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	<title>AgroCeleiro &#187; Artigos</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>A produção de mudas de citros em recipientes traz vantagens para o pequeno agricultor, destaca pesquisa do DDPA</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 23:49:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa “Produção de mudas de citros em recipiente: uma alternativa para agricultores familiares do Rio Grande do Sul”, foi desenvolvida na propriedade de um agricultor familiar da cidade de Pareci Novo, no Vale do Caí/RS, entre maio de 2017 e março de 2019. O Vale do Caí tem 1,8 mil famílias trabalhando em 2,7 mil hectares de pomares comerciais de frutíferas de uva, laranja, bergamota, pêssego e melancia.</p>
<p>O trabalho está na publicação Circular nº 11/2021 e foi desenvolvido pelas pesquisadoras Maria Helena Fermino, Ivonete Tazzo e Lissandra Cavalli, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr)  e pela extensionista rural da Emater-RS/Ascar, engenheira agrônoma Miriam Trevisan.</p>
<p>A produção de citros é regulamentada por leis federais (Lei 10.711, de 2003, e decreto 10.586, de 2020) que definem que as mudas devem ser produzidas em recipientes com substrato em ambiente protegido. Mas a legislação também define que “os agricultores familiares, os assentados da reforma agrária e os indígenas que multipliquem sementes ou mudas para distribuição, troca ou comercialização entre si, estão isentos de inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM)”.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_GDO.jpeg" data-credito="Arte/Rodrigo D´Mart" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-12-20-at-17-31-40" data-legenda="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202201/20162312_134462_MDO.jpeg" alt="Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Publicação pode ser acessada gratuitamente pelo site da Seapdr - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Arte/Rodrigo D´Mart</span></figcaption></figure>
<p>“A pesquisa teve por meta mostrar que tirar a muda do solo e colocá-la em um recipiente com substrato pode trazer vantagens para o agricultor familiar&#8221;, destaca a pesquisadora do DDPA Maria Helena Fermino. E o experimento, repetido duas vezes, mostrou que este sistema traz benefícios, como o baixo custo do substrato, em torno de R$ 0,50 a muda e a comercialização de mudas durante todo o ano, inclusive nos meses de verão, quando o clima é pouco favorável. Além disso, previne a contaminação fitossanitária das mudas por patógenos do solo e reduz o tempo de produção, que a céu aberto fica em torno de três anos.</p>
<p>O estudo mostrou também que a mudança proposta do sistema de produção de mudas de citros do solo para o uso de recipiente com substrato traz benefícios quanto à ergonomia durante a realização das tarefas pelo agricultor. A introdução do uso de recipiente eleva a muda acima do solo em,</p>
<p>aproximadamente, 25 cm, alterando perceptivelmente a postura do trabalhador e melhorando a qualidade de vida e o bem-estar deste.</p>
<p>“Nós fizemos esta Circular direcionada aos técnicos e aos produtores de citros, para que servisse de modelo para dar um salto de qualidade no Rio Grande do Sul nestas questões de produção de citros”, afirma Fermino.</p>
<p>O Rio Grande do Sul é o sétimo produtor nacional de laranja (321 toneladas), o quarto maior de tangerina (13 toneladas) e o nono de limão (122 toneladas), de acordo com dados de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estado, o cultivo de citros ocorre predominantemente na pequena propriedade familiar.</p>
<p>A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente em: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/circulares-tecnicas</a></p>
<p>SEAPDR</p>
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		<title>Participantes de audiencia publica não vê necessidade de licenciamento para projetos de irrigação</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:17:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o Projeto de Lei 5085/20, porque se trataria apenas uma técnica de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #304050;">O Brasil tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Participantes afirmaram em audiência pública na Câmara que os empreendimentos de irrigação não devem ser objeto de licenciamento ambiental, como propõe o <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2264953">Projeto de Lei 5085/20</a></strong>, porque se trataria apenas uma técnica de produção.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">Apenas empreendimentos agropecuários, de maneira geral, seriam passíveis de licenciamento. Os defensores do projeto explicaram, porém, que o governo também vem se posicionando contra o licenciamento de projetos agropecuários.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O Brasil, segundo Rodrigo Xavier, analista do Ministério do Desenvolvimento Regional, tem 7,6% do seu território explorado por agropecuária, ou 64 milhões de hectares; mas <strong style="font-weight: 500;"><a style="color: #559600;" href="https://www.canalrural.com.br/tag/irrigacao/">apenas 8,2 milhões de hectares são irrigados</a></strong>. O potencial para uso imediato seria, porém, de 30 milhões de hectares. Xavier afirma que a irrigação aumenta a produtividade em até três vezes.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #304050; text-align: justify;">O analista disse que a única autorização necessária hoje para empreendimentos de irrigação é uma outorga da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Para ele, a irrigação é interessante do ponto de vista ambiental. “Além da agricultura de sequeiro, eu não vejo impacto. Pelo contrário, tem uma melhoria do ambiente, tem uma melhoria do solo, tem uma melhoria da matéria orgânica que se adiciona ao solo. O solo fica por mais tempo coberto durante o ano, evitando degradação”, explicou.</p>
<h3 style="font-weight: 500; text-align: justify;">Ambiente frágil</h3>
<p style="text-align: justify;">Suely de Araújo, especialista em Políticas Públicas do Observatório do Clima, afirma que o governo tem admitido licenciamento apenas em projetos de pecuária intensiva. “Em determinadas situações, o sistema de irrigação pode sim alterar a situação de uma área ambientalmente frágil e isso requer licença. Então está sendo construído todo um caminho, quando você soma essas narrativas, em que nada ligado à agropecuária, a não ser a pecuária intensiva, vai ser olhado do ponto de vista de licenciamento ambiental”.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que sugeriu a audiência, lembrou que existem vários projetos que tratam do licenciamento para irrigação em tramitação. “Qual é a melhor forma de a gente ter uma eficiência maior, de a gente ter uma agilidade maior nas emissões das licenças; sem perder do ponto de vista de conservação, sem perder qualidade do ponto de vista de análise técnica. E sem gerar mais conflitos pelo uso da água”, ponderou.</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento da produtividade agropecuária foi citado pelos convidados como um elemento fundamental para dar conta do aumento populacional do planeta dos 7,8 bilhões de habitantes atuais para cerca de 10 bilhões em 2050. A audiência sobre o licenciamento de empreendimentos de irrigação foi promovida pelas comissões de Agricultura e de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>Prazo para renovar licenças do Programa Mais Água Mais Renda termina em novembro</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 14:55:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtores rurais com projetos em andamento no Programa Estadual de Expansão da Agropecuária Irrigada – Mais Água Mais Renda deverão buscar a renovação das licenças ambientais até 13 de novembro. Após este prazo expira a Licença de Operação nº 2014-2016-DL do referido programa, conforme deliberação do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) em reunião ocorrida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Produtores rurais com projetos em andamento no Programa Estadual de Expansão da Agropecuária Irrigada – Mais Água Mais Renda deverão buscar a renovação das licenças ambientais até 13 de novembro. Após este prazo expira a Licença de Operação nº 2014-2016-DL do referido programa, conforme deliberação do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) em reunião ocorrida em maio deste ano, comunicada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por este motivo, a SEAPDR informa que estão suspensos o recebimento, a análise e o enquadramento de novos projetos no Mais Água Mais Renda. A partir de 13 de novembro, os produtores com projetos em andamento no programa precisarão buscar a regularização ambiental dos seus empreendimentos junto aos municípios (para açudes de cinco a dez hectares de área alagada) ou Fepam (para açudes acima de dez hectares).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura lembra ainda que, de acordo com o Anexo I da Resolução do Consema nº 372/2018, os projetos de irrigação pelo método de aspersão ou com açudes de até cinco hectares de lâmina de água não são incidentes de licenciamento ambiental, não sendo necessária, portanto, abertura de novo processo licenciatório. Esta mesma resolução de 2018 passou a impedir o licenciamento por meio de programas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para continuar auxiliando na expansão de áreas irrigadas no Rio Grande do Sul, com vistas a aumentar a produtividade das lavouras gaúchas, o governo do Estado está em tratativas para o lançamento de um novo programa de irrigação, ainda em fase de elaboração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Uma Expointer diferente: Confira Como Será a Edição 2021!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 15:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de se reinventar para oferecer uma edição totalmente digital durante a pandemia de Covid-19 em 2020, a Expointer passa por mais uma transformação: neste ano contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. O evento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois de se reinventar para oferecer uma edição totalmente digital durante a pandemia de Covid-19 em 2020, a Expointer passa por mais uma transformação: neste ano contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. O evento ocorrerá no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para possibilitar essa participação, a organização da feira contou com estudos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria da Saúde, que definiu protocolos sanitários específicos para diversos setores da Expointer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cuidado começa na bilheteria, que será <em>on-line </em>para evitar contato e aglomerações com filas. Os ingressos serão vendidos pela internet, antecipadamente, mediante o preenchimento de um formulário elaborado pelo Cevs. No momento da compra do bilhete, a pessoa vai responder um questionário informando o seu estado de saúde e se comprometendo a cumprir os protocolos sanitários. Os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O uso de máscara será obrigatório. Dentro do parque, haverá dispensers de álcool gel e lavatórios de mãos em pontos estratégicos. Além disso, 150 monitores treinados pela Secretaria da Saúde farão abordagens educativas sobre a prevenção contra a Covid-19, orientarão sobre uso da máscara e ajudarão a verificar o cumprimento das regras sanitárias. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não será obrigatório estar vacinado contra o coronavírus para participar do evento. No entanto, projeções do governo do Estado indicam que todos os adultos terão recebido pelo menos a primeira dose da vacina até a semana da feira. Os visitantes também não precisarão apresentar teste negativo para a Covid-19. Por outro lado, o público interno (expositores, copromotores, trabalhadores em geral), que estará presente durante os nove dias de Expointer, deverá providenciar o exame e apresentar o resultado negativo ou não detectável para Covid, no primeiro dia de acesso ao parque. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estarão proibidas as seguintes atividades dentro do Parque: eventos como <em>happy hour</em>, coquetéis, entre outros; oferta de produtos para degustação; excursões; parque de diversões; qualquer tipo de shows, atividades promocionais ou ações que possam gerar aglomeração de pessoas; música alta que prejudique a comunicação entre clientes; danças, bailes e a permanência de pessoas em pé em ambientes fechados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti, ressalta que esta Expointer vai oportunizar um ambiente seguro e controlado para que produtores rurais, empresas e visitantes transmitam à sociedade a importância do agro gaúcho e do cuidado com a vida das pessoas. “Mesmo durante a pandemia, nosso agronegócio se fortaleceu e atendeu as necessidades de alimentação da população rural e urbana. Com alimentos de qualidade, também promovemos saúde”, comenta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária da Saúde, Arita Bergmann, destaca o caráter colaborativo desta feira, onde os próprios visitantes irão contribuir com a segurança do evento. “Se os visitantes se cuidarem e seguirem as regras, irão se sentir protegidos e fazer sua parte para o sucesso da maior feira agropecuária do Estado”, afirma. A diretora do Cevs, Cynthia Molina Bastos, acrescenta que o objetivo da vigilância é que a Expointer seja um espaço de vivência e experiência em saúde. “Que seja uma intervenção simples e inovadora com perspectiva de esclarecer e informar de forma prática e concreta”, pontua Cynthia.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Processo de triagem</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Todas as pessoas passarão por triagem cada vez que acessarem o Parque Assis Brasil. Haverá verificação de temperatura e orientação quanto ao uso da máscara e demais regras sanitárias. Só será autorizada a entrada de quem estiver com boas condições de saúde.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Cercamento eletrônico</strong></span></h3>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/10102328_125267_GDO.png" data-credito="Reprodução Internet" data-urlamigavel="/midia/imagem/contador" data-legenda="Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações" data-label-credito="Foto: "><span style="color: #000000;"><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202108/10102328_125267_MDO.png" alt="Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações" /></span></a></span><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda"><span style="color: #000000;">Pavilhões terão contadores de fluxo de pessoas como este para evitar aglomerações - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: Reprodução Internet</span></span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para controlar a circulação de pessoas em áreas do parque que costumam ser bastante demandadas pelos visitantes, haverá monitoramento em tempo real de quatro espaços: Pavilhão da Agricultura Familiar, Pavilhão do Comércio, Pavilhão Internacional e Boulevard e imediações. Caso o número limite de pessoas seja alcançado nestas áreas “sensíveis”, as catracas serão bloqueadas até que se reduza a circulação. O controle será feito por tecnologia, com software e telas de monitoramento disponibilizados por empresa contratada.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Alimentação</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O comércio de alimentos e bebidas será realizado exclusivamente em espaços locados junto à organização do Parque e em local sinalizado e específico, ficando proibido o comércio ambulante. O público não poderá consumir alimentos ou bebidas quando em movimento na praça de alimentação, nos pavilhões e nas áreas de circulação do parque – o consumo só será permitido em locais próprios e devidamente sinalizados para este fim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os restaurantes das agroindústrias familiares, dentro do Pavilhão da Agricultura Familiar, deverão seguir os mesmos regramentos previstos para os demais serviços de alimentação. Os restaurantes deverão ter separação física do restante do pavilhão, com distanciamento compatível e suficiente para não promover a formação de filas. As bancas que comercializarem alimentos e bebidas para consumo imediato, como sucos, pastéis, entre outros, deverão orientar os clientes a consumirem os produtos nas mesas e espaços exclusivos para consumo de alimentos e bebidas, podendo ser no próprio espaço dos restaurantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os serviços de alimentação deverão obedecer aos seguintes regramentos:  </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Disponibilizar talheres higienizados e de forma individual.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Organizar a disposição das mesas de modo a assegurar distanciamento mínimo de dois metros entre cada uma, evitando que ocorra aglomeração e diminuindo o cruzamento entre os clientes e trabalhadores.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">As cozinhas e demais espaços de trabalho deverão respeitar o distanciamento mínimo de um metro entre os trabalhadores e a lotação máxima permitida.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Operação de sistema de buffet deve possuir protetor salivar, servido por funcionário(s), que devem realizar a lavagem prévia das mãos com água e sabão ou com utilização de álcool 70% ou sanitizante similar, mantendo distanciamento entre clientes e com uso de máscara de maneira adequada.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Apenas clientes sentados e em grupos de até cinco pessoas. Vedada a permanência de clientes em pé durante o consumo de alimentos ou bebidas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Evitar o uso de toalhas de tecido nas mesas ou outro material que dificulte a limpeza e, não sendo possível, realizar a troca após cada utilização.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Fixar, em local visível ao público e aos colaboradores, informativos com o teto máximo de ocupação e orientações sobre a necessidade de higienização das mãos, uso obrigatório de máscara, distanciamento entre as pessoas, ventilação e limpeza dos ambientes.</span></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Leilões e premiações</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os leilões e as premiações deverão ocorrer, preferencialmente, de forma <em>on-line</em>. Quando ocorrerem de forma presencial, haverá restrição de público conforme metragem e características das áreas: se o ambiente é ventilado, espaço de circulação, entre outros aspectos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não serão permitidos coquetéis, degustações e ofertas de alimentos e bebidas durante os leilões e premiações, exceto quando ocorrerem em restaurantes, com público exclusivamente sentado e obedecendo todas as regras estipuladas para os serviços de alimentação.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Palestras e treinamentos</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Podem ser realizados de forma <em>on-line</em> (preferencialmente), presencial ou híbrida. Quando realizados de forma presencial, devem respeitar as seguintes normas:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os assentos.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Somente pessoas sentadas, exceto palestrantes e apresentadores.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Respeitar o teto máximo permitido do ambiente, considerando uma pessoa a</span><br />
<span style="color: #000000;">cada quatro metros quadrados.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Palestrantes e apresentadores não poderão retirar a máscara.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Microfones deverão ser higienizados antes do uso e nas trocas a cada palestrante ou interlocutor, e devem ser utilizados, preferencialmente, com algum tipo de proteção de barreira física ou ensacados.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Intervalo mínimo de 30 minutos entre as programações, a fim de permitir adequada troca de ar e higienização do ambiente.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Manter o ambiente com ventilação natural suficiente.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR</span></p>
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		<title>Recomendações importantes e atenção sobre a poda de videiras</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 13:37:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se o frio e as chuvas seguirem a previsão, os produtores terão que dar uma atenção extra na hora de realizar a poda, pois o frio já acumulado e o que ainda está por vir, até o final do inverno, irão possivelmente garantir uma excelente brotação. Por isso, será necessário equilibrar a capacidade de produção [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify">Se o frio e as chuvas seguirem a previsão, os produtores terão que dar uma atenção extra na hora de realizar a poda, pois o frio já acumulado e o que ainda está por vir, até o final do inverno, irão possivelmente garantir uma excelente brotação. Por isso, será necessário equilibrar a capacidade de produção e o vigor das plantas, segundo orientação divulgada por pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) e da Embrapa Uva e Vinho <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202107/22104959-bolagromet-julho2021.pdf" download="">na edição de julho do Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendações de como fazer a poda e garantir uma produção são detalhadas no Boletim pelo pesquisador Henrique Pessoa dos Santos, da Embrapa Uva e Vinho. Ele orienta que a poda é uma prática de manejo importante e que a escolha, a posição e o número de gemas férteis a serem mantidas permitem atingir uma frutificação e produção de qualidade, sem comprometer a vida útil da videira. A poda também irá auxiliar, de modo indireto, nos tratos culturais, ao restringir o vigor e possibilitar uma maior abertura do dossel vegetativo, garantindo maior incidência de radiação solar, aeração e eficiência dos tratamentos fitossanitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Amanda Junges, pesquisadora da SEAPDR e uma das autoras da publicação, o prognóstico de ocorrência de temperaturas do ar e chuvas ligeiramente acima da média, especialmente em setembro, exigem atenção quanto ao manejo fitossanitário. As orientações nessa área foram feitas pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Lucas Garrido, que reforça que, na poda, deve haver proteção dos cortes (ferimentos) para reduzir o avanço de podridões.</p>
<p style="text-align: justify;">“Durante o período de dormência, muitos fungos fitopatogênicos sobrevivem nos restos culturais e na própria planta, podendo causar doenças na safra seguinte”, alerta Garrido. Estas e demais recomendações sobre o manejo dos vinhedos podem ser obtidas no Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha Edição Julho 2021, que está disponível gratuitamente na página das duas instituições.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 500;">POR VIVIANE ZANELLA &#8211; EMBRAPA UVA E VINHO</span></p>
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		<title>Governo divulga as regras do Programa de Seguro Rural para os próximos três anos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 15:19:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Documento traz atualizações de percentuais de subvenção, os limites financeiros e as diretrizes técnicas gerais. As novas regras começam a valer em janeiro de 2022.US  O Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR), para o período de 2022 a 2024, foi aprovado pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR). Os detalhes constam da Resolução nº [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #555555;">Documento traz atualizações de percentuais de subvenção, os limites financeiros e as diretrizes técnicas gerais. As novas regras começam a valer em janeiro de 2022.</span><a style="font-weight: 500; color: #ffffff;" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/governo-divulga-as-regras-do-programa-de-seguro-rural-para-os-proximos-tres-anos#nolivesearchGadget">US </a></p>
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<p style="color: #555555;">O Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR), para o período de 2022 a 2024, foi aprovado pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR). Os detalhes constam da Resolução nº 83, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23).</p>
<p style="color: #555555;">No documento, constam atualizações de percentuais de subvenção ao prêmio do seguro rural, dos limites financeiros anuais por beneficiário e as diretrizes técnicas gerais de execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para o próximo triênio. &#8220;O ajuste nas regras vai contribuir para facilitar o entendimento do PSR por parte dos produtores e demais agentes que operacionalizam o seguro&#8221;, destaca o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), César Halum.</p>
<p style="color: #555555;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Plano Safra 2020-21</b></p>
<p style="color: #555555;"><a class="internal-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/governo-divulga-as-regras-do-programa-de-seguro-rural-para-os-proximos-tres-anos/CARTILHAPAP2021.22PSREZARC.pdf" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">As principais mudanças e novidades para o seguro rural, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático e o Plano Trienal do Seguro Rural podem ser acessadas aqui.</a></p>
<p style="color: #555555;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Novas regras</b></p>
<p style="color: #555555;">O percentual de subvenção ao prêmio, que na regra atual pode ser de 20%, 25%, 30%, 35% ou 40%, a depender da modalidade, da cultura e do tipo de cobertura contratada, passará a ser de 20% ou 40%. De acordo com as novas regras, todas as modalidades e culturas terão o percentual fixo de 40%, exceto a cultura da soja e o seguro paramétrico, que manterão o percentual fixo de 20%, como já acorre na regra atual.</p>
<p style="color: #555555;">“Analisamos diversas demandas enviadas pelas entidades que representam os produtores rurais e consideramos que esse modelo simplificado atende aos anseios do setor produtivo. Na prática elevamos para 40% o percentual de subvenção de diversas culturas, como por exemplo o milho verão”, ressalta o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.</p>
<p style="color: #555555;">Em relação ao limite financeiro anual por beneficiário, a partir do próximo ano o parâmetro será por grupo de atividades e não mais por modalidade, com isso será possível ampliar as possibilidades de contratação no PSR. “Um produtor que contrata um seguro para uma lavoura de grãos terá um limite e caso queira contratar o seguro para uma lavoura de cana-de-açúcar, por exemplo, terá outro limite a ser observado. Isso permitirá que as contratações não fiquem concentradas em poucas culturas como acontece atualmente, contribuindo assim para o desenvolvimento do seguro em diversos setores agrícolas”, explicou Loyola.</p>
<p style="color: #555555;">Outra novidade foi o aumento do valor do limite por grupo, que passou de R$ 48 mil para R$ 60 mil, incluindo florestas, pecuária e aquícola, cujo limite passou de R$ 24 mil para R$ 60 mil. O limite anual total não foi alterado, permanecendo o valor de R$ 120 mil por beneficiário. “Com esse aumento do limite, também estamos atendendo uma solicitação do setor produtivo, tendo em vista que os preços dos principais produtos, como a soja e o milho, tiveram aumentos expressivos nos últimos meses, o que refletiu no preço final do seguro (prêmio) e consequentemente no valor médio subvencionado pelo Governo”, complementou Loyola.</p>
<p style="color: #555555;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;"><img class="image-inline" style="color: #555555;" src="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/governo-divulga-as-regras-do-programa-de-seguro-rural-para-os-proximos-tres-anos/segurotrienio.JPG" alt="" /></b></p>
<p style="color: #555555;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;"></b><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Contratação</b></p>
<p style="color: #555555;">O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.</p>
<p style="color: #555555;">Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar para <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.embrapa.psr" target="_blank">Android</a> e para <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://apps.apple.com/br/app/psr-programa-de-seguro-rural/id1517617208" target="_blank">IOS</a>.</p>
<p style="color: #555555;">
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		<title>Câmara aprova socorro para agricultura familiar de até R$ 3 mil</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/camara-aprova-socorro-para-agricultura-familiar-de-ate-r-3-mil/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 16:12:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Projeto também permitirá a criação de uma linha de crédito emergencial destinada a operações de custeio e investimento A Câmara aprovou nesta terça-feira, 8, projeto que retoma pontos vetados pelo Executivo em outro texto sobre o socorro a agricultura familiares, como recursos para fomento da atividade e prorrogação de condições para o pagamento de dívidas. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Projeto também permitirá a criação de uma linha de crédito emergencial destinada a operações de custeio e investimento</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Câmara aprovou nesta terça-feira, 8, projeto que retoma pontos vetados pelo Executivo em outro texto sobre o socorro a agricultura familiares, como recursos para fomento da atividade e prorrogação de condições para o pagamento de dívidas. O projeto será enviado ao Senado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para agricultores familiares em situação de pobreza e extrema pobreza, o projeto cria o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural com o objetivo de apoiar a atividade produtiva durante o estado de calamidade pública.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na definição do conceito de extrema pobreza ficarão de fora os benefícios previdenciários rurais. O valor do fomento será de R$ 2,5 mil por unidade familiar. Se a família monoparental for comandada por mulher a parcela será de R$ 3 mil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a <a style="color: #8cc640;" href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500 !important; color: #8cc640;">Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)</strong></span></a>, a proposta ainda autoriza a criação, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de uma linha de crédito emergencial destinada ao financiamento de operações de custeio e investimento de agricultores familiares no âmbito do Pronaf. O valor é de R$ 10 mil, com juros de 1% ao ano (taxa de juros de 0,5 % a.a. para mulheres, chefes de família), com 10 anos de prazo para pagamento e até 5 anos de carência. Até 20% do crédito poderá ser destinado à manutenção familiar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Relator da proposta na Câmara, o deputado Zé Silva (SD-MG), destacou que o projeto tem a finalidade de atender os agricultores mais afetados pelos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para ele o projeto ampara a agricultura familiar e mitiga os impactos socioeconômicos da emergência de saúde pública relacionados à Covid-19. Na visão do deputado, a situação atual leva a reconhecer que milhares de agricultores ficaram à margem das políticas públicas, tornando-se invisíveis, ao longo dos anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Reconhecendo que tais agricultores necessitam de uma nova política de inclusão, propomos que a porta de entrada para acesso ao auxílio rural emergencial seja por meio dos serviços da Assistência Técnica e Extensão Rural”, enfatizou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>RS publica novas regras para o preenchimento da nota fiscal na compra de agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 16:45:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instrução Normativa (IN) 34/2021]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) a Instrução Normativa (IN) 34/2021 (DOE 25-05-2021) que estabelece a obrigatoriedade de inserção na nota fiscal do número do lote, quantidade de produto, data de fabricação/produção e data de validade do agrotóxico a ser comercializado no Rio Grande do Sul. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) a Instrução Normativa (IN) 34/2021 (<a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202105/31100549-doe-2021-05-27-77-78.pdf" download="">DOE 25-05-2021<small></small></a>) que estabelece a obrigatoriedade de inserção na nota fiscal do número do lote, quantidade de produto, data de fabricação/produção e data de validade do agrotóxico a ser comercializado no Rio Grande do Sul. Esta Instrução Normativa especifica melhor algumas orientações, revogando as IN´s 25/2020 e 001/2021 publicadas anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo regramento foi elaborado em função da necessidade de rastreabilidade dos agrotóxicos comercializados no estado, tendo em vista as apreensões de produtos falsificados e o prejuízo para os produtores, que têm sua rentabilidade reduzida, e para a economia gaúcha.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois novos parágrafos incluídos no artigo 1º da IN 34/2021 são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>No caso em que houver a comercialização de lotes diferentes de um mesmo produto agrotóxico, na mesma nota fiscal, a quantidade de cada lote que está sendo comercializada deve ser informada de forma individualizada;</li>
<li>Caso a data de validade e/ou de fabricação não especifique o dia, deverá ser informado o último dia do mês.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">“Agora, a partir desta publicação, estamos informando às empresas e aos estabelecimentos comerciais estas novas regras e já elaboramos uma espécie de tutorial para ser consultado sempre que houver alguma dúvida”, explica Rafael Lima, chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários (Disa) da Secretaria da Agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja aqui o tutorial: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202105/31100745-modelo-nota-fiscal-com-lote-1.pdf" download=""> Modelo Nota Fiscal com lote</a></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>RS prorroga prazo para que municípios se adaptem às regras dos herbicidas hormonais</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2021 17:24:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado instrução normativa nº 30/2021 que prorroga os prazos, para até 31 de maio de 2022, do cadastro de aplicadores e da venda orientada de agrotóxicos hormonais para todos os municípios gaúchos.  O prazo anterior se encerraria em 31 de maio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) publicou no Diário Oficial do Estado instrução normativa nº 30/2021 que prorroga os prazos, para até 31 de maio de 2022, do cadastro de aplicadores e da venda orientada de agrotóxicos hormonais para todos os municípios gaúchos.  O prazo anterior se encerraria em 31 de maio deste ano. A medida é assinada pela secretária Silvana Covatti.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir de 01/06/2022 todos os 473 municípios gaúchos devem estar de acordo com as regras estabelecidas pelas instruções normativas IN 06 e IN 09, ambas de 2019. Elas foram elaboradas para deter os prejuízos causados pela deriva de agrotóxicos hormonais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A IN 06/2019 estabelece regras para o cadastro dos aplicadores de produtos agrotóxicos hormonais e a necessidade do produtor prestar informações sobre o uso do produto. Já a IN 09/2019 regulamenta a venda orientada de agrotóxicos hormonais no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rafael Lima, Chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários da Secretaria, destaca que neste período, os produtores rurais devem procurar os sindicatos rurais, cooperativas, a Emater e outras instituições para se programar quanto à realização dos cursos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste momento, o cadastro de aplicadores e a venda orientada dos produtos devem ser observados por 24 municípios: Alpestre, Bagé, Cacique Doble, Candiota, Dom Pedrito, Encruzilhada do Sul, Hulha Negra, Ipê, Jaguari, Jari, Lavras do Sul, Maçambara, Mata, Monte Alegre dos Campos, Piratini, Rosário do Sul, Santiago, São Borja, São João do Polêsine, São Lourenço do Sul, Santana do Livramento, Silveira Martins, Sobradinho e Vacaria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>RS monitora surgimento de cigarrinhas em lavouras de milho</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/rs-monitora-surgimento-de-cigarrinhas-em-lavouras-de-milho/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 15:24:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Previsão é de que fiscais coletem amostras de 150 municípios gaúchos Fiscais da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) estão indo a campo realizar o monitoramento da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), coletando insetos e plantas com possíveis sintomas. Estão previstas amostragens em 150 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Sul. As primeiras 15 amostras [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<address style="text-align: justify;">Previsão é de que fiscais coletem amostras de 150 municípios gaúchos</address>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Fiscais da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) estão indo a campo realizar o monitoramento da cigarrinha-do-milho (<em>Dalbulus maidis</em>), coletando insetos e plantas com possíveis sintomas. Estão previstas amostragens em 150 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Sul. As primeiras 15 amostras coletadas serão remetidas esta semana para o laboratório oficial do Ministério da Agricultura, em Goiás.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">&#8220;O complexo de doenças caracterizado como enfezamento do milho, transmitido pela cigarrinha, pode dizimar grandes extensões de áreas de cultivo, devido à facilidade de disseminação, podendo ocasionar perdas de até 100% das lavouras. As épocas de semeadura mais tardias, ou milho safrinha, são os cenários de maior pressão de ataque&#8221;, detalha Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da SEAPDR. O monitoramento teve início depois que a cigarrinha começou a causar danos às lavouras de milho nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e nos estados do Paraná e Santa Catarina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A Secretaria publicou, em março, <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202103/18105256-002-ddsv-enfezamento-milho.pdf"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">nota técnica </span></a>com informações básicas sobre os agentes patogênicos transmitidos pela cigarrinha e algumas práticas de manejo a serem adotadas pelos agricultores para diminuir o problema. As recomendações são:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Eliminar plantas de milho espontâneas na entressafra;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Efetuar a colheita de forma a diminuir restos culturais do milho a campo;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Efetuar o plantio do milho evitando a proximidade de lavouras novas a lavouras mais velhas;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Evitar semeadura sucessiva de milho na mesma área;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Otimizar o planejamento da cultura, preferindo períodos ótimos em detrimento de semeaduras tardias;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Objetivar diminuir as perdas de grãos durante a colheita;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Efetuar o tratamento de sementes;</span></li>
<li><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Efetuar o controle da cigarrinha do milho conforme orientação técnica.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">SEAPDR RS</span></p>
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