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	<title>AgroCeleiro &#187; AgroCeleiro</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Trigo gaúcho se recupera dos problemas enfrentados no plantio</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[As lavouras gaúchas de trigo vêm apresentando boa recuperação, revertendo as expectativas iniciais de forte quebra na produtividade, em função das chuvas que dificultaram a realização dos tratos culturais na época de plantio. Os técnicos da empresa de assistência técnica e extensão rural do Rio Grande do Sul  (Emater/RS) comentam que a partir da entrada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;">As lavouras gaúchas de trigo vêm apresentando boa recuperação, revertendo as expectativas iniciais de forte quebra na produtividade, em função das chuvas que dificultaram a realização dos tratos culturais na época de plantio. Os técnicos da empresa de assistência técnica e extensão rural do Rio Grande do Sul  (Emater/RS) comentam que a partir da entrada com mais intensidade na fase reprodutiva, as lavouras apresentam espigamento uniforme, tamanho de espiga regular e número de espiguetas médio.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Segundo eles, no aspecto visual a maioria das lavouras apresenta coloração verde intensa, plantas sem acamamento e lavoura com boa densidade. As folhas bandeiras apresentam boa formação e baixa incidência de doenças. Outro aspecto positivo é a baixa umidade no momento da floração das plantas, o que deve contribuir para menor incidência de doenças na espiga. Vários agricultores estão realizando a segunda aplicação de fungicida.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Os dados da Emater mostram que 59% das lavouras estão em fase estágio desenvolvimento vegetativo, ante 83% na semana passada e 70% na média dos últimos cinco anos. As plantas em fase de floração somam 33% da área cultivada, ante 15% na semana passada e 22% da média histórica.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O levantamento da Emater constatou que os preços do trigo continuam pouco atrativos no mercado gaúcho, em média a R$ 30,46 por saca de 60 kg, variando entre R$ 29 a R$ 32. Apesar de considerados baixo, os preços estão linha com a média histórica dos últimos cinco anos de R$ 30,51/saca. A média para setembro nos últimos cinco anos é de 30,71/saca.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Globo Rural</p>
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		<title>Nanotecnologia no agro: conheça o plástico para comer</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologias de ponta aplicadas ao agronegócio já geraram inúmeras invenções que beneficiam o consumidor final. Neste ano, uma das maiores descobertas anunciadas no Brasil foi a criação de um filme plástico que pode ser ingerido pelos seres humanos. A descoberta foi de pesquisadores da Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano), da Embrapa. Eles desenvolveram um produto comestível produzido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;"><strong>Tecnologias</strong> de ponta aplicadas ao agronegócio já geraram inúmeras invenções que beneficiam o consumidor final. Neste ano, uma das maiores descobertas anunciadas no Brasil foi a criação de um<strong> filme plástico </strong>que pode ser ingerido pelos seres humanos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A descoberta foi de pesquisadores da <strong>Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano)</strong>, da Embrapa. Eles desenvolveram um produto comestível produzido a partir de alimentos como espinafre, mamão, goiaba e tomate.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><img class="img-responsive" title="plastico_comestivel_embrapa_nanotecnologia_mamao (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)" src="http://s2.glbimg.com/U7oCDIXsMSHJmTtN2qLPr9gswJc=/400x280/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/04/filme_fabricado_com_mamao_e_canela_pode_ser_feito_tambem_de_outros_alimentos_-_fotoflavio_ubiali.jpg" alt="plastico_comestivel_embrapa_nanotecnologia_mamao (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)" /></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><label class="foto-legenda" style="color: #797979;">Filme plástico pode ser feito a partir do mamão (Foto: Flavio Ubiali/Embrapa)</label></div>
<p style="color: #1a1a1a;">As características do plástico– resistência, textura, capacidade de proteção – são parecidas às de um papel-filme convencional. De acordo com Luiz Henrique Capparelli Mattoso e José Manoel Marconcini, coordenadores da pesquisa, as <strong>matérias-primas</strong>usadas passaram pelo processo de <strong>liofilização</strong>, um tipo de desidratação em que, após o congelamento do alimento, toda a água contida é transformada em sólido diretamente gasoso, sem passar pela fase líquida.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O resultado é um alimento completamente desidratado, mas com propriedades nutritivas. O processo, segundo eles, pode ser feito com <strong>frutas, verduras, legumes</strong> e até alguns temperos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Na Embrapa, o plástico ainda teve adicionado à sua fórmula a <strong>quitosana</strong>, um polissacarídeo presente na carapaça de caranguejos com propriedades bactericidas e isso, segundo os pesquisadores, aumenta o tempo de prateleira dos alimentos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Globo Rural</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer supera expectativas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/pavilhao-da-agricultura-familiar-na-expointer-supera-expectativas/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas no Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer bateram recorde novamente neste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), divulgou R$ 2,2 milhões em negócios nos 239 empreendimentos familiares. O montante é 12,6% superior ao alcançado na edição de 2014. Já, os negócios de toda feira recuaram 35%, fechando com 1,7 bilhão. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">As vendas no Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer bateram recorde novamente neste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), divulgou R$ 2,2 milhões em negócios nos 239 empreendimentos familiares. O montante é 12,6% superior ao alcançado na edição de 2014.</p>
<p style="color: #000000;">Já, os negócios de toda feira recuaram 35%, fechando com 1,7 bilhão. Na edição passada a comercialização total foi de R$ 2,7 bilhões. O número de visitantes passou de 500 mil.</p>
<p style="color: #000000;">Nessa edição, 239 empreendimentos dividiram espaço no pavilhão &#8211; 17% a mais do que em 2014. Sete eram de cozinhas que serviram ao público refeições tradicionais da região como arroz carreteiro, massa caseira com galeto, salame e chuleta.</p>
<p style="color: #000000;">Mais alimentos<br />
Outro espaço de destaque para a agricultura familiar, na Expointer, foi o Feirão Mais Alimentos, que marcou a sua sexta participação na feira, mostrando o êxito da política de incentivo à mecanização no campo. No local, o agricultor familiar podia conhecer como funciona o programa, que financia máquinas, tratores e implementos agrícolas com juros que variam de 2% a 5,5% ao ano.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Fonte: Fetraf-RS e MDA<br />
Foto: Fetraf-RS</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Confira a Programação do VI Acampamento Farroupilha em Tenente Portela</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação: 13/09 Domingo 10 horas – Recebimento da Chama Crioula e Abertura Oficial 13h30min – Encontrão Regional de Invernadas Artísticas 20 horas – Fandango com o grupo Trio Abagualado 14/09 Segunda-feira 19 horas – Sessão Solene da Câmara de Vereadores 15/09 Terça-feira 20 horas – Apresentações das Invernadas Artísticas locais – CTG Guardiões da Fronteira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: bold;">Programação:</p>
<p style="font-weight: bold;">13/09 Domingo<br />
10 horas – Recebimento da Chama Crioula e Abertura Oficial<br />
13h30min – Encontrão Regional de Invernadas Artísticas<br />
20 horas – Fandango com o grupo Trio Abagualado</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">14/09 Segunda-feira</p>
<p style="font-weight: bold;">19 horas – Sessão Solene da Câmara de Vereadores</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">15/09 Terça-feira<br />
20 horas – Apresentações das Invernadas Artísticas locais – CTG Guardiões da Fronteira e CTG Sentinela da Fronteira<br />
21h30min – Show com NILTON FERREIRA<br />
16/09 Quarta-feira<br />
Manhã e tarde – Integração com os alunos das Escolas Municipais e Estaduais (Com espaço para apresentações)<br />
19 horas – Ensaio aberto de Danças Tradicionais (todas as idades)</p>
<p style="font-weight: bold;">21 horas – Escolha da Prenda do VI Acampamento Farroupilha</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">17/09 Quinta-feira<br />
14 horas – Integração e Bailanta com os grupos de Idosos. Animação do grupo Gurizada Campeira<br />
20 horas – Apresentação de Talentos locais e Tertúlia Livre</p>
<p style="font-weight: bold;">18/09 Sexta-feira<br />
II GRITO FARROUPILHA – FESTIVAL DA CANÇÃO GAÚCHA<br />
Manhã: Ensaio e classificação dos calouros (Categoria Infantil e Livre Municipal)<br />
Tarde: Ensaio e classificação dos calouros (Livre Regional)<br />
19h30min – Final do II GRITO FARROUPILHA<br />
23 horas – Fandango com o Grupo HERANÇA CAMPEIRA DO SUL</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">19/09 Sábado<br />
22 horas – Fandango com o GRUPO REPONTE<br />
III Concurso de Dança de Salão</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">20/09 Domingo<br />
9 horas – Missa Crioula<br />
14 horas – Apresentações Artísticas locais. Invernadas artísticas CTG Guardiões da Fronteira, CTG Sentinela da Fronteira, APAE, Escola Municipal Marcílio Dias, Escola Estadual Sepé Tiaraju<br />
16 horas – III Gincana da Cultura Gaúcha<br />
17h30min – Encerramento do VI Acampamento Farroupilha e Bailanta com o Grupo Gurizada Campeira</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">Fonte: Rádio Municipal AM</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PIB gaúcho tem quinta queda consecutiva, aponta FEE</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul apresentou no segundo semestre de 2015 uma taxa negativa de 0,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados publicados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) nesta quarta-feira. Essa é a quinta queda consecutiva, que só não foi maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul apresentou no segundo semestre de 2015 uma taxa negativa de 0,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados publicados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) nesta quarta-feira. Essa é a quinta queda consecutiva, que só não foi maior pelo bom desempenho da agropecuária. Na taxa acumulada em quatro trimestres, o PIB gaúcho também apresentou queda de 0,9%.</p>
<p>A variação quase nula do Valor Adicionado Bruto (VAB) (-0,1%) deve-se ao crescimento significativo da agropecuária (15,6%), que minimizou o impacto da grande queda dos outros setores. Os impostos caíram 4,8% em decorrência da acentuada diminuição da queda da indústria (-9,1%) e da redução dos serviços (-1,2%).</p>
<p>O aumento da produção de soja em 20,4%, com a colheita concentrada no trimestre, foi o principal fator que assegurou o crescimento de 15,6% do VAB da agropecuária gaúcha. O resultado pode ser considerado ainda mais positivo porque se deu sobre o nível elevado de produção de 2013 e 2014. O desempenho da soja foi decorrente da ampliação de área e do grande crescimento da produtividade observado em 2015.</p>
<p>A taxa acumulada ao longo do ano, correspondente ao primeiro semestre, teve uma redução de 0,9%. Em sua composição, os impostos caíram 4,0%, e o VAB reduziu-se em 0,5%. Da mesma forma que na taxa trimestral, a agropecuária foi o único setor com taxa positiva no semestre (9,7%), com a indústria caindo 8,2% e os serviços variando negativamente 0,4%.</p>
<p><em>Fonte: CP</em></p>
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		<title>Agricultura familiar comercializa R$ 2,2 mi na Expointer 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo os organizadores, vendas superam em 12% o volume negociado na edição passada &#160; A agricultura familiar comercializou mais de R$ 2,2 milhões na Expointer 2015, em Esteio (RS). Segundo os organizadores, as vendas aumentaram em 12,6% em relação à edição 2014, que teve vendas em R$ 2 milhões. Mais de 239 estandes ocuparam o Pavilhão da Agricultura Familiar. Para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="article_selector" class="article__fast-track lead" style="color: #191d00;">
<p>Segundo os organizadores, vendas superam em 12% o volume negociado na edição passada</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="article_body" style="color: #191d00;">
<div class="article_content">
<div id="article_body_content" class="article_body-container">
<p style="color: #2f2f2f;">A agricultura familiar comercializou mais de R$ 2,2 milhões na Expointer 2015, em Esteio (RS). Segundo os organizadores, as vendas aumentaram em 12,6% em relação à edição 2014, que teve vendas em R$ 2 milhões. Mais de 239 estandes ocuparam o Pavilhão da Agricultura Familiar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Para o delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Rio Grande do Sul, Marcos Regelin, além do volume de vendas, a feira colabora, cada vez mais, para a consolidação da agricultura familiar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">– O maior retorno está na visibilidade que a Expointer dá ao setor. É uma excelente vitrine. Tivemos um grande avanço na qualidade, diversidade e apresentação dos produtos – comenta.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">A produtora Odete Teresa da Cas, 49 anos, chegou ao último dia da 38ª Expointer zerando os estoques. Dos oito tipos de produtos fabricados na agroindústria Puro Sabor do Interior, apenas quatro estão disponíveis, entre eles o queijo tipo colonial, produzido na semana passada e que ainda estava em processo de maturação.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">– Tive que trazer o queijo que estava maturando em casa para vender aqui. As pessoas compram e tem até quem prefere ele mais novinho. A Expointer deste ano superou as minhas expectativas. Vendi até pote de 2 litros de doce de leite – afirma Odete.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;"><span style="color: #000000;">Fonte:Paulo H. Carvalho/ Ascom MDA</span></p>
<p style="color: #2f2f2f;">
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Setor leiteiro gaúcho precisa de apoio</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/setor-leiteiro-gaucho-precisa-de-apoio/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e o Instituto Gaúcho do Leite (IGL), como parte da programação do Dia da Agricultura Familiar na Expointer 2015, em Esteio.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">No começo das discussões, o presidente do IGL, Gilberto Piccinini, apresentou os dados do Levantamento Socioeconômico da Cadeia Setorial do Leite, relatório produzido em parceria com a Emater-RS e que traz informações sobre diversos ângulos da cadeia leiteira gaúcha. Os números apontam que dos 198,467 mil produtores de leite do estado, a maior parte é composta de pequenos produtores, com 45,3% dos produtores entregando até 100 litros por dia a indústrias e queijarias.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O Rio Grande do Sul produz 4,59 bilhões de litros de leite por ano, fazendo o estado ocupar a segunda posição no ranking de produtores nacionais, ficando atrás de Minas Gerais. A atividade tem peso fundamental na economia de 94% dos municípios gaúchos.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Essa radiografia é importante, porque traz aspectos claros. Um deles é a importância da cadeia do leite para o Rio Grande do Sul. Ela está em quase todos os municípios. Outra é que ela é muito forte na agricultura familiar, a grande maioria dos produtores é da agricultura familiar – afirmou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, um dos integrantes do painel.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo ele, o setor gaúcho possui plena capacidade para se tornar o principal produtor de leite do país, por ter espaço para aumentar o rebanho e disponibilidade de água. Algumas questões, porém, ainda precisam ser resolvidas, como o sistema de proteção financeira governamental, que ainda é fraco, os custos altos e os baixos preços pagos aos produtores, e problemas na regra de falências, que faz com que muitos pecuaristas fiquem anos sem receber por leite entregue a indústrias que deixaram de funcionar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Outro panelista, o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), relatou que a presença de pequenos produtores no setor leiteiro está recuando nos últimos anos devido à dificuldade de muitos produtores em adaptarem suas propriedades às necessidades técnicas da atividade, junto com o envelhecimento de muitos produtores e a falta de interesse dos herdeiros em seguir adiante.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Estamos excluindo de forma muito rápida a metade dos produtores, devido à idade e à falta de investimento. Metade das propriedades não cumpre a regra e elas precisam de investimentos para se adequar à legislação. Elas requerem investimentos significativos – disse Wladimir Dal’Bosco.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL), Ernesto Krug, o pequeno proprietário precisa contar “assistência técnica agregadora de valor, que faça a diferença durante a visita à propriedade”. Ele também levantou a questão de que a produtividade dos pecuaristas é prejudicada pela falta de capacitação, seja deles ou de seus funcionários.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A falta de eficiência da mão de obra foi citada pela maioria dos produtores (46%) como sua principal dificuldade, segundo o levantamento do IGL e da Emater-RS. A questão dos herdeiros ficou em segundo lugar (41,9%) no ranking de problemas.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo o gerente técnico da Emater-RS, Valmir Netto Wegner, algumas das dificuldades podem ser resolvidas com a melhora no processo de gestão. Ele recomenda que os pecuaristas reservem parte dos ganhos que fazem em épocas de preços bons para realizar investimentos e aguentarem os períodos em que o mercado está adverso.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Temos trabalhado para que o produtor nesse período de bons preços faça uma reserva, porque a atividade é cíclica. O produto tem que estar preparado para enfrentar estes períodos críticos de preços – disse.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Comércio exterior e sanidade</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">A concorrência com produtos vindos dos países do Mercosul foi outro ponto citado pelos panelistas como problemática para a cadeia leiteira, que reclamaram que a situação está levando os produtores brasileiros a perderem espaço no mercado doméstico.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Todos concordaram que a saída é exportar mais, visto que as vendas a mercados de fora representam menos de 1% da produção total.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós precisamos, no mínimo, equilibrar essa balança comercial, exportamos menos de 1% da produção. Se exportarmos no mesmo nível que importamos, já estaria bom – afirmou Piccinini.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para isso, o Brasil precisa melhorar a sua vigilância sanitária, melhorando a fiscalização da produção leiteira.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Se a gente não resolver a questão da sanidade interna, não temos como colocar nosso produto nos mercados externos – afirmou Dal’Bosco.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>RS: Alta do dólar poderá significar mais elevação da soja na região</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[O atual aumento do preço da saca de soja chama atenção no momento em razão que o valor até ultrapassa R$ 70. O gerente da unidade de Ijuí da empresa Três Tentos, André Bigolin, em entrevista nesta manhã, 07, na RPI frisou que esse acréscimo de valor está atrelado à elevação do dólar. Para ele, isso [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3e3e3e;">O atual aumento do preço da saca de soja chama atenção no momento em razão que o valor até ultrapassa R$ 70. O gerente da unidade de Ijuí da empresa Três Tentos, André Bigolin, em entrevista nesta manhã, 07, na RPI frisou que esse acréscimo de valor está atrelado à elevação do dólar. </span><br style="color: #3e3e3e;" /><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #3e3e3e;">Para ele, isso significa um cenário diferente em relação a outros anos, visto que o preço da oleaginosa não está sendo negociado segundo a cotação da bolsa de Chicago. André Bigolin acredita que o dólar possa aumentar ainda mais em relação à moeda real, o que também eleva o preço da saca de soja. No entanto, o acréscimo da moeda americana também traz aumento do preço dos insumos e fertilizantes para as lavouras, o que vai encarecer o custo da próxima safra de verão.</span></p>
<p>Fonte: Agrolink</p>
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		<title>Na contramão da crise, conheça agricultores que não deixam de investir em tecnologia para produzir mais</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 19:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Maquinários e Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto o Brasil patina para escapar de uma das piores crises econômicas das últimas décadas, produtores capitalizados com sucessivas safras cheias e com o olhar nas próximas colheitas permanecem alheios à recessão. Dependentes de tecnologia para manter boas produtividades, eles não se permitem parar de investir. Assumem financiamentos para comprar máquinas e equipamentos e se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #393939;">Enquanto o Brasil patina para escapar de uma das piores crises econômicas das últimas décadas, produtores capitalizados com sucessivas safras cheias e com o olhar nas próximas colheitas permanecem alheios à recessão.</span></p>
<p style="color: #393939;">Dependentes de tecnologia para manter boas produtividades, eles não se permitem parar de investir. Assumem financiamentos para comprar máquinas e equipamentos e se mostram seguros à frente das decisões:</p>
<p style="color: #393939;">– Tivemos três colheitas recordes seguidas. Os preços das commodities continuam altos. Preciso investir para manter a média dos últimos anos e continuar lucrando – disse Rodolfo Augusto Machado Gonçalves, 55 anos, que veio de São Gabriel até Esteio.</p>
<p style="color: #393939;">Na <a class="link-corpo" style="color: #02aceb;" href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/ultimas-noticias/tag/expointer/" target="_self"><strong>Expointer</strong></a>, o produtor comprou um pulverizador por R$ 480 mil pelo programa Moderfrota, com juro anual de 7,5% e prazo de seis anos para pagar. Com o novo equipamento, conseguirá pulverizar até 250 hectares por dia. A máquina antiga, fabricada em 2009, fazia no máximo 90 hectares.</p>
<p style="color: #393939;">– A agricultura requer agilidade. Em uma semana, a ferrugem pode terminar com a lavoura – exemplifica<br />
Gonçalves, que cultiva 550 hectares de soja na Fronteira Oeste.</p>
<p style="color: #393939;">Com um trator novo comprado na Expointer passada e o pulverizador na edição deste ano, o produtor renovou toda a frota da propriedade, onde prioriza a agricultura de precisão. A segurança ao investir vem também da venda antecipada de 30% da próxima safra, que ainda nem plantou. Com a cotação do dólar nas alturas, o produtor travou o preço da saca em R$ 75.</p>
<p style="color: #393939;"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17619436.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
<em>Com carteira na mão e ao lado dos filhos, Giticovski veio do Paraná para comprar um pulverizador durante a feira (Foto Caco Konzen, Especial)</em></p>
<p style="color: #393939;">A necessidade de tecnologia e o bom momento da agricultura também levaram Gregório Francisco Giticovski, 63 anos, de Rio Negro (PR), a fechar negócio na Expointer. Ele e os dois filhos, Fernando, 33 anos, e Francisco, 31 anos, vieram a Esteio especialmente para comprar um pulverizador, pois precisavam terceirizar o serviço para cobrir toda a lavoura, já que o equipamento antigo não dava conta dos 480 hectares cultivados com soja e milho.</p>
<p style="color: #393939;">– Se a taxa de juro fosse menor, nós estaríamos comprando uma colheitadeira também. Optamos pelo que era mais urgente – contou Gregório.</p>
<p style="color: #393939;">Produtores com o perfil de Gonçalves e Giticovski, empresariais e dependentes de tecnologia, contribuem para fazer com que o recuo nas vendas de máquinas e equipamentos agrícolas possa ser menor até o final do ano. De janeiro a agosto deste ano, houve redução de 28,3% em unidades comercializadas em relação a 2014.</p>
<p style="color: #393939;">A projeção da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é fechar o ano com queda de 19,4% nas vendas internas, em comparação com o ano passado. O volume de negócios de máquinas na Expointer – R$ 1,69 bilhão, 37,4% menor do que em 2014 – refletiu o momento de retração que toma conta do setor por conta do aumento das taxas de juro, do crédito restrito e da maior cautela dos produtores diante dos custos de produção mais altos.</p>
<p style="color: #393939;">Apesar do resultado negativo, a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) projeta um aumento de 9% nas vendas de máquinas em 2016 e um cenário positivo em médio e longo prazo <em>(veja abaixo)</em>, ancorado pela perspectiva de crescimento da safra de grãos.</p>
<p style="color: #393939;"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17619563.jpg" alt="" width="624" height="4049" align="middle" /></p>
<p style="color: #393939;"><strong>Sem margem para perdas na safra de verão</strong></p>
<p style="color: #393939;"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17619439.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
<em>Apesar de admitir que o momento é de cautela, Porciuncula comprou trator para acelerar plantio (Foto Caco Konzen, Especial)</em></p>
<p style="color: #393939;">Esperando uma primavera chuvosa, por conta da previsão do fenômeno El Niño, o produtor Gesiel Porciuncula, 33 anos, resolveu não arriscar. Com 800 hectares de arroz cultivados em Bagé, e outros 3 mil de soja, o agricultor comprou um trator de 180 cavalos para afastar o risco de atraso no plantio.</p>
<p style="color: #393939;">– Talvez o momento ideal para investir não seja esse. Mas a janela de plantio está cada vez mais curta, precisamos ser rápidos – contou Porciuncula, que financiou o trator de R$ 225 mil.</p>
<p style="color: #393939;">O novo equipamento irá se juntar a outros 22 tratores e sete colheitadeiras da propriedade. Com produção altamente tecnificada, Porciuncula espera colher média de 185 sacas por hectare de arroz e 50 sacas por hectare de soja.</p>
<p style="color: #393939;">– Não temos mais espaço para erros. Não posso correr o risco de baixar a produção por falta de investimentos – afirmou o produtor.</p>
<p style="color: #393939;">Fabricante de equipamentos voltados à agricultura de precisão, como pulverizadores, a Stara aposta nesse perfil de cliente para manter as vendas.</p>
<p style="color: #393939;">– Se a tecnologia representar aumento de produção, o agricultor seguirá investindo – destaca Jeferson Stieven, gerente comercial da Stara na Região Sul.</p>
<p style="color: #393939;">Os lançamentos da John Deere também enfocaram o aumento da produtividade, como menos perdas na colheita.</p>
<p style="color: #393939;">– Estamos indo ao encontro das necessidades dos produtores – enfatizou Tangleder Lambrecht, gerente regional de vendas da marca, que oferece serviços pós-venda para capacitar o produtor ou o funcionário a explorar ao máximo a tecnologia das máquinas.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Tudo para fisgar os clientes</strong></p>
<p style="color: #393939;"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17619556.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
<em>Foto Caco Konzen, Especial</em></p>
<p style="color: #393939;">Ao passar pelos estandes de máquinas e equipamentos agrícolas na 38ª Expointer, era possível perceber que a feira seria diferente dos últimos anos. Com um número menor de visitantes, muitos deles apenas olhando sem a intenção concreta de compra, as marcas tiveram de se reinventar para fisgar clientes. Até show de máquinas, em uma arena com arquibancada e música, foi usada como chamarisco.</p>
<p style="color: #393939;">– Em momentos de retração, é preciso oferecer experiências diferentes aos clientes. A idade da frota de tratores e colheitadeiras no Brasil ainda é antiga. Há muito espaço para ocupar – avalia Alexandre Blasi, diretor comercial no Brasil da New Holland, marca que promoveu espetáculos diários com tratores, pulverizadores e retroescadeiras.</p>
<p style="color: #393939;">Na tentativa de atrair compradores em época de economia retraída, a Massey Ferguson readequou um modelo de trator para lançar na feira com preço menor. O veículo de 75 cavalos, que antes era vendido por R$ 90 mil, passou a custar R$ 73 mil sem a inclusão de alguns acessórios.</p>
<p style="color: #393939;">– Mudamos algumas especificações do produto para torná-lo mais atrativo ao bolso do produtor – explica Leonel Oliveira, gerente de vendas da Massey Ferguson no Brasil.</p>
<p style="color: #393939;">Outra estratégia usada pelas fabricantes foi o barter, operação em que o produtor pôde comprar o equipamento agora e pagar com grão a ser colhido na próxima safra.</p>
<p style="color: #393939;">– Esse tipo de operação vem crescendo, pois não precisa desembolso imediato do produtor, que garante a compra com sua produção – explica Blasi, acrescentando que a modalidade consórcio também está ganhando espaço.</p>
<p style="color: #393939;">
<p style="color: #393939;">Fonte: ZH</p>
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		<title>Venda antecipada de soja chega a 30% no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 19:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes mesmo de começar a semear as lavouras de soja, produtores gaúchos já venderam quase 30% da próxima safra. No ano passado, no mesmo período, esse percentual não chegava a 10%, segundo a Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS). A antecipação dos agricultores mostra que eles não estão dispostos a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes mesmo de começar a semear as lavouras de soja, produtores gaúchos já venderam quase 30% da próxima safra. No ano passado, no mesmo período, esse percentual não chegava a 10%, segundo a Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS). A antecipação dos agricultores mostra que eles não estão dispostos a assumir riscos diante de um cenário incerto na cotação do dólar.</p>
<p>– As empresas estão estimulando os produtores a aproveitar os bons preços, seja na troca do grão por insumos (fertilizantes e sementes) ou em contratos futuros – confirma Décio Teixeira, presidente da entidade.</p>
<p>Sem saber o que irá acontecer no próximo ano, quando irá colher a oleaginosa a partir de março, os agricultores estão optando em garantir contratos de até R$ 75 a saca. Para Teixeira, a antecipação poderá aumentar ainda mais até o final de setembro, quando o produtor já terá comprado todos os insumos para implantar a lavoura.</p>
<p>O mesmo comportamento é seguido por produtores de outros Estados. Conforme dados da consultoria AgRural, divulgados na última sexta-feira, o percentual comprometido da safra de soja 2015/2016 no Centro-Oeste é de 29%. No país, é de 25%, ante 7% no mesmo período do ano passado.</p>
<p><em> Fonte: ZH</em></p>
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