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Após quebra, Santa Catarina e Rio Grande do Sul buscam compensação

nov 06, 2014 AgroCeleiro Grãos, Noticias 0


Após quebra, Santa Catarina e Rio Grande do Sul buscam compensação
Enxurrada que derrubou produção e qualidade do trigo esfria os ânimos, mas plantio de soja deve ser ampliado. Agronegócio confirma expansão da oleaginosa em áreas seguramente viáveis

José Rocher, enviado especial

O plantio de soja atinge os primeiros 10% no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e as chuvas garantem umidade para a germinação das sementes. Porém, a agricultura ainda assimila os efeitos de uma quebra expressiva na produção de trigo — que pode chegar a 1 milhão de toneladas, considerando perda de volume e de qualidade — e mostra-se pouco empolgada com as cotações do mercado físico.

A Expedição Safra Gazeta do Povo percorreu os dois estados do Sul numa viagem de 2 mil quilômetros na última semana para acompanhar o início do plantio de verão (leia sobre a viagem pelos Estados Unidos na página 1). O quadro — que deveria ser empolgação depois dos resultados de 2013/14, quando soja, milho e trigo foram bem — revela forte apreensão.

A quebra no trigo pode afetar as contas do verão, uma vez que boa parte dos produtores não faz seguro e que, mesmo com a quebra, a comercialização do cereal segue travada, com preços próximos de R$ 25/sc. Os produtores terão de acionar Proagro e seguro privado para não saírem no prejuízo, conta Gilmar Vione, que monitora a produção de 45 municípios do Noroeste gaúcho.

A região, que faz frente à colheita do trigo e ao plantio da soja, está destinando 708 mil hectares à oleaginosa, 1,5% a mais que no ano passado. Com as contas de inverno apertadas, a expansão do grão perde força. Só não deve ter cortes expressivos porque segue como opção mais lucrativa e pelo fato de o setor estar capitalizado, acrescenta Vione. Quem vendeu soja a R$ 65 em 2013/14 e não fechou negócios antecipados (mais de 90% dos produtores não afixaram preços) pode receber menos de R$ 50 na colheita, apontam os analistas da região.

A soja reduz as áreas de pastagens e de milho, mas só avança em áreas comprovadamente viáveis. O incremento é pequeno porque a agricultura tem espaço consolidado em todo o Norte gaúcho, mas também reflete o novo patamar da cotações das commodities, aponta o consultor Gustavo Trentini, da Seara Agronegócios, que deu apoio à Expedição Safra em Cruz Alta.

Considerando todo o estado, os gaúchos vão plantar 5 milhões de hectares com soja (+3,5%) e 870 mil hectares com milho (-8,4%), estima a Expedição Safra Gazeta do Povo. O dado considera que a zona do arroz (Sul) — onde cultiva-se cada vez mais soja num sistema de rotação que melhora o aproveitamento das pastagens — registra aumento maior no cultivo da oleaginosa do que regiões de agricultura consolidada. O plantio nessa zona de expansão vai até dezembro.

Essa tendência é verificada também em Santa Catariana, que confirma 550 mil (+3,2%)e 440 mil hectares (-11%), respectivamente. A destinação de boa parte da colheita para sementes, num ano que promete clima bom, garante incremento na renda e motiva a expansão catarinense. “Temos lavouras tardias de trigo, que tiveram quebra menor depois das enxurradas de setembro”, acrescenta o agrônomo Silvanei Jansen, que coordena o cultivo de 6 mil hectares na região de Campos Novos e Xanxerê. O produtor vai buscar na safra de verão restabelecer o equilíbrio de suas contas, mesmo com soja e milho mais baratos, aponta.

Produtor busca cada vez mais segurança

Seja no trigo ou na soja, o produtor de grãos da Região Sul busca mais segurança, o que tem determinado estratégias de plantio e comercialização. Por outro lado, não há caminho infalível.

O produtor de trigo Jorge dal Forno semeou 500 hectares de trigo “por conta própria” para não ter de pagar financiamento em caso de quebra. Agora, terá de arcar com as perdas de qualidade e produtividade.

“Nas melhores áreas, colhemos 50 sacas por hectare, mas a média vai ficar perto de 30 sacas”, lamenta. O volume ficará perto da metade do registrado um ano atrás. O problema maior pode ser a perda de qualidade. Dal Forno teme que mais da metade da colheita acabe virando ração, por não atingir qualidade exigida pelos moinhos. A saída será buscar o equilíbrio com o cultivo de 1,2 mil hectares de soja, relata.

Tradicional produtor de grãos em áreas irrigadas, Airton Becker reduziu pela metade o espaço do milho para dar espaço à soja no ano passado. Nesta temporada, repete a estratégia de cultivar 150 hectares com o cereal e 180 hectares com a oleaginosa onde pode controlar a umidade. A soja ganha ainda 690 hectares de sequeiro.

“A irrigação não cresce mais pelas limitações no fornecimento de energia elétrica e pela burocracia que envolve a implantação dos projetos”, aponta o produtor, que é presidente do Sindicato Rural de Cruz Alta.

Os técnicos da região relatam que a adesão ao Proagro e ao programa que subsidia o seguro privado vem crescendo. Porém, os produtores normalmente cobrem só os custos com esses contratos.

Fonte: Gazeta do Povo
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