos de produção que apresentaram fortes incrementos neste início de temporada. Demonstrativo do custo de produção divulgado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro/RS) mostra que os custos operacionais giram em torno dos R$ 3.340 por hectare, enquanto o custo total deve superar os R$ 5.400 por hectare.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O RS já é o segundo maior Estado produtor de soja do Brasil e o município de Júlio de Castilhos é o segundo maior em volume no Rio Grande do Sul. Nossa região contribui não só pelo que ela produz, mas pelo que o Brasil produz através dos agricultores que saem daqui para plantar em outros lugares. Que tenhamos mais uma vez uma safra com mais de 20 milhões de toneladas”, afirmou o presidente da Cotrijuc, Caio Vianna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/aberto-oficialmente-plantio-de-soja-em-julio-de-castilhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produção da Safra de Inverno 2021 deve ser a maior da história</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/producao-da-safra-de-inverno-2021-deve-ser-a-maior-da-historia/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/producao-da-safra-de-inverno-2021-deve-ser-a-maior-da-historia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 16:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Safra de inverno 2021]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10874</guid>
		<description><![CDATA[A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Emater/RS-Ascar divulgou nesta quarta-feira (29/09) a atualização da estimativa de produção da Safra de Inverno 2021, que deve ser a maior da história, tanto em área cultivada (1,59 milhão de hectares) quanto em produção (4,58 milhões de toneladas) de trigo, canola, cevada e aveia branca no Estado, registrando um aumento de 61,3% em relação à Safra anterior (2,84 milhões de toneladas).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estes números demonstram que os produtores rurais conseguiram repetir neste inverno o bom resultado da safra de verão 2020/2021. Temos que comemorar estas estimativas, até porque os cultivos de inverno são importantes do ponto de vista financeiro, mas também para a cobertura do solo e para a produtividade da safra seguinte&#8221;, afirma a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente a cultura do trigo deve ser responsável pela produção de 3,59 milhões de toneladas do cereal, o que representa um incremento de 70,95% em relação ao ano passado (2,1 milhões de toneladas). A atualização dessa perspectiva representa ainda um aumento de 24,04% em relação à estimativa inicial (2,89 mihões de toneladas) divulgada em junho deste ano. O levantamento também aponta uma elevação de 8,97% na área total cultivada (1,17 milhão de hectares) se comparada à primeira estimativa (1,08 milhão de hectares). A produtividade da cultura deve ser a terceira maior desde 2013, também chegando a 3 toneladas por hectare.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o levantamento de área, produção e produtividade para cada uma das culturas de inverno em:</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/safra/safraTabela_29092021.pdf?fbclid=IwAR1nCfOqhqYypoG1gItpyLo15CB-5MH_WhGdVacStDZruRlLRAeAT7kp5jk" target="_blank">https://bit.ly/3mailKP</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/producao-da-safra-de-inverno-2021-deve-ser-a-maior-da-historia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secretaria da Agricultura publica novas instruções normativas relacionadas a agrotóxicos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/secretaria-da-agricultura-publica-novas-instrucoes-normativas-relacionadas-a-agrotoxicos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/secretaria-da-agricultura-publica-novas-instrucoes-normativas-relacionadas-a-agrotoxicos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[IN 40]]></category>
		<category><![CDATA[instruções normativas relacionadas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10870</guid>
		<description><![CDATA[Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">Uma delas, a IN 40, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado no dia (13/9) três instruções normativas relacionadas à comercialização e aplicação de agrotóxicos (veja detalhes sobre as normas nos documentos abaixo). Uma delas, a Instrução Normativa nº 40/2021, estabelece a obrigatoriedade da inserção da coordenada geográfica da propriedade rural na receita agronômica, no momento da prescrição do uso do produto químico, no âmbito de todo o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">As coordenadas geográficas deverão atender o Sistema Geodésico Brasileiro em vigor e ser informadas no formato decimal, com seis casas depois da vírgula, de forma que a coordenada geográfica seja inserida com os oito dígitos no layout: -XX, XXXXXX; -XX,XXXXXX, sendo longitude e latitude, respectivamente. A medida entra em vigor em 60 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram publicadas as Instruções Normativas nº 41/2021 e 42/2021, as quais revogam medidas anteriores referentes aos agrotóxicos hormonais e incluem novos 11 municípios (Dilermando de Aguiar, Itaqui, Júlio de Castilhos, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Santa Maria, São Sepé, Toropi, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul e São Gabriel). Ambas entraram em vigor na data da publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa), ligada ao Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Rafael Friedrich de Lima, explica que a inclusão dos 11 municípios no âmbito das INs foi amplamente debatida no grupo de trabalho do herbicida 2,4-D, que reúne entidades do setor produtivo e órgãos de Estado. “Os critérios técnicos utilizados têm relação com a possível ocorrência de deriva nestas regiões”, comenta Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">A IN nº 41/2021 estabelece a venda orientada de agrotóxicos hormonais e revoga as INs 09/2019 e 30/2021. O principal ponto da normativa é que os produtores rurais, destes 11 novos municípios, têm a obrigação de declarar o uso dos agrotóxicos hormonais já na safra de verão 2021/2022, mas não será exigido a eles que o aplicador tenha o curso de boas práticas agrícolas até 31 de maio de 2022. O produtor fica dispensado de apresentar a Declaração do Cadastro Estadual de Aplicador de Agrotóxicos no momento da compra de agrotóxico hormonal no período entre a publicação da IN 41 e 31 de maio de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">Já, na Instrução Normativa nº 42/2021 fica estabelecido o cadastro de aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a regulamentação da sua aplicação. Também revoga as INs nº 06/2019, 07/2019 e 30/2021. Dentre as alterações publicadas, destacam-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pessoas jurídicas com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR também poderão realizar aplicação de agrotóxicos hormonais, além de pessoas físicas devidamente cadastradas no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>Excepcionalmente no período compreendido entre a publicação da Instrução Normativa e maio de 2022, para as aplicações realizadas nos 11 novos municípios não será exigido que o aplicador tenha realizado o Curso de Boas Práticas Agrícolas na Aplicação de Agrotóxicos e nem que esteja cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos;</li>
<li>A instituição que for ministrar o curso de boas práticas deverá se cadastrar junto à SEAPDR e deverá adotar controle interno de turmas, de alunos e cursos ministrados, mantendo o registro por pelo menos cinco anos;</li>
<li>Os cursos deverão ser ministrados para turmas com no máximo 40 participantes, exigindo uma frequência mínima de 80% da carga horária total e processo de avaliação de conhecimentos ao final do curso;</li>
<li>A exceção se dá para o caso dos cursos de executor de aviação agrícola e de coordenador em aviação agrícola, os quais se equivalem ao curso de boas práticas, não se aplicando o prazo de renovação;</li>
<li>As informações da aplicação de agrotóxicos hormonais deverão ser prestadas pelo produtor rural, no prazo máximo de 96 horas, após o último dia de aplicação, através do preenchimento dos dados no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mantém-se a data de 1º de junho de 2022 para que o disposto nas Instruções Normativas 41 e 42/2021 passem a vigorar em todo o Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125653-explicando-a-in-40-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 40/2021 <small>(.pdf 433,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14125915-explicando-a-in-41-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 41/2021 <small>(.pdf 344,40 KBytes)</small></a><br />
<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202109/14130021-explicando-a-in-42-2021.pdf" download=""> Explicando a IN 42/2021 <small>(.pdf 459,03 KBytes</small></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/secretaria-da-agricultura-publica-novas-instrucoes-normativas-relacionadas-a-agrotoxicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Feira da agricultura familiar terá 210 estandes na 44ª Expointer</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/feira-da-agricultura-familiar-tera-210-estandes-na-44a-expointer/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/feira-da-agricultura-familiar-tera-210-estandes-na-44a-expointer/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 15:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer 2021]]></category>
		<category><![CDATA[feira da agricultura familiar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10858</guid>
		<description><![CDATA[Um dos lugares mais queridos e acessados durante a Expointer, o Pavilhão da Agricultura Familiar, já está sendo preparado para receber seus visitantes, com todos os cuidados sanitários que a pandemia de Covid-19 exige. Um total de 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estará presente à feira, que acontece no Parque de Exposições Assis Brasil, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos lugares mais queridos e acessados durante a Expointer, o Pavilhão da Agricultura Familiar, já está sendo preparado para receber seus visitantes, com todos os cuidados sanitários que a pandemia de Covid-19 exige. Um total de 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estará presente à feira, que acontece no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro. Serão oferecidos alimentos orgânicos, artesanato, queijos e embutidos, vinhos  e espumantes, cachaças, produtos de agroindústrias, entre outros. Este ano, participam 126 municípios do Rio Grande do Sul, além dos estados de Amapá, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/20161722_126130_GDO.png" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/foto-divulgacao-seapdr-202108201722" data-legenda="Foto: Divulgação/SEAPDR" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/20161722_126130_MDO.png" alt="foto divulgação seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Foto: Divulgação/SEAPDR</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Já estamos montando o pavilhão, que sempre é o mais visitado durante a Expointer. Nossa equipe está trabalhando para cumprir com todos os protocolos que a Secretaria da Saúde determina. Para dar toda a segurança para os nossos expositores e clientes e para que nós possamos fazer uma feira do recomeço, mas também segura”, afirma o diretor do Departamento da Agricultura Familiar e Agroindústria (Dafa) da SEAPDR, Flávio Smaniotto.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Smaniotto, no espaço de 7 mil metros quadrados, o distanciamento entre cada estande será de 1,5 metros, e haverá controle de público. “Poderão circular 800 visitantes ao mesmo tempo, além dos expositores, e o pavilhão terá monitores para orientar as pessoas sobre os protocolos de saúde. Tudo conforme determinou o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS). Importante lembrar que este ano, o Formato drive-thru não será reeditado”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição deste ano, 90 empreendimentos têm à frente mulheres, e 48 são comandados por jovens. As agroindústrias lideram com 178 participantes, seguidas por 35 de artesanato. No total, 71 estandes trabalham com produtos de origem animal e 103 com produtos de origem vegetal. “Teremos 4 cozinhas com aquelas comidas especiais produzidas pelo povo do campo”, convida Smaniotto.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espaço é uma das áreas preferidas dos gaúchos, pelo acolhimento realizado pelas famílias. Acredito que, com a possibilidade do acesso ao público durante a Expointer, a agricultura familiar sairá mais fortalecida em 2021, uma vez que é neste momento que as comunidades terão acesso a clientes que não consomem seus produtos rotineiramente”, pontua a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti.</p>
<p style="text-align: justify;">O Pavilhão da Agricultura Familiar é organizado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf/RS), Emater-RS-Ascar, Via Campesina e Ministério da Agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;"> Veja a relação completa dos empreendimentos <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202108/20115449-pavilhao-da-agricultura-familiar-lista-de-expositores-em-2021.pdf" download=""> Pavilhão da Agricultura Familiar &#8211; Lista de Expositores em 2021 <small>(.pdf 254,55 KBytes)</small></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/feira-da-agricultura-familiar-tera-210-estandes-na-44a-expointer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma Expointer diferente: Confira Como Será a Edição 2021!</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/uma-expointer-diferente-confira-como-sera-a-edicao-2021/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/uma-expointer-diferente-confira-como-sera-a-edicao-2021/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 15:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer 2021]]></category>
		<category><![CDATA[FEIRA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10855</guid>
		<description><![CDATA[Depois de se reinventar para oferecer uma edição totalmente digital durante a pandemia de Covid-19 em 2020, a Expointer passa por mais uma transformação: neste ano contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. O evento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois de se reinventar para oferecer uma edição totalmente digital durante a pandemia de Covid-19 em 2020, a Expointer passa por mais uma transformação: neste ano contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. O evento ocorrerá no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para possibilitar essa participação, a organização da feira contou com estudos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria da Saúde, que definiu protocolos sanitários específicos para diversos setores da Expointer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cuidado começa na bilheteria, que será <em>on-line </em>para evitar contato e aglomerações com filas. Os ingressos serão vendidos pela internet, antecipadamente, mediante o preenchimento de um formulário elaborado pelo Cevs. No momento da compra do bilhete, a pessoa vai responder um questionário informando o seu estado de saúde e se comprometendo a cumprir os protocolos sanitários. Os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O uso de máscara será obrigatório. Dentro do parque, haverá dispensers de álcool gel e lavatórios de mãos em pontos estratégicos. Além disso, 150 monitores treinados pela Secretaria da Saúde farão abordagens educativas sobre a prevenção contra a Covid-19, orientarão sobre uso da máscara e ajudarão a verificar o cumprimento das regras sanitárias. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não será obrigatório estar vacinado contra o coronavírus para participar do evento. No entanto, projeções do governo do Estado indicam que todos os adultos terão recebido pelo menos a primeira dose da vacina até a semana da feira. Os visitantes também não precisarão apresentar teste negativo para a Covid-19. Por outro lado, o público interno (expositores, copromotores, trabalhadores em geral), que estará presente durante os nove dias de Expointer, deverá providenciar o exame e apresentar o resultado negativo ou não detectável para Covid, no primeiro dia de acesso ao parque. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estarão proibidas as seguintes atividades dentro do Parque: eventos como <em>happy hour</em>, coquetéis, entre outros; oferta de produtos para degustação; excursões; parque de diversões; qualquer tipo de shows, atividades promocionais ou ações que possam gerar aglomeração de pessoas; música alta que prejudique a comunicação entre clientes; danças, bailes e a permanência de pessoas em pé em ambientes fechados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti, ressalta que esta Expointer vai oportunizar um ambiente seguro e controlado para que produtores rurais, empresas e visitantes transmitam à sociedade a importância do agro gaúcho e do cuidado com a vida das pessoas. “Mesmo durante a pandemia, nosso agronegócio se fortaleceu e atendeu as necessidades de alimentação da população rural e urbana. Com alimentos de qualidade, também promovemos saúde”, comenta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária da Saúde, Arita Bergmann, destaca o caráter colaborativo desta feira, onde os próprios visitantes irão contribuir com a segurança do evento. “Se os visitantes se cuidarem e seguirem as regras, irão se sentir protegidos e fazer sua parte para o sucesso da maior feira agropecuária do Estado”, afirma. A diretora do Cevs, Cynthia Molina Bastos, acrescenta que o objetivo da vigilância é que a Expointer seja um espaço de vivência e experiência em saúde. “Que seja uma intervenção simples e inovadora com perspectiva de esclarecer e informar de forma prática e concreta”, pontua Cynthia.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Processo de triagem</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Todas as pessoas passarão por triagem cada vez que acessarem o Parque Assis Brasil. Haverá verificação de temperatura e orientação quanto ao uso da máscara e demais regras sanitárias. Só será autorizada a entrada de quem estiver com boas condições de saúde.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Cercamento eletrônico</strong></span></h3>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/10102328_125267_GDO.png" data-credito="Reprodução Internet" data-urlamigavel="/midia/imagem/contador" data-legenda="Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações" data-label-credito="Foto: "><span style="color: #000000;"><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/10102328_125267_MDO.png" alt="Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações" /></span></a></span><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda"><span style="color: #000000;">Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Reprodução Internet</span></span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para controlar a circulação de pessoas em áreas do parque que costumam ser bastante demandadas pelos visitantes, haverá monitoramento em tempo real de quatro espaços: Pavilhão da Agricultura Familiar, Pavilhão do Comércio, Pavilhão Internacional e Boulevard e imediações. Caso o número limite de pessoas seja alcançado nestas áreas “sensíveis”, as catracas serão bloqueadas até que se reduza a circulação. O controle será feito por tecnologia, com software e telas de monitoramento disponibilizados por empresa contratada.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Alimentação</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O comércio de alimentos e bebidas será realizado exclusivamente em espaços locados junto à organização do Parque e em local sinalizado e específico, ficando proibido o comércio ambulante. O público não poderá consumir alimentos ou bebidas quando em movimento na praça de alimentação, nos pavilhões e nas áreas de circulação do parque – o consumo só será permitido em locais próprios e devidamente sinalizados para este fim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os restaurantes das agroindústrias familiares, dentro do Pavilhão da Agricultura Familiar, deverão seguir os mesmos regramentos previstos para os demais serviços de alimentação. Os restaurantes deverão ter separação física do restante do pavilhão, com distanciamento compatível e suficiente para não promover a formação de filas. As bancas que comercializarem alimentos e bebidas para consumo imediato, como sucos, pastéis, entre outros, deverão orientar os clientes a consumirem os produtos nas mesas e espaços exclusivos para consumo de alimentos e bebidas, podendo ser no próprio espaço dos restaurantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os serviços de alimentação deverão obedecer aos seguintes regramentos:  </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Disponibilizar talheres higienizados e de forma individual.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Organizar a disposição das mesas de modo a assegurar distanciamento mínimo de dois metros entre cada uma, evitando que ocorra aglomeração e diminuindo o cruzamento entre os clientes e trabalhadores.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">As cozinhas e demais espaços de trabalho deverão respeitar o distanciamento mínimo de um metro entre os trabalhadores e a lotação máxima permitida.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Operação de sistema de buffet deve possuir protetor salivar, servido por funcionário(s), que devem realizar a lavagem prévia das mãos com água e sabão ou com utilização de álcool 70% ou sanitizante similar, mantendo distanciamento entre clientes e com uso de máscara de maneira adequada.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Apenas clientes sentados e em grupos de até cinco pessoas. Vedada a permanência de clientes em pé durante o consumo de alimentos ou bebidas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Evitar o uso de toalhas de tecido nas mesas ou outro material que dificulte a limpeza e, não sendo possível, realizar a troca após cada utilização.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Fixar, em local visível ao público e aos colaboradores, informativos com o teto máximo de ocupação e orientações sobre a necessidade de higienização das mãos, uso obrigatório de máscara, distanciamento entre as pessoas, ventilação e limpeza dos ambientes.</span></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Leilões e premiações</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os leilões e as premiações deverão ocorrer, preferencialmente, de forma <em>on-line</em>. Quando ocorrerem de forma presencial, haverá restrição de público conforme metragem e características das áreas: se o ambiente é ventilado, espaço de circulação, entre outros aspectos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não serão permitidos coquetéis, degustações e ofertas de alimentos e bebidas durante os leilões e premiações, exceto quando ocorrerem em restaurantes, com público exclusivamente sentado e obedecendo todas as regras estipuladas para os serviços de alimentação.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Palestras e treinamentos</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Podem ser realizados de forma <em>on-line</em> (preferencialmente), presencial ou híbrida. Quando realizados de forma presencial, devem respeitar as seguintes normas:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os assentos.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Somente pessoas sentadas, exceto palestrantes e apresentadores.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Respeitar o teto máximo permitido do ambiente, considerando uma pessoa a</span><br />
<span style="color: #000000;">cada quatro metros quadrados.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Palestrantes e apresentadores não poderão retirar a máscara.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Microfones deverão ser higienizados antes do uso e nas trocas a cada palestrante ou interlocutor, e devem ser utilizados, preferencialmente, com algum tipo de proteção de barreira física ou ensacados.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Intervalo mínimo de 30 minutos entre as programações, a fim de permitir adequada troca de ar e higienização do ambiente.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Manter o ambiente com ventilação natural suficiente.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/uma-expointer-diferente-confira-como-sera-a-edicao-2021/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
