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Alimentos mais caros não significam que agricultor esteja recebendo mais pelos produtos, aponta Farsul

jun 17, 2015 AgroCeleiro Agricultura Familiar, Noticias 0


Alimentos mais caros não significam que agricultor esteja recebendo mais pelos produtos, aponta Farsul

Basta ir ao supermercado para perceber no bolso os efeitos da inflação. Mas preço mais alto significa que o agricultor ganha mais? A lógica até faz sentido algumas vezes, mas não é regra. Tudo porque da lavoura à prateleira, há muitos custos e fatores pelo caminho.

Economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Antônio da Luz explica que o preço pago ao produtor por commodities como trigo, feijão, arroz e soja depende, basicamente, de produção e demanda industrial. Já o valor pago pelo consumidor é influenciado por crescimento populacional, poder de compra, consumo, preço da energia, entre outros, sem contar a influência de medidas governamentais:

– Produtores foram prejudicados por políticas para tentar controlar preços pelo desconhecimento dos governos quanto à esta realidade.

Lançados em maio, dois índices (veja no gráfico abaixo) da Farsul que medem a inflação dos custos de produção e nos preços recebidos pelos agricultores apontam que a inflação de alimentos não decorre da variação dos preços pagos ao produtor.

– Há um leque muito complexo no caminho. Os índices ajudam a medir a eficiência de ações e a tomar decisões em cima de dados objetivos da situação do produtor – explica Luz.

Pesquisador da Fundação de Economia e Estatísticas (FEE), Carlos Paiva aponta quatro fatores cruciais para a elevação no preço dos alimentos: custos de produção mais altos no campo, seca (especialmente no Nordeste), desvalorização cambial e forte concentração na indústria, com poucas empresas liderando mercados.

– Muitas vezes, o consumidor paga mais caro e o produtor não recebe a diferença porque a indústria se apropria de uma fatia maior.

Indústria em busca de alternativas

Coordenador do Conselho da Agroindústria da Federação das Indústrias do RS (Fiergs), Marcos Oderich pondera que a indústria tem sofrido forte impacto com o aumento nos custos da energia, combustíveis e, principalmente, mão de obra. E destaca que o setor está absorvendo custos para evitar uma elevação ainda maior nos preços cobrados do consumidor:

– O foco tem sido reduzir gastos e buscar maior escala em outros mercados, pois o consumidor está com o freio de mão puxado no país.

Paiva diz que não se pode culpar só o governo pela inflação, pois, ao mesmo tempo que tomou medidas que impactaram no maior preço da energia elétrica e da gasolina, por exemplo, desonerou e deu incentivo a vários setores nos últimos anos, especialmente o agronegócio.

– Os preços subiram porque todos os elos da cadeia ganharam mais, apesar de a distribuição  deste ganho ter sido em proporções diferentes.

Importação não é consenso

O pesquisador da FEE Carlos Paiva diz que, para conter a inflação de alimentos, uma alternativa seria o governo acelerar as importações de certos tipos de produtos. Mas pondera que esta medida teria efeito negativo para o campo:

– Acabaria penalizando o produtor. Só que o governo não está estimulando esta prática, e sim tentando proteger e garantir a rentabilidade do agricultor.

Paiva ressalta que há uma pressão de demanda para produtos não importáveis, como hortaliças, o que tem feito com que o preço destes itens venha subindo até acima da inflação. E ressalta que, neste viés, uma alternativa seria estimular o fortalecimento das cooperativas, para terem mais condições de competir com a indústria.

– Ocorre que muitas cooperativas entraram em crise e não conseguiram se recuperar em condições de conquistar espaço no mercado e evitar uma maior concentração do setor industrial.

Para o coordenador do Conselho da Agroindústria da Fiergs, Marcos Oderich, o ideal seria o governo dar tratamento semelhante a produtos importados e nacionais, garantindo um maior equilíbrio.

– Não se deve criar protecionismos artificiais, pois isso prejudica a eficiência e a produtividade. A não ser que haja algum problema sazonal, como, por exemplo, uma frustração de safra – analisa.  

Fonte: Zero Hora 

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