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	<title>AgroCeleiro &#187; leonardo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Técnica Rural &#8211; Saiba como é feita a dessecação da soja e a regulagem da colheitadeira</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Rural]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Técnica Rural transmitido pelo Canal Rural nesta terça, dia 25, foi um especial do Projeto Soja Brasil. Nossa equipe foi até à Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, para mostrar como é feita a dessecação da soja para a colheita, e como os produtores fazem a regulagem da colheitadeira, procedimentos que têm ligação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">O programa Técnica Rural transmitido pelo Canal Rural nesta terça, dia 25, foi um especial do Projeto Soja Brasil. Nossa equipe foi até à Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, para mostrar como é feita a dessecação da soja para a colheita, e como os produtores fazem a regulagem da colheitadeira, procedimentos que têm ligação direta.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Assista ao programa na íntegra:</p>
<p></strong></p>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/videonews/65395" width="487" height="365" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Aprenda cinco técnicas para melhorar a produção agropecuária</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer construir a chocadeira da sua propriedade? Ou fazer adubo orgânico 100% vegetal? Não é difícil. O Canal Rural separou cinco técnicas para que você consiga construir e produzir itens que podem facilitar o trabalho no campo. Veja a lista com o que você precisa saber: Como construir uma fossa séptica biodigestora O uso de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">Quer construir a chocadeira da sua propriedade? Ou fazer adubo orgânico 100% vegetal? Não é difícil. O Canal Rural separou cinco técnicas para que você consiga construir e produzir itens que podem facilitar o trabalho no campo. Veja a lista com o que você precisa saber:</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Como construir uma fossa séptica biodigestora</strong></p>
<p>O uso de fossas no tratamento de resíduos é uma prática bastante comum na agricultura familiar. Com as fossas sépticas biodigestoras, técnica desenvolvida pela Embrapa Instrumentação, garante-se o tratamento dos resíduos com menor custo para o produtor e o resíduo pode ser utilizado para fertilizar e irrigar o solo.</p>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/27887091" width="477" height="510" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<div style="color: #3f3f3f;"></div>
<div style="color: #3f3f3f;"><strong>Como construir um silo secador de grãos</strong></p>
<p>No Brasil, apenas 15% da safra é armazenada pelo agricultor. A conservação inadequada dos grãos pode gerar perdas entre 10% e 20%, devido à atuação de insetos, roedores e fungos que danificam o produto e podem produzir toxinas. Confira os materiais e a estrutura necessários para desenvolver o silo secador e garantir a qualidade do produto:</p></div>
<div style="color: #3f3f3f;"></div>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/15140722" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<div style="color: #3f3f3f;"></div>
<div style="color: #3f3f3f;"><strong>Como fazer adubo orgânico 100% vegetal</p>
<p></strong>Os adubos orgânicos, em sua maioria, utilizam esterco bovino e cama de aviário, materiais que podem apresentar problemas de contaminação química e biológica. Conheça a técnica da Embrapa para produção de adubos e substratos orgânicos de origem 100% vegetal.</div>
<div style="color: #3f3f3f;"></div>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://www.youtube.com/embed/pdvHiZvzCbE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Alternativa para confinamento de gado leiteiro em pequenas propriedades</strong></p>
<p>Uma opção para os produtores que não possuem grandes propriedades, e que precisam aumentar o rebanho é o sistema de produção de leite em confinamento ou semi-confinamento. Neste episódio, os modelos de instalações que podem ser implantadas, contribuindo para o bem-estar dos animais.</p>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/videonews/20046" width="487" height="365" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Construção de chocadeira</strong></p>
<p>Neste episódio do programa Técnica Rural você aprende como construir uma chocadeira manual elétrica. O equipamento pode ser feito em pequenas propriedades e com baixo custo. Veja também, como fazer o manejo dos ovos para garantir a eclosão de todas as unidades.</p>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/videonews/40774" width="487" height="365" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">CANAL RURAL</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parceria entre MDA e CNPq ajuda a fomentar a agroecologia com foco na agricultra familiar</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>

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		<description><![CDATA[Incentivar projetos de inovação tecnológica para a construção e socialização de conhecimentos em agroecologia. Com esse objetivo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), lançou, nesta terça, dia 7, dois editais que têm como público prioritário os agricultores familiares. O investimento em pesquisas e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">Incentivar projetos de inovação tecnológica para a construção e socialização de conhecimentos em agroecologia. Com esse objetivo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), lançou, nesta terça, dia 7, dois editais que têm como público prioritário os agricultores familiares. O investimento em pesquisas e em estudos será de R$ 6,6 milhões. As ações de inovação tecnológica e formação dos editais estão integradas ao Programa Nacional de Inovação e ao Programa Nacional de Formação de Agentes do MDA.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">No valor de R$ 2 milhões, o primeiro edital 38/2014 apoiará projetos de até R$ 100 mil. O objetivo é fomentar a criação de núcleos de agroecologia em instituições de pesquisa em parceria com entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), apoiando projetos de inovação tecnológica e metodológica, voltados para construção e socialização de conhecimentos para a transição agroecológica.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Já o segundo edital 39/2014, no valor de R$ 4,6 milhões, apoiará projetos de até R$ 200 mil para Núcleos de Agroecologia (NEAs) e de até R$ 600 mil para Redes de Núcleos de Agroecologias (R-NEA), junto a instituições de ensino superior. O objetivo deste edital é selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que integrem atividades de extensão, pesquisa, ensino e fomento a processos de inovação para a construção e socialização de conhecimentos e práticas relacionados à agroecologia.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Os editais têm suas bases na Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater) e na Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo) e no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Parceria</strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">O MDA, por meio do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) da Secretaria de Agricultura Familiar, iniciou em 2004, em ação conjunta com o CNPq. O lançamento dos editais busca apoiar projetos de ensino, pesquisa e extensão junto a instituições públicas de ensino superior, de pesquisa e assistência técnica e extensão rural.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Esses projetos tiveram impactos na diversificação econômica, organização dos agricultores familiares e na soberania alimentar. Com resultados também na formação de estudantes e agentes de Ater em metodologias participativas e tecnologias baseadas nos princípios da agroecologia e do desenvolvimento rural sustentável, de forma integrada com as políticas do MDA.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong><a class="link-corpo" style="color: #4b4a0e;" href="http://www.cnpq.br/" target="_blank">Clique aqui</a></strong> para obter informações para submissão de propostas para os editais.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO</p>
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		<title>Safra nos Estados Unidos reduz preço do milho no mercado interno</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>

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		<description><![CDATA[A colheita de uma safra recorde de milho nos Estados Unidos reduziu os preços do grão no mercado interno. Em Unaí (MG), o preço do grão caiu 2,7% em relação ao mês anterior e 13,2% quando comparado com o mesmo período em 2013. Em setembro, a saca de 60 kg foi comercializada a R$ 19,85 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">A colheita de uma safra recorde de milho nos Estados Unidos reduziu os preços do grão no mercado interno. Em Unaí (MG), o preço do grão caiu 2,7% em relação ao mês anterior e 13,2% quando comparado com o mesmo período em 2013. Em setembro, a saca de 60 kg foi comercializada a R$ 19,85 em Unaí. Em Londrina (PR), a queda foi menor: de 2,4% em relação a agosto e de 3,3% na comparação com setembro de 2013.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">No boletim “Custos e Preços”, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informa que não há fundamentos que mostrem mudança no quadro de queda de preços. No entanto, a CNA lembra que os agentes do setor consideram que o valor de US$ 3,20/bushel de milho, registrado na Bolsa de Chicago, é exageradamente baixo, provocando preocupação em relação à rentabilidade da cultura.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Além das informações relativas à safra norte-americana, dados do World Agricultural Outlook Board (WAOB) para os estoques de passagem e para o consumo mundial influenciaram os rumos do mercado de milho. Os estoques mundiais de passagem, para a safra 2014/2015, estão estimados em 189,91 milhões de toneladas, 10% superior ao volume da safra 2013/2014. A estimativa para o consumo mundial passou de 951,75 para 970,69 milhões de toneladas, aumento de 2%.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">A CNA também avalia, no boletim, os mercados de arroz, café, algodão, soja, feijão, cacau, leite e boi gordo. Em relação ao arroz, a percepção é de que o início do período de plantio da nova safra de arroz tem sido marcado por incertezas devido às previsões de chuvas acima da média em algumas regiões produtoras do país. As incertezas podem comprometer o plantio, situação que tem elevado os preços do cereal no Rio Grande do Sul, principal estado produtor.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Em Uruguaiana e Camaquã, os preços médios da saca de 50 quilos foram de R$ 35,82 e R$ 37,30 em setembro, respectivamente, o que representa um aumento de 1,4% em relação ao mês anterior. As cotações apresentaram valorização média de 8% quando comparadas ao mesmo período do ano passado.</p>
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL</p>
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		<title>Falhas na gestão levam cooperativas e empresas a enfrentarem problemas financeiros</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em contraste com o  momento protagonizado pelo agronegócio brasileiro nos últimos anos, cooperativas e cerealistas gaúchas lutam para honrar dívidas com produtores rurais e fornecedores na tentativa de não desaparecer do mercado. No mesmo ano em que o Rio Grande do Sul colheu safra histórica de grãos, empresas ligadas ao setor entraram em recuperação judicial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em contraste com o  momento protagonizado pelo agronegócio brasileiro nos últimos anos, cooperativas e cerealistas gaúchas lutam para honrar dívidas com produtores rurais e fornecedores na tentativa de não desaparecer do mercado. No mesmo ano em que o Rio Grande do Sul colheu safra histórica de grãos, empresas ligadas ao setor entraram em recuperação judicial e liquidação voluntária para tentar reverter crises. Como explicar o antagonismo de cenários? Em uma avaliação simples, a má gestão é apontada como responsável. Ao mergulhar na individualidade, surgem outras explicações para a decadência – como a euforia exacerbada diante da alta de preços e investimentos audaciosos.</p>
<p>Pelo menos cinco cooperativas gaúchas entraram em liquidação voluntária desde 2012. A mais recente foi a Cotrijui, uma das maiores do Estado em associados e faturamento, que aderiu ao mecanismo há pouco mais de uma semana. Com dívidas superiores a R$ 1 bilhão, a cooperativa escapou, pelo menos por enquanto, de ter a unidade de Chiapetta leiloada devido a execução de cobrança referente a um empréstimo do BNDES. Agora, com prazo de um ano, prorrogável por mais um, os dirigentes buscarão sanar dívidas e, por consequência, proteger o patrimônio avaliado atualmente em mais de R$ 2 bilhões.</p>
<p>– Tentaremos repactuar nossas dívidas com a prestação de serviços de estocagem de grãos e com parcerias comerciais. Cogitamos vender alguns bens, como fazendas em Mato Grosso e prédios urbanos – adianta o presidente liquidante, Vanderlei Fragoso, nomeado em uma assembleia tumultuada e contestada por parte dos associados.</p>
<p>À frente da Cotrijui há pouco mais de um ano, Fragoso atribuiu os débitos acumulados a administrações malconduzidas ao longo da última década:</p>
<p>– Há um evidente descompasso. O agronegócio cresceu, e a cooperativa entrou em decadência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Situações semelhantes em diferentes cidades</strong></p>
<p>Na região das Missões, um dos liquidantes da Cotrisa, com sede em Santo Ângelo, o contador Valdir da Silva Lima compara as cooperativas a prefeituras, por terem, muitas vezes, sistemas de gestão e riscos semelhantes.</p>
<p>– A cooperativa não pode ser um cabide de empregos. Estamos conseguindo organizar a casa, acreditamos que será possível dar a volta por cima – diz Lima.</p>
<p>Também em liquidação voluntária, Cotrimaio, Comtul e Coagrijal buscam alternativas para resguardar o patrimônio dos associados.</p>
<p>– Essas crises não são recentes, vinham se arrastando há anos e acabaram por estourar agora – avalia Paulo Pires, presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro-RS).</p>
<p>Em comum, analisa o dirigente, as dificuldades têm em seu DNA  além de gestões pouco profissionais, também o atual estreitamento de margens e necessidade de maior cautela na hora de expandir. Uma das principais cooperativas do Estado, a Cotrijal tem como premissa “fazer escala antes de querer crescer.”</p>
<p>– Cada unidade precisa se pagar. Sempre que nós temos oportunidade de expandir os negócios, avaliamos se não estamos dando um passo maior do que a perna – ressalta o presidente da Cotrijal, Nei Mânica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em liquidação voluntária</strong></p>
<p><strong>Cotrijui – Ijuí:</strong> entrou em liquidação voluntária em 27 de setembro. Com dívida de mais de R$ 1 bilhão, faturou cerca de R$ 500 milhões em 2013. Foi fundada há 57 anos, tem 19 mil associados e 1,8 mil funcionários.</p>
<p><strong>Cotrimaio – Três de Maio</strong>: em liquidação voluntária há um ano e meio, tem 11,5 mil associados. Com R$ 200 milhões em dívidas, faturou R$ 280 milhões em 2013. Foi fundada em 1968.</p>
<p><strong>Cotrisa – Santo Ângelo: </strong>com dívida de R$ 211 milhões, entrou em liquidação em junho. Fundada em 1956, tem 9,3 mil associados e faturou R$ 45 milhões no ano passado.</p>
<p><strong>Coagrijal – Jaguari:</strong> completou em julho dois anos de processo de liquidação. Nesse período, pagou 3% da dívida de R$ 40 milhões e renegociou parte do restante. No ano passado, faturou R$ 39 milhões. A cooperativa, com 1,4 mil associados, foi fundada em 1957.</p>
<p><strong>Comtul – Tucunduva</strong>: fundada há 57 anos, aderiu à liquidação em julho. Tem cerca de 5 mil sócios. Procurada por ZH, a direção não informou o valor da dívida, nem o faturamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Após expansão, Camera pede recuperação judicial</strong></p>
<p>Se a decadência em cooperativas se arrasta há anos, a crise em empresas cerealistas tem origem recente. No último ano, após reduzir pela metade o faturamento e o número de funcionários, a Camera entrou com pedido de recuperação judicial, em setembro, na Vara de Falências de Porto Alegre.</p>
<p>O processo foi remetido à Justiça de Santa Rosa, que ainda não se manifestou. O endividamento é de quase R$ 800 milhões. Uma das causas da crise, diz o diretor Roberto Kist, foi tentar, a partir de 2009, industrializar grãos, por meio de fábricas de óleos, farelos e rações para diversificar o negócio familiar, com mais de 40 anos.</p>
<p>– Éramos uma empresa e nos transformamos em uma indústria.</p>
<p>A Camera prevê faturar em torno de R$ 900 milhões neste ano, ante R$ 2,4 bilhões em 2013. Uma das apostas frustradas foi em usinas para produção de biodiesel – que só em 2014 recebeu impulso com aumento da mistura do biodiesel ao óleo diesel. As duas unidades de processamento de óleo, em Ijuí e Estrela, estão paralisadas.</p>
<p>– A soja atingiu patamares recordes, tornando a exportação vantajosa ao produtor. Não tivemos como concorrer com a China e segurar o grão aqui para abastecer nossas indústrias – diz Kist.</p>
<p>Com capacidade para armazenar 1 milhão de toneladas e com unidades em 60 municípios gaúchos, a empresa pretende voltar ao foco de cerealista.</p>
<p>– Não vamos abandonar a indústria, mas recalibrar os negócios para nos adequar ao atual ciclo econômico e preservar o patrimônio – explica o executivo.</p>
<p>Neste ano, ao menos duas empresas do setor fecharam as portas: a Multirural, de Tupanciretã, e a Cereais Planalto, de Tapejara.</p>
<p>– O mercado tem altos e baixos. É preciso conter a euforia em momentos de alta de preço. O retorno dos investimentos não costuma ser imediato – afirma Dilermando Rostirolla, presidente da Associação das Cerealistas do Rio Grande do Sul (Acergs).</p>
<p>Fonte: ZH</p>
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		<item>
		<title>Modelo matemático para diluir agrotóxicos diminui risco de contaminação ambiental</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/modelo-matematico-para-diluir-agrotoxicos-diminui-risco-de-contaminacao-ambiental/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[A mais recente edição da Spanish Journal of Agricultural Research, revista científica do Instituto Nacional de Investigación y Tecnologia Agraria y Alimentaria do Ministério de Economia e Competitividade espanhol, traz um modelo matemático capaz de estimar o volume de água cinza necessário para diluir misturas de agrotóxicos na água e minimizar os riscos ao ambiente aquático. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">A mais recente edição da <em>Spanish Journal of Agricultural Research</em>, revista científica do Instituto Nacional de Investigación y Tecnologia Agraria y Alimentaria do Ministério de Economia e Competitividade espanhol, traz um modelo matemático capaz de estimar o volume de água cinza necessário para diluir misturas de agrotóxicos na água e minimizar os riscos ao ambiente aquático. A novidade foi desenvolvida por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O termo “água cinza” é usado para se referir à água residual de diferentes processos, desde a que foi utilizada no banho até a da produção industrial. Na agricultura, é um dos componentes da pegada hídrica, a soma de todo o consumo de água envolvido na produção, incluindo a verde, vinda da chuva e contida no solo, a azul (da irrigação) e a cinza, que assimila a carga de pesticidas e fertilizantes.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O artigo <em>A mathematical model to estimate the volume of grey water of pesticide mixtures</em>, de Lourival Paraíba, Ricardo Pazianotto, Alfredo Luiz, Aline Maia e Claudio Jonsson, da Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP), apresenta cálculos com valores de concentrações letais de diversos agrotóxicos em organismos indicadores da qualidade hídrica, como algas, peixes e microcrustáceos, chegando aos volumes de água necessários para diluir a carga dos pesticidas e minimizar os riscos para a vida aquática e o homem.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Para os pesquisadores, a contaminação das fontes de água doce naturais está resultando em um passivo ambiental elevado que põe em perigo os ecossistemas terrestres. Além disso, o crescimento da produção agrícola por conta da expansão da produção global de recursos de energia biológica evidencia o risco de escassez de água.</p>
<p>– Em qualquer sistema agrícola sustentável, para a manutenção da vida em todas as suas dimensões, é necessário manter a qualidade de água doce – disse Paraíba.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O modelo da Embrapa calcula os valores adequados para diluição de agrotóxicos sem prejuízo à água. Tradicionalmente, para fazer esses cálculos é necessário conhecer a carga de pesticidas usada no cultivo e os limites máximos de resíduos na água. Mas nos cultivos agrícolas brasileiros são utilizados vários pesticidas cujos limites permitidos em água não estão definidos. Além disso, o procedimento clássico não considera em seus cálculos o efeito dessa água residual em organismos aquáticos.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O modelo matemático desenvolvido pelos pesquisadores da Embrapa estima o volume de água cinza que deveria ser necessário para proteger as espécies aquáticas sensíveis e indicadoras da qualidade da água do ambiente, de acordo com critérios estabelecidos pela União Europeia.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Foram consideradas as características físico-químicas ds pesticidas, as doses recomendadas e as concentrações que causam efeitos letais em 50% da população de organismos aquáticos indicadores da qualidade da água. Dessa forma, foi proposto um método numérico que estima o volume total de água necessário para diluir concentrações de misturas do conjunto total de pesticidas utilizado em um cultivo agrícola. Além de estimar o volume de água que seria necessário para diluir, ao mesmo tempo, todos os pesticidas que poderiam ser encontrados, o modelo também inclui um indicador numérico que exprime o volume de água cinza que seria produzido por cada pesticida.</p>
<p>De acordo com Paraíba, esses valores poderiam ser informados nas embalagens dos pesticidas, orientando o produtor sobre quais são os volumes de água cinza decorrentes da utilização do produto.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– Isso possibilitaria a redução desses volumes. Seria como o que faz o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), ao indicar o consumo de energia de uma lâmpada ou de um eletrodoméstico – exemplificou.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">AGÊNCIA FAPESP</p>
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		<title>Rio Grande do Sul calcula 40% de quebra no trigo devido a doenças fúngicas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[A região noroeste do Rio Grande do Sul está sofrendo pelo excesso de umidade nas lavouras de trigo. Segundo o Sindicato Rural de Santa Rosa, a quebra pode chegar a 40%. O clima quente e úmido trouxe a brusone, uma doença até então frequente apenas no Brasil Central, norte do Paraná, de Mato Grosso do Sul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">A região noroeste do Rio Grande do Sul está sofrendo pelo excesso de umidade nas lavouras de <strong><a style="color: #4b4a0e;" href="http://agricultura.ruralbr.com.br/ultimas-noticias/tag/trigo/">trigo</a></strong>. Segundo o Sindicato Rural de Santa Rosa, a quebra pode chegar a 40%. O clima quente e úmido trouxe a brusone, uma doença até então frequente apenas no Brasil Central, norte do Paraná, de Mato Grosso do Sul e São Paulo. Além do grão, hortigranjeiros também foram atingidos e contabilizam danos ainda maiores, de 70%, conforme o presidente do Sindicato, Denir Frosi.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Uma principais doenças é a brusone do trigo, causado por um fungo que ataca as espigas, afetando diretamente a qualidade dos grãos. Espigas doentes podem ser identificadas pelo contraste de cores entre as porções abaixo (verde) e acima (palha) do ponto de infecção, as espiguetas ficam com aspecto despigmentado, de coloração esbranquiçada. Os danos são grãos pequenos e deformados que acabam eliminados no beneficiamento.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">A brusone é restrita às lavouras da América do Sul, onde conta com um grande número de hospedeiros do fungo, que se dispersa através do vento e pode atacar mais de 50 espécies de gramíneas.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Foi primeiramente identificada em 1985 no Estado do Paraná, e observada em condições naturais pela primeira vez no mundo. Nos anos seguintes, chegou aos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Goiás.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Neste ano, a doença já tinha sido identificada em lavouras gaúchas de aveia e azevém, no começo da safra de inverno, entre os meses de abril e maio. Na cultura do trigo, períodos de alta umidade relativa e temperaturas altas, entre 25°C e 28°C, coincidindo com a fase do espigamento, favoreceram a ocorrência de brusone. Uma das características desta doença é a variação de intensidade entre lavouras, devido a diferenças de época de semeadura, ou às condições climáticas muito específicas da localização da lavoura. A brusone causa queda no rendimento, em função dos grãos deformados e de baixo peso específico.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Controle</strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">No controle químico, os fungicidas com maior eficiência para controlar a doença foram aqueles formulados com a mistura de estrobilurina + triazol, quando aplicados duas vezes, no início do espigamento e cerca de 15 dias depois. Ainda assim, os produtos em uso têm demostrado baixa eficiência no controle.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Uma ferramenta de avaliação de risco de ocorrência de epidemias denominada SISALERT foi desenvolvida pela Embrapa Trigo juntamente com a Universidade de Passo Fundo (RS). O SISALERT é uma plataforma que coleta dados meteorológicos observados e de prognóstico de curto prazo para simular tanto o risco de epidemias de brusone como o de giberela, outra doença fúngica que atinge as espigas. O acesso é gratuito <strong><strong><a class="link-corpo" style="color: #4b4a0e;" href="http://sisalert.com.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a></strong></strong>.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Giberela ou Brusone?</strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">Outra doença fúngica é a giberela. Apesar de causadas por patógenos diferentes, giberela (Gibberella zeae) e brusone (Magnaporthe oryzae) possuem muitas semelhanças: ambas são causadas por fungos que atacam as espigas, sob condições de clima úmido e quente; não existem cultivares totalmente resistentes; e os fungicidas em uso têm demonstrado baixa eficiência no controle. Estes fatores contribuem para a dificuldade de diagnóstico e controle destas doenças.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Uma das orientações para fazer a distinção, é que o fungo da brusone ataca a ráquis, ficando restrito nas proximidades do ponto de infecção, impedindo o enchimento dos grãos acima do local de penetração do patógeno. No caso de giberela, a cor escura progride na ráquis em direção à parte inferior da espiga.</p>
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		<title>IBGE prevê safra 2014 em 193,5 milhões de toneladas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de setembro projeta uma safra de 193,5 milhões de toneladas em 2014, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta, dia 9. Se confirmada, a safra será 2,8% superior à do ano passado, que foi de 188,2 milhões de toneladas. O montante foi considerado estatisticamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de setembro projeta uma safra de 193,5 milhões de toneladas em 2014, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta, dia 9. Se confirmada, a safra será 2,8% superior à do ano passado, que foi de 188,2 milhões de toneladas. O montante foi considerado estatisticamente estável em relação ao previsto no levantamento de agosto, com redução de apenas 84,72 mil toneladas.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Os produtores brasileiros devem colher uma área de 56 milhões de hectares em 2014, um aumento de 5,9% em relação a 2013, quando a área totalizou 52,8 milhões de hectares, segundo o IBGE. O montante, no entanto, é 0,5% inferior ao previsto no prognóstico de agosto. As três principais culturas &#8211; arroz, milho e soja &#8211; respondem por 91,2% da estimativa da produção e por 85,1% da área a ser colhida.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">A área a ser colhida de arroz aumentou 0,2% ante 2013, enquanto a soja teve expansão de 8,2%. Já o milho registrou redução de 1,2% na área este ano. Quanto à produção, o arroz aumenta 3,5% em relação a 2013, e a soja cresce 5,5%. A produção do milho será 3,1% menor.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Milho</strong></p>
<p>A redução de 3,1%, na produção foi influenciada pela queda de 10,5% no milho primeira safra. Houve quedas na produção de primeira safra no Sudeste (-24,3%) e no Sul (-12,0%). No Sudeste, a maior queda foi em São Paulo (-1.412.026 toneladas ou 42,2%), devido à redução da área plantada e do rendimento, motivada pela seca e pelas noites quentes que dificultaram a granação das espigas.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Em Minas Gerais, a redução chegou a 15,7%, também em decorrência do clima quente e seco. A área plantada com milho primeira safra caiu 5,2% no Brasil, em função da preferência pela soja, cujos preços estavam mais compensadores na época de plantio da safra de verão. Com o encerramento da colheita no Mato Grosso, principal produtor, houve elevação da expectativa de produção, impulsionado pelo acréscimo de 2,7% no rendimento médio esperado, fazendo com que a produção chegasse a 14.650.159 toneladas. O No Paraná, segundo principal produtor, também houve aumento do rendimento médio esperado em 1,0%, elevando a produção para 10.350.777 toneladas.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Soja</strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">A produção nacional da soja, recorde em 2014, alcançando 86,2 milhões de toneladas, com crescimento de 5,5% em relação a 2013. Esta alta foi marcada pelo incremento de área nos maiores estados produtores, especialmente no Mato Grosso, que acrescentou 677.053 hectares a sua área de soja, 8,5% maior em relação a 2013. O Paraná, segundo maior produtor nacional, apesar de também ter aumentando a área plantada em 263.035 hectares (5,5%), enfrentou problemas climáticos durante o desenvolvimento da cultura, reduzindo, assim, o rendimento médio e a produção em 11,9% e 7,0%, respectivamente. Houve redução na estimativa de produção, com quedas de 0,3% na área colhida e de 0,2% no rendimento médio.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">A produção nordestina caiu 10,4% em relação a agosto, por influência da Bahia, onde a informação foi reajustada para 3,3 milhões de toneladas em função do clima, que não se comportou como esperado. Assim, de agosto para setembro, houve redução de 19,2% na produção esperada, em decorrência das quedas de 9,6% na área plantada e colhida, e de 10,6% no rendimento médio.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Trigo</strong></p>
<p>A expectativa de safra recorde em 2014: 7,9 milhões de toneladas, com crescimento de 37,8% na produção, em relação a 2013, de 23,3% na área colhida e 11,7% no rendimento médio. Destaca-se a recuperação da safra do Paraná, que aguarda uma produção de quase 4,0 milhões de toneladas, 113,0% a mais que em 2013.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Feijão</strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">A redução da produção deve-se, principalmente, às reavaliações em Pernambuco e Ceará, com redução do rendimento médio em 16,5% e 5,6%. Essa reavaliação negativa foi devido à estiagem ocorrida na região.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">CANAL RURAL, COM INFORMAÇÕES DO ESTADÃO CONTEÚDO E DO IBGE</p>
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		<title>Portaria do refúgio não ficará pronta nesta safra</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de trabalho, criado para discutir a portaria que vai estabelecer as normas para áreas de refúgio de culturas transgênicas, tem um primeiro encontro nesta sexta, dia 9, em Brasília (DF). O Canal Rural conversou com alguns membros do grupo, que garantem que a portaria não será publicada neste ano. Um deles foi enfático [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">O grupo de trabalho, criado para discutir a portaria que vai estabelecer as normas para áreas de refúgio de culturas transgênicas, tem um primeiro encontro nesta sexta, dia 9, em Brasília (DF). O Canal Rural conversou com alguns membros do grupo, que garantem que a portaria não será publicada neste ano. Um deles foi enfático afirmando que: “definitivamente, esta safra não terá a normatização das áreas de refúgio”.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Entre os principais motivos apontados, está a falta de tempo hábil para que a discussão seja feita e a decisão tomada. Nesta primeira reunião, por exemplo, ainda será definido o cronograma de trabalho. A expectativa é que, neste ano, seja possível realizar duas ou três reuniões, no máximo, o que não seria suficiente para tomar uma decisão, já que as opiniões são diversas sobre qual o índice mais adequado para cada cultura.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Esta nova previsão derruba as promessas do ministro Neri Geller, que há meses afirma que a portaria sairia para esta safra. Em agosto, o texto esteve bem próximo de ser finalizado, considerando os índices recomendados pelas empresas, como o referencial para o produtor. Mas o ministro considerou que precisava de ajustes e a discussão foi ampliada.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Cerca de 12 pessoas devem participar da reunião amanhã: representantes do Ministério da Agricultura, Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Aprosoja Brasil, Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Embrapa e USP/ESALQ.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">
<p class="credito" style="font-weight: bold; color: #999999;">CANAL RURAL</p>
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		<title>Integração lavoura-pecuária ajuda a eliminar o capim annoni das pastagens</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>

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		<description><![CDATA[O capim annoni é uma das pragas mais conhecidas pelos pecuaristas do Rio Grande do Sul e já causou prejuízo em muitas fazendas. Mas algumas técnicas de controle têm se mostrado eficiente no combate à planta.Na região da Campanha gaúcha, municípios brasileiros que fazem fronteira com o Uruguai, para todos os lados que se olha [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">O capim annoni é uma das pragas mais conhecidas pelos pecuaristas do Rio Grande do Sul e já causou prejuízo em muitas fazendas. Mas algumas técnicas de controle têm se mostrado eficiente no combate à planta.Na região da Campanha gaúcha, municípios brasileiros que fazem fronteira com o Uruguai, para todos os lados que se olha têm, no mínimo, há um pasto tomado pelo capim annoni.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O annoni não se importa com os tipos de solo e nem mesmo com o frio intenso do Rio Grande do Sul. Em pleno inverno gaúcho, os brotos estavam cheios de vigor. O capim que foi trazido da África na década de 1950 como uma alternativa forrageira se mostrou uma praga indomável.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– Ele se adapta a qualquer tipo de solo. Ele tem um pouco mais de dificuldade onde é mais úmido, com drenagem mais deficiente, tanto é que ele vegeta até no asfalto, na beira de estrada, com bastante pisoteio. Por ser uma espécie que evolui no solo com baixa fertilidade, o annoni encontra ambiente favorável em todo tipo de solo – explica o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul Naylor Peres.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong><a class="link-corpo" style="color: #a26a33;" href="http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2014/10/conheca-o-novo-projeto-que-promove-pecuaria-e-preservacao-nos-pampas-4604844.html" target="_self">• Conheça o novo projeto que promove pecuária e preservação nos pampas</a></strong></p>
<p style="color: #3f3f3f;">No asfalto, as mudas vão se multiplicando como se estivessem em terra fora. O produtor rural do município de Dom Pedrito José Armando Nogueira sabe muito bem a força que tem o capim annoni.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– Se puser fogo, rebrota. Se cortar, vem com mais força. Se cair uma semente no cimento do galpão, ela nasce – resume Nogueira.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">De aparência inofensiva, de folha bem fininha, mas com uma raiz muito forte. Segundo Naylor Peres, essas raízes profundas conseguem extrair mais água e nutrientes do solo, o que afeta as outras plantas que estão em volta. As sementes do annoni ficam por até 15 dias no trato digestivo dos animais e são transportadas também pelos cascos e pelos bovinos. Não existe um levantamento oficial sobre o tamanho do prejuízo causado, mas estima-se que cerca de 500 mil hectares de pastos no Estado já foram atingidos, em maior ou menos proporção.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– As pesquisas realizadas até agora mostram que a partir de 35% a 40% ele já traz prejuízo para o animal. O animal acaba enfrentando mais dificuldade e perde tempo em procurar outras espécies, e ele abandona o pastejo seletivo e acaba consumindo o annoni – comenta Peres.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Em alguns meses do ano, dependendo da idade da planta ou a falta de opção, o gado come o capim annoni. Além dele não ter um valor nutritivo interessante, por ser muito fibroso, ele machuca a boca dos animais, o que atrapalha a ingestão de outros alimentos.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">–Partes das folhas, que são bem finas, acabam ficando entre os dentes e traz gengivite e, muitas vezes, com a perda da dentição, o animal vai perdendo a capacidade reprodutiva, no caso das vacas. Isso traz prejuízo pelo baixo desempenho dos animais – alerta.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">Naylor Peres faz parte de um grupo que se dedica às pesquisas sobre o controle e a prevenção do annoni. E foi dessas pesquisas que surgiu um aplicador seletivo de herbicida. Dentro da fazenda experimental da Embrapa já é possível ver a diferença entre os piquetes tratados e os que não sofreram nenhuma interferência. Outra opção é aliar o uso da máquina com o cultivo de pastagens de boa qualidade para que o annoni perca força.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– Com o passar do tempo, vão ocupando esses espaços e, gradativamente, a gente vai poder deixar de culturas essas espécies anuais e sempre com metas de adubação que permita ter um bom crescimento das espécies. Também não dá para pensar só em controlar o annoni sem dar condições para outras espécies se desenvolverem adequadamente – afirma o especialista.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">O produtor rural João Augusto Rubim conseguiu  vencer o capim invasor. Há 15 anos, quando comprou uma propriedade em Bagé, tudo era tomado pelo annoni. Com a integração lavoura-pecuária conseguiu limpar todas as áreas da fazenda.</p>
<p style="color: #3f3f3f;">– A produção de carne em cima do annoni é muito inferior, dá 80 a 90 kg por hectare. Com pastagem cultivada, dá 600 a 700 kg, então é decisão de eliminar e colocar pastagem de qualidade – explica Rubim.</p>
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